Mostrando postagens com marcador inseguraça pública no Rio de Janeiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador inseguraça pública no Rio de Janeiro. Mostrar todas as postagens

domingo, 9 de agosto de 2009

Crise na polícia Operação na Rocinha teria sido feita sem o conhecimento da Polícia Civil e MP para encontrar corpo de engenheira - RJ

RIO - Um esquema surpreendente montado nesta sexta-feira pela Polícia Militar para tentar dar uma reviravolta no caso da engenheira Patrícia Amieiro Franco, de 24 anos, desaparecida em junho de 2008 na Barra da Tijuca, desencadeou uma crise entre a instituição e a Polícia Civil. Sem avisar ao Ministério Público e à Polícia Civil, o serviço reservado (P-2) do 31º BPM (Recreio) encontrou uma suposta testemunha, chegando à versão de que a engenheira foi assassinada na Favela da Rocinha por traficantes e que era usuária de drogas. A mudança nos rumos da investigação ocorre justamente às vésperas de os quatro PMs acusados do crime, integrantes do mesmo quartel que apura o sumiço dela, participarem de uma audiência de instrução e julgamento - marcada para a próxima sexta-feira, no Fórum do Rio.

A PM encontrou a testemunha-chave por acaso. Na semana passada, o flanelinha Thiago Afonso Ferreira, de 22 anos, teve uma discussão com uma juíza na Barra e foi levado para a 16ª DP (Barra da Tijuca). Ao término do depoimento, Thiago teria pedido carona aos PMs, acabando por revelar que sabia onde estava o corpo de Patrícia. Thiago teria visto quando o carro da engenheira saiu da pista, bateu num poste e caiu nas pedras do Canal de Marapendi, por volta das 5h30m do dia 14 de junho do ano passado. Ele conta, em depoimento a policiais do 31º BPM, que na hora estava com quatro pessoas na festa de aniversário de um amigo, embaixo do viaduto que dá acesso à Barra, próximo ao Terminal Rodoviário da Praia dos Amores.

Surpreendentemente, os dois amigos de Thiago que estavam na festa, identificados por ele como Clei e Patrick, mototaxistas da Rocinha, lhe contaram que viram Patrícia na favela, antes do acidente, em companhia de um homem, dentro do carro, em frente à boca de fumo na Rua Ápia. Os amigos do flanelinha teriam lhe dito que um outro mototaxista, conhecido como Bim, se aproximou e mandou que Patrícia saísse. Um outro bandido teria levado a engenheira, num carro de cor escura, para o alto do morro, enquanto Bim ficara encarregado de dar sumiço no veículo. O corpo dela teria sido visto por Patrick na localidade conhecida como Hotel Esqueleto, o mesmo local onde fuzis roubados do Exército foram recuperados em 2006.

Com a finalidade de encontrar a ossada de Patrícia, até o Batalhão de Operação Especiais (Bope) foi mobilizado, nesta sexta-feira, para dar apoio ao 31º BPM.Além da tropa de elite, participaram da operação a Companhia de Cães, o Batalhão Florestal e o próprio 31º BPM, contando ainda com o auxílio de dois blindados e dois helicópteros da PM. Ao todo, foi mobilizado um efetivo de cem homens.

Crise na polícia Operação na Rocinha teria sido feita sem o conhecimento da Polícia Civil e MP para encontrar corpo de engenheira - RJ

RIO - Um esquema surpreendente montado nesta sexta-feira pela Polícia Militar para tentar dar uma reviravolta no caso da engenheira Patrícia Amieiro Franco, de 24 anos, desaparecida em junho de 2008 na Barra da Tijuca, desencadeou uma crise entre a instituição e a Polícia Civil. Sem avisar ao Ministério Público e à Polícia Civil, o serviço reservado (P-2) do 31º BPM (Recreio) encontrou uma suposta testemunha, chegando à versão de que a engenheira foi assassinada na Favela da Rocinha por traficantes e que era usuária de drogas. A mudança nos rumos da investigação ocorre justamente às vésperas de os quatro PMs acusados do crime, integrantes do mesmo quartel que apura o sumiço dela, participarem de uma audiência de instrução e julgamento - marcada para a próxima sexta-feira, no Fórum do Rio.

