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sexta-feira, 11 de junho de 2010

PT majoritário do Rio vai apoiar Crivella à reeleição


O deputado estadual e candidato ao senado, Jorge Picciani, fica fora do acordo PT-PMDB.

Com menos de 10% das intenções de voto, há um mês do início da corrida eleitoral, e com dificuldades de encontrar apoio, senão o do governador Cabral, tudo indica que Picciani não insistirá na candidatura e tentará realmente concorrer à reeleição.

PT majoritário do Rio vai apoiar Crivella à reeleição


O deputado estadual e candidato ao senado, Jorge Picciani, fica fora do acordo PT-PMDB.

Com menos de 10% das intenções de voto, há um mês do início da corrida eleitoral, e com dificuldades de encontrar apoio, senão o do governador Cabral, tudo indica que Picciani não insistirá na candidatura e tentará realmente concorrer à reeleição.

sábado, 3 de outubro de 2009

Vamos ficar de olho!!!! A hora é de blefar... o pessoal está na escolinha do Cesar Maia!

jb

Ex-jurado de Silvio Santos no SBT nos anos 80 e início dos 90, Wagner Montes, calouro na política, aprendeu a fazer o seu show.

Hoje deputado estadual no Rio, Na quinta disse ao ministro do Trabalho, Carlos Lupi, presidente do PDT, que trocaria o partido pelo PT ou PRB. Surpresa geral. Lupi não concordou e o segurou.

Em troca, Montes, no último dia para filiação, nesta sexta, pressionou o PDT a lançá-lo candidato ao governo. E assim será. O apresentador de TV tem até 23% nas pesquisas, aparece em segundo na maioria dos cenários, e pode surgir como o fiel da balança se realmente for alçado a candidato.

Vamos ficar de olho!!!! A hora é de blefar... o pessoal está na escolinha do Cesar Maia!

jb

Ex-jurado de Silvio Santos no SBT nos anos 80 e início dos 90, Wagner Montes, calouro na política, aprendeu a fazer o seu show.

Hoje deputado estadual no Rio, Na quinta disse ao ministro do Trabalho, Carlos Lupi, presidente do PDT, que trocaria o partido pelo PT ou PRB. Surpresa geral. Lupi não concordou e o segurou.

Em troca, Montes, no último dia para filiação, nesta sexta, pressionou o PDT a lançá-lo candidato ao governo. E assim será. O apresentador de TV tem até 23% nas pesquisas, aparece em segundo na maioria dos cenários, e pode surgir como o fiel da balança se realmente for alçado a candidato.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Marina critica Lula por MP que regula terras na Amazônia

*Nota dos Editores
Interessante como se joga no lixo 30 anos de companheirismo...

SÃO PAULO - Um dia depois de oficializar sua filiação ao PV, a senadora Marina Silva (AC) deu sinais ontem sobre o tom do discurso que poderá adotar numa eventual campanha presidencial, atingindo em cheio o candidato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ex-ministra do Meio Ambiente, Marina criticou o governo na área ambiental após seu desligamento do ministério. "Alguns retrocessos aconteceram depois dessa saída. A medida provisória (MP) que transferiu 67 milhões de hectares de terras na Amazônia para particulares quando precisávamos de apenas 7 milhões para atender 80% dos posseiros foi algo muito preocupante e, no meu entendimento, um retrocesso."

A senadora referiu-se à MP 458, aprovada neste ano, para regulamentar a situação fundiária na Amazônia Legal. Na época, ainda filiada ao PT, ela foi contra o texto. Ontem, Marina voltou a carga contra a medida e afirmou que a decisão do governo poderá levar a um aumento do desmatamento na Amazônia. "O desmatamento corre sério risco de crescer", afirmou ela, em entrevista ao Programa do Jô, na Rede Globo, exibido ontem à noite.

A senadora também citou outro caso em que considera ter ocorrido um prejuízo ao trabalho que vinha sendo conduzido por ela à frente do ministério. "Algumas outras pedras, como a proteção do patrimônio espeleológico do Brasil, que são as nossas cavernas, isso já retrocedeu", disse.

