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sábado, 22 de agosto de 2009

Bispo Gê pede retirada do projeto contra P2P

Bispo Gê pede retirada do projeto contra P2P
O deputado federal do DEM-SP, Bispo Gê, pediu anulação de seu projeto de lei: ele irá redigir outro no seu lugar, defendendo os direitos autorais

SÃO PAULO – O Bispo Geraldo Tenuta Filho, deputado federal do DEM/SP, entrou ontem (18) com um pedido de retirada do Projeto de Lei nº 5.361/2009, que visava proibir a troca de arquivos via P2P.

Procurado desde a manhã de hoje pelo INFO Online, o deputado não teve tempo para conceder entrevista, mas sua assessoria de imprensa adiantou que ele prepara um novo projeto de lei para substituir o que deseja invalidar.

No comunicado oficial em que pede a remoção de seu projeto, o Bispo Gê justifica seu ato com as palavras de que “o sistema peer-to-peer permite o compartilhamento de dados e recursos numa larga escala eliminando qualquer requisito por servidores gerenciados separadamente e a sua infra-estrutura associada, dificultando assim a fiscalização do compartilhamento de conteúdos protegidos por direitos de propriedade intelectual, o que poderia ocasionar distorções quanto a intenção original do Projeto apresentado”.

Ainda segundo o pedido, o Bispo comunica que tem a intenção de seguir na “proteção dos direitos autorais dos pequenos produtores e artistas brasileiros”.

Para o advogado especialista em tecnologia e internet, Omar Kaminski, que acompanha o trâmite do Projeto de Lei nº 5.361/2009 desde o início, "o projeto era claramente inconstitucional".

Bispo Gê pede retirada do projeto contra P2P

Bispo Gê pede retirada do projeto contra P2P
O deputado federal do DEM-SP, Bispo Gê, pediu anulação de seu projeto de lei: ele irá redigir outro no seu lugar, defendendo os direitos autorais

SÃO PAULO – O Bispo Geraldo Tenuta Filho, deputado federal do DEM/SP, entrou ontem (18) com um pedido de retirada do Projeto de Lei nº 5.361/2009, que visava proibir a troca de arquivos via P2P.

Procurado desde a manhã de hoje pelo INFO Online, o deputado não teve tempo para conceder entrevista, mas sua assessoria de imprensa adiantou que ele prepara um novo projeto de lei para substituir o que deseja invalidar.

No comunicado oficial em que pede a remoção de seu projeto, o Bispo Gê justifica seu ato com as palavras de que “o sistema peer-to-peer permite o compartilhamento de dados e recursos numa larga escala eliminando qualquer requisito por servidores gerenciados separadamente e a sua infra-estrutura associada, dificultando assim a fiscalização do compartilhamento de conteúdos protegidos por direitos de propriedade intelectual, o que poderia ocasionar distorções quanto a intenção original do Projeto apresentado”.

Ainda segundo o pedido, o Bispo comunica que tem a intenção de seguir na “proteção dos direitos autorais dos pequenos produtores e artistas brasileiros”.

Para o advogado especialista em tecnologia e internet, Omar Kaminski, que acompanha o trâmite do Projeto de Lei nº 5.361/2009 desde o início, "o projeto era claramente inconstitucional".

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral

Clique neste link e participe também da movimentação para apresentação da lei de iniciativa popular que proíbe a candidatura de políticos com a ficha suja. Imprima o formulário de adesão. Preencha os campos necessários e depois siga as instruções de envio. Una-se a essa luta pela moralização da política nacional. Imprima mais formulários e passe-os para os seus amigos e parentes. Faltam poucas assinaturas (cerca de 300 mil) para que o limite mínimo de 1% do eleitorado seja atingido e permita a apresentação do projeto. Mas lembre-se: Sua assinatura é fundamental e quanto mais assinaturas melhor.

Faça a sua parte e mostre que lugar de político ladrão é na cadeia.

Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral

Clique neste link e participe também da movimentação para apresentação da lei de iniciativa popular que proíbe a candidatura de políticos com a ficha suja. Imprima o formulário de adesão. Preencha os campos necessários e depois siga as instruções de envio. Una-se a essa luta pela moralização da política nacional. Imprima mais formulários e passe-os para os seus amigos e parentes. Faltam poucas assinaturas (cerca de 300 mil) para que o limite mínimo de 1% do eleitorado seja atingido e permita a apresentação do projeto. Mas lembre-se: Sua assinatura é fundamental e quanto mais assinaturas melhor.

