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domingo, 30 de agosto de 2009

Conspiração contra Dilma Rousseff desmascarada

Todos viram o publicitário Alexandre Firmino dando instruções à esposa Lina Vieira, ex-secretária da Receita Federal, em seu depoimento no Senado.
Os senadores Jarbas Vasconcelos e Garibaldi Alves já se reuniram com o Alexandre Firmino, no tempo que ele era secretário-executivo do Ministério da Integração Regional de FHC.
Esse cargo era o segundo posto no ministério, logo abaixo do ministro. Durante algum tempo ele foi ministro interino.
Praticamente todos os senadores que eram parlamentares ou governadores do Norte e Nordeste, durante o segundo mandato de FHC, o conheciam.
Tasso Jereissati, José Agripino Maia, Mão Santa, Heráclito Fortes, Arthur Virgílio Neto, etc.
Todos o conheciam muito bem.
E todos fizeram cara de paisagem, na sessão do Senado, como se nunca o tivessem visto antes.
Alexandre Firmino participava dos encontros e convênios da SUDAM (Superintendência de desenvolvimento da Amazônia) e SUDENE (Superintendência de desenvolvimento da Amazônia).
A SUDAM e SUDENE foram extintas por FHC no fim do governo por excesso de corrupção. Só a SUDAM deixou um rombo de mais de 2 bilhões na época de FHC.
Foi uma conspiração inventada pela bancada de senadores demo-tucanos contra a Ministra Dilma Rousseff, para desgastar sua imagem com mentiras. Por trás estava o dedo de FHC e José Serra.
Uma vergonha termos no Brasil partidos e políticos de oposição com tamanha falta de caráter, capaz de agir com este tipo de ardil sujo e criminoso.

Conspiração contra Dilma Rousseff desmascarada

Todos viram o publicitário Alexandre Firmino dando instruções à esposa Lina Vieira, ex-secretária da Receita Federal, em seu depoimento no Senado.
Os senadores Jarbas Vasconcelos e Garibaldi Alves já se reuniram com o Alexandre Firmino, no tempo que ele era secretário-executivo do Ministério da Integração Regional de FHC.
Esse cargo era o segundo posto no ministério, logo abaixo do ministro. Durante algum tempo ele foi ministro interino.
Praticamente todos os senadores que eram parlamentares ou governadores do Norte e Nordeste, durante o segundo mandato de FHC, o conheciam.
Tasso Jereissati, José Agripino Maia, Mão Santa, Heráclito Fortes, Arthur Virgílio Neto, etc.
Todos o conheciam muito bem.
E todos fizeram cara de paisagem, na sessão do Senado, como se nunca o tivessem visto antes.
Alexandre Firmino participava dos encontros e convênios da SUDAM (Superintendência de desenvolvimento da Amazônia) e SUDENE (Superintendência de desenvolvimento da Amazônia).
A SUDAM e SUDENE foram extintas por FHC no fim do governo por excesso de corrupção. Só a SUDAM deixou um rombo de mais de 2 bilhões na época de FHC.
Foi uma conspiração inventada pela bancada de senadores demo-tucanos contra a Ministra Dilma Rousseff, para desgastar sua imagem com mentiras. Por trás estava o dedo de FHC e José Serra.
Uma vergonha termos no Brasil partidos e políticos de oposição com tamanha falta de caráter, capaz de agir com este tipo de ardil sujo e criminoso.

Lina Vieira foi a SP no dia em que se encontrou com Dilma

BRASÍLIA - O Portal Contas Abertas revela que a ex-secretária da Fazenda Lina Vieira viajou a São Paulo no mesmo dia em que ocorreu o encontro com a chefe da Casa Civil, ministra Dilma Rousseff. O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), disse que a ex-secretária esteve no Palácio em outubro do ano passado. A visita de Lina aconteceu no dia 9 de outubro (quinta-feira), com ingresso às 10h e saída às 11h29, segundo Jucá. No mesmo dia, de acordo com informações do Siafi, sistema que registra receitas e despesas da União, consta viagem de Lina Vieira a São Paulo. A ex-secretária recebeu R$ 307,18 referente a uma diária e meia na capital paulista. Com isto, Lina teria viajado para São Paulo na tarde ou noite do dia 9 e retornado a Brasília no dia seguinte.

O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência havia se limitado, até então, em nota oficial divulgada na semana passada, a informar que a ex-secretária não teria ido ao Palácio em novembro e dezembro de 2008. Apenas nesta quinta-feira, quase três semanas depois da revelação pela ex-secretária do eventual encontro com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, foram apresentados registros da entrada de Lina Vieira em outubro, com o horário preciso de entrada e saída.

