sábado, 2 de outubro de 2010
Cesar Maia e seu plano “infalível”?!?
Cesar Maia e seu plano “infalível”?!?
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Qual a campanha que você prefere, a limpa ou a perniciosa?
“Acho que há um confronto direto. Agora que Cesar está fora, a população tem que decidir se eu ou Crivella somos melhores para o Rio”, analisa.
O senador permanece em silêncio. Colaboradores de sua campanha, entretanto, se mostraram revoltados com o envio de e-mails apócrifos dos quais ele tem sido alvo. Ontem, sua campanha emitiu nota oficial classificando o envio das mensagens como “covarde” e atribui a autoria dos e-mails a adversários que, “vendo a possibilidade da vitória iminente de um homem de bem, cuja liderança nas últimas pesquisas é incontestável, apelam para esses artifícios”.
O verde ainda critica Jorge Picciani e o governador Sérgio Cabral (PMDB) e afirma ser “repugnante” os ataques feitos a Crivella na internet. Sirkis também prevê que o “que estão fazendo com Crivella” vai acabar gerando votos úteis contra Picciani, beneficiando o ex-bispo.
Integrante da coligação do desafeto Cesar Maia, Sirkis não declara seu segundo voto para o Senado em Crivella, mas diz que desisitiu de votar em Milton Temer (PSOL). Ele só deixa explícito o voto em Marcelo Cerqueira (PPS).
Profissão Repórter
Qual a campanha que você prefere, a limpa ou a perniciosa?
“Acho que há um confronto direto. Agora que Cesar está fora, a população tem que decidir se eu ou Crivella somos melhores para o Rio”, analisa.
O senador permanece em silêncio. Colaboradores de sua campanha, entretanto, se mostraram revoltados com o envio de e-mails apócrifos dos quais ele tem sido alvo. Ontem, sua campanha emitiu nota oficial classificando o envio das mensagens como “covarde” e atribui a autoria dos e-mails a adversários que, “vendo a possibilidade da vitória iminente de um homem de bem, cuja liderança nas últimas pesquisas é incontestável, apelam para esses artifícios”.
O verde ainda critica Jorge Picciani e o governador Sérgio Cabral (PMDB) e afirma ser “repugnante” os ataques feitos a Crivella na internet. Sirkis também prevê que o “que estão fazendo com Crivella” vai acabar gerando votos úteis contra Picciani, beneficiando o ex-bispo.
Integrante da coligação do desafeto Cesar Maia, Sirkis não declara seu segundo voto para o Senado em Crivella, mas diz que desisitiu de votar em Milton Temer (PSOL). Ele só deixa explícito o voto em Marcelo Cerqueira (PPS).
Profissão Repórter
sábado, 25 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
Senador publicou em sua página depoimentos de 14 prefeitos o elogiando
A simpatia por Crivella acontece porque o senador dialoga bem com o presidente Lula, facilitando a entrada de recursos federais nas cidades. Entre os prefeitos, comenta-se que a recente união entre Lindberg e Picciani, avalizada por Sérgio Cabral, trouxe desconforto. Entre os 91 prefeitos que apoiam a reeleição do governador, muitos são simpáticos a Crivella e não estão seguros para declarar isso. Cabral, agora, quer usar o prestígio que tem com eles para tentar eleger seus dois candidatos.
Um deles é o prefeito de São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos, Carlindo Filho, do PMDB. Ele não decidiu se vai ao encontro de hoje e declara voto em Picciani e Crivella.“O candidato a deputado estadual do PT aqui não apoia Picciani, então não há como apoiar Lindberg ”, afirmou.
Prefeito de Cabo Frio, Marquinhos Mendes (PMDB) está na internet elogiando Crivella, mas declara apoio a Picciani e Lindberg: “Queria muito que o Crivella fosse a indicação do governador, mas não é. Tenho certeza de que ele será reeleito”.
Cláudio Mannarino, peemedebista que governa Comendador Levy Gasparian, na Região Serrana, elogia Crivella na internet, mas nega simpatia pelo ex-bispo. “Minha fala deve ter ocorrido há muito tempo. Acho que Crivella a aproveitou para usar nesse momento. Respeito muito o senador, mas ele nunca ajudou nossa cidade”.
