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sexta-feira, 11 de junho de 2010

PT majoritário do Rio vai apoiar Crivella à reeleição


O deputado estadual e candidato ao senado, Jorge Picciani, fica fora do acordo PT-PMDB.

Com menos de 10% das intenções de voto, há um mês do início da corrida eleitoral, e com dificuldades de encontrar apoio, senão o do governador Cabral, tudo indica que Picciani não insistirá na candidatura e tentará realmente concorrer à reeleição.

PT majoritário do Rio vai apoiar Crivella à reeleição


O deputado estadual e candidato ao senado, Jorge Picciani, fica fora do acordo PT-PMDB.

Com menos de 10% das intenções de voto, há um mês do início da corrida eleitoral, e com dificuldades de encontrar apoio, senão o do governador Cabral, tudo indica que Picciani não insistirá na candidatura e tentará realmente concorrer à reeleição.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Cercado de artistas, Lula lança Vale Cultura em São Paulo em busca de "revolução"

SÃO PAULO – Um grande espetáculo serviu como plataforma para o lançamento do Vale Cultura na noite desta quinta-feira (23), no Teatro Raul Cortez, em São Paulo, na presença do presidente Lula, que assinou o documento que oficializa o envio do projeto de lei ao Congresso Nacional. O benefício, no valor de R$ 50, vai funcionar nos mesmos moldes dos vales-transporte e refeição e conta com apoio maciço da classe artística: Fafá de Belém, a coreógrafa Deborah Colker, Bruna Lombardi, Claudia Abreu, o cineasta Cacá Diegues e o clã Barreto – Luiz Carlos, Lucy e o filho, o diretor Bruno Barreto – foram apenas alguns dos presentes na cerimônia.
AE
Lula observa apresentação no Teatro Raul Cortez e defende "acesso do povo à cultura". Tanto entusiasmo se deve ao possível impacto econômico que a medida terá no setor. A previsão do Ministério da Cultura (MinC) é que a adoção do vale injete na indústria cultural cerca de R$ 600 milhões por mês, o equivalente a estrondosos R$ 7,2 bilhões por ano, utilizados na compra de livros, CDs, DVDs, ingressos de cinema, teatro, museus e shows. Conforme o ministro da Cultura, Juca Ferreira, o benefício não só deve trazer um incremento à renda dos artistas, como vai gerar um aumento nos postos de trabalho na área cultural. “Onde houver trabalhadores demandando cultura, haverá uma ampliação da oferta de emprego, gerando microeconomias nessas regiões”, apontou. Esforçando-se para ser plural, a cerimônia reuniu artistas de diversas etnias e regiões do Brasil. Chico César, Roberta Sá, Tetê Espíndola, Vitor Ramil e Pinduca se apresentaram acompanhados e sozinhos, além de ter a companhia de um coral indígena, dançarinos e um grupo folclórico do Espírito Santo. Isso sem contar a participação do cineasta Eryk Rocha (filho de Gláuber), no palco para filmar ao vivo as apresentações. No encerramento, todos cantaram juntos a música “Comida”, dos Titãs – os versos “a gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte” têm sido usados à exaustão para ilustrar como a cultura é um “bem fundamental na cesta básica do brasileiro”, como diz Ferreira.
O Vale Cultura será concedido através de um cartão magnético, em um mecanismo similar aos outros vales, e será aceito apenas em redes credenciadas, cadastradas junto ao MinC. Se não utilizar todo o crédito de uma vez, o trabalhador pode usar o saldo restante no mês seguinte. O foco do programa são funcionários que ganham até cinco salários mínimos, o que, segundo dados da Receita Federal, deve abranger 12 milhões de pessoas. O empregado contribui com 10% do valor do vale, o equivalente a R$ 5 por mês. Os 90% restantes ficam por conta da empresa, que terá o benefício fiscal de abater com este gasto até 1% do imposto de renda. Emocionado, Ferreira destacou o lançamento do programa como um “momento histórico”, uma “revolução” para colocar a cultura no centro do desenvolvimento do País. O ministro fez questão de reconhecer os pioneiros do projeto – o diplomata Sérgio Paulo Rouanet e o ex-ministro Gilberto Gil –, que primeiro pensaram nas vantagens da novidade. “Investir no consumo doméstico da família significa que serão gestados novos agentes culturais, novos artistas, criadores e poetas. Em pouco tempo, veremos que o espaço doméstico, até então conectado quase que exclusivamente à televisão, passará a ter também em seu interior outros atrativos.”
Um “cineminha” para ver “Lula, Filho do Brasil”
Acompanhado de perto pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, Lula até fez graça com o fato da mestre-de-cerimônias, a atriz Zezé Motta, citar mais de uma vez no protocolo a presença da possível candidata à presidência em 2010. “Eu não vou ler a nominata porque a Zezé Motta leu tantas vezes o nome da Dilma Rousseff que se tivesse um juiz eleitoral aqui, a Dilma já estava prejudicada”, brincou.
AE

