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segunda-feira, 15 de junho de 2009

MÍDIA BLOGUEIRA ... vão ter que aguentar a nossa liberdade


ESCLARECIMENTO AOS NOSSOS LEITORES, E AOS JORNALISTAS
A mídia está inconformada com a militância blogueira.
A mídia detesta pessoas que que têm um ideal e o defendem escrevendo, informando, divulgando informações que ela propositalmente omite, esconde de seus leitores. A mídia e seus muitos jornalistas inescrupulosos detestam quem os contraria, quem defende o governo Lula, o presidente Lula e os ideais do governo do PT. Um governo voltado para povo mais pobre, mais necessitado, para os excluídos da sociedade. A mídia não consegue derrubar a popularidade do presidente Lula, e por isso volta-se contra os ideais da esquerda, os ideais de um governo popular, e tenta impedir que o presidente Lula faça seu sucessor. A mídia está inconformada com o fato de que pessoas dediquem seu tempo, gratuitamente, para defender um governo, um presidente que ela detesta. Um presidente nordestino, ex-metalúrgico, ex-sindicalista, que salvou a economia do país, que promoveu a geração de milhões de empregos e é reconhecido em todo o mundo como o melhor presidente que o Brasil já teve. Ensandecida de frustração, a mídia decidiu atacar os blogs, os blogueiros, que apóiam o presidente Lula e o governo Lula, que apóiam a candidatura da ministra Dilma Rousseff, com ilações, invencionices e mentiras para prejudicar os blogueiros defensores do presidente Lula, do governo Lula: acusam-nos de receber dinheiro do governo, de partidos ou de políticos para manter seus blogs.Todas as entrevistas feitas com os editores do blog Dilma escondem só um interesse: tentar descobrir se recebemos, de quem recebemos, descobrir se a ministra Dilma ou alguém do governo está pautando os blogs.Vou esclarecer novamente a mídia, os jornalões, os jornalistas inescrupulosos: os editores e colaboradores do blog da Dilma, que já mantinham anteriormente – e ainda mantêm – seus blogs Desabafo o Brasil e Por Um Novo Brasil, não recebem e nunca receberam nem um centavo do governo, de políticos, de partidos, ONGs, centrais sindicais ou de quem quer que seja para manter seus blogs. Nunca pedimos e não recebemos nenhum tipo de doação financeira ou de qualquer outro tipo. Como eu, o Daniel também não é filiado ao PT, apesar de sermos petistas de longa data. Nunca recebemos nenhum tipo de pauta ou de orientação de quem quer seja do governo, muito menos da ministra Dilma ou de sua assessoria. A nossa intenção, o nosso ideal, é não permitir que o Brasil cai novamente nas mãos da oposição feroz e virulenta, o PSDB/DEM, que já afundou o país, destruiu a economia, e deixou milhões de pessoas desempregadas, muitas das quais vivendo abaixo da linha da pobreza. Defendemos o melhor governo, o PT, e o melhor presidente que o Brasil já teve, Lula.O blog da Dilma existe para se contrapor à poderosa mídia demo-tucana, que está fazendo campanha antecipada para eleger seu eterno candidato do PSDB, José Serra, desde 2001. O blog da Dilma está incomodando muito a mídia e muitos jornalistas. Entendo porque mídia e os jornalistas inescrupulosos tentam eleger Serra, afinal ele está pagando um ótimo mensalão para a mídia, este sim o verdadeiro mensalão: as escolas do Estado de SP estão recebendo diariamente os jornais e semanalmente as revistas Veja, Época e Isto É para divulgar a ideologia e garantir o império midiático e o empregos de alguns jornalistas. Só a aquisição de 220.000 assinaturas da Revista Nova Escola, da editora Abril, custou aos cofres públicos de SP R$ 3.740.000,00. Isso sem falar no gasto com propagandas da SABESP veiculadas na Globo em várias capitais do Brasil, inclusive onde a SABESP nunca prestou e nem vai prestar nenhum serviço.É óbvio que a mídia e os jornalistas, sendo tão bem remunerados com o mensalão do Serra, vão tentar elegê-lo, e vão cair de pau nos blogs contrários à eleição de Serra para presidente. Já sabemos que Serra, se – por uma imensa desgraça – for eleito, vai afundar o país novamente: Serra é discípulo de FHC, é um FHC piorado. Mas isso não importa para mídia e para os jornalistas inescrupulosos, desde que os deles esteja garantido, mesmo às custa do sofrimento, do desemprego, da fome de milhões de pessoas. Como cidadãos conscientes, temos o dever de escolher quem queremos para governar o país, e temos o direito, garantido na Constituição, de nos expressarmos, e de tornar pública a nossa opinião. Temos o direito e a obrigação de alertar os leitores para o perigo que ronda o Brasil se votarem na oposição feroz e virulenta, no PSDB/DEM, defendida por jornalistas tão inescrupulosos.
Jussara Seixas
Publicado originalmente no blog da Dilma.
http://dilma13.blogspot.com/