A PM encontrou a testemunha-chave por acaso. Na semana passada, o flanelinha Thiago Afonso Ferreira, de 22 anos, teve uma discussão com uma juíza na Barra e foi levado para a 16ª DP (Barra da Tijuca). Ao término do depoimento, Thiago teria pedido carona aos PMs, acabando por revelar que sabia onde estava o corpo de Patrícia. Thiago teria visto quando o carro da engenheira saiu da pista, bateu num poste e caiu nas pedras do Canal de Marapendi, por volta das 5h30m do dia 14 de junho do ano passado. Ele conta, em depoimento a policiais do 31º BPM, que na hora estava com quatro pessoas na festa de aniversário de um amigo, embaixo do viaduto que dá acesso à Barra, próximo ao Terminal Rodoviário da Praia dos Amores.

Surpreendentemente, os dois amigos de Thiago que estavam na festa, identificados por ele como Clei e Patrick, mototaxistas da Rocinha, lhe contaram que viram Patrícia na favela, antes do acidente, em companhia de um homem, dentro do carro, em frente à boca de fumo na Rua Ápia. Os amigos do flanelinha teriam lhe dito que um outro mototaxista, conhecido como Bim, se aproximou e mandou que Patrícia saísse. Um outro bandido teria levado a engenheira, num carro de cor escura, para o alto do morro, enquanto Bim ficara encarregado de dar sumiço no veículo. O corpo dela teria sido visto por Patrick na localidade conhecida como Hotel Esqueleto, o mesmo local onde fuzis roubados do Exército foram recuperados em 2006.

Com a finalidade de encontrar a ossada de Patrícia, até o Batalhão de Operação Especiais (Bope) foi mobilizado, nesta sexta-feira, para dar apoio ao 31º BPM.Além da tropa de elite, participaram da operação a Companhia de Cães, o Batalhão Florestal e o próprio 31º BPM, contando ainda com o auxílio de dois blindados e dois helicópteros da PM. Ao todo, foi mobilizado um efetivo de cem homens.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Depoimento enviado por e-mail - Denúncia

Quando chove, temos enchentes; trânsito berando o caos; atropelamentos quase que rotineiros…

De onde estamos falando?

Avenida das Américas na altura do Recreio dos Bandeirantes, logo após o supermercado Mundial.

A região que tem um IPTU alto, habitando pela classe média e classe média alta carioca tem sido alvo de assaltos, trânsito desmedidos, atropelamentos por falta de sinais e/ou passarelas e agora devido a falta de obras estruturais nas vias públicas temos mais uma vítima.

Só que dessa vez é um assessor do nosso digníssimo prefeito Eduardo Paes, o mesmo que vem se empenhando num choque de ordem desmedido na zona oeste.

O tempo e o dinheiro que tem sido empregado em derrubar moradias que foram construídas de forma irregular e com os olhos da prefeitura deixando crescer desordenadamente poderia e deveria ser empregado na melhoria da pista do Recreio como o alargamento e melhoras no meio fio.
Dia desses na altura do posto texaco quase capotei pela falta de sinalização do retorno.

Até quando vamos viver esse esquecimento da necessidade do BÁSICO?

Esse crescimento desmedido do Recreio dos Bandeirantes, liberação de novas construções, e as calçadas ainda de areia?

Isso é ultrajante!

Vamos ver se agora que o Sr. Prefeito sentirá no seu gabinete o mesmo fará algo em favor da localidade, ou será esse assessor só mais uma vítima do descaso?

Depoimento enviado por e-mail - Denúncia

Quando chove, temos enchentes; trânsito berando o caos; atropelamentos quase que rotineiros…

De onde estamos falando?

Avenida das Américas na altura do Recreio dos Bandeirantes, logo após o supermercado Mundial.

A região que tem um IPTU alto, habitando pela classe média e classe média alta carioca tem sido alvo de assaltos, trânsito desmedidos, atropelamentos por falta de sinais e/ou passarelas e agora devido a falta de obras estruturais nas vias públicas temos mais uma vítima.

Só que dessa vez é um assessor do nosso digníssimo prefeito Eduardo Paes, o mesmo que vem se empenhando num choque de ordem desmedido na zona oeste.

O tempo e o dinheiro que tem sido empregado em derrubar moradias que foram construídas de forma irregular e com os olhos da prefeitura deixando crescer desordenadamente poderia e deveria ser empregado na melhoria da pista do Recreio como o alargamento e melhoras no meio fio.
Dia desses na altura do posto texaco quase capotei pela falta de sinalização do retorno.

