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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Crítica a Gabeira cai mal

Afirmação de Zito de que o parlamentar do Partido Verde “não tem o cheiro do povo” desagrada presidentes do PV e PPS no Rio. Cesar Maia (DEM) prefere acreditar que ele foi mal interpretado

Rio - A afirmação do presidente regional do PSDB e prefeito de Duque de Caxias, José Camilo Zito (PSDB), sobre o deputado federal e pré-candidato do PV ao governo do Rio, Fernando Gabeira, repercutiu mal nos partidos que articulam aliança em torno do parlamentar. Os presidentes de PV e PPS no Rio, o vereador Alfredo Sirkis e o deputado estadual Comte Bittencourt, respectivamente, não gostaram de Zito dizer que Gabeira “não tem o cheiro do povo” e que sua campanha não terá penetração na Baixada.

“Quem está insistindo para o Gabeira ser candidato são os tucanos. Essa declaração contraria as articulações que estão sendo feitas pelo governador (de São Paulo) José Serra e pelo (ex-presidente) Fernando Henrique Cardoso”, afirmou Sirkis.

Bittencourt lembrou que a campanha de Gabeira tem importância estratégica para o PSDB, pois oferecerá palanque forte no Rio para o candidato tucano na disputa presidencial. Além de Serra, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, também pleiteia a vaga. “Gabeira une o PPS e é o nosso projeto para o Rio. Espero que o PSDB faça o mesmo. O Zito sabe da importância desse palanque para o nosso projeto nacional”, argumenta o presidente do PPS.

Principal líder do DEM no Rio, o ex-prefeito Cesar Maia prefere crer que Zito foi mal interpretado. “Recentemente, numa reunião na casa do (ex-governador) Marcello Alencar (PSDB), a atitude dele foi de convergência. Talvez tenha sido adjetivo empregado com duplo sentido”.

O deputado estadual Luiz Paulo (PSDB) disse que Zito tem legitimidade e apenas expressou sua opinião. “Mas a decisão do partido será no âmbito colegiado”, ressaltou. “Vamos deliberar essa questão até 3 de outubro”. O próprio Zito tentou baixar o tom e elogiou Gabeira. “É um homem preparado. Tem liderança intelectual. Mas isso não é fundamental para vencer eleição. É preciso apoio do povo”, reiterou.



Crítica a Gabeira cai mal

Afirmação de Zito de que o parlamentar do Partido Verde “não tem o cheiro do povo” desagrada presidentes do PV e PPS no Rio. Cesar Maia (DEM) prefere acreditar que ele foi mal interpretado

Rio - A afirmação do presidente regional do PSDB e prefeito de Duque de Caxias, José Camilo Zito (PSDB), sobre o deputado federal e pré-candidato do PV ao governo do Rio, Fernando Gabeira, repercutiu mal nos partidos que articulam aliança em torno do parlamentar. Os presidentes de PV e PPS no Rio, o vereador Alfredo Sirkis e o deputado estadual Comte Bittencourt, respectivamente, não gostaram de Zito dizer que Gabeira “não tem o cheiro do povo” e que sua campanha não terá penetração na Baixada.

“Quem está insistindo para o Gabeira ser candidato são os tucanos. Essa declaração contraria as articulações que estão sendo feitas pelo governador (de São Paulo) José Serra e pelo (ex-presidente) Fernando Henrique Cardoso”, afirmou Sirkis.

Bittencourt lembrou que a campanha de Gabeira tem importância estratégica para o PSDB, pois oferecerá palanque forte no Rio para o candidato tucano na disputa presidencial. Além de Serra, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, também pleiteia a vaga. “Gabeira une o PPS e é o nosso projeto para o Rio. Espero que o PSDB faça o mesmo. O Zito sabe da importância desse palanque para o nosso projeto nacional”, argumenta o presidente do PPS.