Apesar do discurso afiado contra o governo, de um aumento de sua exposição à mídia nos últimos dias e do clima de lançamento de sua candidatura anteontem no evento de filiação ao PV, Marina repetiu que não está nada decidido sobre uma candidatura à Presidência da República. "Candidatura é algo a ser discutido em 2010", disse. Indagada após a entrevista pelos repórteres se apoiaria o PT num eventual segundo turno, depois de toda a sua trajetória no partido, Marina desconversou. "Por que você está eliminando meu partido no primeiro turno? Não tem sentido sua pergunta." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Marina critica Lula por MP que regula terras na Amazônia

*Nota dos Editores
Interessante como se joga no lixo 30 anos de companheirismo...

SÃO PAULO - Um dia depois de oficializar sua filiação ao PV, a senadora Marina Silva (AC) deu sinais ontem sobre o tom do discurso que poderá adotar numa eventual campanha presidencial, atingindo em cheio o candidato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ex-ministra do Meio Ambiente, Marina criticou o governo na área ambiental após seu desligamento do ministério. "Alguns retrocessos aconteceram depois dessa saída. A medida provisória (MP) que transferiu 67 milhões de hectares de terras na Amazônia para particulares quando precisávamos de apenas 7 milhões para atender 80% dos posseiros foi algo muito preocupante e, no meu entendimento, um retrocesso."

A senadora referiu-se à MP 458, aprovada neste ano, para regulamentar a situação fundiária na Amazônia Legal. Na época, ainda filiada ao PT, ela foi contra o texto. Ontem, Marina voltou a carga contra a medida e afirmou que a decisão do governo poderá levar a um aumento do desmatamento na Amazônia. "O desmatamento corre sério risco de crescer", afirmou ela, em entrevista ao Programa do Jô, na Rede Globo, exibido ontem à noite.

A senadora também citou outro caso em que considera ter ocorrido um prejuízo ao trabalho que vinha sendo conduzido por ela à frente do ministério. "Algumas outras pedras, como a proteção do patrimônio espeleológico do Brasil, que são as nossas cavernas, isso já retrocedeu", disse.

Apesar do discurso afiado contra o governo, de um aumento de sua exposição à mídia nos últimos dias e do clima de lançamento de sua candidatura anteontem no evento de filiação ao PV, Marina repetiu que não está nada decidido sobre uma candidatura à Presidência da República. "Candidatura é algo a ser discutido em 2010", disse. Indagada após a entrevista pelos repórteres se apoiaria o PT num eventual segundo turno, depois de toda a sua trajetória no partido, Marina desconversou. "Por que você está eliminando meu partido no primeiro turno? Não tem sentido sua pergunta." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

"PSDB na Lama":Novo Vídeo Sobre o PSDB

Fonte Tribuna Petista

O vídeo (clique aqui para assistir) mostra a profunda decadência moral e administrativa por qual passa o PSDB.

As principais figuras do partido (José Serra, Yeda Crusius, Tasso Jeirissati, Arthur Virgílio dentre outros) demonstram uma total incompetência quando governam, aliados a uma onda de escândalos que mancham ainda mais a decadente imagem do partido frente a opinião pública.

PSDB na Lama é o título do vídeo e reflete muito bem a derrocada do partido que é hoje, o maior representante das elites no Brasil.

"PSDB na Lama":Novo Vídeo Sobre o PSDB

Fonte Tribuna Petista

O vídeo (clique aqui para assistir) mostra a profunda decadência moral e administrativa por qual passa o PSDB.

As principais figuras do partido (José Serra, Yeda Crusius, Tasso Jeirissati, Arthur Virgílio dentre outros) demonstram uma total incompetência quando governam, aliados a uma onda de escândalos que mancham ainda mais a decadente imagem do partido frente a opinião pública.

PSDB na Lama é o título do vídeo e reflete muito bem a derrocada do partido que é hoje, o maior representante das elites no Brasil.