Lula abraça o cantor Chico César no palcodo Teatro Raul Cortez, em São Paulo
Se referindo ao Vale Cultura como uma “briga antiga”, Lula afirmou que o projeto é o primeiro passo para que “o povo brasileiro tenha acesso à cultura”. O presidente, no entanto, defendeu outras iniciativas para que o impacto seja mais efetivo. Como exemplo, elegeu a falta de salas de cinema e de teatro nas periferias como opção de entretenimento. “Cada vez fica mais difícil ir para o cinema por causa do transporte, segurança. O cidadão prefere sentar na frente da televisão e ver o que nós vemos, um misto de coisas boas com uma maioria de coisas ruins.” A solução, na opinião de Lula, não seria estatizar os cinemas ou construir salas públicas, mas iniciar o debate em busca de uma política que inclua definitivamente os habitantes das áreas mais pobres e afastadas, onde está a maioria da população, através de uma combinação dos poderes das prefeituras, governo federal e estadual.
“Imaginar que um cidadão vai levantar lá nos confins do Judas, pegar um ônibus e levar duas horas para ir até o centro de São Paulo ver um filme é no mínimo não saber o conforto que é ficar na frente da televisão sem fazer nada.” E fez questão de citar “Lula, o Filho do Brasil”, filme biográfico de Fábio Barreto sobre anos de sua vida antes da presidência. “Um cineminha, Barreto, pelo menos para quando você terminar meu filme a gente ter esse prazer.” O carro-chefe do Vale Cultura são as estatísticas do IBGE, datadas de 2006, de que apenas 14% da população brasileira vão mensalmente aos cinemas, 96% não frequentam museus, 93% nunca foram a uma exposição de arte e 78% nunca assistiram a um espetáculo de dança. Por isso, a ideia é que o projeto de lei chegue à Câmara dos Deputados em caráter de “urgência urgentíssima”, seja votado daqui a 45 dias e depois siga para o Senado em busca de uma aprovação em tempo recorde. “Espero que a gente consiga começar o ano com isso aprovado, porque depois também tem o processo cultural, que vai ter que ser trabalhado com os empresários, com os sindicalistas, na divulgação”, afirmou Lula. “É um trabalho que não é só do governo, mas dos artistas, da sociedade como um todo, para que as coisas possam acontecer.” IG

Cercado de artistas, Lula lança Vale Cultura em São Paulo em busca de "revolução"

