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sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Em 1994, Jornal do Brasil foi alvo de processo movido por Sarney

Da Redação
Comunique-se

Mesmo tendo dito esta semana que nunca processou jornalistas, o presidente do Senado, José Sarney, acumula mais uma ação contra veículos de comunicação. Além de três ações contra o Jornal Pequeno, do Maranhão, e uma contra o colunista do Estadão e deputado de São Paulo João Mellão Neto, em 1994 o senador processou o Jornal do Brasil pela publicação de matérias sobre suas propriedades, máfia dos anões do Orçamento e denúncias de corrupção, informa o jornalista Dacio Malta, que na época era editor chefe do veículo, em seu blog.

De acordo com o jornalista, a ação movida por Sarney por danos morais exigia, como indenização, o montante de dez vezes o valor arrecadado com a venda e publicidade dos jornais que circularam com as matérias contestadas por Sarney.

A acusação
Após a publicação de matérias sobre o senador no jornal, a defesa de Sarney acusou o veículo de campanha infame contra ele.“Lastreados em fantasias e conjecturas, desencadeou o órgão de imprensa, mantido pelo Réu (JB), contra o Autor, a mais sórdida e ignominiosa campanha infamante, jamais movida a um homem público no Brasil”, alegavam os advogados de Sarney na época.

A defesa
“Não foi o ’Jornal do Brasil’ quem o feriu e magoou. Foi a sua própria conduta improbidosa, o seu desdém pela justificação dos seus atos, o seu comportamento, ora ostensivamente ilícito, ora no mínimo nebuloso (...) ao invés de fingir-se ultrajado, como nunca se sentiu realmente, tanto que se absteve de defender-se e explicar-se, de vir à luta contra todos os órgãos de imprensa, que se viram forçados a não ocultar do público os seus desmandos, os seus abusos, o seu descaso pelos deveres de bem governar...”, declarou a defesa do Jornal do Brasil, feita pelo advogado Sergio Bermudes, que ganhou a causa.

“A tática dele é brigar com um jornal apenas, mesmo os outros criticando suas ações. Acha que assim vai conseguir intimidar os outros jornais”, diz Malta, que acompanhou todo o caso.

Além desses cinco processos, recentemente o jornal O Estado de S. Paulo foi proibido de publicar matérias sobre a Operação Faktor, conhecida como Boi Barrica. Em caso de descumprimento, o jornal deverá R$ 150 mil por cada matéria publicada. Sarney negou que tenha relação com a decisão imposta ao jornal, alegando que a ação foi apresentada por seu filho, Fernando Sarney.

Em 1994, Jornal do Brasil foi alvo de processo movido por Sarney

Da Redação
Comunique-se

Mesmo tendo dito esta semana que nunca processou jornalistas, o presidente do Senado, José Sarney, acumula mais uma ação contra veículos de comunicação. Além de três ações contra o Jornal Pequeno, do Maranhão, e uma contra o colunista do Estadão e deputado de São Paulo João Mellão Neto, em 1994 o senador processou o Jornal do Brasil pela publicação de matérias sobre suas propriedades, máfia dos anões do Orçamento e denúncias de corrupção, informa o jornalista Dacio Malta, que na época era editor chefe do veículo, em seu blog.

De acordo com o jornalista, a ação movida por Sarney por danos morais exigia, como indenização, o montante de dez vezes o valor arrecadado com a venda e publicidade dos jornais que circularam com as matérias contestadas por Sarney.

A acusação
Após a publicação de matérias sobre o senador no jornal, a defesa de Sarney acusou o veículo de campanha infame contra ele.“Lastreados em fantasias e conjecturas, desencadeou o órgão de imprensa, mantido pelo Réu (JB), contra o Autor, a mais sórdida e ignominiosa campanha infamante, jamais movida a um homem público no Brasil”, alegavam os advogados de Sarney na época.

A defesa
“Não foi o ’Jornal do Brasil’ quem o feriu e magoou. Foi a sua própria conduta improbidosa, o seu desdém pela justificação dos seus atos, o seu comportamento, ora ostensivamente ilícito, ora no mínimo nebuloso (...) ao invés de fingir-se ultrajado, como nunca se sentiu realmente, tanto que se absteve de defender-se e explicar-se, de vir à luta contra todos os órgãos de imprensa, que se viram forçados a não ocultar do público os seus desmandos, os seus abusos, o seu descaso pelos deveres de bem governar...”, declarou a defesa do Jornal do Brasil, feita pelo advogado Sergio Bermudes, que ganhou a causa.