Tensão pré-eleitoral em Nova Iguaçu

Rio - Confirmando ou não sua candidatura ao governo do Rio, o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias (PT), não comandará a cidade após abril. Acordo entre PT e PDT antes da campanha de reeleição do petista, em 2008, teria estabelecido que a vice-prefeita, Sheila Gama, administrará o município a partir do fim do prazo de descompatibilização para as eleições do ano que vem. Com isso, caso Lindberg não consiga apoio de seu partido para disputar o Palácio Guanabara, seu rumo deverá ser o Senado.

Foto: Agência O DIA
Foto: Agência O DIA
Líderes políticos de Nova Iguaçu confirmam o acordo. Lindberg diz que isso não existe. Ele afirma apenas que está ‘preparando’ Sheila e assessores para assumirem o município. “Não existe acordo ou pacto. Temos entendimento e proximidade. Sheila vai me substituir e terá meu apoio para administrar bem a cidade”, afirmou .

“Sei o que todo mundo sabe: Lindberg fez acordo com Sheila no qual ele sairia para disputar eleição para o governo ou o Senado”, afirma o presidente da Câmara de Vereadores de Nova Iguaçu, Marcos Fernandes (DEM).

“Alguém largaria o mandato de deputado sem ter a garantia que assumiria o cargo de prefeito depois?”, questiona o vereador e secretário de Finanças de Nova Iguaçu, Carlos Ferreira, o Ferreirinha (PT), referindo-se ao fato de Sheila Gama ter renunciado ao seu mandato na Alerj para ser vice de Lindberg.

O petista tem longa jornada. Seu principal problema é articulação promovida pelo governador Sérgio Cabral e seus aliados. Eles tentam diretamente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva o enquadramento de Lindberg, para o PT do Rio se aliar ao PMDB pela reeleição de Cabral já no primeiro turno. O principal argumento é a aliança nacional dos dois partidos em favor da candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à presidência. Lindberg depende também da composição do PT e do PMDB nas disputas pelo governo em outros estados, como a Bahia.


Enquanto o quadro não se define, Lindberg segue articulando. Sua afinação com o PDT é tão grande que líderes pedetistas já sinalizam com convites para ele entrar no partido. O problema é o prazo exíguo. Pela lei eleitoral, o prefeito de Nova Iguaçu teria que mudar de partido até 3 de outubro — um ano antes da eleição.


Outro impedimento é a pré-candidatura do deputado e apresentador de TV Wagner Montes, principal puxador de votos do PDT do Rio. Apesar de o parlamentar não gostar muito da ideia, pois prefere seguir na Alerj, o comando nacional do PDT não quer dispor agora deste capital político — Montes é um dos líderes de pesquisas ao governo.

“A campanha custa uns R$ 30 milhões. Se o partido bancar com recursos próprios e sem contribuições de empresas que nos deixem de rabo preso, concorro”, sinalizou Montes.

Principal articulador político do PDT na Baixada e vice-prefeito de São João de Meriti, Carlos Correia afirma que o partido deve seguir com Lindberg caso Montes não concorra. “Seu perfil é de defender os fracos e oprimidos, dentro da nossa linha. Ele é um brizolista”, afirma.


Procurados por O DIA em seus gabinetes e na residência, Sheila Gama e o marido, o conselheiro do TCE Aluisio Gama, não foram localizados.

Juiz poderá virar prefeito

Caso Sheila Gama assuma a Prefeitura de Nova Iguaçu e, durante o início do mandato, precise se ausentar do cargo, quem assumirá será o juiz diretor do Fórum de Nova Iguaçu. A situação inusitada está prevista na Lei Orgânica do município. Primeiro na nova linha sucessória, o presidente da Câmara, vereador Marcos Fernandes (DEM), estará impedido de exercer o cargo porque concorrerá a uma vaga na Assembleia Legislativa.

