O PMDB é um partido que surgiu no início da década de 80, ainda durante o regime militar.
Outro exemplo é o Rio Grande do Sul, onde o ex-prefeito de Porto Alegre José Fogaça enfrentou nas urnas o petista Tarso Genro, ex-ministro da Justiça. Em outros seis Estados, o PMDB está coligado com siglas diferentes e também rivaliza com o PT. O governador André Puccinelli (PMDB) conseguiu formar um arco de alianças com 15 partidos para concorrer a reeleição e apoiar o candidato Serra no Mato Grosso do Sul. Entre os partidos que caminharam juntos com ele, estavam o PSDB e o DEM. A cúpula estadual do PMDB em Curitiba ao discutir a campanha de Dilma Rousseff no segundo turno no Paraná, o presidente do partido, deputado Waldyr Pugliesi, admitiu que a legenda estava dividida, e que a briga entre o governador Orlando Pessuti e o ex-governador Roberto Requião prejudica a unidade da sigla. “O PMDB não é o Requião, não é o Pessutão.
O PMDB não tem dono, e isso vai ficar muito claro daqui para frente, mais claro do que já é”, afirmou Pugliesi. Existiram outros casos de divisão do partido em todo o país durante as últimas eleições, dos 27 estados brasileiros o PMDB apoiou a chapa de Dilma e Temer em 14 estados, e fez oposição ou não apoiou abertamente em outros 13 mostrando como o partido é dividido, mas na hora de negociar cargos e funções no governo o partido é unido e só sabe fazer contas de multiplicar, o número de pretensas vagas no governo. *Celso Jardim
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