“A tática dele é brigar com um jornal apenas, mesmo os outros criticando suas ações. Acha que assim vai conseguir intimidar os outros jornais”, diz Malta, que acompanhou todo o caso.

Além desses cinco processos, recentemente o jornal O Estado de S. Paulo foi proibido de publicar matérias sobre a Operação Faktor, conhecida como Boi Barrica. Em caso de descumprimento, o jornal deverá R$ 150 mil por cada matéria publicada. Sarney negou que tenha relação com a decisão imposta ao jornal, alegando que a ação foi apresentada por seu filho, Fernando Sarney.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Lúcio Flávio Pinto, jornalista condenado por fazer jornalismo

Jornalista mentir, deturpar, inventar, omitir, para atender a interesses político-econômicos dos patrões, pode. A mídia corporativa faz isso o tempo inteiro. Já revelar a verdade, corre-se o risco de processo. O caso do Leandro Fortes é exemplar. Devido a reportagem publicada em Carta Capital, está sendo processado por Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal (STF).

Agora, a condenação do Lúcio Flávio Pinto. Ildeber Avelar relata de forma brilhante este absurdo. Nossa solidariedade a Lúcio, que está sendo punido apenas por fazer o que todo jornalista deveria fazer: jornalismo.

Ronaldo Maiorana, da corja dos Marinho, espanca e sai livre; Lúcio Flávio Pinto faz jornalismo e é condenado

Idelber Avelar, em O Biscoito fino e a Massa

Prepare-se, caro leitor, para outro mergulho no Brasil profundo. Lúcio Flávio Pinto talvez seja hoje o jornalista mais respeitado e destemido da Região Norte. Ele é o solitário redator do Jornal Pessoal , empreitada independente, que não aceita anúncios, tem tiragem quinzenal de 2 mil exemplares e mesmo assim provoca um fuzuê danado entre os poderosos, dada a coragem com que Lúcio investiga falcatruas e crimes. Lúcio já ganhou quatro prêmios Esso. Recebeu também dois prêmios da Federação Nacional dos Jornalistas em 1988, por suas matérias dedicadas ao assassinato do ex-deputado Paulo Fonteles e à violenta manifestação de protesto dos garimpeiros de Serra Pelada. Em 1997, ele recebeu o Colombe d’Oro per la Pace, um dos mais importantes prêmios jornalísticos da Itália. Em 1987, foi o jornalista que investigou o rombo de 30 milhões de dólares no Banco da Amazônia, por uma quadrilha chefiada pelo presidente interino do banco e procurador jurídico do maior jornal local, O Liberal.

Há 17 anos, os representantes paraenses da corja comandada pela família Marinho perseguem-no de forma implacável. Ronaldo Maiorana, dono (junto com seu irmão, Romulo Maiorana Jr.) do Grupo Liberal, afiliado à Rede Globo de Televisão, emboscou Lúcio por trás, num restaurante, e espancou-o com a ajuda de dois capangas da Polícia Militar, contratados nas suas horas vagas e depois promovidos na corporação. O espancamento, crime de covardia inominável, só rendeu a Maiorana a condenação a doar algumas cestas básicas.

Alguns meses depois da agressão, Lúcio foi convidado pelo jornalista Maurizio Chierici a escrever um artigo para um livro a ser publicado na Itália. O texto , eminentemente jornalístico, relatava as origens do grupo Liberal. Em determinado momento, dentro de um contexto bem mais amplo, ele fez referência às atividades de Maiorana pai no contrabando, prática bem comum, aliás, na Região Norte na época. Como se pode depreender da leitura do artigo, nada ali tinha cunho calunioso, posto que – uma vez processado --, Lúcio anexou aos autos toda a documentação que provava a veracidade do que afirmava. O obra investigativa de Lúcio fala por si própria: veja a qualidade da prosa e da pesquisa que informa o trabalho de Lúcio e julgue você mesmo. O que ele oferece em seus textos, entre muitas outras coisas, é a documentação, história e raízes daquilo que é sabido até mesmo pelos mosquitos do mercado Ver-o-Peso: que n'O Liberal só se publica aquilo que é de interesse da corja dos Marinho.