Senador publicou em sua página depoimentos de 14 prefeitos o elogiando
A simpatia por Crivella acontece porque o senador dialoga bem com o presidente Lula, facilitando a entrada de recursos federais nas cidades. Entre os prefeitos, comenta-se que a recente união entre Lindberg e Picciani, avalizada por Sérgio Cabral, trouxe desconforto. Entre os 91 prefeitos que apoiam a reeleição do governador, muitos são simpáticos a Crivella e não estão seguros para declarar isso. Cabral, agora, quer usar o prestígio que tem com eles para tentar eleger seus dois candidatos.
Um deles é o prefeito de São Pedro da Aldeia, na Região dos Lagos, Carlindo Filho, do PMDB. Ele não decidiu se vai ao encontro de hoje e declara voto em Picciani e Crivella.“O candidato a deputado estadual do PT aqui não apoia Picciani, então não há como apoiar Lindberg ”, afirmou.
Prefeito de Cabo Frio, Marquinhos Mendes (PMDB) está na internet elogiando Crivella, mas declara apoio a Picciani e Lindberg: “Queria muito que o Crivella fosse a indicação do governador, mas não é. Tenho certeza de que ele será reeleito”.
Cláudio Mannarino, peemedebista que governa Comendador Levy Gasparian, na Região Serrana, elogia Crivella na internet, mas nega simpatia pelo ex-bispo. “Minha fala deve ter ocorrido há muito tempo. Acho que Crivella a aproveitou para usar nesse momento. Respeito muito o senador, mas ele nunca ajudou nossa cidade”.
domingo, 19 de setembro de 2010
Quadro eleitoral brasileiro/fluminense.
Enquanto há a briga da presidência, onde Dilma deixou Serra para trás, mesmo inicialmente o tucano estando a frente das pesquisas. Aqui no Rio a maior guerra não é entre os candidatos a governador, mas sim ao senado.
Marcelo Crivella (PRB) e Lindberg Farias (PT) estão quase que empatados em primeiro. Lindberg estava bem abaixo das pesquisas há poucas semanas, agora chega a 38% das intenções de voto, enquanto o líder atual ainda é Crivella com 40%.
Jorge Picciani (PMDB), aparece com 21%. Outros candidatos estão bem abaixo nas pesquisas, como por exemplo: Waguinho (PT do B), com 7%, Marcelo Cerqueira (PPS) e Milton Temer (PSOL), ambos com 4%, Carlos Dias (PT do B), com 3%, e Wladimir Mutt (PCB) e Claiton (PSTU), ambos com 1%. Heitor (PSTU) não pontuou.
Votos em branco e nulos somaram 22%, enquanto 32% não souberam responder.
O instituto ouviu 1.273 eleitores em 30 municípios do Rio de Janeiro entre os dias 13 e 14 de Setembro.
Segundo o TRE-RJ, Jorge Picciani (Senado) e os filhos Rafael (Deputado Estadual) e Leonardo (Deputado Federal) são os que mais enfeiam as cidades com papeis no chão e placas espalhadas pela cidade. Logo depois aparece o candidato Pedro Paulo. Até agora todos os quatro líderes são do PMDB. Logo após aparece Domingos Brazão (Também do PMDB).
Mais de 70 toneladas de placas irregulares são recolhidas em um período de 17 dias.Quadro eleitoral brasileiro/fluminense.
Enquanto há a briga da presidência, onde Dilma deixou Serra para trás, mesmo inicialmente o tucano estando a frente das pesquisas. Aqui no Rio a maior guerra não é entre os candidatos a governador, mas sim ao senado.
Marcelo Crivella (PRB) e Lindberg Farias (PT) estão quase que empatados em primeiro. Lindberg estava bem abaixo das pesquisas há poucas semanas, agora chega a 38% das intenções de voto, enquanto o líder atual ainda é Crivella com 40%.
