quinta-feira, 1 de outubro de 2009
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Tensão pré-eleitoral em Nova Iguaçu
Foto: Agência O DIA
“Sei o que todo mundo sabe: Lindberg fez acordo com Sheila no qual ele sairia para disputar eleição para o governo ou o Senado”, afirma o presidente da Câmara de Vereadores de Nova Iguaçu, Marcos Fernandes (DEM).
“Alguém largaria o mandato de deputado sem ter a garantia que assumiria o cargo de prefeito depois?”, questiona o vereador e secretário de Finanças de Nova Iguaçu, Carlos Ferreira, o Ferreirinha (PT), referindo-se ao fato de Sheila Gama ter renunciado ao seu mandato na Alerj para ser vice de Lindberg.
O petista tem longa jornada. Seu principal problema é articulação promovida pelo governador Sérgio Cabral e seus aliados. Eles tentam diretamente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva o enquadramento de Lindberg, para o PT do Rio se aliar ao PMDB pela reeleição de Cabral já no primeiro turno. O principal argumento é a aliança nacional dos dois partidos em favor da candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à presidência. Lindberg depende também da composição do PT e do PMDB nas disputas pelo governo em outros estados, como a Bahia.
“A campanha custa uns R$ 30 milhões. Se o partido bancar com recursos próprios e sem contribuições de empresas que nos deixem de rabo preso, concorro”, sinalizou Montes.
Juiz poderá virar prefeito
Caso Sheila Gama assuma a Prefeitura de Nova Iguaçu e, durante o início do mandato, precise se ausentar do cargo, quem assumirá será o juiz diretor do Fórum de Nova Iguaçu. A situação inusitada está prevista na Lei Orgânica do município. Primeiro na nova linha sucessória, o presidente da Câmara, vereador Marcos Fernandes (DEM), estará impedido de exercer o cargo porque concorrerá a uma vaga na Assembleia Legislativa.
Os acordos entre PT e PDT de divisão de mandatos não costumam dar certo. Em 1998, uma aliança elegeu Saturnino Braga (PT) senador pelo Rio, com o atual ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT), como primeiro suplente. Braga ficaria nos primeiros quatro anos do mandato, Lupi nos últimos. O petista acabou não cumprindo o combinado, e o pedetista chegou procurar a Justiça para fazer valer o seu ‘direito’. Mas perdeu.
Indefinição de crime gera medo nos bastidores da política
Considerado braço-direito da vice-prefeita Sheila Gama (PDT), o empresário Luiz Carlos Duarte Baptista, o Carlinhos da Tinguá, 67 anos, foi assassinado na manhã do dia 19 de março, na Via Light, em Nova Iguaçu. As circunstâncias do crime estão longe de um esclarecimento, conforme inquérito policial da 52ª DP (Nova Iguaçu).
Amiga de Carlinhos, Sheila Gama disse, à época do crime, que não tinha dúvidas que os autores dos disparos — dois homens numa moto — foram os mesmos que, em 6 de fevereiro, invadiram armados a sede do PDT, em Nova Iguaçu. Como não encontravam o que procuravam, foram embora. Neste dia, Carlinhos e Sheila chegaram atrasados à reunião.
O clima de medo ronda os bastidores da política no município e ninguém fala sobre os motivos que teriam levado à morte do empresário, um dos mais bem sucedidos na região. Ele chegou a ser presidente da escola de samba Beija-Flor em 1993.
O secretário de Economia e Finanças de Nova Iguaçu, Carlos Ferreira, o Ferreirinha (PT), afirma que a falta de solução do crime gera instabilidade. Em sua opinião, Sheila fará um governo de coalização com o PT, mas disse não ter dúvidas de que o marido dela, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Aluísio Gama, terá papel importante no governo, sobretudo por já ter sido prefeito de Nova Iguaçu de 1989 a 1993.
Reportagem de Alfredo Junqueira e Marcos Galvão
Tensão pré-eleitoral em Nova Iguaçu
Foto: Agência O DIA
“Sei o que todo mundo sabe: Lindberg fez acordo com Sheila no qual ele sairia para disputar eleição para o governo ou o Senado”, afirma o presidente da Câmara de Vereadores de Nova Iguaçu, Marcos Fernandes (DEM).
“Alguém largaria o mandato de deputado sem ter a garantia que assumiria o cargo de prefeito depois?”, questiona o vereador e secretário de Finanças de Nova Iguaçu, Carlos Ferreira, o Ferreirinha (PT), referindo-se ao fato de Sheila Gama ter renunciado ao seu mandato na Alerj para ser vice de Lindberg.