Mas eis que chega do Pará a estranha notícia de que o juiz Raimundo das Chagas, titular da 4ª vara cível de Belém, condenou Lúcio a pagar a soma de 30 mil reais aos irmãos Maiorana – representantes paraenses, lembrem-se, da organização comandada pelos Marinho. Lúcio também foi condenado a pagar as custas processuais e os honorários advocatícios. A pérola de justificativa do juiz fala do “bom lucro” de um jornal artesanal, de tiragem de 2 mil exemplares por quinzena. Ainda por cima, o juiz proíbe Lúcio de usar “qualquer expressão agressiva, injuriosa, difamatória e caluniosa contra a memória do extinto pai dos requerentes e contra a pessoa destes”, o que constitui, segundo entendo, extrapolação característica de censura prévia contrária à Constituição Federal. O juiz fundamenta sua decisão dizendo que Lúcio havia “se envolvido em grave desentendimento” com eles. É a velha praga do eufemismo: um espancamento pelas costas se transforma em “desentendimento”.
A reação de Lúcio à sentença pode ser lida nesse texto.

O Biscoito se solidariza com Lúcio, coloca o site à disposição para o que for necessário -- inclusive para a publicação de qualquer material objeto de censura prévia – e suspira de cansaço ao fazer outro post que mais parece autoplágio, dada a tediosa repetição desses absurdos. Resta a pergunta: até quando os Frias, Marinho, Civita, Mesquita e seus comparsas vão manter esse poder criminoso Brasil afora?

Lúcio Flávio Pinto, jornalista condenado por fazer jornalismo

Jornalista mentir, deturpar, inventar, omitir, para atender a interesses político-econômicos dos patrões, pode. A mídia corporativa faz isso o tempo inteiro. Já revelar a verdade, corre-se o risco de processo. O caso do Leandro Fortes é exemplar. Devido a reportagem publicada em Carta Capital, está sendo processado por Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal (STF).

Agora, a condenação do Lúcio Flávio Pinto. Ildeber Avelar relata de forma brilhante este absurdo. Nossa solidariedade a Lúcio, que está sendo punido apenas por fazer o que todo jornalista deveria fazer: jornalismo.

Ronaldo Maiorana, da corja dos Marinho, espanca e sai livre; Lúcio Flávio Pinto faz jornalismo e é condenado

Idelber Avelar, em O Biscoito fino e a Massa

Prepare-se, caro leitor, para outro mergulho no Brasil profundo. Lúcio Flávio Pinto talvez seja hoje o jornalista mais respeitado e destemido da Região Norte. Ele é o solitário redator do Jornal Pessoal , empreitada independente, que não aceita anúncios, tem tiragem quinzenal de 2 mil exemplares e mesmo assim provoca um fuzuê danado entre os poderosos, dada a coragem com que Lúcio investiga falcatruas e crimes. Lúcio já ganhou quatro prêmios Esso. Recebeu também dois prêmios da Federação Nacional dos Jornalistas em 1988, por suas matérias dedicadas ao assassinato do ex-deputado Paulo Fonteles e à violenta manifestação de protesto dos garimpeiros de Serra Pelada. Em 1997, ele recebeu o Colombe d’Oro per la Pace, um dos mais importantes prêmios jornalísticos da Itália. Em 1987, foi o jornalista que investigou o rombo de 30 milhões de dólares no Banco da Amazônia, por uma quadrilha chefiada pelo presidente interino do banco e procurador jurídico do maior jornal local, O Liberal.

Há 17 anos, os representantes paraenses da corja comandada pela família Marinho perseguem-no de forma implacável. Ronaldo Maiorana, dono (junto com seu irmão, Romulo Maiorana Jr.) do Grupo Liberal, afiliado à Rede Globo de Televisão, emboscou Lúcio por trás, num restaurante, e espancou-o com a ajuda de dois capangas da Polícia Militar, contratados nas suas horas vagas e depois promovidos na corporação. O espancamento, crime de covardia inominável, só rendeu a Maiorana a condenação a doar algumas cestas básicas.