Até quando vamos viver esse esquecimento da necessidade do BÁSICO?

Esse crescimento desmedido do Recreio dos Bandeirantes, liberação de novas construções, e as calçadas ainda de areia?

Isso é ultrajante!

Vamos ver se agora que o Sr. Prefeito sentirá no seu gabinete o mesmo fará algo em favor da localidade, ou será esse assessor só mais uma vítima do descaso?

domingo, 19 de julho de 2009

Eduardo Paes e a desonestidade intelectual

Eduardo Paes e a desonestidade intelectual
Ontem o site do jornalista Sdiney Rezende noticiou que Eduardo Paes teria dito em "off":

Você sabe que o Cesar Maia foi muito criticado pela aprovação automática, mas as escolas públicas são um brinco! Só não posso elogiar em público

Não vou me alongar aqui, o Bruno no Perspectiva Política definiu muito bem ao dizer que Eduardo Paes agiu com desonestidade intelectual:

A honestidade intelectual se confunde com a sinceridade e a franqueza, mas não é exatamente nenhuma das duas. Para explicar o que é honestidade intelectual, recorramos à explanação do que é o seu oposto: A desonestidade intelectual.

O desonesto intelectualmente diz que é falso o que sabe verdadeiro, é cínico e nega o que todos os que os cercam sabem ser verdade. O desonesto intelectualmente privilegia seus interesses em detrimento de verdades que não têm nada de controverso. Ele nega o óbvio, sem vergonha de fazê-lo. Ele se recusa a confirmar o que é correto, pois isso atenta contra seus objetivos.

Resumindo, o desonesto intelectualmente mente ou, no mínimo, omite o que lhe convém quando há uma oportunidade, por mais que se espere dele que não o faça. É muito mais nocivo do que alguém que simplesmente omite um fato, pois, diversas vezes, trata-se de alguém de quem se aguarda a verdade

Eduardo Paes e a desonestidade intelectual

Eduardo Paes e a desonestidade intelectual
Ontem o site do jornalista Sdiney Rezende noticiou que Eduardo Paes teria dito em "off":

Você sabe que o Cesar Maia foi muito criticado pela aprovação automática, mas as escolas públicas são um brinco! Só não posso elogiar em público

Não vou me alongar aqui, o Bruno no Perspectiva Política definiu muito bem ao dizer que Eduardo Paes agiu com desonestidade intelectual:

A honestidade intelectual se confunde com a sinceridade e a franqueza, mas não é exatamente nenhuma das duas. Para explicar o que é honestidade intelectual, recorramos à explanação do que é o seu oposto: A desonestidade intelectual.

O desonesto intelectualmente diz que é falso o que sabe verdadeiro, é cínico e nega o que todos os que os cercam sabem ser verdade. O desonesto intelectualmente privilegia seus interesses em detrimento de verdades que não têm nada de controverso. Ele nega o óbvio, sem vergonha de fazê-lo. Ele se recusa a confirmar o que é correto, pois isso atenta contra seus objetivos.

Resumindo, o desonesto intelectualmente mente ou, no mínimo, omite o que lhe convém quando há uma oportunidade, por mais que se espere dele que não o faça. É muito mais nocivo do que alguém que simplesmente omite um fato, pois, diversas vezes, trata-se de alguém de quem se aguarda a verdade

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Construção em tempo recorde na Providência




Projeto Cimento Social é retomado em ‘competição’ na comunidade do Centro do Rio. Operários ergueram três casas em apenas três dias

Rio - Três casas construídas em apenas três dias na ‘velocidade 5’. A proeza, conquistada em uma gincana com o suor de 90 homens, é o cartão de visita na tentativa de convencer o governo federal a voltar a investir no projeto Cimento Social, que visa a recuperar e a construir unidades habitacionais no Morro da Providência. Ali, nasceu a primeira das 968 favelas do Rio de Janeiro.

Na retomada do projeto, serão entregues amanhã as três primeiras casas. Três equipes de 30 homens disputaram para ver quem terminava primeiro a residência. São unidades de 60 metros quadrados de dois andares, com sala, cozinha e banheiro no primeiro piso e dois quartos, no segundo. Um dos dormitórios pode ser dividido em dois cômodos. O melhor para a família que vai ocupar o imóvel é que toda a mobília vem junto: armários planejados, cozinha e móveis.