MÍDIA BLOGUEIRA ... vão ter que aguentar a nossa liberdade


ESCLARECIMENTO AOS NOSSOS LEITORES, E AOS JORNALISTAS
A mídia está inconformada com a militância blogueira.
A mídia detesta pessoas que que têm um ideal e o defendem escrevendo, informando, divulgando informações que ela propositalmente omite, esconde de seus leitores. A mídia e seus muitos jornalistas inescrupulosos detestam quem os contraria, quem defende o governo Lula, o presidente Lula e os ideais do governo do PT. Um governo voltado para povo mais pobre, mais necessitado, para os excluídos da sociedade. A mídia não consegue derrubar a popularidade do presidente Lula, e por isso volta-se contra os ideais da esquerda, os ideais de um governo popular, e tenta impedir que o presidente Lula faça seu sucessor. A mídia está inconformada com o fato de que pessoas dediquem seu tempo, gratuitamente, para defender um governo, um presidente que ela detesta. Um presidente nordestino, ex-metalúrgico, ex-sindicalista, que salvou a economia do país, que promoveu a geração de milhões de empregos e é reconhecido em todo o mundo como o melhor presidente que o Brasil já teve. Ensandecida de frustração, a mídia decidiu atacar os blogs, os blogueiros, que apóiam o presidente Lula e o governo Lula, que apóiam a candidatura da ministra Dilma Rousseff, com ilações, invencionices e mentiras para prejudicar os blogueiros defensores do presidente Lula, do governo Lula: acusam-nos de receber dinheiro do governo, de partidos ou de políticos para manter seus blogs.Todas as entrevistas feitas com os editores do blog Dilma escondem só um interesse: tentar descobrir se recebemos, de quem recebemos, descobrir se a ministra Dilma ou alguém do governo está pautando os blogs.Vou esclarecer novamente a mídia, os jornalões, os jornalistas inescrupulosos: os editores e colaboradores do blog da Dilma, que já mantinham anteriormente – e ainda mantêm – seus blogs Desabafo o Brasil e Por Um Novo Brasil, não recebem e nunca receberam nem um centavo do governo, de políticos, de partidos, ONGs, centrais sindicais ou de quem quer que seja para manter seus blogs. Nunca pedimos e não recebemos nenhum tipo de doação financeira ou de qualquer outro tipo. Como eu, o Daniel também não é filiado ao PT, apesar de sermos petistas de longa data. Nunca recebemos nenhum tipo de pauta ou de orientação de quem quer seja do governo, muito menos da ministra Dilma ou de sua assessoria. A nossa intenção, o nosso ideal, é não permitir que o Brasil cai novamente nas mãos da oposição feroz e virulenta, o PSDB/DEM, que já afundou o país, destruiu a economia, e deixou milhões de pessoas desempregadas, muitas das quais vivendo abaixo da linha da pobreza. Defendemos o melhor governo, o PT, e o melhor presidente que o Brasil já teve, Lula.O blog da Dilma existe para se contrapor à poderosa mídia demo-tucana, que está fazendo campanha antecipada para eleger seu eterno candidato do PSDB, José Serra, desde 2001. O blog da Dilma está incomodando muito a mídia e muitos jornalistas. Entendo porque mídia e os jornalistas inescrupulosos tentam eleger Serra, afinal ele está pagando um ótimo mensalão para a mídia, este sim o verdadeiro mensalão: as escolas do Estado de SP estão recebendo diariamente os jornais e semanalmente as revistas Veja, Época e Isto É para divulgar a ideologia e garantir o império midiático e o empregos de alguns jornalistas. Só a aquisição de 220.000 assinaturas da Revista Nova Escola, da editora Abril, custou aos cofres públicos de SP R$ 3.740.000,00. Isso sem falar no gasto com propagandas da SABESP veiculadas na Globo em várias capitais do Brasil, inclusive onde a SABESP nunca prestou e nem vai prestar nenhum serviço.É óbvio que a mídia e os jornalistas, sendo tão bem remunerados com o mensalão do Serra, vão tentar elegê-lo, e vão cair de pau nos blogs contrários à eleição de Serra para presidente. Já sabemos que Serra, se – por uma imensa desgraça – for eleito, vai afundar o país novamente: Serra é discípulo de FHC, é um FHC piorado. Mas isso não importa para mídia e para os jornalistas inescrupulosos, desde que os deles esteja garantido, mesmo às custa do sofrimento, do desemprego, da fome de milhões de pessoas. Como cidadãos conscientes, temos o dever de escolher quem queremos para governar o país, e temos o direito, garantido na Constituição, de nos expressarmos, e de tornar pública a nossa opinião. Temos o direito e a obrigação de alertar os leitores para o perigo que ronda o Brasil se votarem na oposição feroz e virulenta, no PSDB/DEM, defendida por jornalistas tão inescrupulosos.
Jussara Seixas
Publicado originalmente no blog da Dilma.
http://dilma13.blogspot.com/