Alguns meses depois da agressão, Lúcio foi convidado pelo jornalista Maurizio Chierici a escrever um artigo para um livro a ser publicado na Itália. O texto , eminentemente jornalístico, relatava as origens do grupo Liberal. Em determinado momento, dentro de um contexto bem mais amplo, ele fez referência às atividades de Maiorana pai no contrabando, prática bem comum, aliás, na Região Norte na época. Como se pode depreender da leitura do artigo, nada ali tinha cunho calunioso, posto que – uma vez processado --, Lúcio anexou aos autos toda a documentação que provava a veracidade do que afirmava. O obra investigativa de Lúcio fala por si própria: veja a qualidade da prosa e da pesquisa que informa o trabalho de Lúcio e julgue você mesmo. O que ele oferece em seus textos, entre muitas outras coisas, é a documentação, história e raízes daquilo que é sabido até mesmo pelos mosquitos do mercado Ver-o-Peso: que n'O Liberal só se publica aquilo que é de interesse da corja dos Marinho.

Mas eis que chega do Pará a estranha notícia de que o juiz Raimundo das Chagas, titular da 4ª vara cível de Belém, condenou Lúcio a pagar a soma de 30 mil reais aos irmãos Maiorana – representantes paraenses, lembrem-se, da organização comandada pelos Marinho. Lúcio também foi condenado a pagar as custas processuais e os honorários advocatícios. A pérola de justificativa do juiz fala do “bom lucro” de um jornal artesanal, de tiragem de 2 mil exemplares por quinzena. Ainda por cima, o juiz proíbe Lúcio de usar “qualquer expressão agressiva, injuriosa, difamatória e caluniosa contra a memória do extinto pai dos requerentes e contra a pessoa destes”, o que constitui, segundo entendo, extrapolação característica de censura prévia contrária à Constituição Federal. O juiz fundamenta sua decisão dizendo que Lúcio havia “se envolvido em grave desentendimento” com eles. É a velha praga do eufemismo: um espancamento pelas costas se transforma em “desentendimento”.
A reação de Lúcio à sentença pode ser lida nesse texto.

O Biscoito se solidariza com Lúcio, coloca o site à disposição para o que for necessário -- inclusive para a publicação de qualquer material objeto de censura prévia – e suspira de cansaço ao fazer outro post que mais parece autoplágio, dada a tediosa repetição desses absurdos. Resta a pergunta: até quando os Frias, Marinho, Civita, Mesquita e seus comparsas vão manter esse poder criminoso Brasil afora?