Jorge Picciani (PMDB), aparece com 21%. Outros candidatos estão bem abaixo nas pesquisas, como por exemplo: Waguinho (PT do B), com 7%, Marcelo Cerqueira (PPS) e Milton Temer (PSOL), ambos com 4%, Carlos Dias (PT do B), com 3%, e Wladimir Mutt (PCB) e Claiton (PSTU), ambos com 1%. Heitor (PSTU) não pontuou.
Votos em branco e nulos somaram 22%, enquanto 32% não souberam responder.
O instituto ouviu 1.273 eleitores em 30 municípios do Rio de Janeiro entre os dias 13 e 14 de Setembro.
Segundo o TRE-RJ, Jorge Picciani (Senado) e os filhos Rafael (Deputado Estadual) e Leonardo (Deputado Federal) são os que mais enfeiam as cidades com papeis no chão e placas espalhadas pela cidade. Logo depois aparece o candidato Pedro Paulo. Até agora todos os quatro líderes são do PMDB. Logo após aparece Domingos Brazão (Também do PMDB).
Mais de 70 toneladas de placas irregulares são recolhidas em um período de 17 dias.quarta-feira, 15 de setembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
O chororô de César Maia
César Maia está ficando para trás nas pesquisas eleitorais para o Senado Federal e já começa a criar seus factóides.
César Maia, escreveu hoje, em seu ex-blog, que os dados das pesquisas estão gritantes, em relação ao senador Crivella, pois enquanto o Ibope mostrou o senador com 31%, o Datafolha mostrou 40%.
César Maia não reclamou, por e-mail, da penúltima pesquisa Globo/Ibope (28/08/2010), onde mostrou que o senador Crivella tinha supostamente caído para 30% e ele subido para 33% (reclamar de quê? Os números beneficiavam ele). (Ler denúncia grave contra o Ibope – Encarregado do Ibope pediu R$ 1 milhão para fraudar pesquisa, diz senador).
Em relação a esta suposta queda do senador Marcelo Crivella, César Maia omitiu que o Jornal O Globo admitiu, em 05/09/2010, ter cometido um erro (intencional?) em relação ao senador Crivella, publicando um resultado inverídico. Maia não disse que o resultado foi corrigido pelo jornal e que o senador Crivella na verdade não havia caído nas pesquisas para 30%, mas estava com 34%, deixando o senador à frente dele.
César Maia omitiu no e-mail que não só o Datafolha tem mostrado que o senador Crivella tem estado na liderança, próximo aos 40%, como também o Instituto Informa mostrou números próximos, conforme notícias a seguir:
28/08/10: Datafolha: com 37%, Crivella lidera disputa para o Senado no Rio.
06/09/10: Pesquisa do Instituto ‘Informa’: Crivella lidera disputa pelo Senado no Rio de Janeiro com 37%
11/09/10: Datafolha: Crivella mantém liderança na disputa ao Senado, com 40%
O desespero está começando a tomar conta da campanha de César Maia. É a mais lógica explicação.
Abaixo o ‘chororô’ de César Maia:
1. O Ibope e o Datafolha divulgaram pesquisas de intenção de voto que realizaram nos mesmo dias -8 e 9 de setembro. A amostra do Ibope foi de 1.800 eleitores e a do Datafolha foi de 1.200 eleitores. O Ibope pesquisou em mais municípios que o Datafolha. Os resultados foram quase exatamente iguais para governador.
2. Porém, para Senador houve uma diferença gritante. O candidato Crivella teve 31% das intenções de voto no Ibope e 40% no Datafolha.
O chororô de César Maia
César Maia está ficando para trás nas pesquisas eleitorais para o Senado Federal e já começa a criar seus factóides.
César Maia, escreveu hoje, em seu ex-blog, que os dados das pesquisas estão gritantes, em relação ao senador Crivella, pois enquanto o Ibope mostrou o senador com 31%, o Datafolha mostrou 40%.