Os acordos entre PT e PDT de divisão de mandatos não costumam dar certo. Em 1998, uma aliança elegeu Saturnino Braga (PT) senador pelo Rio, com o atual ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT), como primeiro suplente. Braga ficaria nos primeiros quatro anos do mandato, Lupi nos últimos. O petista acabou não cumprindo o combinado, e o pedetista chegou procurar a Justiça para fazer valer o seu ‘direito’. Mas perdeu.

Indefinição de crime gera medo nos bastidores da política

Considerado braço-direito da vice-prefeita Sheila Gama (PDT), o empresário Luiz Carlos Duarte Baptista, o Carlinhos da Tinguá, 67 anos, foi assassinado na manhã do dia 19 de março, na Via Light, em Nova Iguaçu. As circunstâncias do crime estão longe de um esclarecimento, conforme inquérito policial da 52ª DP (Nova Iguaçu).

Amiga de Carlinhos, Sheila Gama disse, à época do crime, que não tinha dúvidas que os autores dos disparos — dois homens numa moto — foram os mesmos que, em 6 de fevereiro, invadiram armados a sede do PDT, em Nova Iguaçu. Como não encontravam o que procuravam, foram embora. Neste dia, Carlinhos e Sheila chegaram atrasados à reunião.

O clima de medo ronda os bastidores da política no município e ninguém fala sobre os motivos que teriam levado à morte do empresário, um dos mais bem sucedidos na região. Ele chegou a ser presidente da escola de samba Beija-Flor em 1993.

O secretário de Economia e Finanças de Nova Iguaçu, Carlos Ferreira, o Ferreirinha (PT), afirma que a falta de solução do crime gera instabilidade. Em sua opinião, Sheila fará um governo de coalização com o PT, mas disse não ter dúvidas de que o marido dela, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Aluísio Gama, terá papel importante no governo, sobretudo por já ter sido prefeito de Nova Iguaçu de 1989 a 1993.

Reportagem de Alfredo Junqueira e Marcos Galvão

Tensão pré-eleitoral em Nova Iguaçu

Rio - Confirmando ou não sua candidatura ao governo do Rio, o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias (PT), não comandará a cidade após abril. Acordo entre PT e PDT antes da campanha de reeleição do petista, em 2008, teria estabelecido que a vice-prefeita, Sheila Gama, administrará o município a partir do fim do prazo de descompatibilização para as eleições do ano que vem. Com isso, caso Lindberg não consiga apoio de seu partido para disputar o Palácio Guanabara, seu rumo deverá ser o Senado.

Foto: Agência O DIA
Foto: Agência O DIA
Líderes políticos de Nova Iguaçu confirmam o acordo. Lindberg diz que isso não existe. Ele afirma apenas que está ‘preparando’ Sheila e assessores para assumirem o município. “Não existe acordo ou pacto. Temos entendimento e proximidade. Sheila vai me substituir e terá meu apoio para administrar bem a cidade”, afirmou .

“Sei o que todo mundo sabe: Lindberg fez acordo com Sheila no qual ele sairia para disputar eleição para o governo ou o Senado”, afirma o presidente da Câmara de Vereadores de Nova Iguaçu, Marcos Fernandes (DEM).

“Alguém largaria o mandato de deputado sem ter a garantia que assumiria o cargo de prefeito depois?”, questiona o vereador e secretário de Finanças de Nova Iguaçu, Carlos Ferreira, o Ferreirinha (PT), referindo-se ao fato de Sheila Gama ter renunciado ao seu mandato na Alerj para ser vice de Lindberg.

O petista tem longa jornada. Seu principal problema é articulação promovida pelo governador Sérgio Cabral e seus aliados. Eles tentam diretamente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva o enquadramento de Lindberg, para o PT do Rio se aliar ao PMDB pela reeleição de Cabral já no primeiro turno. O principal argumento é a aliança nacional dos dois partidos em favor da candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à presidência. Lindberg depende também da composição do PT e do PMDB nas disputas pelo governo em outros estados, como a Bahia.