segunda-feira, 15 de junho de 2009

MÍDIA BLOGUEIRA ... vão ter que aguentar a nossa liberdade


ESCLARECIMENTO AOS NOSSOS LEITORES, E AOS JORNALISTAS
A mídia está inconformada com a militância blogueira.
A mídia detesta pessoas que que têm um ideal e o defendem escrevendo, informando, divulgando informações que ela propositalmente omite, esconde de seus leitores. A mídia e seus muitos jornalistas inescrupulosos detestam quem os contraria, quem defende o governo Lula, o presidente Lula e os ideais do governo do PT. Um governo voltado para povo mais pobre, mais necessitado, para os excluídos da sociedade. A mídia não consegue derrubar a popularidade do presidente Lula, e por isso volta-se contra os ideais da esquerda, os ideais de um governo popular, e tenta impedir que o presidente Lula faça seu sucessor. A mídia está inconformada com o fato de que pessoas dediquem seu tempo, gratuitamente, para defender um governo, um presidente que ela detesta. Um presidente nordestino, ex-metalúrgico, ex-sindicalista, que salvou a economia do país, que promoveu a geração de milhões de empregos e é reconhecido em todo o mundo como o melhor presidente que o Brasil já teve. Ensandecida de frustração, a mídia decidiu atacar os blogs, os blogueiros, que apóiam o presidente Lula e o governo Lula, que apóiam a candidatura da ministra Dilma Rousseff, com ilações, invencionices e mentiras para prejudicar os blogueiros defensores do presidente Lula, do governo Lula: acusam-nos de receber dinheiro do governo, de partidos ou de políticos para manter seus blogs.Todas as entrevistas feitas com os editores do blog Dilma escondem só um interesse: tentar descobrir se recebemos, de quem recebemos, descobrir se a ministra Dilma ou alguém do governo está pautando os blogs.Vou esclarecer novamente a mídia, os jornalões, os jornalistas inescrupulosos: os editores e colaboradores do blog da Dilma, que já mantinham anteriormente – e ainda mantêm – seus blogs Desabafo o Brasil e Por Um Novo Brasil, não recebem e nunca receberam nem um centavo do governo, de políticos, de partidos, ONGs, centrais sindicais ou de quem quer que seja para manter seus blogs. Nunca pedimos e não recebemos nenhum tipo de doação financeira ou de qualquer outro tipo. Como eu, o Daniel também não é filiado ao PT, apesar de sermos petistas de longa data. Nunca recebemos nenhum tipo de pauta ou de orientação de quem quer seja do governo, muito menos da ministra Dilma ou de sua assessoria. A nossa intenção, o nosso ideal, é não permitir que o Brasil cai novamente nas mãos da oposição feroz e virulenta, o PSDB/DEM, que já afundou o país, destruiu a economia, e deixou milhões de pessoas desempregadas, muitas das quais vivendo abaixo da linha da pobreza. Defendemos o melhor governo, o PT, e o melhor presidente que o Brasil já teve, Lula.O blog da Dilma existe para se contrapor à poderosa mídia demo-tucana, que está fazendo campanha antecipada para eleger seu eterno candidato do PSDB, José Serra, desde 2001. O blog da Dilma está incomodando muito a mídia e muitos jornalistas. Entendo porque mídia e os jornalistas inescrupulosos tentam eleger Serra, afinal ele está pagando um ótimo mensalão para a mídia, este sim o verdadeiro mensalão: as escolas do Estado de SP estão recebendo diariamente os jornais e semanalmente as revistas Veja, Época e Isto É para divulgar a ideologia e garantir o império midiático e o empregos de alguns jornalistas. Só a aquisição de 220.000 assinaturas da Revista Nova Escola, da editora Abril, custou aos cofres públicos de SP R$ 3.740.000,00. Isso sem falar no gasto com propagandas da SABESP veiculadas na Globo em várias capitais do Brasil, inclusive onde a SABESP nunca prestou e nem vai prestar nenhum serviço.É óbvio que a mídia e os jornalistas, sendo tão bem remunerados com o mensalão do Serra, vão tentar elegê-lo, e vão cair de pau nos blogs contrários à eleição de Serra para presidente. Já sabemos que Serra, se – por uma imensa desgraça – for eleito, vai afundar o país novamente: Serra é discípulo de FHC, é um FHC piorado. Mas isso não importa para mídia e para os jornalistas inescrupulosos, desde que os deles esteja garantido, mesmo às custa do sofrimento, do desemprego, da fome de milhões de pessoas. Como cidadãos conscientes, temos o dever de escolher quem queremos para governar o país, e temos o direito, garantido na Constituição, de nos expressarmos, e de tornar pública a nossa opinião. Temos o direito e a obrigação de alertar os leitores para o perigo que ronda o Brasil se votarem na oposição feroz e virulenta, no PSDB/DEM, defendida por jornalistas tão inescrupulosos.
Jussara Seixas
Publicado originalmente no blog da Dilma.
http://dilma13.blogspot.com/