SÃO PAULO – Um grande espetáculo serviu como plataforma para o lançamento do Vale Cultura na noite desta quinta-feira (23), no Teatro Raul Cortez, em São Paulo, na presença do presidente Lula, que assinou o documento que oficializa o envio do projeto de lei ao Congresso Nacional. O benefício, no valor de R$ 50, vai funcionar nos mesmos moldes dos vales-transporte e refeição e conta com apoio maciço da classe artística: Fafá de Belém, a coreógrafa Deborah Colker, Bruna Lombardi, Claudia Abreu, o cineasta Cacá Diegues e o clã Barreto – Luiz Carlos, Lucy e o filho, o diretor Bruno Barreto – foram apenas alguns dos presentes na cerimônia.
AE
Lula observa apresentação no Teatro Raul Cortez e defende "acesso do povo à cultura". Tanto entusiasmo se deve ao possível impacto econômico que a medida terá no setor. A previsão do Ministério da Cultura (MinC) é que a adoção do vale injete na indústria cultural cerca de R$ 600 milhões por mês, o equivalente a estrondosos R$ 7,2 bilhões por ano, utilizados na compra de livros, CDs, DVDs, ingressos de cinema, teatro, museus e shows. Conforme o ministro da Cultura, Juca Ferreira, o benefício não só deve trazer um incremento à renda dos artistas, como vai gerar um aumento nos postos de trabalho na área cultural. “Onde houver trabalhadores demandando cultura, haverá uma ampliação da oferta de emprego, gerando microeconomias nessas regiões”, apontou. Esforçando-se para ser plural, a cerimônia reuniu artistas de diversas etnias e regiões do Brasil. Chico César, Roberta Sá, Tetê Espíndola, Vitor Ramil e Pinduca se apresentaram acompanhados e sozinhos, além de ter a companhia de um coral indígena, dançarinos e um grupo folclórico do Espírito Santo. Isso sem contar a participação do cineasta Eryk Rocha (filho de Gláuber), no palco para filmar ao vivo as apresentações. No encerramento, todos cantaram juntos a música “Comida”, dos Titãs – os versos “a gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte” têm sido usados à exaustão para ilustrar como a cultura é um “bem fundamental na cesta básica do brasileiro”, como diz Ferreira.
O Vale Cultura será concedido através de um cartão magnético, em um mecanismo similar aos outros vales, e será aceito apenas em redes credenciadas, cadastradas junto ao MinC. Se não utilizar todo o crédito de uma vez, o trabalhador pode usar o saldo restante no mês seguinte. O foco do programa são funcionários que ganham até cinco salários mínimos, o que, segundo dados da Receita Federal, deve abranger 12 milhões de pessoas. O empregado contribui com 10% do valor do vale, o equivalente a R$ 5 por mês. Os 90% restantes ficam por conta da empresa, que terá o benefício fiscal de abater com este gasto até 1% do imposto de renda. Emocionado, Ferreira destacou o lançamento do programa como um “momento histórico”, uma “revolução” para colocar a cultura no centro do desenvolvimento do País. O ministro fez questão de reconhecer os pioneiros do projeto – o diplomata Sérgio Paulo Rouanet e o ex-ministro Gilberto Gil –, que primeiro pensaram nas vantagens da novidade. “Investir no consumo doméstico da família significa que serão gestados novos agentes culturais, novos artistas, criadores e poetas. Em pouco tempo, veremos que o espaço doméstico, até então conectado quase que exclusivamente à televisão, passará a ter também em seu interior outros atrativos.”
Um “cineminha” para ver “Lula, Filho do Brasil”
Acompanhado de perto pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, Lula até fez graça com o fato da mestre-de-cerimônias, a atriz Zezé Motta, citar mais de uma vez no protocolo a presença da possível candidata à presidência em 2010. “Eu não vou ler a nominata porque a Zezé Motta leu tantas vezes o nome da Dilma Rousseff que se tivesse um juiz eleitoral aqui, a Dilma já estava prejudicada”, brincou.
AE

Lula abraça o cantor Chico César no palcodo Teatro Raul Cortez, em São Paulo
Se referindo ao Vale Cultura como uma “briga antiga”, Lula afirmou que o projeto é o primeiro passo para que “o povo brasileiro tenha acesso à cultura”. O presidente, no entanto, defendeu outras iniciativas para que o impacto seja mais efetivo. Como exemplo, elegeu a falta de salas de cinema e de teatro nas periferias como opção de entretenimento. “Cada vez fica mais difícil ir para o cinema por causa do transporte, segurança. O cidadão prefere sentar na frente da televisão e ver o que nós vemos, um misto de coisas boas com uma maioria de coisas ruins.” A solução, na opinião de Lula, não seria estatizar os cinemas ou construir salas públicas, mas iniciar o debate em busca de uma política que inclua definitivamente os habitantes das áreas mais pobres e afastadas, onde está a maioria da população, através de uma combinação dos poderes das prefeituras, governo federal e estadual.
“Imaginar que um cidadão vai levantar lá nos confins do Judas, pegar um ônibus e levar duas horas para ir até o centro de São Paulo ver um filme é no mínimo não saber o conforto que é ficar na frente da televisão sem fazer nada.” E fez questão de citar “Lula, o Filho do Brasil”, filme biográfico de Fábio Barreto sobre anos de sua vida antes da presidência. “Um cineminha, Barreto, pelo menos para quando você terminar meu filme a gente ter esse prazer.” O carro-chefe do Vale Cultura são as estatísticas do IBGE, datadas de 2006, de que apenas 14% da população brasileira vão mensalmente aos cinemas, 96% não frequentam museus, 93% nunca foram a uma exposição de arte e 78% nunca assistiram a um espetáculo de dança. Por isso, a ideia é que o projeto de lei chegue à Câmara dos Deputados em caráter de “urgência urgentíssima”, seja votado daqui a 45 dias e depois siga para o Senado em busca de uma aprovação em tempo recorde. “Espero que a gente consiga começar o ano com isso aprovado, porque depois também tem o processo cultural, que vai ter que ser trabalhado com os empresários, com os sindicalistas, na divulgação”, afirmou Lula. “É um trabalho que não é só do governo, mas dos artistas, da sociedade como um todo, para que as coisas possam acontecer.” IG