O petista tem longa jornada. Seu principal problema é articulação promovida pelo governador Sérgio Cabral e seus aliados. Eles tentam diretamente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva o enquadramento de Lindberg, para o PT do Rio se aliar ao PMDB pela reeleição de Cabral já no primeiro turno. O principal argumento é a aliança nacional dos dois partidos em favor da candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à presidência. Lindberg depende também da composição do PT e do PMDB nas disputas pelo governo em outros estados, como a Bahia.
“A campanha custa uns R$ 30 milhões. Se o partido bancar com recursos próprios e sem contribuições de empresas que nos deixem de rabo preso, concorro”, sinalizou Montes.
Juiz poderá virar prefeito
Caso Sheila Gama assuma a Prefeitura de Nova Iguaçu e, durante o início do mandato, precise se ausentar do cargo, quem assumirá será o juiz diretor do Fórum de Nova Iguaçu. A situação inusitada está prevista na Lei Orgânica do município. Primeiro na nova linha sucessória, o presidente da Câmara, vereador Marcos Fernandes (DEM), estará impedido de exercer o cargo porque concorrerá a uma vaga na Assembleia Legislativa.
Os acordos entre PT e PDT de divisão de mandatos não costumam dar certo. Em 1998, uma aliança elegeu Saturnino Braga (PT) senador pelo Rio, com o atual ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT), como primeiro suplente. Braga ficaria nos primeiros quatro anos do mandato, Lupi nos últimos. O petista acabou não cumprindo o combinado, e o pedetista chegou procurar a Justiça para fazer valer o seu ‘direito’. Mas perdeu.
Indefinição de crime gera medo nos bastidores da política
Considerado braço-direito da vice-prefeita Sheila Gama (PDT), o empresário Luiz Carlos Duarte Baptista, o Carlinhos da Tinguá, 67 anos, foi assassinado na manhã do dia 19 de março, na Via Light, em Nova Iguaçu. As circunstâncias do crime estão longe de um esclarecimento, conforme inquérito policial da 52ª DP (Nova Iguaçu).
Amiga de Carlinhos, Sheila Gama disse, à época do crime, que não tinha dúvidas que os autores dos disparos — dois homens numa moto — foram os mesmos que, em 6 de fevereiro, invadiram armados a sede do PDT, em Nova Iguaçu. Como não encontravam o que procuravam, foram embora. Neste dia, Carlinhos e Sheila chegaram atrasados à reunião.
O clima de medo ronda os bastidores da política no município e ninguém fala sobre os motivos que teriam levado à morte do empresário, um dos mais bem sucedidos na região. Ele chegou a ser presidente da escola de samba Beija-Flor em 1993.
O secretário de Economia e Finanças de Nova Iguaçu, Carlos Ferreira, o Ferreirinha (PT), afirma que a falta de solução do crime gera instabilidade. Em sua opinião, Sheila fará um governo de coalização com o PT, mas disse não ter dúvidas de que o marido dela, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Aluísio Gama, terá papel importante no governo, sobretudo por já ter sido prefeito de Nova Iguaçu de 1989 a 1993.
Reportagem de Alfredo Junqueira e Marcos Galvão
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Gabeira deve assumir liderança do PV na Câmara
Corre a informação de que o Deputado Federal Fernando Gabeira (PV-RJ) poderia assumir a liderança do PV na Câmara dos Deputados. Seria uma das medidas envolvidas no processo de refundação do Partido Verde, que está sendo planejado pela própria legenda.
O atual líder, Sarney Filho (PV-MA), também chamado de Zequinha Sarney, já teria concordado com a mudança. Aliás, ele seria um dos que acredita que o PV precisa, para poder explorar todo o potencial de uma futura pré-candidatura à Presidência pelo partido de Marina Silva, melhorar sua imagem junto à opinião pública.
A liderança na Câmara ir parar nas mãos de um parlamentar bem visto e em alta como Gabeira seria o meio para começar a fazer isso.
A oficialização da mudança estaria dependendo apenas da concordância de Edson Duarte (PV-BA) e Roberto Santiago (PV-SP), deputados da partido que pleiteavam a posição.
Porém, parece que não existirão grandes problemas e que o PV poderá contar com Gabeira na liderança para ir preparando terreno, com a visibilidade saudável que o Deputado trará, para a candidatura de Marina Silva, que, para decolar, necessita dessas mudanças de rumo dentro do PV.
A grande questão é que não basta um membro da família Sarney deixar de ser o líder na Câmara para que o partido tenha feito uma “limpeza”.