Principal líder do DEM no Rio, o ex-prefeito Cesar Maia prefere crer que Zito foi mal interpretado. “Recentemente, numa reunião na casa do (ex-governador) Marcello Alencar (PSDB), a atitude dele foi de convergência. Talvez tenha sido adjetivo empregado com duplo sentido”.

O deputado estadual Luiz Paulo (PSDB) disse que Zito tem legitimidade e apenas expressou sua opinião. “Mas a decisão do partido será no âmbito colegiado”, ressaltou. “Vamos deliberar essa questão até 3 de outubro”. O próprio Zito tentou baixar o tom e elogiou Gabeira. “É um homem preparado. Tem liderança intelectual. Mas isso não é fundamental para vencer eleição. É preciso apoio do povo”, reiterou.



sexta-feira, 24 de julho de 2009

Caixa ultrapassa R$ 100 bilhões na poupança

De nada adiantou a campanha terrorista contra a poupança, perpetrada por Raul Jungmann e Roberto Freire do PPS.

A Caixa Econômica Federal registrou R$ 101 bilhões no saldo na caderneta de poupança em 16 de julho, informou hoje (23) a instituição financeira à Agencia Brasil. O valor representa um crescimento de 19,67% em relação ao mesmo período do ano passado, quando chegou a R$ 84,4 bilhões.

Segundo a Caixa, a captação líquida positiva (saldo de depósitos menos retiradas) da instituição neste ano foi de R$ 5,2 bilhões. Desse total, 60,41% são de clientes com renda de até dois salários mínimos.

A poupança é uma fonte de recursos para habitação no país. Somente com recursos da carteira de poupança, a Caixa já emprestou neste ano R$ 10,46 bilhões, dentro da modalidade Carta de Crédito SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo). O montante foi o suficiente para atender mais de 239 mil famílias.

De acordo com o banco, de janeiro até a primeira quinzena de julho, foram abertas 1,8 milhão de novas cadernetas, passando para 37,9 milhões de contas. A Caixa abre em média 300 mil contas por mês.

Caixa ultrapassa R$ 100 bilhões na poupança

De nada adiantou a campanha terrorista contra a poupança, perpetrada por Raul Jungmann e Roberto Freire do PPS.

A Caixa Econômica Federal registrou R$ 101 bilhões no saldo na caderneta de poupança em 16 de julho, informou hoje (23) a instituição financeira à Agencia Brasil. O valor representa um crescimento de 19,67% em relação ao mesmo período do ano passado, quando chegou a R$ 84,4 bilhões.

Segundo a Caixa, a captação líquida positiva (saldo de depósitos menos retiradas) da instituição neste ano foi de R$ 5,2 bilhões. Desse total, 60,41% são de clientes com renda de até dois salários mínimos.

A poupança é uma fonte de recursos para habitação no país. Somente com recursos da carteira de poupança, a Caixa já emprestou neste ano R$ 10,46 bilhões, dentro da modalidade Carta de Crédito SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo). O montante foi o suficiente para atender mais de 239 mil famílias.

De acordo com o banco, de janeiro até a primeira quinzena de julho, foram abertas 1,8 milhão de novas cadernetas, passando para 37,9 milhões de contas. A Caixa abre em média 300 mil contas por mês.

domingo, 31 de maio de 2009

Evento em Câmara de Vereadores acaba em strip tease no Pará

Um congresso de cabeleireiros, ocorrido em 19 de abril deste ano, no plenário da Câmara de Vereadores de Redenção, município no sul do Pará, acabou em danças em traje sensual, com direito a strip tease.



Veja o site do Fantástico


“Aqui é lugar de leis, é um lugar de responsabilidade”, diz uma funcionária da Câmara. Nas ruas de Redenção não se fala em outra coisa. Os moradores estão perplexos e principalmente, envergonhados. “Strip que fizeram na Casa, ai senhor, é horrível demais. A Casa de vereadores do município, o presidente autorizar uma coisa dessas, é horrível”, diz um morador.