O objetivo é sensibilizar o Ministério das Cidades. “Estou levando a nossa ideia ao ministro (das Cidades) Márcio Fortes, e acho inclusive que pode ser adotada no programa ‘Minha casa, minha vida’, do governo federal”, disse o senador Marcelo Crivella (PRB), durante visita realizada ontem para conferir os arremates finais nas residências. Os beneficiados com as primeiras casas serão anunciados na hora.

Ainda não estão definidas, após a entrega das três casas, quais serão as áreas atingidas. “Começamos novas etapas. Vamos identificar locais de maior necessidade para fazer as intervenções”, promete.

Cada casa, na subida da Providência, custou R$ 50 mil e foi construída em placas de argamassa. O dinheiro, segundo Crivella, veio dos direitos autorais pela venda de seus CDs e DVDs. Ele é cantor gospel.

O senador destaca o avanço social, bem além das paredes de argamassa. Acentua que cem pessoas receberam treinamento para atuar da fundação ao telhado. “É bom ressaltar que toda a mão de obra é local. Estamos trabalhando com algumas pessoas que antes trabalhavam com o tráfico e agora estão lutando com carteira assinada para mudar de vida”, afirma ele, que viajou ontem para visitar o vice-presidente José Alencar, em tratamento contra o câncer em São Paulo.

O Cimento Social estava parado desde junho do ano passado por decisão da Justiça Eleitoral. O TRE autorizou na época que as obras de reforma fossem concluídas só em mutirão. Foram reformadas 55 casas.

A proibição de continuidade das obras ocorreu logo depois da morte de três jovens. Militares do Exército, que garantiam a obra desde dezembro de 2007, foram acusados de prender e entregá-los a bandidos do Morro da Mineira, comunidade rival.

Há dois meses, o projeto ergueu residência modelo na Providência e a entregou a família que estava com o barraco em ruínas. As três novas unidades seguem o padrão. “Há casas que não adiantam ser reformadas. Precisam ser jogadas no chão e reconstruídas. Para isso, desenvolvemos tecnologia. São 72 horas de trabalho e um sonho realizado”, finaliza.

A PRIMEIRA CONTA BANCÁRIA
Trabalhadores da força-tarefa vibram com melhorias

Três equipes de 30 homens correram contra o tempo para concluir as casas. Até ontem à tarde, a Azul liderava com pequena vantagem sobre a Verde e a Vermelha. A que terminar a obra primeiro receberá uma surpresa.

A Favela da Providência surgiu no mapa em 1898. Mil pessoas que ocupavam o cortiço Cabeça de Porco, que fora demolido, resolveram reconstruir os primeiros barracos no morro.

“Muitos trabalhadores que contratamos na obra nunca tiveram conta bancária”, surpreende-se Vander Dantas, coordenador da força-tarefa.

O servente Reinaldo Ramos, 30, vivia há dois anos de biscates. “Quero progredir e me tornar um bom pedreiro”, conta ele, que se comove com as melhorias nas casas dos vizinhos. “Quem chega à Rodoviária Novo Rio e olha o morro vê que ele já tem outro aspecto”, orgulha-se.

Construção em tempo recorde na Providência




Projeto Cimento Social é retomado em ‘competição’ na comunidade do Centro do Rio. Operários ergueram três casas em apenas três dias

Rio - Três casas construídas em apenas três dias na ‘velocidade 5’. A proeza, conquistada em uma gincana com o suor de 90 homens, é o cartão de visita na tentativa de convencer o governo federal a voltar a investir no projeto Cimento Social, que visa a recuperar e a construir unidades habitacionais no Morro da Providência. Ali, nasceu a primeira das 968 favelas do Rio de Janeiro.

Na retomada do projeto, serão entregues amanhã as três primeiras casas. Três equipes de 30 homens disputaram para ver quem terminava primeiro a residência. São unidades de 60 metros quadrados de dois andares, com sala, cozinha e banheiro no primeiro piso e dois quartos, no segundo. Um dos dormitórios pode ser dividido em dois cômodos. O melhor para a família que vai ocupar o imóvel é que toda a mobília vem junto: armários planejados, cozinha e móveis.