Faça a sua parte e mostre que lugar de político ladrão é na cadeia.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Construção em tempo recorde na Providência




Projeto Cimento Social é retomado em ‘competição’ na comunidade do Centro do Rio. Operários ergueram três casas em apenas três dias

Rio - Três casas construídas em apenas três dias na ‘velocidade 5’. A proeza, conquistada em uma gincana com o suor de 90 homens, é o cartão de visita na tentativa de convencer o governo federal a voltar a investir no projeto Cimento Social, que visa a recuperar e a construir unidades habitacionais no Morro da Providência. Ali, nasceu a primeira das 968 favelas do Rio de Janeiro.

Na retomada do projeto, serão entregues amanhã as três primeiras casas. Três equipes de 30 homens disputaram para ver quem terminava primeiro a residência. São unidades de 60 metros quadrados de dois andares, com sala, cozinha e banheiro no primeiro piso e dois quartos, no segundo. Um dos dormitórios pode ser dividido em dois cômodos. O melhor para a família que vai ocupar o imóvel é que toda a mobília vem junto: armários planejados, cozinha e móveis.

O objetivo é sensibilizar o Ministério das Cidades. “Estou levando a nossa ideia ao ministro (das Cidades) Márcio Fortes, e acho inclusive que pode ser adotada no programa ‘Minha casa, minha vida’, do governo federal”, disse o senador Marcelo Crivella (PRB), durante visita realizada ontem para conferir os arremates finais nas residências. Os beneficiados com as primeiras casas serão anunciados na hora.

Ainda não estão definidas, após a entrega das três casas, quais serão as áreas atingidas. “Começamos novas etapas. Vamos identificar locais de maior necessidade para fazer as intervenções”, promete.

Cada casa, na subida da Providência, custou R$ 50 mil e foi construída em placas de argamassa. O dinheiro, segundo Crivella, veio dos direitos autorais pela venda de seus CDs e DVDs. Ele é cantor gospel.

O senador destaca o avanço social, bem além das paredes de argamassa. Acentua que cem pessoas receberam treinamento para atuar da fundação ao telhado. “É bom ressaltar que toda a mão de obra é local. Estamos trabalhando com algumas pessoas que antes trabalhavam com o tráfico e agora estão lutando com carteira assinada para mudar de vida”, afirma ele, que viajou ontem para visitar o vice-presidente José Alencar, em tratamento contra o câncer em São Paulo.

O Cimento Social estava parado desde junho do ano passado por decisão da Justiça Eleitoral. O TRE autorizou na época que as obras de reforma fossem concluídas só em mutirão. Foram reformadas 55 casas.

A proibição de continuidade das obras ocorreu logo depois da morte de três jovens. Militares do Exército, que garantiam a obra desde dezembro de 2007, foram acusados de prender e entregá-los a bandidos do Morro da Mineira, comunidade rival.

Há dois meses, o projeto ergueu residência modelo na Providência e a entregou a família que estava com o barraco em ruínas. As três novas unidades seguem o padrão. “Há casas que não adiantam ser reformadas. Precisam ser jogadas no chão e reconstruídas. Para isso, desenvolvemos tecnologia. São 72 horas de trabalho e um sonho realizado”, finaliza.

A PRIMEIRA CONTA BANCÁRIA
Trabalhadores da força-tarefa vibram com melhorias

Três equipes de 30 homens correram contra o tempo para concluir as casas. Até ontem à tarde, a Azul liderava com pequena vantagem sobre a Verde e a Vermelha. A que terminar a obra primeiro receberá uma surpresa.

A Favela da Providência surgiu no mapa em 1898. Mil pessoas que ocupavam o cortiço Cabeça de Porco, que fora demolido, resolveram reconstruir os primeiros barracos no morro.

“Muitos trabalhadores que contratamos na obra nunca tiveram conta bancária”, surpreende-se Vander Dantas, coordenador da força-tarefa.

O servente Reinaldo Ramos, 30, vivia há dois anos de biscates. “Quero progredir e me tornar um bom pedreiro”, conta ele, que se comove com as melhorias nas casas dos vizinhos. “Quem chega à Rodoviária Novo Rio e olha o morro vê que ele já tem outro aspecto”, orgulha-se.