O partido deveria, na verdade, convidá-lo a sair, se quiser se apresentar como alternativa ética e consciente.
Gabeira deve assumir liderança do PV na Câmara
Corre a informação de que o Deputado Federal Fernando Gabeira (PV-RJ) poderia assumir a liderança do PV na Câmara dos Deputados. Seria uma das medidas envolvidas no processo de refundação do Partido Verde, que está sendo planejado pela própria legenda.
O atual líder, Sarney Filho (PV-MA), também chamado de Zequinha Sarney, já teria concordado com a mudança. Aliás, ele seria um dos que acredita que o PV precisa, para poder explorar todo o potencial de uma futura pré-candidatura à Presidência pelo partido de Marina Silva, melhorar sua imagem junto à opinião pública.
A liderança na Câmara ir parar nas mãos de um parlamentar bem visto e em alta como Gabeira seria o meio para começar a fazer isso.
A oficialização da mudança estaria dependendo apenas da concordância de Edson Duarte (PV-BA) e Roberto Santiago (PV-SP), deputados da partido que pleiteavam a posição.
Porém, parece que não existirão grandes problemas e que o PV poderá contar com Gabeira na liderança para ir preparando terreno, com a visibilidade saudável que o Deputado trará, para a candidatura de Marina Silva, que, para decolar, necessita dessas mudanças de rumo dentro do PV.
A grande questão é que não basta um membro da família Sarney deixar de ser o líder na Câmara para que o partido tenha feito uma “limpeza”.
O partido deveria, na verdade, convidá-lo a sair, se quiser se apresentar como alternativa ética e consciente.
sábado, 1 de agosto de 2009
MP abre investigação sobre publicidade na gestão Serra
Banner: LILI ABREU - lili.abreu10@gmail.comMP abre investigação sobre publicidade na gestão Serra
Banner: LILI ABREU - lili.abreu10@gmail.comsexta-feira, 10 de julho de 2009
Ciro Gomes
Atualizado em 10 de julho de 2009 às 10:00 | Publicado em 10 de julho de 2009 às 09:53
10/07/2009 - 09h24
Ciro diz que aceita aliança com Maluf, mas não com Quércia
por Pedro Dias Leite, na Folha Online
Enviado especial da Folha de S.Paulo ao Guarujá (SP)
Possível candidato ao governo de São Paulo, o deputado federal Ciro Gomes disse (PSB-CE) ontem que uma eventual aliança com o colega Paulo Maluf (PP-SP) não afetaria "a hegemonia moral e intelectual" de sua aliança.
"Não vou para uma aliança com o Quércia, não vou. Ponto final", disse Ciro --hoje, Quércia é aliado do governador José Serra. "Não vou com Newton Cardoso, com Jader Barbalho."
E com Maluf? "Depende da hegemonia moral e intelectual que se estabeleça, porque o PP não tem hoje tamanho para alterar o centro de uma hegemonia moral e intelectual boa". E citou Gramsci: "Faço aliança até com Satanás se for para fazer a obra de Deus".
No início da semana Maluf disse que conversou com Ciro, que ontem revelou ter relação "extremamente cordial" com o ex-prefeito: "O que pega é catapora; conversar não faz mal nenhum".
Ciro admitiu pela primeira vez que pode transferir o título eleitoral para São Paulo (condição para disputar o governo). Mas ressaltou: "Não quer dizer, só este ato, que eu seja candidato a governador. Posso ser candidato a presidente tendo domicílio em São Paulo".
Ciro Gomes
Atualizado em 10 de julho de 2009 às 10:00 | Publicado em 10 de julho de 2009 às 09:53
10/07/2009 - 09h24
Ciro diz que aceita aliança com Maluf, mas não com Quércia
por Pedro Dias Leite, na Folha Online
Enviado especial da Folha de S.Paulo ao Guarujá (SP)
Possível candidato ao governo de São Paulo, o deputado federal Ciro Gomes disse (PSB-CE) ontem que uma eventual aliança com o colega Paulo Maluf (PP-SP) não afetaria "a hegemonia moral e intelectual" de sua aliança.
"Não vou para uma aliança com o Quércia, não vou. Ponto final", disse Ciro --hoje, Quércia é aliado do governador José Serra. "Não vou com Newton Cardoso, com Jader Barbalho."
E com Maluf? "Depende da hegemonia moral e intelectual que se estabeleça, porque o PP não tem hoje tamanho para alterar o centro de uma hegemonia moral e intelectual boa". E citou Gramsci: "Faço aliança até com Satanás se for para fazer a obra de Deus".