O objetivo é sensibilizar o Ministério das Cidades. “Estou levando a nossa ideia ao ministro (das Cidades) Márcio Fortes, e acho inclusive que pode ser adotada no programa ‘Minha casa, minha vida’, do governo federal”, disse o senador Marcelo Crivella (PRB), durante visita realizada ontem para conferir os arremates finais nas residências. Os beneficiados com as primeiras casas serão anunciados na hora.

Ainda não estão definidas, após a entrega das três casas, quais serão as áreas atingidas. “Começamos novas etapas. Vamos identificar locais de maior necessidade para fazer as intervenções”, promete.

Cada casa, na subida da Providência, custou R$ 50 mil e foi construída em placas de argamassa. O dinheiro, segundo Crivella, veio dos direitos autorais pela venda de seus CDs e DVDs. Ele é cantor gospel.

O senador destaca o avanço social, bem além das paredes de argamassa. Acentua que cem pessoas receberam treinamento para atuar da fundação ao telhado. “É bom ressaltar que toda a mão de obra é local. Estamos trabalhando com algumas pessoas que antes trabalhavam com o tráfico e agora estão lutando com carteira assinada para mudar de vida”, afirma ele, que viajou ontem para visitar o vice-presidente José Alencar, em tratamento contra o câncer em São Paulo.

O Cimento Social estava parado desde junho do ano passado por decisão da Justiça Eleitoral. O TRE autorizou na época que as obras de reforma fossem concluídas só em mutirão. Foram reformadas 55 casas.

A proibição de continuidade das obras ocorreu logo depois da morte de três jovens. Militares do Exército, que garantiam a obra desde dezembro de 2007, foram acusados de prender e entregá-los a bandidos do Morro da Mineira, comunidade rival.

Há dois meses, o projeto ergueu residência modelo na Providência e a entregou a família que estava com o barraco em ruínas. As três novas unidades seguem o padrão. “Há casas que não adiantam ser reformadas. Precisam ser jogadas no chão e reconstruídas. Para isso, desenvolvemos tecnologia. São 72 horas de trabalho e um sonho realizado”, finaliza.

A PRIMEIRA CONTA BANCÁRIA
Trabalhadores da força-tarefa vibram com melhorias

Três equipes de 30 homens correram contra o tempo para concluir as casas. Até ontem à tarde, a Azul liderava com pequena vantagem sobre a Verde e a Vermelha. A que terminar a obra primeiro receberá uma surpresa.

A Favela da Providência surgiu no mapa em 1898. Mil pessoas que ocupavam o cortiço Cabeça de Porco, que fora demolido, resolveram reconstruir os primeiros barracos no morro.

“Muitos trabalhadores que contratamos na obra nunca tiveram conta bancária”, surpreende-se Vander Dantas, coordenador da força-tarefa.

O servente Reinaldo Ramos, 30, vivia há dois anos de biscates. “Quero progredir e me tornar um bom pedreiro”, conta ele, que se comove com as melhorias nas casas dos vizinhos. “Quem chega à Rodoviária Novo Rio e olha o morro vê que ele já tem outro aspecto”, orgulha-se.

terça-feira, 30 de junho de 2009

RJ - Deputados evangélicos se omitem na aprovação de leis que transformam orixás, caboclos e “entidades espirituais” em patrimônio do Estado

RJ - Deputados evangélicos se omitem na aprovação de leis que transformam orixás, caboclos e “entidades espirituais” em patrimônio do Estado
A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro nas últimas semanas aprovou 03 leis que transformam a Umbanda, o Candomblé e o dia de Iemanjá como patrimônio e propriedade imaterial do Estado do Rio de Janeiro, passando a ter garantias legal e constitucional em razão desta aprovação.

Autorias
O deputado estadual Gilberto Palmares/PT, foi o autor do Pl 2274/09 que declarou umbanda como patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro, PL 2303/2009 que declarou o candomblé como patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro. O deputado estadual Átila Nunes/DEM, foi o autor do Pl 1917/2008 que declarou o dia de Iemanjá como patrimônio imaterial do Estado.

O fundamento alegado foi que se trata de justa homenagem a tais manifestações religiosas no Estado.

Base Legal
A constituição Federal prevê no art. 216 que os bens de natureza imaterial constitui patrimônio cultural brasileiro e, os danos e ameaças devem ser punidos na forma da lei, ou seja, recebem a proteção estatal.