César Maia não reclamou, por e-mail, da penúltima pesquisa Globo/Ibope (28/08/2010), onde mostrou que o senador Crivella tinha supostamente caído para 30% e ele subido para 33% (reclamar de quê? Os números beneficiavam ele). (Ler denúncia grave contra o Ibope – Encarregado do Ibope pediu R$ 1 milhão para fraudar pesquisa, diz senador).
Em relação a esta suposta queda do senador Marcelo Crivella, César Maia omitiu que o Jornal O Globo admitiu, em 05/09/2010, ter cometido um erro (intencional?) em relação ao senador Crivella, publicando um resultado inverídico. Maia não disse que o resultado foi corrigido pelo jornal e que o senador Crivella na verdade não havia caído nas pesquisas para 30%, mas estava com 34%, deixando o senador à frente dele.
César Maia omitiu no e-mail que não só o Datafolha tem mostrado que o senador Crivella tem estado na liderança, próximo aos 40%, como também o Instituto Informa mostrou números próximos, conforme notícias a seguir:
28/08/10: Datafolha: com 37%, Crivella lidera disputa para o Senado no Rio.
06/09/10: Pesquisa do Instituto ‘Informa’: Crivella lidera disputa pelo Senado no Rio de Janeiro com 37%
11/09/10: Datafolha: Crivella mantém liderança na disputa ao Senado, com 40%
O desespero está começando a tomar conta da campanha de César Maia. É a mais lógica explicação.
Abaixo o ‘chororô’ de César Maia:
1. O Ibope e o Datafolha divulgaram pesquisas de intenção de voto que realizaram nos mesmo dias -8 e 9 de setembro. A amostra do Ibope foi de 1.800 eleitores e a do Datafolha foi de 1.200 eleitores. O Ibope pesquisou em mais municípios que o Datafolha. Os resultados foram quase exatamente iguais para governador.
2. Porém, para Senador houve uma diferença gritante. O candidato Crivella teve 31% das intenções de voto no Ibope e 40% no Datafolha.
domingo, 12 de setembro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
FIQUEM ATENTOS com a manipulação na divulgação das pesquisas eleitorais
A campanha contra a reeleição do senador Crivella é tão explícita que estão até omitindo o seu nome na lista de candidatos.
Nós não nos calaremos e estamos publicando o endereço com a imagem do blog que assim divulga a pesquisa recente para o senado.
Observem que o blog do Guilherme Galvão que omite o nome do Senador Marcelo Crivella em sua lista.
FIQUEM ATENTOS com a manipulação na divulgação das pesquisas eleitorais
A campanha contra a reeleição do senador Crivella é tão explícita que estão até omitindo o seu nome na lista de candidatos.
Nós não nos calaremos e estamos publicando o endereço com a imagem do blog que assim divulga a pesquisa recente para o senado.
Observem que o blog do Guilherme Galvão que omite o nome do Senador Marcelo Crivella em sua lista.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Eleitores do Rio de Janeiro: Dilma não precisa dele no Congresso
Diante da recente catástrofe no Rio de Janeiro (este artigo atem-se à tragédia na capital do Rio, para se ter um parâmetro), muita gente entende que não é hora de achar os culpados, mas de resolver os problemas. Discordo. Como cidadão carioca e cristã, penso que tenho o direito e o dever de manifestar-me, sob pena de praticar o pecado da omissão. Neste momento angustiante, o mais correto é achar os culpados e concomitantemente resolver os problemas, socorrer os desabrigados e procurar os corpos soterrados. Os culpados não podem ser esquecidos, jamais. Todos sabemos que após a poeira baixar, os culpados não serão procurados e sequer incomodados. É sempre assim. Ou não estou falando a verdade!
A nociva dinastia César Maia
Durante dezesseis anos o município do Rio de Janeiro foi governado pelo mesmo grupo político – o de César Maia (1993 – 2008).
César Maia (foto) é uma figura estranha, que parece não gostar de ninguém.
Quem não se lembra que governo federal foi obrigado a decretar estado de calamidade pública no setor hospitalar do SUS (Sistema Único de Saúde) do Rio de Janeiro, em 2005, quando César Maia era prefeito?