No início da semana Maluf disse que conversou com Ciro, que ontem revelou ter relação "extremamente cordial" com o ex-prefeito: "O que pega é catapora; conversar não faz mal nenhum".
Ciro admitiu pela primeira vez que pode transferir o título eleitoral para São Paulo (condição para disputar o governo). Mas ressaltou: "Não quer dizer, só este ato, que eu seja candidato a governador. Posso ser candidato a presidente tendo domicílio em São Paulo".
domingo, 21 de junho de 2009
SERGIO CABRAL DE FORMA ILEGAL

Acho interessante a briga do TRE e de "algumas pessoas" com relação aos blogs.
Sabemos que leis existem para que se cumpra.
O TRE determina prazo para campanha política partidária e de candidatos.
No final do mes de maio, realizando pesquisas na net, encontrei a página OFICIAL DA CANDIDATURA DO SERGIO CABRAL PARA GOVERNADOR EM 2006.
Enviei o link para alguns blogs e um específico do Rio de Janeiro.
Me identifiquei e não recebi uma resposta sobre a denúncia ou um "olá pelo envio do e-mail".
Tudo bem... aprendi que não posso exigir o que não se tem para dar!!!!!
Hoje me surpreendi em observar que a página, como estava completa, foi retirada do ar mais deixaram o endereço e ao abrir encontramos a foto do Sergio Cabral e uma ficha cadastro.
CONTINUA ILEGAL!!!!!!!!!!!!!!!
Quando a página é aberta logo abaixo de sua foto e banner segue um FALE CONOSCO.
Continua como um candidato.
LEMBRO QUE NÃO È A PÀGINA DO GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL É A PÁGINA DO CANDIDATO SERGIO CABRAL.
A Folha Republicana enviará os dados para o TRE para que verdadeiramente a Lei se cumpra.
SERGIO CABRAL DE FORMA ILEGAL

Acho interessante a briga do TRE e de "algumas pessoas" com relação aos blogs.
Sabemos que leis existem para que se cumpra.
O TRE determina prazo para campanha política partidária e de candidatos.
No final do mes de maio, realizando pesquisas na net, encontrei a página OFICIAL DA CANDIDATURA DO SERGIO CABRAL PARA GOVERNADOR EM 2006.
Enviei o link para alguns blogs e um específico do Rio de Janeiro.
Me identifiquei e não recebi uma resposta sobre a denúncia ou um "olá pelo envio do e-mail".
Tudo bem... aprendi que não posso exigir o que não se tem para dar!!!!!
Hoje me surpreendi em observar que a página, como estava completa, foi retirada do ar mais deixaram o endereço e ao abrir encontramos a foto do Sergio Cabral e uma ficha cadastro.
CONTINUA ILEGAL!!!!!!!!!!!!!!!
Quando a página é aberta logo abaixo de sua foto e banner segue um FALE CONOSCO.
Continua como um candidato.
LEMBRO QUE NÃO È A PÀGINA DO GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL É A PÁGINA DO CANDIDATO SERGIO CABRAL.
A Folha Republicana enviará os dados para o TRE para que verdadeiramente a Lei se cumpra.
terça-feira, 16 de junho de 2009
CRIVELLA É UMA DAS OPÇÕES DO PLANALTO PARA VICE DE DILMA

Diante da falta de aprovação popular do governador Sergio Cabral no Rio, o Planalto já vê como alternativa, o nome do Senador Marcelo Crivella para vice de Dilma Roussef na campanha de 2010 para presidente. O peso também se dá por um motivo muito simples. O Senador teve cerca de 5 milhões de votos nas últimas eleições, tem a Igreja Universal como sustentação eleitoral e a Rede Record, que anda na cola da Globo. Certamente o vice-presidente José de Alencar, não será candidato na nova chapa presidencial. Mas o PMDB não abre mão de ter a vice-presidência. Um senador da base aliada revelou nesta sexta-feira em Brasília, que é inexorável o partido na chapa presidencial. O Senador Marcelo Crivella foi procurado em seu gabinete para comentar a preferência de seu nome na chapa, e não foi encontrado. Um assessor, disse que o senador quer ser embaixador do Brasil nos EUA, e que não seria de novo candidato.