A transformação de tais entidades espirituais, orixás, caboclos em patrimônio e propriedade imaterial de inicio obriga o Estado do Rio de Janeiro a repassar dinheiro para divulgação e proteção desta chamada “cultura religiosa” nas repartições públicas através das Secretarias de Cultura, Turismo, Educação, Segurança, pois o instrumento legal (a lei) lhe outorga esse “poder” a essas religiões/cultura.

Discussões e omissões
Os projetos de leis foram aprovados em 02 votações sem quase nenhuma discussão ou obstáculo pelo Plenário da ALERJ, pois o único parlamentar a questionar as referidas leis foi o deputado evangélico Edson Albertassi/PMDB, que como presidente da Comissão de Orçamento deu parecer oral contrário aos projetos e quando da votação em plenário votou contrário.

Fato negativo durante as votações em plenário, que se deram em dias diferentes e em dois turnos de votação, foi à omissão por parte de diversos deputados evangélicos que estavam em plenário durante a votação (alguns saíram quando o projeto entrou em votação) dos projetos de lei e não discutiram a matéria para questionar entre outras coisas: a constitucionalidade das propostas em razão da criação de encargos ao poder executivo, o repasse de verbas, a separação do Estado e a religião e outros aspectos relevantes pela reprovação das propostas.

O que nos chama atenção é que alguns desses deputados evangélicos que se omitiram em enfrentar este debate e votações, registrando publicamente a sua opinião e voto, dirigem-se na época eleitoral para o seu segmento dizendo ser como atalaias e defensores de valores e princípios e etc.

Esta não é a primeira vez que tais parlamentares se omitem em votações relevantes para o segmento que os elegeu, pois na aprovação do dia mundial do orgulho gay a história se repetiu.

Se continuar desta forma, o Rio de Janeiro será um Estado onde todas as “entidades espirituais” das matrizes afro-brasileiras serão patrimônio imaterial e espiritual através das leis.

Existem outros projetos de igual teor do deputado Átila Nunes que estão para entrar na pauta de votação da ALERJ, transformando novas “entidades espirituais” das religiões de matrizes afro-brasileira em patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro.

Não vou fazer aqui comentários sobre as repercussões espirituais para o Estado com a aprovação destas leis, mas que tem conhecimento faça a sua parte.

RJ - Deputados evangélicos se omitem na aprovação de leis que transformam orixás, caboclos e “entidades espirituais” em patrimônio do Estado

RJ - Deputados evangélicos se omitem na aprovação de leis que transformam orixás, caboclos e “entidades espirituais” em patrimônio do Estado
A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro nas últimas semanas aprovou 03 leis que transformam a Umbanda, o Candomblé e o dia de Iemanjá como patrimônio e propriedade imaterial do Estado do Rio de Janeiro, passando a ter garantias legal e constitucional em razão desta aprovação.

Autorias
O deputado estadual Gilberto Palmares/PT, foi o autor do Pl 2274/09 que declarou umbanda como patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro, PL 2303/2009 que declarou o candomblé como patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro. O deputado estadual Átila Nunes/DEM, foi o autor do Pl 1917/2008 que declarou o dia de Iemanjá como patrimônio imaterial do Estado.

O fundamento alegado foi que se trata de justa homenagem a tais manifestações religiosas no Estado.

Base Legal
A constituição Federal prevê no art. 216 que os bens de natureza imaterial constitui patrimônio cultural brasileiro e, os danos e ameaças devem ser punidos na forma da lei, ou seja, recebem a proteção estatal.

A transformação de tais entidades espirituais, orixás, caboclos em patrimônio e propriedade imaterial de inicio obriga o Estado do Rio de Janeiro a repassar dinheiro para divulgação e proteção desta chamada “cultura religiosa” nas repartições públicas através das Secretarias de Cultura, Turismo, Educação, Segurança, pois o instrumento legal (a lei) lhe outorga esse “poder” a essas religiões/cultura.

Discussões e omissões
Os projetos de leis foram aprovados em 02 votações sem quase nenhuma discussão ou obstáculo pelo Plenário da ALERJ, pois o único parlamentar a questionar as referidas leis foi o deputado evangélico Edson Albertassi/PMDB, que como presidente da Comissão de Orçamento deu parecer oral contrário aos projetos e quando da votação em plenário votou contrário.