Enquanto o quadro não se define, Lindberg segue articulando. Sua afinação com o PDT é tão grande que líderes pedetistas já sinalizam com convites para ele entrar no partido. O problema é o prazo exíguo. Pela lei eleitoral, o prefeito de Nova Iguaçu teria que mudar de partido até 3 de outubro — um ano antes da eleição.


Outro impedimento é a pré-candidatura do deputado e apresentador de TV Wagner Montes, principal puxador de votos do PDT do Rio. Apesar de o parlamentar não gostar muito da ideia, pois prefere seguir na Alerj, o comando nacional do PDT não quer dispor agora deste capital político — Montes é um dos líderes de pesquisas ao governo.

“A campanha custa uns R$ 30 milhões. Se o partido bancar com recursos próprios e sem contribuições de empresas que nos deixem de rabo preso, concorro”, sinalizou Montes.

Principal articulador político do PDT na Baixada e vice-prefeito de São João de Meriti, Carlos Correia afirma que o partido deve seguir com Lindberg caso Montes não concorra. “Seu perfil é de defender os fracos e oprimidos, dentro da nossa linha. Ele é um brizolista”, afirma.


Procurados por O DIA em seus gabinetes e na residência, Sheila Gama e o marido, o conselheiro do TCE Aluisio Gama, não foram localizados.

Juiz poderá virar prefeito

Caso Sheila Gama assuma a Prefeitura de Nova Iguaçu e, durante o início do mandato, precise se ausentar do cargo, quem assumirá será o juiz diretor do Fórum de Nova Iguaçu. A situação inusitada está prevista na Lei Orgânica do município. Primeiro na nova linha sucessória, o presidente da Câmara, vereador Marcos Fernandes (DEM), estará impedido de exercer o cargo porque concorrerá a uma vaga na Assembleia Legislativa.

Os acordos entre PT e PDT de divisão de mandatos não costumam dar certo. Em 1998, uma aliança elegeu Saturnino Braga (PT) senador pelo Rio, com o atual ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT), como primeiro suplente. Braga ficaria nos primeiros quatro anos do mandato, Lupi nos últimos. O petista acabou não cumprindo o combinado, e o pedetista chegou procurar a Justiça para fazer valer o seu ‘direito’. Mas perdeu.

Indefinição de crime gera medo nos bastidores da política

Considerado braço-direito da vice-prefeita Sheila Gama (PDT), o empresário Luiz Carlos Duarte Baptista, o Carlinhos da Tinguá, 67 anos, foi assassinado na manhã do dia 19 de março, na Via Light, em Nova Iguaçu. As circunstâncias do crime estão longe de um esclarecimento, conforme inquérito policial da 52ª DP (Nova Iguaçu).

Amiga de Carlinhos, Sheila Gama disse, à época do crime, que não tinha dúvidas que os autores dos disparos — dois homens numa moto — foram os mesmos que, em 6 de fevereiro, invadiram armados a sede do PDT, em Nova Iguaçu. Como não encontravam o que procuravam, foram embora. Neste dia, Carlinhos e Sheila chegaram atrasados à reunião.

O clima de medo ronda os bastidores da política no município e ninguém fala sobre os motivos que teriam levado à morte do empresário, um dos mais bem sucedidos na região. Ele chegou a ser presidente da escola de samba Beija-Flor em 1993.

O secretário de Economia e Finanças de Nova Iguaçu, Carlos Ferreira, o Ferreirinha (PT), afirma que a falta de solução do crime gera instabilidade. Em sua opinião, Sheila fará um governo de coalização com o PT, mas disse não ter dúvidas de que o marido dela, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Aluísio Gama, terá papel importante no governo, sobretudo por já ter sido prefeito de Nova Iguaçu de 1989 a 1993.