Construção em tempo recorde na Providência




Projeto Cimento Social é retomado em ‘competição’ na comunidade do Centro do Rio. Operários ergueram três casas em apenas três dias

Rio - Três casas construídas em apenas três dias na ‘velocidade 5’. A proeza, conquistada em uma gincana com o suor de 90 homens, é o cartão de visita na tentativa de convencer o governo federal a voltar a investir no projeto Cimento Social, que visa a recuperar e a construir unidades habitacionais no Morro da Providência. Ali, nasceu a primeira das 968 favelas do Rio de Janeiro.

Na retomada do projeto, serão entregues amanhã as três primeiras casas. Três equipes de 30 homens disputaram para ver quem terminava primeiro a residência. São unidades de 60 metros quadrados de dois andares, com sala, cozinha e banheiro no primeiro piso e dois quartos, no segundo. Um dos dormitórios pode ser dividido em dois cômodos. O melhor para a família que vai ocupar o imóvel é que toda a mobília vem junto: armários planejados, cozinha e móveis.

O objetivo é sensibilizar o Ministério das Cidades. “Estou levando a nossa ideia ao ministro (das Cidades) Márcio Fortes, e acho inclusive que pode ser adotada no programa ‘Minha casa, minha vida’, do governo federal”, disse o senador Marcelo Crivella (PRB), durante visita realizada ontem para conferir os arremates finais nas residências. Os beneficiados com as primeiras casas serão anunciados na hora.

Ainda não estão definidas, após a entrega das três casas, quais serão as áreas atingidas. “Começamos novas etapas. Vamos identificar locais de maior necessidade para fazer as intervenções”, promete.

Cada casa, na subida da Providência, custou R$ 50 mil e foi construída em placas de argamassa. O dinheiro, segundo Crivella, veio dos direitos autorais pela venda de seus CDs e DVDs. Ele é cantor gospel.

O senador destaca o avanço social, bem além das paredes de argamassa. Acentua que cem pessoas receberam treinamento para atuar da fundação ao telhado. “É bom ressaltar que toda a mão de obra é local. Estamos trabalhando com algumas pessoas que antes trabalhavam com o tráfico e agora estão lutando com carteira assinada para mudar de vida”, afirma ele, que viajou ontem para visitar o vice-presidente José Alencar, em tratamento contra o câncer em São Paulo.

O Cimento Social estava parado desde junho do ano passado por decisão da Justiça Eleitoral. O TRE autorizou na época que as obras de reforma fossem concluídas só em mutirão. Foram reformadas 55 casas.

A proibição de continuidade das obras ocorreu logo depois da morte de três jovens. Militares do Exército, que garantiam a obra desde dezembro de 2007, foram acusados de prender e entregá-los a bandidos do Morro da Mineira, comunidade rival.

Há dois meses, o projeto ergueu residência modelo na Providência e a entregou a família que estava com o barraco em ruínas. As três novas unidades seguem o padrão. “Há casas que não adiantam ser reformadas. Precisam ser jogadas no chão e reconstruídas. Para isso, desenvolvemos tecnologia. São 72 horas de trabalho e um sonho realizado”, finaliza.

A PRIMEIRA CONTA BANCÁRIA
Trabalhadores da força-tarefa vibram com melhorias

Três equipes de 30 homens correram contra o tempo para concluir as casas. Até ontem à tarde, a Azul liderava com pequena vantagem sobre a Verde e a Vermelha. A que terminar a obra primeiro receberá uma surpresa.

A Favela da Providência surgiu no mapa em 1898. Mil pessoas que ocupavam o cortiço Cabeça de Porco, que fora demolido, resolveram reconstruir os primeiros barracos no morro.

“Muitos trabalhadores que contratamos na obra nunca tiveram conta bancária”, surpreende-se Vander Dantas, coordenador da força-tarefa.

O servente Reinaldo Ramos, 30, vivia há dois anos de biscates. “Quero progredir e me tornar um bom pedreiro”, conta ele, que se comove com as melhorias nas casas dos vizinhos. “Quem chega à Rodoviária Novo Rio e olha o morro vê que ele já tem outro aspecto”, orgulha-se.

terça-feira, 30 de junho de 2009

CCJ aprova dia nacional da Marcha para Jesus


Site Câmara dos Deputados
25/06/2009 19h27

CCJ aprova dia nacional da Marcha para Jesus

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou a instituição do Dia Nacional da Marcha para Jesus (PL 3234/08), a ser comemorado 60 dias após o domingo de Páscoa com o objetivo de promover a manifestação pública da fé cristã em todo o País. A proposta é de autoria do senador Marcelo Crivella(PRB-RJ).