sábado, 13 de junho de 2009

Propaganda enganosa do PSDB: o embuste de Serra nos Genéricos

"Como de filho bonito todo mundo quer ser o pai, em 1999 foi aprovada uma lei, que era praticamente uma regulamentação dos remédios genéricos. O então ministro da Saúde, José Serra, passou a dizer que ele era o autor da lei. Eu considero uma usurpação o que está sendo enfatizado pelo PSDB [em declarações recentes à imprensa]. Eles não têm fundamento legal nenhum para afirmar que foi por meio daquele partido que se implantou a política dos medicamentos genéricos no País."
Jamil Haddad (PSB/RJ)


A corrupção tucana não atinge apenas os cofres públicos.

O atual embuste de José Serra (PSDB/SP) é a propaganda enganosa do PSDB, corrompendo a história dos medicamentos genéricos.

José Serra surrupiou de Jamil Haddad programa dos genéricos.

Propaganda do PSDB na TV é enganosa. Decreto dos genéricos tem 16 anos, e quem fez foi Jamil Haddad (PSB), no governo Itamar Franco.


O governo FHC/Serra ATRASOU a lei dos genéricos durante seu primeiro mandato atendendo Lobby da indústria farmacêutica.

Em 1991, o médico e deputado Eduardo Jorge (filiado ao PT/SP, na época - não confundir com o tucano ex-secretario de FHC), apresentou o projeto de lei nº 2.022, que proibia o uso de marca comercial ou de fantasia nos produtos farmacêuticos e obrigava a utilização do nome genérico nos medicamentos comercializados no país.

Esse projeto ainda tramitava no Congresso, quando Itamar Franco substituiu Collor em outubro de 1993, e assumiu o ministério da saúde o médico Jamil Haddad (PSB/RJ).

A bem da verdade, a chegada dos genéricos deu-se com o decreto-lei 793, de 1993, do então ministro da Saúde, Jamil Haddad, que seguia orientação da OMS.