Postado por Blog e-politica
CRIVELLA É UMA DAS OPÇÕES DO PLANALTO PARA VICE DE DILMA

Diante da falta de aprovação popular do governador Sergio Cabral no Rio, o Planalto já vê como alternativa, o nome do Senador Marcelo Crivella para vice de Dilma Roussef na campanha de 2010 para presidente. O peso também se dá por um motivo muito simples. O Senador teve cerca de 5 milhões de votos nas últimas eleições, tem a Igreja Universal como sustentação eleitoral e a Rede Record, que anda na cola da Globo. Certamente o vice-presidente José de Alencar, não será candidato na nova chapa presidencial. Mas o PMDB não abre mão de ter a vice-presidência. Um senador da base aliada revelou nesta sexta-feira em Brasília, que é inexorável o partido na chapa presidencial. O Senador Marcelo Crivella foi procurado em seu gabinete para comentar a preferência de seu nome na chapa, e não foi encontrado. Um assessor, disse que o senador quer ser embaixador do Brasil nos EUA, e que não seria de novo candidato.
Postado por Blog e-politica
domingo, 14 de junho de 2009
Já são analisadas possibilidades para composição de chapa com Ciro em São Paulo
“A partir do sinal verde dado pelo próprio Ciro Gomes (PSB) para a tentativa de colocar em pé sua candidatura ao governo de São Paulo no ano que vem, começam a sair do armário os partidários da ideia. Além do líder da bancada federal, Cândido Vaccarezza, José Genoino é um dos petistas mais simpáticos à ‘importação’ do hoje deputado pelo Ceará.
O ‘ok’ dado pelo presidenciável também animou os artífices da tese a rascunhar qual seria a chapa ideal para atender a todos os interesses dos partidos envolvidos. A mais falada hoje incluiria Eduardo Suplicy (PT) para vice, e Aloizio Mercadante (PT) e Aldo Rebelo (PC do B) como postulantes ao Senado.”
Este blogueiro entende que uma chapa estadual encabeçada por Ciro Gomes e contendo ainda Eduardo Suplicy como Vice e Aloizio Mercadante e Aldo Rebelo como candidatos ao Senado, seria a mais forte que o campo governista poderia montar. Me parece que, devido à total falta de nomes fortes de verdade dentro do PT, a “importação” de Ciro Gomes pode não ser tão tresloucada assim.
A questão é que o favoritismo de Geraldo Alckmin é muito grande. Caso ele seja o candidato tucano, e não Aloysio Nunes Ferreira, será dificílimo que qualquer candidato advindo do campo governista consiga vencê-lo. Até porque, por ser “importado”, Ciro terá um telhado de vidro.
Em resumo, a chapa que está sendo cogitada poderá representar bem o governo, porém, não chega a ser a favorita para vencer. Na minha modesta opinião, apenas um acontecimento muito inesperado, que transforme um pouco a opinião pública, poderá tirar o favoritismo de Alckmin, embora a chapa do campo governista que é tratada acima seja relativamente forte.
Já são analisadas possibilidades para composição de chapa com Ciro em São Paulo
“A partir do sinal verde dado pelo próprio Ciro Gomes (PSB) para a tentativa de colocar em pé sua candidatura ao governo de São Paulo no ano que vem, começam a sair do armário os partidários da ideia. Além do líder da bancada federal, Cândido Vaccarezza, José Genoino é um dos petistas mais simpáticos à ‘importação’ do hoje deputado pelo Ceará.
O ‘ok’ dado pelo presidenciável também animou os artífices da tese a rascunhar qual seria a chapa ideal para atender a todos os interesses dos partidos envolvidos. A mais falada hoje incluiria Eduardo Suplicy (PT) para vice, e Aloizio Mercadante (PT) e Aldo Rebelo (PC do B) como postulantes ao Senado.”
Este blogueiro entende que uma chapa estadual encabeçada por Ciro Gomes e contendo ainda Eduardo Suplicy como Vice e Aloizio Mercadante e Aldo Rebelo como candidatos ao Senado, seria a mais forte que o campo governista poderia montar. Me parece que, devido à total falta de nomes fortes de verdade dentro do PT, a “importação” de Ciro Gomes pode não ser tão tresloucada assim.
A questão é que o favoritismo de Geraldo Alckmin é muito grande. Caso ele seja o candidato tucano, e não Aloysio Nunes Ferreira, será dificílimo que qualquer candidato advindo do campo governista consiga vencê-lo. Até porque, por ser “importado”, Ciro terá um telhado de vidro.
Em resumo, a chapa que está sendo cogitada poderá representar bem o governo, porém, não chega a ser a favorita para vencer. Na minha modesta opinião, apenas um acontecimento muito inesperado, que transforme um pouco a opinião pública, poderá tirar o favoritismo de Alckmin, embora a chapa do campo governista que é tratada acima seja relativamente forte.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Garotinho sai do PMDB

10 de junho de 2009 por Clarissa Garotinho
Garotinho acaba de se encontrar com o presidente licenciado do PMDB, deputado Michel Temer, e com a presidente em exercício do partido, deputada Íris Resende, para entregar a carta de desfiliação do PMDB, em Brasília.