O relator do projeto, deputado Carlos Willian (PTC-MG), explica que a Marcha para Jesus já acontece todos os anos em inúmeras cidades brasileiras e em várias partes do mundo, tendo sua origem em Londres, Inglaterra. Ele defendeu a aprovação da proposta.

O projeto tramita em regime de prioridade irá a sanção presidencial.

CCJ aprova dia nacional da Marcha para Jesus


Site Câmara dos Deputados
25/06/2009 19h27

CCJ aprova dia nacional da Marcha para Jesus

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou a instituição do Dia Nacional da Marcha para Jesus (PL 3234/08), a ser comemorado 60 dias após o domingo de Páscoa com o objetivo de promover a manifestação pública da fé cristã em todo o País. A proposta é de autoria do senador Marcelo Crivella(PRB-RJ).

O relator do projeto, deputado Carlos Willian (PTC-MG), explica que a Marcha para Jesus já acontece todos os anos em inúmeras cidades brasileiras e em várias partes do mundo, tendo sua origem em Londres, Inglaterra. Ele defendeu a aprovação da proposta.

O projeto tramita em regime de prioridade irá a sanção presidencial.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Crivella anuncia projeto que permite à PF atuar no combate às milícias


Posted 18/06/2009 by Amigos do Crivella
Crivella anuncia projeto que permite à PF atuar no combate às milíciasverImagem.aspx

O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) anunciou que pretende apresentar projeto que federaliza o crime praticado por milícias, o que permitirá a atuação da Polícia Federal no seu combate, especialmente no Rio de Janeiro. Ele afirmou que as milícias do Rio já controlam em muitos morros da cidade a distribuição de gás, de TV a cabo, “às vezes água e eletricidade” e ainda chegam a cobrar segurança dos moradores.

- Milícia é a polícia bandida. É aquela que é paga pela sociedade, recebe treinamento e depois se volta contra sociedade. São os ladrões do vale-transporte e da marmita do trabalhador – disse.

Crivella disse que decidiu propor a federalização desse crime por ter concluído que é muito difícil a polícia estadual combater seu próprios integrantes.

- Eles sabem onde mora o policial que combate a milícia e ameaçam sua mulher e seus filhos – disse.

Para o senador, com a federalização o governo levará para o Rio de Janeiro agentes de outros estados que, por não terem nem endereço na cidade, não ficariam sujeitos à chantagem.

Crivella disse ainda que um exemplo de que as milícias “já passaram doslimites” no Rio é a notícia de que a metade de um batalhão da polícia, com cerca de 300 pessoas, é suspeito de envolvimento com milicianos.

Da Redação / Agência Senado

Assita ao vídeo

http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=92456&codAplicativo=2

Crivella anuncia projeto que permite à PF atuar no combate às milícias


Posted 18/06/2009 by Amigos do Crivella
Crivella anuncia projeto que permite à PF atuar no combate às milíciasverImagem.aspx

O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) anunciou que pretende apresentar projeto que federaliza o crime praticado por milícias, o que permitirá a atuação da Polícia Federal no seu combate, especialmente no Rio de Janeiro. Ele afirmou que as milícias do Rio já controlam em muitos morros da cidade a distribuição de gás, de TV a cabo, “às vezes água e eletricidade” e ainda chegam a cobrar segurança dos moradores.

- Milícia é a polícia bandida. É aquela que é paga pela sociedade, recebe treinamento e depois se volta contra sociedade. São os ladrões do vale-transporte e da marmita do trabalhador – disse.

Crivella disse que decidiu propor a federalização desse crime por ter concluído que é muito difícil a polícia estadual combater seu próprios integrantes.

- Eles sabem onde mora o policial que combate a milícia e ameaçam sua mulher e seus filhos – disse.

Para o senador, com a federalização o governo levará para o Rio de Janeiro agentes de outros estados que, por não terem nem endereço na cidade, não ficariam sujeitos à chantagem.

Crivella disse ainda que um exemplo de que as milícias “já passaram doslimites” no Rio é a notícia de que a metade de um batalhão da polícia, com cerca de 300 pessoas, é suspeito de envolvimento com milicianos.