MÍDIA BLOGUEIRA ... vão ter que aguentar a nossa liberdade


ESCLARECIMENTO AOS NOSSOS LEITORES, E AOS JORNALISTAS
A mídia está inconformada com a militância blogueira.
A mídia detesta pessoas que que têm um ideal e o defendem escrevendo, informando, divulgando informações que ela propositalmente omite, esconde de seus leitores. A mídia e seus muitos jornalistas inescrupulosos detestam quem os contraria, quem defende o governo Lula, o presidente Lula e os ideais do governo do PT. Um governo voltado para povo mais pobre, mais necessitado, para os excluídos da sociedade. A mídia não consegue derrubar a popularidade do presidente Lula, e por isso volta-se contra os ideais da esquerda, os ideais de um governo popular, e tenta impedir que o presidente Lula faça seu sucessor. A mídia está inconformada com o fato de que pessoas dediquem seu tempo, gratuitamente, para defender um governo, um presidente que ela detesta. Um presidente nordestino, ex-metalúrgico, ex-sindicalista, que salvou a economia do país, que promoveu a geração de milhões de empregos e é reconhecido em todo o mundo como o melhor presidente que o Brasil já teve. Ensandecida de frustração, a mídia decidiu atacar os blogs, os blogueiros, que apóiam o presidente Lula e o governo Lula, que apóiam a candidatura da ministra Dilma Rousseff, com ilações, invencionices e mentiras para prejudicar os blogueiros defensores do presidente Lula, do governo Lula: acusam-nos de receber dinheiro do governo, de partidos ou de políticos para manter seus blogs.Todas as entrevistas feitas com os editores do blog Dilma escondem só um interesse: tentar descobrir se recebemos, de quem recebemos, descobrir se a ministra Dilma ou alguém do governo está pautando os blogs.Vou esclarecer novamente a mídia, os jornalões, os jornalistas inescrupulosos: os editores e colaboradores do blog da Dilma, que já mantinham anteriormente – e ainda mantêm – seus blogs Desabafo o Brasil e Por Um Novo Brasil, não recebem e nunca receberam nem um centavo do governo, de políticos, de partidos, ONGs, centrais sindicais ou de quem quer que seja para manter seus blogs. Nunca pedimos e não recebemos nenhum tipo de doação financeira ou de qualquer outro tipo. Como eu, o Daniel também não é filiado ao PT, apesar de sermos petistas de longa data. Nunca recebemos nenhum tipo de pauta ou de orientação de quem quer seja do governo, muito menos da ministra Dilma ou de sua assessoria. A nossa intenção, o nosso ideal, é não permitir que o Brasil cai novamente nas mãos da oposição feroz e virulenta, o PSDB/DEM, que já afundou o país, destruiu a economia, e deixou milhões de pessoas desempregadas, muitas das quais vivendo abaixo da linha da pobreza. Defendemos o melhor governo, o PT, e o melhor presidente que o Brasil já teve, Lula.O blog da Dilma existe para se contrapor à poderosa mídia demo-tucana, que está fazendo campanha antecipada para eleger seu eterno candidato do PSDB, José Serra, desde 2001. O blog da Dilma está incomodando muito a mídia e muitos jornalistas. Entendo porque mídia e os jornalistas inescrupulosos tentam eleger Serra, afinal ele está pagando um ótimo mensalão para a mídia, este sim o verdadeiro mensalão: as escolas do Estado de SP estão recebendo diariamente os jornais e semanalmente as revistas Veja, Época e Isto É para divulgar a ideologia e garantir o império midiático e o empregos de alguns jornalistas. Só a aquisição de 220.000 assinaturas da Revista Nova Escola, da editora Abril, custou aos cofres públicos de SP R$ 3.740.000,00. Isso sem falar no gasto com propagandas da SABESP veiculadas na Globo em várias capitais do Brasil, inclusive onde a SABESP nunca prestou e nem vai prestar nenhum serviço.É óbvio que a mídia e os jornalistas, sendo tão bem remunerados com o mensalão do Serra, vão tentar elegê-lo, e vão cair de pau nos blogs contrários à eleição de Serra para presidente. Já sabemos que Serra, se – por uma imensa desgraça – for eleito, vai afundar o país novamente: Serra é discípulo de FHC, é um FHC piorado. Mas isso não importa para mídia e para os jornalistas inescrupulosos, desde que os deles esteja garantido, mesmo às custa do sofrimento, do desemprego, da fome de milhões de pessoas. Como cidadãos conscientes, temos o dever de escolher quem queremos para governar o país, e temos o direito, garantido na Constituição, de nos expressarmos, e de tornar pública a nossa opinião. Temos o direito e a obrigação de alertar os leitores para o perigo que ronda o Brasil se votarem na oposição feroz e virulenta, no PSDB/DEM, defendida por jornalistas tão inescrupulosos.
Jussara Seixas
Publicado originalmente no blog da Dilma.
http://dilma13.blogspot.com/

terça-feira, 9 de junho de 2009

Blog da Petrobras cria polêmica entre jornalistas

Da Redação (COMUNIQUE-SE)

O blog institucional da Petrobras, Fatos e Dados, lançado no dia 02/06, tem sido alvo de críticas de jornalistas. A página tem publicado diariamente esclarecimentos, com as perguntas dos repórteres e as respostas dadas aos profissionais.