Leia a carta na íntegra:
Ao Presidente Nacional do PMDB e aos militantes do partido
Quando me filiei ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro foi uma grande honra para mim. O PMDB é filho direto do histórico MDB, que enfrentou a ditadura com destemor. O PMDB de nosso Ulisses Guimarães, que em 1973 lançou sua anti-candidatura, numa chapa com o também inesquecível presidente da ABI, Barbosa Lima Sobrinho, contra o candidato da ditadura, Ernesto Geisel.
Ulisses, que no seu empenho por eleições diretas ficou conhecido como o Senhor Diretas. Ulisses Guimarães que presidiu a Assembléia Nacional Constituinte, que em 5 de outubro de 1988 promulgou a Constituição Cidadã. Porque trazia para a vida política brasileira o conceito de cidadania, dos direitos e deveres dos cidadãos, que nunca antes foram levados em consideração em nosso país. O conceito de justiça social. Bandeira do PMDB.
Quando me filiei ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro, entrei como soldado para contribuir para o fortalecimento do PMDB no Estado do Rio de Janeiro e no Brasil.
A Governadora à época, Rosinha Garotinho, minha esposa, acompanhou minha decisão, assim como a maior parte dos prefeitos do interior do estado, deputados federais, estaduais e vereadores. Fizemos do PMDB o maior partido do Estado do Rio. Um partido forte e com um governo forte, que deixou marcas profundas e programas que serviram de modelo para o Brasil.
Junto com uma comissão presidida pelo economista Carlos Lessa, elaboramos um programa de governo para o Brasil. Este programa foi construído de forma amplamente democrática, coletando as opiniões das bases do PMDB. Até que chegamos a um documento final chamado Um Brasil para os Brasileiros.
Coloquei meu nome à disposição para ser o candidato do PMDB à Presidência da República e venci as prévias. O partido acabou não lançando candidato próprio, abdicando de um direito que foi resultado de uma luta histórica do PMDB: a realização de eleições diretas para Presidente da República.
Trabalhamos de forma incansável para que ao menos no Estado do Rio pudéssemos dar continuidade ao trabalho que vinha sendo realizado e aprovado pelo povo, e conseguimos eleger o sucessor.
Mas infelizmente este sucessor, contrariando as teses defendidas durante o processo eleitoral, fez o PMDB se desviar do caminho.
Hoje, o partido está dividido, e esta divisão está muito clara para as pessoas. O PMDB está rachado em dois.
Um é o PMDB que ajudei a construir, que derrubou o muro invisível que separava a capital do Interior e implantou um jeito novo de governar. Outro é o PMDB que coloca muros em torno das favelas como se fossem campos de concentração.
Um é o PMDB que agrega, o outro segrega e está carregado de preconceito.
O PMDB que ajudei a construir criou uma rede de projetos sociais, com mais de 60 programas, para ajudar às famílias carentes. De acordo com a Constituição Cidadã de nosso presidente Ulisses Guimarães. O outro PMDB acabou com o Cheque-Cidadão, com a Casa da Paz e todos os programas para a juventude.
Um é o PMDB que distribui, ao outro falta sensibilidade com quem mais precisa.
O PMDB que ajudei a construir ergueu mais de 30 mil casas para dar dignidade às famílias que estavam marginalizadas, entregues à própria sorte. O outro PMDB, em nome de uma suposta ordem pública, derruba casas e devolve os moradores às ruas.
Um PMDB trabalhava pelos mais necessitados, o outro é forte com os fracos e fraco com os fortes.
Sou do PMDB que deixou legados importantes para o Estado, como a modernização das delegacias, através do Projeto Delegacia Legal, a revitalização da Indústria Naval, a construção de uma nova Universidade e a valorização do servidor público. O outro PMDB não tem história pra contar.
Um é o PMDB que fez, o outro diz que vai fazer.
Companheiros militantes, não posso concordar com os rumos que o PMDB está tomando no Estado do Rio de Janeiro. Não quero compactuar com o retrocesso que nosso Estado está vivendo, com a descontinuidade de um programa de governo que tinha como foco desenvolver e distribuir. Um governo do cidadão.
O Estado do Rio não pode continuar assim. O Estado do Rio merece mais.
Por isso, peço licença aos companheiros do PMDB para me retirar do partido. Para que eu possa, em outra legenda, continuar defendendo os mesmos ideais que sempre defendi.