Este decreto tornou obrigatório tudo aquilo que Serra diz ter feito:

- nomes genéricos constarem nas embalagens de todos os medicamentos, com destaque em relação à marca comercial;

- receitas médicas ou odontológica com denominação genérica do medicamento prescrito;

- A indústria farmacêutica tinha 6 meses para se adequar ao decreto;

O poderoso lobby da indústria farmacêutica contra-atacou em várias frentes:
- na justiça (obviamente), conseguindo liminares para não cumprir o decreto;
- pressões diplomáticas dos países sede das grandes indústrias farmacêuticas;
- no Congresso, impedindo a votação da lei de Eduardo Jorge, mais rigoroso do que o decreto de Jamil Haddad/Itamar Franco;

FHC assumiu o governo logo em seguida, em 1995, e submeteu-se, docilmente, à esse lobby farmacêutico durante os 4 anos do primeiro mandato, sem tomar qualquer atitude para avançar na lei, e obrigar os laboratórios a cumprirem o decreto.

Em 1999, FHC estava impopular, pois ele havia destruído as bases do próprio Plano Real, quando mudou a política econômica em janeiro de 1999. Muitos gritavam nas ruas "Fora FHC", pois ele acabava de ser reeleito fazendo campanha enganosa, como sendo o candidato que garantia a estabilidade econômica, mas bastou passar as eleições, e aquilo que já era conhecido entre os mais bem informados, atingiu o bolso de todos os brasileiros.

FHC e Serra saíram em busca de uma agenda positiva, tirando da gaveta projetos que poderiam ter apoio e visibilidade popular, mas que não exigiam altos custos (o FMI proibia, pois Brasil estava quebrado, com o orçamento governado pelos interventores do FMI).

A lei dos genéricos vinha a calhar. Já existia e estava em vigor, apenas havia queixas e mais queixas da população pela falta de seu cumprimento, devido à leniência da fiscalização.

Apesar das pressões internacionais, não havia como tapar o sol com a peneira, e submeter-se à indústria farmacêutica, diante de recomendações da OMS, amplamente adotadas pelos mesmos países que "proibiram" FHC de fiscalizar laboratórios, para agirem dentro da lei, durante todo seu primeiro mandato.

Estava difícil explicar porque um medicamento de um mesmo laboratório importado da matriz, tinha uma embalagem com nomes genéricos nos países do primeiro mundo, sede dos laboratórios, e no Brasil eram vendidos apenas como marca.

Nesse contexto, Serra, sem conseguir fazer programas que fazem a diferença no ministério da saúde, recorreu à roubar projetos alheios, entre eles o genérico.

Serra provocou RETROCESSO na lei dos Genéricos, e suavizou para a indústria Farmacêutica

Pra governar bem e atender à população, bastava fazer o que FHC não fez durante 4 anos: colocar o ministério da saúde para apertar a fiscalização e fazer os laboratórios cumprirem a lei.

Mas não. FHC e Serra, recorreram ao populismo e ao estardalhaço. Para surrupiar o mérito alheio, e apagar as digitais de Jamil Haddad e Itamar Franco no programa dos genéricos, revogaram o decreto anterior na íntegra e fizeram uma lei (9.787/99) e decreto (3.181/1999) com muitas concessões ao lobby da indústria farmacêutica, em relação ao decreto anterior de Haddad.

FHC/Serra andaram para trás ao atender às seguintes pressões da indústria farmacêutica:

- Criou a figura distinta do medicamento genérico e do similar (de marca), mesmo quando suas fórmulas são iguais. Ou seja, autorizou a continuidade da venda de remédios valorizando a marca em detrimento do princípio ativo, sucumbindo ao marketing (mercado) em detrimento da saúde. Na prática, deixou a indústria criar, separadamente, uma linha de genéricos, como se fosse de "segunda linha", no imaginário popular.

- Enquanto o decreto de Haddad obrigava que as letras do nome genérico fossem 3 vezes maiores do que a marca, em QUALQUER medicamento, o decreto de Serra/FHC reduziu para igual tamanho no caso do medicamento rotulado como genérico, e de metade do tamanho do marca para o medicamento "SIMILAR".

- a lei foi atenuada também quanto à obrigatoriedade de aquisição de genéricos pelo governo, que se tornou "preferencial";

O presidente da Abifarma (donos da indústria de remédios), Bandeira de Mello, comemorou:

"A empresa [multinacional] agora poderá vender caro [medicamentos de marca] para quem quiser comprar."