Da Redação / Agência Senado

Assita ao vídeo

http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=92456&codAplicativo=2

segunda-feira, 1 de junho de 2009

ALERTA GERAL: SENADOR AZEREDO AUMENTA PRESSÃO PARA APROVAR SEU PROJETO DE VIOLAÇÃO DA LIBERDADE E IMPLANTAÇÃO DO VIGILANTISMO NA INTERNET



O Senador Azeredo, eleito presidente da Comissão de Relações Internacionais do Senado, no dia 4 de março, a partir de sua nova posição está pressionando o governo para apoiar a aprovação do seu projeto de criminalização da Internet na Câmara.

No dia 5 de março, o deputado conservador ligado ao PSDB, Regis de Oliveira (PSC-SP), conseguiu aprovar seu parecer favorável ao projeto do Senador Azeredo na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados. O Parecer afirma que o projeto vigilantista e violador da privacidade na rede é constitucional e clama pela sua aprovação .

O projeto de lei do Senador Azeredo quer destruir as redes abertas, impor o fim da comunicação anônima na Internet e criminalizar práticas cotidianas na rede. Abre espaço para atacar as redes P2P, como tem ocorrido em todo o mundo (veja o exemplo do julgamento do Pirate Bay). O projeto do Senador Azeredo é apoiado pela Febraban e pelos banqueiros que querem repassar para a sociedade os custos da segurança bancária.

Quem quiser se somar à luta pela liberdade e privacidade na Internet, envie um e-mail para o deputado do seu Estado pedindo que vote contra o projeto de crimes da Internet re-escrito pelo Senador Azeredo. Porcure no site da Câmara o e-mail do deputado do seu Estado: http://www2.camara.gov.br/canalinteracao/faledeputado

Leia as postagens que esclarecem os riscos dos artigos 285-A, 285-B e 22 do projeto-substitutivo do Senador Azeredo:
http://samadeu.blogspot.com/search/label/contra%20PLC%20do%20Azeredo

Ajude a divulgar a petição contra o projeto original do Senador Azeredo.

ALERTA GERAL: SENADOR AZEREDO AUMENTA PRESSÃO PARA APROVAR SEU PROJETO DE VIOLAÇÃO DA LIBERDADE E IMPLANTAÇÃO DO VIGILANTISMO NA INTERNET



O Senador Azeredo, eleito presidente da Comissão de Relações Internacionais do Senado, no dia 4 de março, a partir de sua nova posição está pressionando o governo para apoiar a aprovação do seu projeto de criminalização da Internet na Câmara.

No dia 5 de março, o deputado conservador ligado ao PSDB, Regis de Oliveira (PSC-SP), conseguiu aprovar seu parecer favorável ao projeto do Senador Azeredo na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados. O Parecer afirma que o projeto vigilantista e violador da privacidade na rede é constitucional e clama pela sua aprovação .

O projeto de lei do Senador Azeredo quer destruir as redes abertas, impor o fim da comunicação anônima na Internet e criminalizar práticas cotidianas na rede. Abre espaço para atacar as redes P2P, como tem ocorrido em todo o mundo (veja o exemplo do julgamento do Pirate Bay). O projeto do Senador Azeredo é apoiado pela Febraban e pelos banqueiros que querem repassar para a sociedade os custos da segurança bancária.

Quem quiser se somar à luta pela liberdade e privacidade na Internet, envie um e-mail para o deputado do seu Estado pedindo que vote contra o projeto de crimes da Internet re-escrito pelo Senador Azeredo. Porcure no site da Câmara o e-mail do deputado do seu Estado: http://www2.camara.gov.br/canalinteracao/faledeputado

Leia as postagens que esclarecem os riscos dos artigos 285-A, 285-B e 22 do projeto-substitutivo do Senador Azeredo:
http://samadeu.blogspot.com/search/label/contra%20PLC%20do%20Azeredo

Ajude a divulgar a petição contra o projeto original do Senador Azeredo.