Reportagem de Alfredo Junqueira e Marcos Galvão

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Mercadante diz que deixará liderança do PT em twitter

Agencia Estado

O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) anunciou hoje por meio de seu perfil do twitter que renunciará à liderança do PT no Senado em discurso na tarde de hoje da tribuna do plenário. O petista refutou a hipótese de alguns correligionários de que se manteria no posto mesmo após a sessão de ontem do Conselho de Ética da Casa, em que foram arquivadas as 11 ações movidas contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). "Eu subo hoje à tribuna para apresentar minha renúncia da liderança do PT em caráter irrevogável", sentenciou Mercadante. "Saio da liderança para disputar, junto à militância, a concepção do PT que eu acredito", completou. Mercadante ainda anunciou na rede de microblogs que o seu discurso deverá ser lido após às 15 horas, "em razão do prolongamento da sessão da manhã".

A situação de Mercadante frente à bancada petista se tornou insustentável na tarde de ontem, em decorrência do encaminhamento que deu à bancada no Conselho de Ética. Avesso à ideia de arquivar todas as ações contra Sarney, o líder se recusou a ler nota do presidente do PT, Ricardo Berzoini (SP), que orientou a bancada a minar uma eventual abertura de processo contra o presidente da Casa. Mercadante ainda contrariou a orientação de Berzoini e disse que a posição de arquivar todas as ações contra Sarney não seria a melhor maneira de solucionar a crise política no Senado.

O imbróglio entre o líder da bancada no Senado e outras lideranças do partido teve início quando Mercadante divulgou à imprensa, no começo de julho, uma nota em que a bancada petista na Casa se posicionava favorável ao licenciamento de Sarney do comando do Senado. Repreendido na época pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o líder petista retratou-se diante da imprensa e disse que a bancada do partido se alinhava ao discurso do Planalto.

Duas semanas após a saia-justa, Mercadante voltou a pedir a licença de Sarney, em decorrência de novas denúncias de que o peemedebista teria intercedido pela contratação do namorado de sua neta no Senado. Diante a insistência de Mercadante, o ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, desautorizou a posição do petista na Casa. "O que nós avaliamos é que isso não é um movimento do PT", disse.

Mercadante diz que deixará liderança do PT em twitter

Agencia Estado

O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) anunciou hoje por meio de seu perfil do twitter que renunciará à liderança do PT no Senado em discurso na tarde de hoje da tribuna do plenário. O petista refutou a hipótese de alguns correligionários de que se manteria no posto mesmo após a sessão de ontem do Conselho de Ética da Casa, em que foram arquivadas as 11 ações movidas contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). "Eu subo hoje à tribuna para apresentar minha renúncia da liderança do PT em caráter irrevogável", sentenciou Mercadante. "Saio da liderança para disputar, junto à militância, a concepção do PT que eu acredito", completou. Mercadante ainda anunciou na rede de microblogs que o seu discurso deverá ser lido após às 15 horas, "em razão do prolongamento da sessão da manhã".

A situação de Mercadante frente à bancada petista se tornou insustentável na tarde de ontem, em decorrência do encaminhamento que deu à bancada no Conselho de Ética. Avesso à ideia de arquivar todas as ações contra Sarney, o líder se recusou a ler nota do presidente do PT, Ricardo Berzoini (SP), que orientou a bancada a minar uma eventual abertura de processo contra o presidente da Casa. Mercadante ainda contrariou a orientação de Berzoini e disse que a posição de arquivar todas as ações contra Sarney não seria a melhor maneira de solucionar a crise política no Senado.

O imbróglio entre o líder da bancada no Senado e outras lideranças do partido teve início quando Mercadante divulgou à imprensa, no começo de julho, uma nota em que a bancada petista na Casa se posicionava favorável ao licenciamento de Sarney do comando do Senado. Repreendido na época pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o líder petista retratou-se diante da imprensa e disse que a bancada do partido se alinhava ao discurso do Planalto.

Duas semanas após a saia-justa, Mercadante voltou a pedir a licença de Sarney, em decorrência de novas denúncias de que o peemedebista teria intercedido pela contratação do namorado de sua neta no Senado. Diante a insistência de Mercadante, o ministro de Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, desautorizou a posição do petista na Casa. "O que nós avaliamos é que isso não é um movimento do PT", disse.