Um grande embusteiro

Há mais propaganda enganosa na Propaganda do PSDB, sobre a paternidade do plano real e do salário desemprego, mas é muito embuste para abordar em apenas uma nota.

Outro embuste de José Serra é querer assumir a paternidade do programa de prenvenção à AIDS, conforme explicou Conceição Lemes no blog viomundo:

"Essa história do Serra não corresponde à verdade dos fatos. Discordo também profundamente de que este ou aquele partido criou o programa”, põe os pingos nos is a médica sanitarista Mariângela Simão, desde 2004 diretora do PN-DST/Aids. “O Brasil reagiu muito precocemente à epidemia de aids e vários atores foram importantíssimos na sua história, entre elas a doutora Lair Guerra de Macedo Rodrigues* e o professor Adib Jatene. O grande diferencial é que, no Brasil, o Programa Nacional de Aids deixou de ser uma política de governo para ser uma política de Estado.”

Propaganda enganosa do PSDB: o embuste de Serra nos Genéricos

"Como de filho bonito todo mundo quer ser o pai, em 1999 foi aprovada uma lei, que era praticamente uma regulamentação dos remédios genéricos. O então ministro da Saúde, José Serra, passou a dizer que ele era o autor da lei. Eu considero uma usurpação o que está sendo enfatizado pelo PSDB [em declarações recentes à imprensa]. Eles não têm fundamento legal nenhum para afirmar que foi por meio daquele partido que se implantou a política dos medicamentos genéricos no País."
Jamil Haddad (PSB/RJ)


A corrupção tucana não atinge apenas os cofres públicos.

O atual embuste de José Serra (PSDB/SP) é a propaganda enganosa do PSDB, corrompendo a história dos medicamentos genéricos.

José Serra surrupiou de Jamil Haddad programa dos genéricos.

Propaganda do PSDB na TV é enganosa. Decreto dos genéricos tem 16 anos, e quem fez foi Jamil Haddad (PSB), no governo Itamar Franco.


O governo FHC/Serra ATRASOU a lei dos genéricos durante seu primeiro mandato atendendo Lobby da indústria farmacêutica.

Em 1991, o médico e deputado Eduardo Jorge (filiado ao PT/SP, na época - não confundir com o tucano ex-secretario de FHC), apresentou o projeto de lei nº 2.022, que proibia o uso de marca comercial ou de fantasia nos produtos farmacêuticos e obrigava a utilização do nome genérico nos medicamentos comercializados no país.

Esse projeto ainda tramitava no Congresso, quando Itamar Franco substituiu Collor em outubro de 1993, e assumiu o ministério da saúde o médico Jamil Haddad (PSB/RJ).

A bem da verdade, a chegada dos genéricos deu-se com o decreto-lei 793, de 1993, do então ministro da Saúde, Jamil Haddad, que seguia orientação da OMS.

Este decreto tornou obrigatório tudo aquilo que Serra diz ter feito:

- nomes genéricos constarem nas embalagens de todos os medicamentos, com destaque em relação à marca comercial;

- receitas médicas ou odontológica com denominação genérica do medicamento prescrito;

- A indústria farmacêutica tinha 6 meses para se adequar ao decreto;

O poderoso lobby da indústria farmacêutica contra-atacou em várias frentes:
- na justiça (obviamente), conseguindo liminares para não cumprir o decreto;
- pressões diplomáticas dos países sede das grandes indústrias farmacêuticas;
- no Congresso, impedindo a votação da lei de Eduardo Jorge, mais rigoroso do que o decreto de Jamil Haddad/Itamar Franco;

FHC assumiu o governo logo em seguida, em 1995, e submeteu-se, docilmente, à esse lobby farmacêutico durante os 4 anos do primeiro mandato, sem tomar qualquer atitude para avançar na lei, e obrigar os laboratórios a cumprirem o decreto.

Em 1999, FHC estava impopular, pois ele havia destruído as bases do próprio Plano Real, quando mudou a política econômica em janeiro de 1999. Muitos gritavam nas ruas "Fora FHC", pois ele acabava de ser reeleito fazendo campanha enganosa, como sendo o candidato que garantia a estabilidade econômica, mas bastou passar as eleições, e aquilo que já era conhecido entre os mais bem informados, atingiu o bolso de todos os brasileiros.