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Tragédia no Piauí: autorizar retorno da população foi "ordem criminosa"


O senador Mão Santa (PMDB-PI) culpou a autorização dada à população da região de Cocal, no Piauí, para que voltasse às proximidades da barragem Algodão I. O local havia sido evacuado três semanas antes, em razão do risco de rompimento da barragem. Mas, baseado em parecer técnico, criticado pelo senador, o governo do estado autorizou o retorno. Mão Santa disse que a ordem foi criminosa.

- Todo o país, pelos meios de comunicação, vive o momento de angústia que os piauienses enfrentam. Como disse [o senador] Heráclito [Fortes], o comentarista Boris Casoy, da Rede Bandeirantes, traduziu bem, com sua experiência de jornalista, quando disse que a ordem para a volta das famílias foi criminosa.

Em seguida, Mão Santa apelou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outras áreas de governo por urgente apoio aos moradores da região atingida. Citou o Ministério da Integração, comandado por Geddel Vieira Lima, do PMDB; a Secretaria Nacional de Defesa Civil; além do Exército, que dispõe de dois batalhões de engenharia no estado.

- Tenho certeza de que o presidente dará a mesma atenção ao Piauí que foi dada durante semelhante desastre ecológico no poderoso estado de Santa Catarina - cobrou.

A inundação que se seguiu ao rompimento da barragem deixou pelo menos quatro mortos e onze desaparecidos em Cocal. A 282 quilômetros de Teresina, o município possui pouco mais de 26 mil habitantes. Cerca de 2.500 moradores haviam sido retirados do município três semanas antes, quando foram detectados sinais de risco na barragem, em razão do excesso de água das recentes chuvas. Depois, um dique foi construído, a pedido do projetista da obra, inaugurada em 2001. O engenheiro Luiz Hernani teria atestado que não havia mais riscos.

Mão Santa pediu que as ações de emergência também cheguem a Buriti dos Lopes e outras cidades que beiram o Rio Pirangi, que tem suas águas represadas pela barragem. Como disse, tanto Cocal como as outras cidades precisam ser reconstruídas, sendo esse um momento de "união".

- As vidas não retornarão, mas que elas sirvam para que os governantes tenham mais responsabilidade com o futuro da sua população.

Mão Santa aproveitou ainda para agradecer a generosidade dos brasileiros que vem fazendo doações, para atender a população castigada pelas chuvas. Na distribuição dos donativos, informou, ele contou com apoio do Exército e do SESC.
Agência Senado

Tragédia no Piauí: autorizar retorno da população foi "ordem criminosa"


O senador Mão Santa (PMDB-PI) culpou a autorização dada à população da região de Cocal, no Piauí, para que voltasse às proximidades da barragem Algodão I. O local havia sido evacuado três semanas antes, em razão do risco de rompimento da barragem. Mas, baseado em parecer técnico, criticado pelo senador, o governo do estado autorizou o retorno. Mão Santa disse que a ordem foi criminosa.

- Todo o país, pelos meios de comunicação, vive o momento de angústia que os piauienses enfrentam. Como disse [o senador] Heráclito [Fortes], o comentarista Boris Casoy, da Rede Bandeirantes, traduziu bem, com sua experiência de jornalista, quando disse que a ordem para a volta das famílias foi criminosa.