As bandeiras do estado do Pará, do Brasil e do município estavam estendidas quando começou a brincadeira. No local, música e dançarinos com trajes sensuais. Algumas mulheres foram convidadas a participar, com os olhos vendados e um gole de uma bebida misteriosa.


A reportagem do Fantástico localizou no interior do Tocantins a mulher que apresentou o evento. “Aquilo era brincadeira. Aquilo dentro de lá era suco de pêssego. As meninas que estavam lá, tudo preparado, era brincadeira. Isso em evento de beleza sempre tem. Nem sabia que numa Câmara não podia ficar sem camisa”, disse ela, confirmando que o evento era para promover cosméticos.

Sindicância

O pedido para usar o plenário foi feito por uma cabeleireira, dona de um salão da cidade. A mulher não quis gravar entrevista. O documento foi assinado pelo secretário executivo da Câmara de Vereadores de Redenção, com autorização do presidente Alexandre Junior Rodrigues (PP). Ele não estava na cidade no dia da gravação da reportagem.


Segundo o presidente em exercício, João Lúcio (PPS), uma sindicância foi aberta para apurar o caso. “Nós vamos pedir na Justiça para que ela esclareça, porque quando ela solicitou não estava previsto esses excessos que prejudicaram a imagem da instituição”, disse João Lúcio.


“O que aconteceu na Câmara Municipal de Redenção é proibido pela Constituição Federal. A Constituição não permite que se use bem público que não seja para finalidade de bem público. Então o que aconteceu na Câmara de Redenção, além de imoral, é passível de punição”, explicou a presidente da OAB-PA.

Fonte: G1

Evento em Câmara de Vereadores acaba em strip tease no Pará

Um congresso de cabeleireiros, ocorrido em 19 de abril deste ano, no plenário da Câmara de Vereadores de Redenção, município no sul do Pará, acabou em danças em traje sensual, com direito a strip tease.



Veja o site do Fantástico


“Aqui é lugar de leis, é um lugar de responsabilidade”, diz uma funcionária da Câmara. Nas ruas de Redenção não se fala em outra coisa. Os moradores estão perplexos e principalmente, envergonhados. “Strip que fizeram na Casa, ai senhor, é horrível demais. A Casa de vereadores do município, o presidente autorizar uma coisa dessas, é horrível”, diz um morador.


As bandeiras do estado do Pará, do Brasil e do município estavam estendidas quando começou a brincadeira. No local, música e dançarinos com trajes sensuais. Algumas mulheres foram convidadas a participar, com os olhos vendados e um gole de uma bebida misteriosa.


A reportagem do Fantástico localizou no interior do Tocantins a mulher que apresentou o evento. “Aquilo era brincadeira. Aquilo dentro de lá era suco de pêssego. As meninas que estavam lá, tudo preparado, era brincadeira. Isso em evento de beleza sempre tem. Nem sabia que numa Câmara não podia ficar sem camisa”, disse ela, confirmando que o evento era para promover cosméticos.

Sindicância

O pedido para usar o plenário foi feito por uma cabeleireira, dona de um salão da cidade. A mulher não quis gravar entrevista. O documento foi assinado pelo secretário executivo da Câmara de Vereadores de Redenção, com autorização do presidente Alexandre Junior Rodrigues (PP). Ele não estava na cidade no dia da gravação da reportagem.


Segundo o presidente em exercício, João Lúcio (PPS), uma sindicância foi aberta para apurar o caso. “Nós vamos pedir na Justiça para que ela esclareça, porque quando ela solicitou não estava previsto esses excessos que prejudicaram a imagem da instituição”, disse João Lúcio.


“O que aconteceu na Câmara Municipal de Redenção é proibido pela Constituição Federal. A Constituição não permite que se use bem público que não seja para finalidade de bem público. Então o que aconteceu na Câmara de Redenção, além de imoral, é passível de punição”, explicou a presidente da OAB-PA.

Fonte: G1