Fato negativo durante as votações em plenário, que se deram em dias diferentes e em dois turnos de votação, foi à omissão por parte de diversos deputados evangélicos que estavam em plenário durante a votação (alguns saíram quando o projeto entrou em votação) dos projetos de lei e não discutiram a matéria para questionar entre outras coisas: a constitucionalidade das propostas em razão da criação de encargos ao poder executivo, o repasse de verbas, a separação do Estado e a religião e outros aspectos relevantes pela reprovação das propostas.

O que nos chama atenção é que alguns desses deputados evangélicos que se omitiram em enfrentar este debate e votações, registrando publicamente a sua opinião e voto, dirigem-se na época eleitoral para o seu segmento dizendo ser como atalaias e defensores de valores e princípios e etc.

Esta não é a primeira vez que tais parlamentares se omitem em votações relevantes para o segmento que os elegeu, pois na aprovação do dia mundial do orgulho gay a história se repetiu.

Se continuar desta forma, o Rio de Janeiro será um Estado onde todas as “entidades espirituais” das matrizes afro-brasileiras serão patrimônio imaterial e espiritual através das leis.

Existem outros projetos de igual teor do deputado Átila Nunes que estão para entrar na pauta de votação da ALERJ, transformando novas “entidades espirituais” das religiões de matrizes afro-brasileira em patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro.

Não vou fazer aqui comentários sobre as repercussões espirituais para o Estado com a aprovação destas leis, mas que tem conhecimento faça a sua parte.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

RECORD ACABA DE CONFIRMAR GUGU LIBERATO COMO NOVO CONTRATADO


da Folha Online

O apresentador Gugu Liberato, 50, assinou nesta quinta-feira (25) um contrato de oito anos com a Record. Mesmo contratado pela Record, o apresentador só deixará o SBT em março de 2010, quando vence seu compromisso com a emissora de Silvio Santos.

Veja imagens da carreira de Gugu Liberato
Record é a terceira emissora na carreira de Gugu Liberato
Record oferece "plano de carreira" a Gugu, diz "Ooops!"
Record
O apresentador Gugu Liberato assinou nesta quinta-feira (25) contrato com a Rede Record
O apresentador Gugu Liberato assinou nesta quinta-feira (25) contrato com a Rede Record

Com um salário de R$ 3 milhões, Gugu irá comandar um programa aos domingos na emissora e ainda pode ganhar um programa diário.

A proposta que a Record fez a Gugu Liberato incluiu uma série de benefícios, com destaque para uma maior presença na programação da emissora.

Segundo a coluna "Ooops!", do UOL, somente em salários o contrato chega a cerca de R$ 300 milhões, mas esse valor poderá crescer muito mais, caso apresentador e a Record façam novos acordos sobre licenciamento de marcas e produtos.

Em conversas com executivos do canal há algumas semanas, Gugu esteve no final da tarde de ontem na sede da Record acompanhado de seu advogado, Salvador Regina e o diretor do "Domingo Legal" --programa que comanda no SBT--, Homero Salles.

RECORD ACABA DE CONFIRMAR GUGU LIBERATO COMO NOVO CONTRATADO


da Folha Online

O apresentador Gugu Liberato, 50, assinou nesta quinta-feira (25) um contrato de oito anos com a Record. Mesmo contratado pela Record, o apresentador só deixará o SBT em março de 2010, quando vence seu compromisso com a emissora de Silvio Santos.

Veja imagens da carreira de Gugu Liberato
Record é a terceira emissora na carreira de Gugu Liberato
Record oferece "plano de carreira" a Gugu, diz "Ooops!"
Record
O apresentador Gugu Liberato assinou nesta quinta-feira (25) contrato com a Rede Record
O apresentador Gugu Liberato assinou nesta quinta-feira (25) contrato com a Rede Record

Com um salário de R$ 3 milhões, Gugu irá comandar um programa aos domingos na emissora e ainda pode ganhar um programa diário.

A proposta que a Record fez a Gugu Liberato incluiu uma série de benefícios, com destaque para uma maior presença na programação da emissora.

Segundo a coluna "Ooops!", do UOL, somente em salários o contrato chega a cerca de R$ 300 milhões, mas esse valor poderá crescer muito mais, caso apresentador e a Record façam novos acordos sobre licenciamento de marcas e produtos.

Em conversas com executivos do canal há algumas semanas, Gugu esteve no final da tarde de ontem na sede da Record acompanhado de seu advogado, Salvador Regina e o diretor do "Domingo Legal" --programa que comanda no SBT--, Homero Salles.