Em seguida, Mão Santa apelou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outras áreas de governo por urgente apoio aos moradores da região atingida. Citou o Ministério da Integração, comandado por Geddel Vieira Lima, do PMDB; a Secretaria Nacional de Defesa Civil; além do Exército, que dispõe de dois batalhões de engenharia no estado.

- Tenho certeza de que o presidente dará a mesma atenção ao Piauí que foi dada durante semelhante desastre ecológico no poderoso estado de Santa Catarina - cobrou.

A inundação que se seguiu ao rompimento da barragem deixou pelo menos quatro mortos e onze desaparecidos em Cocal. A 282 quilômetros de Teresina, o município possui pouco mais de 26 mil habitantes. Cerca de 2.500 moradores haviam sido retirados do município três semanas antes, quando foram detectados sinais de risco na barragem, em razão do excesso de água das recentes chuvas. Depois, um dique foi construído, a pedido do projetista da obra, inaugurada em 2001. O engenheiro Luiz Hernani teria atestado que não havia mais riscos.

Mão Santa pediu que as ações de emergência também cheguem a Buriti dos Lopes e outras cidades que beiram o Rio Pirangi, que tem suas águas represadas pela barragem. Como disse, tanto Cocal como as outras cidades precisam ser reconstruídas, sendo esse um momento de "união".

- As vidas não retornarão, mas que elas sirvam para que os governantes tenham mais responsabilidade com o futuro da sua população.

Mão Santa aproveitou ainda para agradecer a generosidade dos brasileiros que vem fazendo doações, para atender a população castigada pelas chuvas. Na distribuição dos donativos, informou, ele contou com apoio do Exército e do SESC.
Agência Senado

segunda-feira, 25 de maio de 2009

ÉTICA E ESPIRITUALIDADE NA CURA DA DILMA

Francisco Antônio de Andrade Filho.
Os corações dos homens e das mulheres - patriotas amigos e amigas do Brasil e de outros países -, vibram com a saúde da Dilma. Profissionais de saúde buscam na sua arte clínica, os caminhos da cura do câncer. Autoridades políticas, com suas sábias palavras, torcem pela cura da Mãe do PAC. Líderes e irmãos de diversas denominações religiosas acreditam que Deus proverá saúde e longa vida à ministra da Casa Civil. E a própria Dilma, relaxada e confiante, declara vencer a doença. O Blog Desabafo Brasil e o Blog Dilma produzem uma imprensa da verdade. Todos vivem a ética e espiritualidade na Cura da Dilma.
Neste relato, o diretor técnico do hospital, Antônio Carlos Onofre de Lira, e o diretor clínico, Riad Younes, do Hospital Sírio-Libanês, assinam e divulgam o boletim, nestes termos: “A senhora. ministra submeteu-se a uma ressonância magnética que se mostrou dentro da normalidade. Durante o dia de hoje continuará submetendo-se a novos exames.”.

De outro, lá da China, o digno Presidente do Brasil e “sem medo de ser feliz, Lula fala: “a Dilma está bem, vai fazer a quimioterapia dela e está totalmente curada; ou seja, não tem problema". Essa, a linguagem rica de energia de um poder com ética e espiritualidade na cura de sua ministra. Por sua vez, o presidente em exercício, José Alencar que luta há anos contra o câncer, testemunha aqui no Brasil: “Dilma Rousseff está bem”. As dores que ela sentiu na perna são decorrência da quimioterapia, da qual foi submetida depois da retirada de um tumor na axila esquerda”.

E do campo religioso, brotam palavras divinas para a cura da Dilma. Entre os evangélicos, a pastora Sandra de Andrade com fé e esperança garante: “...estamos confiantes em nosso Senhor Jesus Cristo e orando para que ele faça uma obra completa em sua vida”. E Jurandi Bezerra de Brito orou: “Que Deus abençoe e ilumine os médicos que estão cuidando da nossa querida ministra”. Mais um caminho que se cruza com o da ética e espiritualidade na cura da Dilma. E assim, será.