FHC e Serra saíram em busca de uma agenda positiva, tirando da gaveta projetos que poderiam ter apoio e visibilidade popular, mas que não exigiam altos custos (o FMI proibia, pois Brasil estava quebrado, com o orçamento governado pelos interventores do FMI).

A lei dos genéricos vinha a calhar. Já existia e estava em vigor, apenas havia queixas e mais queixas da população pela falta de seu cumprimento, devido à leniência da fiscalização.

Apesar das pressões internacionais, não havia como tapar o sol com a peneira, e submeter-se à indústria farmacêutica, diante de recomendações da OMS, amplamente adotadas pelos mesmos países que "proibiram" FHC de fiscalizar laboratórios, para agirem dentro da lei, durante todo seu primeiro mandato.

Estava difícil explicar porque um medicamento de um mesmo laboratório importado da matriz, tinha uma embalagem com nomes genéricos nos países do primeiro mundo, sede dos laboratórios, e no Brasil eram vendidos apenas como marca.

Nesse contexto, Serra, sem conseguir fazer programas que fazem a diferença no ministério da saúde, recorreu à roubar projetos alheios, entre eles o genérico.

Serra provocou RETROCESSO na lei dos Genéricos, e suavizou para a indústria Farmacêutica

Pra governar bem e atender à população, bastava fazer o que FHC não fez durante 4 anos: colocar o ministério da saúde para apertar a fiscalização e fazer os laboratórios cumprirem a lei.

Mas não. FHC e Serra, recorreram ao populismo e ao estardalhaço. Para surrupiar o mérito alheio, e apagar as digitais de Jamil Haddad e Itamar Franco no programa dos genéricos, revogaram o decreto anterior na íntegra e fizeram uma lei (9.787/99) e decreto (3.181/1999) com muitas concessões ao lobby da indústria farmacêutica, em relação ao decreto anterior de Haddad.

FHC/Serra andaram para trás ao atender às seguintes pressões da indústria farmacêutica:

- Criou a figura distinta do medicamento genérico e do similar (de marca), mesmo quando suas fórmulas são iguais. Ou seja, autorizou a continuidade da venda de remédios valorizando a marca em detrimento do princípio ativo, sucumbindo ao marketing (mercado) em detrimento da saúde. Na prática, deixou a indústria criar, separadamente, uma linha de genéricos, como se fosse de "segunda linha", no imaginário popular.

- Enquanto o decreto de Haddad obrigava que as letras do nome genérico fossem 3 vezes maiores do que a marca, em QUALQUER medicamento, o decreto de Serra/FHC reduziu para igual tamanho no caso do medicamento rotulado como genérico, e de metade do tamanho do marca para o medicamento "SIMILAR".

- a lei foi atenuada também quanto à obrigatoriedade de aquisição de genéricos pelo governo, que se tornou "preferencial";

O presidente da Abifarma (donos da indústria de remédios), Bandeira de Mello, comemorou:

"A empresa [multinacional] agora poderá vender caro [medicamentos de marca] para quem quiser comprar."

Um grande embusteiro

Há mais propaganda enganosa na Propaganda do PSDB, sobre a paternidade do plano real e do salário desemprego, mas é muito embuste para abordar em apenas uma nota.

Outro embuste de José Serra é querer assumir a paternidade do programa de prenvenção à AIDS, conforme explicou Conceição Lemes no blog viomundo:

"Essa história do Serra não corresponde à verdade dos fatos. Discordo também profundamente de que este ou aquele partido criou o programa”, põe os pingos nos is a médica sanitarista Mariângela Simão, desde 2004 diretora do PN-DST/Aids. “O Brasil reagiu muito precocemente à epidemia de aids e vários atores foram importantíssimos na sua história, entre elas a doutora Lair Guerra de Macedo Rodrigues* e o professor Adib Jatene. O grande diferencial é que, no Brasil, o Programa Nacional de Aids deixou de ser uma política de governo para ser uma política de Estado.”