Quem não se lembra que diante da crise na Saúde, e em meio intervenção federal, César Maia decretou a exoneração dos diretores de quatro dos seis hospitais que estavam sob intervenção – o da Lagoa, do Andaraí, de Jacarepaguá, de Ipanema, o Souza Aguiar e o Miguel Couto e a demissão de 336 funcionários, no total; além da suspensão de licitações para obras nestas unidades?
Quem não se lembra da epidemia de dengue no Rio, em 2008, onde César Maia foi muito criticado devido sua pífia atuação diante do quadro alarmante de dengue, onde dezenas de vidas foram ceifadas? Tal desleixo levou muitas pessoas apelidarem a epidemia de dengue, de ‘EpideMaia’. Não quero aqui perder muito meu tempo para ficar lembrando dos fatos desastrosos de César Maia, à frente do governo municipal do Rio, mas diante da recente desgraça que se abateu sobre o Rio, há algo que tem que ser lembrado diuturnamente – é a construção da Cidade da Música, que recebeu o nome de Roberto Marinho, situada na Barra da Tijuca. Uma das maiores afrontas ao povo carioca, por parte de César Maia.
As obras daquela aberração carioca começaram em 2003, com um custo inicial estimado em R$ 80 milhões de reais. Hoje, além de não estar pronta, aquele elefante branco, apelidado de ‘complexo cultural’, já consumiu dos cofres públicos mais de R$ 500 milhões de reais.
Eleitores do Rio de Janeiro: Dilma não precisa dele no Congresso
Diante da recente catástrofe no Rio de Janeiro (este artigo atem-se à tragédia na capital do Rio, para se ter um parâmetro), muita gente entende que não é hora de achar os culpados, mas de resolver os problemas. Discordo. Como cidadão carioca e cristã, penso que tenho o direito e o dever de manifestar-me, sob pena de praticar o pecado da omissão. Neste momento angustiante, o mais correto é achar os culpados e concomitantemente resolver os problemas, socorrer os desabrigados e procurar os corpos soterrados. Os culpados não podem ser esquecidos, jamais. Todos sabemos que após a poeira baixar, os culpados não serão procurados e sequer incomodados. É sempre assim. Ou não estou falando a verdade!
A nociva dinastia César Maia
Durante dezesseis anos o município do Rio de Janeiro foi governado pelo mesmo grupo político – o de César Maia (1993 – 2008).
César Maia (foto) é uma figura estranha, que parece não gostar de ninguém.
Quem não se lembra que governo federal foi obrigado a decretar estado de calamidade pública no setor hospitalar do SUS (Sistema Único de Saúde) do Rio de Janeiro, em 2005, quando César Maia era prefeito?
Quem não se lembra que diante da crise na Saúde, e em meio intervenção federal, César Maia decretou a exoneração dos diretores de quatro dos seis hospitais que estavam sob intervenção – o da Lagoa, do Andaraí, de Jacarepaguá, de Ipanema, o Souza Aguiar e o Miguel Couto e a demissão de 336 funcionários, no total; além da suspensão de licitações para obras nestas unidades?
Quem não se lembra da epidemia de dengue no Rio, em 2008, onde César Maia foi muito criticado devido sua pífia atuação diante do quadro alarmante de dengue, onde dezenas de vidas foram ceifadas? Tal desleixo levou muitas pessoas apelidarem a epidemia de dengue, de ‘EpideMaia’. Não quero aqui perder muito meu tempo para ficar lembrando dos fatos desastrosos de César Maia, à frente do governo municipal do Rio, mas diante da recente desgraça que se abateu sobre o Rio, há algo que tem que ser lembrado diuturnamente – é a construção da Cidade da Música, que recebeu o nome de Roberto Marinho, situada na Barra da Tijuca. Uma das maiores afrontas ao povo carioca, por parte de César Maia.
As obras daquela aberração carioca começaram em 2003, com um custo inicial estimado em R$ 80 milhões de reais. Hoje, além de não estar pronta, aquele elefante branco, apelidado de ‘complexo cultural’, já consumiu dos cofres públicos mais de R$ 500 milhões de reais.