E a própria Dilma busca sua cura pessoal. Forte, otimista e cheia de fé em Deus e nela mesma, bradou: “vou vencer o inimigo”. E corajosa, falou: “A medicina avançou muito. Antes, o câncer não era uma doença, era uma sentença. Hoje, é tratável, curável. Eu tive a imensa sorte de ter detectado num estágio preliminar; e acho que tudo isso mostra a importância da prevenção”.
Todas essas posturas revelam os caminhos da felicidade de viver com saúde, de habitar no Brasil.. São bússolas da ética e espiritualidade. Desta feita, para comentários na blogosfera, destaco sete tópicos da minha palestra, proferida no VI Congresso Brasileiro de Alzheimer, Recife/PE, entre 13 a 16 de agosto de 2008:

1-Essa meditação oportuna e pertinente, no campo da filosofia, faz lembrar a mensagem espiritual do Evangelho de Jesus (Lucas, 18:35-43), curando o mendigo de Jericó.
2-Aquele cego que, pelo ouvido, percebeu "o barulho da multidão que passava" ou pelo tato quando "Jesus parou e mandou que o trouxesse". O homem-Deus chamado Jesus, cheio de compaixão e ternura, confiança, doação, enternecimento, conquista a experiência espiritual de sentir-se filho de Deus, de afeto e de extrema intimidade para com a saúde integral daquele mendigo cego que nesse momento viu seu médico, observou a multidão e as belezas da Natureza. Sua alma não dói mais. Agora, ouvia e via. Sentiu-se feliz e vivo. E enxerga tudo. Que emoções transformadoras de vida. O cego encontrou seu caminho espiritual.
3-O que é ética? Confiança, respeito, unicidade, integridade; palavras-chave, eixos centrais de alguns caminhos da ética e da espiritualidade. Práticas constantes do bem.
4-É no ambiente, hoje, marcado por grandes transformações e processos contraditórios que a Bioética parece nascer como um novo domínio da reflexão e da prática, que toma como seu objeto específico questões humanas na sua dimensão holística, inclusive a espiritual no âmbito da prática clínica, jurídica ou da investigação científica.
5-Nesse sentido, compreende-se o significado da espiritualidade. Alguns estudiosos e pesquisadores entendem ser a espiritualidade “a qualidade de todo ser que inspira e respira; ser que vive como o ser humano, o animal e a planta”. Dá-se não apenas nas religiões, mas nas ciências entre outras dimensões humanas e as da Natureza.
6-Talvez a sabedoria antiga, registrada no Eclesiástico, cap. 30, 16-17, cuja meditação energética possa contribuir para a cura da Dilma. Neste livro está escrito: “Não há riqueza maior que a saúde do corpo, nem contentamento maior que a alegria do coração”.
7-Além disso, essa postura leva a se perceber a ética da responsabilidade coletiva no tornar mais humanos atos profissionais/paciente/família. Ao prestar cuidados, é essencial dar atenção à pessoa como uma totalidade única inserida numa família e numa comunidade.
8-Art. 1° - A Medicina é uma profissão a serviço da saúde do ser humano e da coletividade e deve ser exercida sem discriminação de qualquer natureza (Código de Ética).

Postado por Jussara Seixas
BLOG DA DILMA

ÉTICA E ESPIRITUALIDADE NA CURA DA DILMA

Francisco Antônio de Andrade Filho.
Os corações dos homens e das mulheres - patriotas amigos e amigas do Brasil e de outros países -, vibram com a saúde da Dilma. Profissionais de saúde buscam na sua arte clínica, os caminhos da cura do câncer. Autoridades políticas, com suas sábias palavras, torcem pela cura da Mãe do PAC. Líderes e irmãos de diversas denominações religiosas acreditam que Deus proverá saúde e longa vida à ministra da Casa Civil. E a própria Dilma, relaxada e confiante, declara vencer a doença. O Blog Desabafo Brasil e o Blog Dilma produzem uma imprensa da verdade. Todos vivem a ética e espiritualidade na Cura da Dilma.
Neste relato, o diretor técnico do hospital, Antônio Carlos Onofre de Lira, e o diretor clínico, Riad Younes, do Hospital Sírio-Libanês, assinam e divulgam o boletim, nestes termos: “A senhora. ministra submeteu-se a uma ressonância magnética que se mostrou dentro da normalidade. Durante o dia de hoje continuará submetendo-se a novos exames.”.