Veículos como O Globo e Folha de S. Paulo criticam a estatal por vazamento de informações, porque as respostas têm sido postadas antes da publicação das matérias nos jornais. Para a Petrobras, a publicação das perguntas e respostas não é ilegal porque as informações são publicas.

“A companhia entende que não houve quebra de confidencialidade ou ilegalidade na publicação das perguntas e respostas enviadas aos jornalistas (...) a relação entre a Petrobras e os veículos de comunicação que a interpelam é essencialmente pública (...) Tanto as respostas da Petrobras são públicas quanto as perguntas dos repórteres também o são, ou deveriam ser”, informa a estatal em seu blog.

A Petrobras diz que a página foi criada para apresentar dados e fatos recentes sobre as políticas da empresa e a posição sobre a CPI, além da publicação na íntegra das respostas aos questionamentos feitos pelos jornalistas.

"Guerra à imprensa"
No texto do blog de Reinaldo Azevedo, da Revista Veja, É hora de desprivatizar a Petrobras, o jornalista afirma que empresa decidiu “declarar guerra à imprensa” e que se trata de “manobra espúria” da companhia.

O jornalista Luis Nassif rebate em seu blog a acusação do O Globo de que a Petrobras estaria vazando as informações da imprensa. No post “O fim da era das perguntas em off” ele diz: “Depois de abusar de declarações em off, a imprensa começa a trabalhar o conceito das perguntas em off, uma inovação extraordinária.(...) Usar dossiês pode, divulgar grampos pode. Mas divulgar perguntas e respostas destinadas a matérias supostamente publicáveis não pode".

Procurada pelo Comunique-se, a Petrobras afirmou que continuará publicando seus esclarecimentos e respostas aos questionamentos dos jornalistas no blog, e que sempre que responde aos repórteres publica em seguida as respostas na íntegra em sua página.

Blog da Petrobras cria polêmica entre jornalistas

Da Redação (COMUNIQUE-SE)

O blog institucional da Petrobras, Fatos e Dados, lançado no dia 02/06, tem sido alvo de críticas de jornalistas. A página tem publicado diariamente esclarecimentos, com as perguntas dos repórteres e as respostas dadas aos profissionais.

Veículos como O Globo e Folha de S. Paulo criticam a estatal por vazamento de informações, porque as respostas têm sido postadas antes da publicação das matérias nos jornais. Para a Petrobras, a publicação das perguntas e respostas não é ilegal porque as informações são publicas.

“A companhia entende que não houve quebra de confidencialidade ou ilegalidade na publicação das perguntas e respostas enviadas aos jornalistas (...) a relação entre a Petrobras e os veículos de comunicação que a interpelam é essencialmente pública (...) Tanto as respostas da Petrobras são públicas quanto as perguntas dos repórteres também o são, ou deveriam ser”, informa a estatal em seu blog.

A Petrobras diz que a página foi criada para apresentar dados e fatos recentes sobre as políticas da empresa e a posição sobre a CPI, além da publicação na íntegra das respostas aos questionamentos feitos pelos jornalistas.

"Guerra à imprensa"
No texto do blog de Reinaldo Azevedo, da Revista Veja, É hora de desprivatizar a Petrobras, o jornalista afirma que empresa decidiu “declarar guerra à imprensa” e que se trata de “manobra espúria” da companhia.

O jornalista Luis Nassif rebate em seu blog a acusação do O Globo de que a Petrobras estaria vazando as informações da imprensa. No post “O fim da era das perguntas em off” ele diz: “Depois de abusar de declarações em off, a imprensa começa a trabalhar o conceito das perguntas em off, uma inovação extraordinária.(...) Usar dossiês pode, divulgar grampos pode. Mas divulgar perguntas e respostas destinadas a matérias supostamente publicáveis não pode".