Ontem, Romero Jucá confirmou os termos do edital de contratação de que existiam registros de acesso armazenados por seis meses, tal como apontou matéria do Contas Abertas. Em seu discurso, o líder do governo mostrou documentos que comprovam o registro de quatro entradas da ex-secretária no Planalto: uma em outubro do ano passado e outras três entre janeiro e maio deste ano. Jucá mostrou as datas com base em anotações feitas por seguranças do Palácio. Segundo ele, 'são anotações feitas à mão ou registradas no crachá'.

O líder do governo esclareceu que Lina Vieira não recebeu crachá porque ingressou pela garagem do Palácio, onde o procedimento adotado para receber autoridades é apenas anotar os nomes.

Jucá avaliou como 'exagero' que Lina considerasse o mês de outubro como 'final do ano', já que a ex-secretária afirmou que o encontro com Dilma teria ocorrido no final de 2008.

Segundo Jucá, as câmeras do circuito interno de TV do Palácio do Planalto têm capacidade de armazenar as imagens captadas no local por apenas 30 dias. - A guarda de imagens na exigência do edital foi de 30 dias - afirmou. O edital informa, porém, que as gravações das câmeras deveriam ser armazenadas “por um período não inferior a 30 dias, devendo ainda os mesmos (gravadores digitais) ser apoiados por um sistema de backup”.

Já os registros de acesso de pessoas e veículos ao Palácio do Planalto, segundo o edital, deveriam ser guardados em um banco de dados específico, com capacidade de armazenamento por um período “mínimo de seis meses”. A partir de então, os dados deveriam ser “transferidos definitivamente para uma unidade de backup”.

Informações do Portal Contas Abertas

Lina Vieira foi a SP no dia em que se encontrou com Dilma

BRASÍLIA - O Portal Contas Abertas revela que a ex-secretária da Fazenda Lina Vieira viajou a São Paulo no mesmo dia em que ocorreu o encontro com a chefe da Casa Civil, ministra Dilma Rousseff. O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), disse que a ex-secretária esteve no Palácio em outubro do ano passado. A visita de Lina aconteceu no dia 9 de outubro (quinta-feira), com ingresso às 10h e saída às 11h29, segundo Jucá. No mesmo dia, de acordo com informações do Siafi, sistema que registra receitas e despesas da União, consta viagem de Lina Vieira a São Paulo. A ex-secretária recebeu R$ 307,18 referente a uma diária e meia na capital paulista. Com isto, Lina teria viajado para São Paulo na tarde ou noite do dia 9 e retornado a Brasília no dia seguinte.

O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência havia se limitado, até então, em nota oficial divulgada na semana passada, a informar que a ex-secretária não teria ido ao Palácio em novembro e dezembro de 2008. Apenas nesta quinta-feira, quase três semanas depois da revelação pela ex-secretária do eventual encontro com a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, foram apresentados registros da entrada de Lina Vieira em outubro, com o horário preciso de entrada e saída.

Ontem, Romero Jucá confirmou os termos do edital de contratação de que existiam registros de acesso armazenados por seis meses, tal como apontou matéria do Contas Abertas. Em seu discurso, o líder do governo mostrou documentos que comprovam o registro de quatro entradas da ex-secretária no Planalto: uma em outubro do ano passado e outras três entre janeiro e maio deste ano. Jucá mostrou as datas com base em anotações feitas por seguranças do Palácio. Segundo ele, 'são anotações feitas à mão ou registradas no crachá'.

O líder do governo esclareceu que Lina Vieira não recebeu crachá porque ingressou pela garagem do Palácio, onde o procedimento adotado para receber autoridades é apenas anotar os nomes.

Jucá avaliou como 'exagero' que Lina considerasse o mês de outubro como 'final do ano', já que a ex-secretária afirmou que o encontro com Dilma teria ocorrido no final de 2008.

Segundo Jucá, as câmeras do circuito interno de TV do Palácio do Planalto têm capacidade de armazenar as imagens captadas no local por apenas 30 dias. - A guarda de imagens na exigência do edital foi de 30 dias - afirmou. O edital informa, porém, que as gravações das câmeras deveriam ser armazenadas “por um período não inferior a 30 dias, devendo ainda os mesmos (gravadores digitais) ser apoiados por um sistema de backup”.

Já os registros de acesso de pessoas e veículos ao Palácio do Planalto, segundo o edital, deveriam ser guardados em um banco de dados específico, com capacidade de armazenamento por um período “mínimo de seis meses”. A partir de então, os dados deveriam ser “transferidos definitivamente para uma unidade de backup”.

Informações do Portal Contas Abertas