Infelizmente, isso não é mais possível no PMDB do Rio de Janeiro. Saio do partido deixando amigos, memórias e lutas. Mas levo comigo o sonho de reconduzir o Estado do Rio de Janeiro aos tempos de paz, de progresso e, sobretudo, de justiça social.
Anthony Garotinho
Garotinho sai do PMDB

10 de junho de 2009 por Clarissa Garotinho
Garotinho acaba de se encontrar com o presidente licenciado do PMDB, deputado Michel Temer, e com a presidente em exercício do partido, deputada Íris Resende, para entregar a carta de desfiliação do PMDB, em Brasília.
Leia a carta na íntegra:
Ao Presidente Nacional do PMDB e aos militantes do partido
Quando me filiei ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro foi uma grande honra para mim. O PMDB é filho direto do histórico MDB, que enfrentou a ditadura com destemor. O PMDB de nosso Ulisses Guimarães, que em 1973 lançou sua anti-candidatura, numa chapa com o também inesquecível presidente da ABI, Barbosa Lima Sobrinho, contra o candidato da ditadura, Ernesto Geisel.
Ulisses, que no seu empenho por eleições diretas ficou conhecido como o Senhor Diretas. Ulisses Guimarães que presidiu a Assembléia Nacional Constituinte, que em 5 de outubro de 1988 promulgou a Constituição Cidadã. Porque trazia para a vida política brasileira o conceito de cidadania, dos direitos e deveres dos cidadãos, que nunca antes foram levados em consideração em nosso país. O conceito de justiça social. Bandeira do PMDB.
Quando me filiei ao Partido do Movimento Democrático Brasileiro, entrei como soldado para contribuir para o fortalecimento do PMDB no Estado do Rio de Janeiro e no Brasil.
A Governadora à época, Rosinha Garotinho, minha esposa, acompanhou minha decisão, assim como a maior parte dos prefeitos do interior do estado, deputados federais, estaduais e vereadores. Fizemos do PMDB o maior partido do Estado do Rio. Um partido forte e com um governo forte, que deixou marcas profundas e programas que serviram de modelo para o Brasil.
Junto com uma comissão presidida pelo economista Carlos Lessa, elaboramos um programa de governo para o Brasil. Este programa foi construído de forma amplamente democrática, coletando as opiniões das bases do PMDB. Até que chegamos a um documento final chamado Um Brasil para os Brasileiros.
Coloquei meu nome à disposição para ser o candidato do PMDB à Presidência da República e venci as prévias. O partido acabou não lançando candidato próprio, abdicando de um direito que foi resultado de uma luta histórica do PMDB: a realização de eleições diretas para Presidente da República.
Trabalhamos de forma incansável para que ao menos no Estado do Rio pudéssemos dar continuidade ao trabalho que vinha sendo realizado e aprovado pelo povo, e conseguimos eleger o sucessor.
Mas infelizmente este sucessor, contrariando as teses defendidas durante o processo eleitoral, fez o PMDB se desviar do caminho.
Hoje, o partido está dividido, e esta divisão está muito clara para as pessoas. O PMDB está rachado em dois.
Um é o PMDB que ajudei a construir, que derrubou o muro invisível que separava a capital do Interior e implantou um jeito novo de governar. Outro é o PMDB que coloca muros em torno das favelas como se fossem campos de concentração.
Um é o PMDB que agrega, o outro segrega e está carregado de preconceito.
O PMDB que ajudei a construir criou uma rede de projetos sociais, com mais de 60 programas, para ajudar às famílias carentes. De acordo com a Constituição Cidadã de nosso presidente Ulisses Guimarães. O outro PMDB acabou com o Cheque-Cidadão, com a Casa da Paz e todos os programas para a juventude.
Um é o PMDB que distribui, ao outro falta sensibilidade com quem mais precisa.
O PMDB que ajudei a construir ergueu mais de 30 mil casas para dar dignidade às famílias que estavam marginalizadas, entregues à própria sorte. O outro PMDB, em nome de uma suposta ordem pública, derruba casas e devolve os moradores às ruas.
Um PMDB trabalhava pelos mais necessitados, o outro é forte com os fracos e fraco com os fortes.
Sou do PMDB que deixou legados importantes para o Estado, como a modernização das delegacias, através do Projeto Delegacia Legal, a revitalização da Indústria Naval, a construção de uma nova Universidade e a valorização do servidor público. O outro PMDB não tem história pra contar.
Um é o PMDB que fez, o outro diz que vai fazer.