De outro, lá da China, o digno Presidente do Brasil e “sem medo de ser feliz, Lula fala: “a Dilma está bem, vai fazer a quimioterapia dela e está totalmente curada; ou seja, não tem problema". Essa, a linguagem rica de energia de um poder com ética e espiritualidade na cura de sua ministra. Por sua vez, o presidente em exercício, José Alencar que luta há anos contra o câncer, testemunha aqui no Brasil: “Dilma Rousseff está bem”. As dores que ela sentiu na perna são decorrência da quimioterapia, da qual foi submetida depois da retirada de um tumor na axila esquerda”.

E do campo religioso, brotam palavras divinas para a cura da Dilma. Entre os evangélicos, a pastora Sandra de Andrade com fé e esperança garante: “...estamos confiantes em nosso Senhor Jesus Cristo e orando para que ele faça uma obra completa em sua vida”. E Jurandi Bezerra de Brito orou: “Que Deus abençoe e ilumine os médicos que estão cuidando da nossa querida ministra”. Mais um caminho que se cruza com o da ética e espiritualidade na cura da Dilma. E assim, será.

E a própria Dilma busca sua cura pessoal. Forte, otimista e cheia de fé em Deus e nela mesma, bradou: “vou vencer o inimigo”. E corajosa, falou: “A medicina avançou muito. Antes, o câncer não era uma doença, era uma sentença. Hoje, é tratável, curável. Eu tive a imensa sorte de ter detectado num estágio preliminar; e acho que tudo isso mostra a importância da prevenção”.
Todas essas posturas revelam os caminhos da felicidade de viver com saúde, de habitar no Brasil.. São bússolas da ética e espiritualidade. Desta feita, para comentários na blogosfera, destaco sete tópicos da minha palestra, proferida no VI Congresso Brasileiro de Alzheimer, Recife/PE, entre 13 a 16 de agosto de 2008:

1-Essa meditação oportuna e pertinente, no campo da filosofia, faz lembrar a mensagem espiritual do Evangelho de Jesus (Lucas, 18:35-43), curando o mendigo de Jericó.
2-Aquele cego que, pelo ouvido, percebeu "o barulho da multidão que passava" ou pelo tato quando "Jesus parou e mandou que o trouxesse". O homem-Deus chamado Jesus, cheio de compaixão e ternura, confiança, doação, enternecimento, conquista a experiência espiritual de sentir-se filho de Deus, de afeto e de extrema intimidade para com a saúde integral daquele mendigo cego que nesse momento viu seu médico, observou a multidão e as belezas da Natureza. Sua alma não dói mais. Agora, ouvia e via. Sentiu-se feliz e vivo. E enxerga tudo. Que emoções transformadoras de vida. O cego encontrou seu caminho espiritual.
3-O que é ética? Confiança, respeito, unicidade, integridade; palavras-chave, eixos centrais de alguns caminhos da ética e da espiritualidade. Práticas constantes do bem.
4-É no ambiente, hoje, marcado por grandes transformações e processos contraditórios que a Bioética parece nascer como um novo domínio da reflexão e da prática, que toma como seu objeto específico questões humanas na sua dimensão holística, inclusive a espiritual no âmbito da prática clínica, jurídica ou da investigação científica.
5-Nesse sentido, compreende-se o significado da espiritualidade. Alguns estudiosos e pesquisadores entendem ser a espiritualidade “a qualidade de todo ser que inspira e respira; ser que vive como o ser humano, o animal e a planta”. Dá-se não apenas nas religiões, mas nas ciências entre outras dimensões humanas e as da Natureza.
6-Talvez a sabedoria antiga, registrada no Eclesiástico, cap. 30, 16-17, cuja meditação energética possa contribuir para a cura da Dilma. Neste livro está escrito: “Não há riqueza maior que a saúde do corpo, nem contentamento maior que a alegria do coração”.
7-Além disso, essa postura leva a se perceber a ética da responsabilidade coletiva no tornar mais humanos atos profissionais/paciente/família. Ao prestar cuidados, é essencial dar atenção à pessoa como uma totalidade única inserida numa família e numa comunidade.
8-Art. 1° - A Medicina é uma profissão a serviço da saúde do ser humano e da coletividade e deve ser exercida sem discriminação de qualquer natureza (Código de Ética).

Postado por Jussara Seixas
BLOG DA DILMA