Procurada pelo Comunique-se, a Petrobras afirmou que continuará publicando seus esclarecimentos e respostas aos questionamentos dos jornalistas no blog, e que sempre que responde aos repórteres publica em seguida as respostas na íntegra em sua página.

domingo, 31 de maio de 2009

Edição de hoje da "Gazeta Mercantil" pode ter sido a última

Rio de Janeiro, 29 mai (EFE).- O jornal "Gazeta Mercantil", fundado em 1920 e que durante décadas foi uma das principais publicações sobre economia no Brasil, anunciou que sua edição de hoje é a última, a menos que haja um acordo de última hora para evitar seu fechamento.

Os editores do jornal admitiram hoje não saber se a "Gazeta Mercantil" estará nas ruas na segunda-feira.

A continuidade da produção depende de um difícil acordo entre o empresário Luiz Fernando Levy, proprietário e diretor da publicação, e o grupo Companhia Brasileira de Multimídia (CBM), que adquiriu a marca e editava a "Gazeta Mercantil" há cinco anos.

Levy diz confiar em um acordo de última hora para garantir a sobrevivência do jornal, algo que não foi obtido nos últimos quatro dias.

Por outro lado, a CBM reiterou hoje o conteúdo de um comunicado divulgado na segunda-feira passada, no qual anunciou que deixará de editar a "Gazeta Mercantil" a partir do próximo dia 1º.

Como a publicação não circula nos finais de semana, a edição de hoje pode ter sido a última.

A CBM, que também edita o "Jornal do Brasil", alega que as dívidas trabalhistas de quase R$ 200 milhões, que seriam de responsabilidade dos proprietários da "Gazeta Mercantil", tornam inviável a sobrevivência desta.

Apesar não ser o proprietário direto da publicação, a CBM, que capitalizou o jornal e evitou sua quebra, é responsável por sua edição, comercialização e distribuição.

Como responsável pela redação, a CBM anunciou que os jornalistas vinculados à "Gazeta Mercantil" terão direito a férias coletivas de 30 dias a partir da próxima semana enquanto se decide a transferência destes para outras empresas do grupo ou sua demissão.

Segundo o último relatório do Instituto de Verificação de Circulação (IVC), a "Gazeta Mercantil" tinha até 2007 uma tiragem de 70 mil exemplares diários, muito abaixo do jornal "Valor", fundado em 2000 e hoje líder no ramo de informação econômica no Brasil. EFE

Edição de hoje da "Gazeta Mercantil" pode ter sido a última

Rio de Janeiro, 29 mai (EFE).- O jornal "Gazeta Mercantil", fundado em 1920 e que durante décadas foi uma das principais publicações sobre economia no Brasil, anunciou que sua edição de hoje é a última, a menos que haja um acordo de última hora para evitar seu fechamento.

Os editores do jornal admitiram hoje não saber se a "Gazeta Mercantil" estará nas ruas na segunda-feira.

A continuidade da produção depende de um difícil acordo entre o empresário Luiz Fernando Levy, proprietário e diretor da publicação, e o grupo Companhia Brasileira de Multimídia (CBM), que adquiriu a marca e editava a "Gazeta Mercantil" há cinco anos.

Levy diz confiar em um acordo de última hora para garantir a sobrevivência do jornal, algo que não foi obtido nos últimos quatro dias.

Por outro lado, a CBM reiterou hoje o conteúdo de um comunicado divulgado na segunda-feira passada, no qual anunciou que deixará de editar a "Gazeta Mercantil" a partir do próximo dia 1º.

Como a publicação não circula nos finais de semana, a edição de hoje pode ter sido a última.

A CBM, que também edita o "Jornal do Brasil", alega que as dívidas trabalhistas de quase R$ 200 milhões, que seriam de responsabilidade dos proprietários da "Gazeta Mercantil", tornam inviável a sobrevivência desta.

Apesar não ser o proprietário direto da publicação, a CBM, que capitalizou o jornal e evitou sua quebra, é responsável por sua edição, comercialização e distribuição.

Como responsável pela redação, a CBM anunciou que os jornalistas vinculados à "Gazeta Mercantil" terão direito a férias coletivas de 30 dias a partir da próxima semana enquanto se decide a transferência destes para outras empresas do grupo ou sua demissão.

Segundo o último relatório do Instituto de Verificação de Circulação (IVC), a "Gazeta Mercantil" tinha até 2007 uma tiragem de 70 mil exemplares diários, muito abaixo do jornal "Valor", fundado em 2000 e hoje líder no ramo de informação econômica no Brasil. EFE