Companheiros militantes, não posso concordar com os rumos que o PMDB está tomando no Estado do Rio de Janeiro. Não quero compactuar com o retrocesso que nosso Estado está vivendo, com a descontinuidade de um programa de governo que tinha como foco desenvolver e distribuir. Um governo do cidadão.
O Estado do Rio não pode continuar assim. O Estado do Rio merece mais.
Por isso, peço licença aos companheiros do PMDB para me retirar do partido. Para que eu possa, em outra legenda, continuar defendendo os mesmos ideais que sempre defendi.
Infelizmente, isso não é mais possível no PMDB do Rio de Janeiro. Saio do partido deixando amigos, memórias e lutas. Mas levo comigo o sonho de reconduzir o Estado do Rio de Janeiro aos tempos de paz, de progresso e, sobretudo, de justiça social.
Anthony Garotinho
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Deputados retiram assinaturas, e PEC do 3º mandato será devolvida ao autor

Proposta possibilitaria 3º mandato a cargos do Executivo.
PEC ficou com 166 assinaturas, 5 a menos do que seria necessário.
Do G1, em São Paulo
A proposta de emenda à Constituição (PEC 367), que possibilitaria o terceiro mandato para o presidente da República, governadores e prefeitos será devolvida ao autor, deputado Jackson Barreto (PMDB-SE), por falta do número mínimo de assinaturas necessárias para que ela tramite na Câmara.
Na tarde desta quinta-feira (28), o parlamentar protocolou a proposta na Casa com 183 assinaturas válidas, mas até a meia-noite, 17 deputados retiram os seus nomes. A PEC ficou com 166 assinaturas, numero abaixo das 171 necessárias para a tramitação da proposta.
Segundo Barreto, a intenção era permitir a candidatura a uma nova reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2010. Mesmo assim, 15 deputados da oposição teriam assinado a proposta, de acordo com Barreto. “Os que assinaram sabiam o que estavam assinando, que é para o Lula. Dos partidos maiores, só não tem ninguém do PPS. Do DEM tem 11 deputados, enquanto do PSDB tem quatro que assinaram”, disse o peemedebista.
Barreto afirma que o momento político é favorável à tese de mais um mandato para o presidente. “Em política tudo depende do momento. Nós estamos vivendo um momento de crise, que não foi gerada no nosso país, mas para gerir esse momento é preciso de uma pessoa com uma grande força interna e externa para conduzir o país e esta pessoa é Lula."
O deputado pretende encontrar Lula na próxima semana, quando estaria prevista a presença do presidente em um evento em Sergipe, terra do deputado. Barreto não tem medo de ser desautorizado pelo presidente. “Ele está no papel dele de negar o terceiro mandato, mas é o momento que vai dizer."
Deputados retiram assinaturas, e PEC do 3º mandato será devolvida ao autor

Proposta possibilitaria 3º mandato a cargos do Executivo.
PEC ficou com 166 assinaturas, 5 a menos do que seria necessário.
Do G1, em São Paulo
A proposta de emenda à Constituição (PEC 367), que possibilitaria o terceiro mandato para o presidente da República, governadores e prefeitos será devolvida ao autor, deputado Jackson Barreto (PMDB-SE), por falta do número mínimo de assinaturas necessárias para que ela tramite na Câmara.
Na tarde desta quinta-feira (28), o parlamentar protocolou a proposta na Casa com 183 assinaturas válidas, mas até a meia-noite, 17 deputados retiram os seus nomes. A PEC ficou com 166 assinaturas, numero abaixo das 171 necessárias para a tramitação da proposta.
Segundo Barreto, a intenção era permitir a candidatura a uma nova reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2010. Mesmo assim, 15 deputados da oposição teriam assinado a proposta, de acordo com Barreto. “Os que assinaram sabiam o que estavam assinando, que é para o Lula. Dos partidos maiores, só não tem ninguém do PPS. Do DEM tem 11 deputados, enquanto do PSDB tem quatro que assinaram”, disse o peemedebista.
Barreto afirma que o momento político é favorável à tese de mais um mandato para o presidente. “Em política tudo depende do momento. Nós estamos vivendo um momento de crise, que não foi gerada no nosso país, mas para gerir esse momento é preciso de uma pessoa com uma grande força interna e externa para conduzir o país e esta pessoa é Lula."
O deputado pretende encontrar Lula na próxima semana, quando estaria prevista a presença do presidente em um evento em Sergipe, terra do deputado. Barreto não tem medo de ser desautorizado pelo presidente. “Ele está no papel dele de negar o terceiro mandato, mas é o momento que vai dizer."