sábado, 30 de maio de 2009

Morro da Providência


Marcelo Crivella


O Morro da Providência é a primeira favela do Brasil. Ela começou em dois momentos distintos. Em novembro de 1864, Solano Lopes, Presidente do Paraguai, prende o navio brasileiro e, em seguida, invade o Mato Grosso do Sul até Dourados, e o Estado do Rio Grande do Sul.
O Brasil se une ao Uruguai e à Argentina para enfrentar o Paraguai, que, na ocasião, contava com um exército de 80 mil homens, fábricas de pólvora e armas, e tinha um índice de desenvolvimento relativo superior ao do Brasil. Para enfrentá-lo, Dom Pedro II lança o programa chamado Voluntários da Pátria, que oferecia alforria aos negros escravos que se dispusessem ir à guerra.
Milhares foram, muitos morreram, muitos voltaram. Ao desembarcarem no Cais do Valongo, no Rio de Janeiro, encontram a seguinte situação: alforria, mas sem trabalho e moradia. É bem verdade que Duque de Caxias defendia a tese de que qualquer um, fosse índio, fosse negro, branco pobre ou mestiço, que vestisse a farda, se tornasse cidadão.
Mas, para o PRP - Partido Republicano Paulista, de 1870, não havia interesse, na ocasião, de lutar contra a escravidão, já que ela se constituía num vetor de desgaste para o império.
Esses soldados heróis, em parte vão ocupar as partes planas ao sopé do Morro da Providência. Vinte e sete anos mais tarde, com o fim da cruel Guerra dos Canudos, os soldados retornados vão ocupar as partes altas do Morro da Providência.
Há, também, segundo outras fontes, os desalojados do cortiço Cabeça de Porco, que também ocupam o Morro da Providência por volta do fim do Século XIX.
O importante a assinalar é que já se passaram 137 anos e, ao invés de termos urbanizado o Morro da Providência, por um processo de desenvolvimento extremamente injusto, criamos outras centenas de comunidades carentes no Rio de Janeiro.
As pessoas continuam indo à guerra da sobrevivência, não como soldados, mas como pedreiros, mecânicos, carpinteiros, empregados domésticos, sucessivas gerações de negros, brancos pobres e mestiços que lutam muito, mas o salário que recebem é só o suficiente para viver e a moradia continua sendo casas improvisadas nos morros da cidade.
Foi por isso que elaborei o Projeto Cimento Social, cujo objetivo é ajudar as famílias a terminarem suas casas nas comunidades carentes. O Presidente Lula, atento a esta questão, destinou 12,6 milhões de reais para a obra, e, na primeira fase, 782 casas receberão argamassa, pintura, portas e janelas, reforço estrutural e telhado para evitar a proliferação do mosquito da dengue nas comunidades carentes. O Exército será encarregado de realizar a obra por razões históricas. Será uma clarinada de fé e de esperança, uma alvorada redentora para centenas de famílias carentes, que, finalmente, poderão concluir suas casas.
E o sangue de brancos e negros derramado coloriu o verde das águas dos rios pela glória do Brasil da Guerra do Paraguai. Hoje, com o Cimento Social, se presta a eles a mais solene, justa e merecida recompensa.

Publicado no Jonal Povo do Rio, em 18 de dezembro de 2007.

Morro da Providência


Marcelo Crivella


O Morro da Providência é a primeira favela do Brasil. Ela começou em dois momentos distintos. Em novembro de 1864, Solano Lopes, Presidente do Paraguai, prende o navio brasileiro e, em seguida, invade o Mato Grosso do Sul até Dourados, e o Estado do Rio Grande do Sul.
O Brasil se une ao Uruguai e à Argentina para enfrentar o Paraguai, que, na ocasião, contava com um exército de 80 mil homens, fábricas de pólvora e armas, e tinha um índice de desenvolvimento relativo superior ao do Brasil. Para enfrentá-lo, Dom Pedro II lança o programa chamado Voluntários da Pátria, que oferecia alforria aos negros escravos que se dispusessem ir à guerra.
Milhares foram, muitos morreram, muitos voltaram. Ao desembarcarem no Cais do Valongo, no Rio de Janeiro, encontram a seguinte situação: alforria, mas sem trabalho e moradia. É bem verdade que Duque de Caxias defendia a tese de que qualquer um, fosse índio, fosse negro, branco pobre ou mestiço, que vestisse a farda, se tornasse cidadão.
Mas, para o PRP - Partido Republicano Paulista, de 1870, não havia interesse, na ocasião, de lutar contra a escravidão, já que ela se constituía num vetor de desgaste para o império.
Esses soldados heróis, em parte vão ocupar as partes planas ao sopé do Morro da Providência. Vinte e sete anos mais tarde, com o fim da cruel Guerra dos Canudos, os soldados retornados vão ocupar as partes altas do Morro da Providência.
Há, também, segundo outras fontes, os desalojados do cortiço Cabeça de Porco, que também ocupam o Morro da Providência por volta do fim do Século XIX.
O importante a assinalar é que já se passaram 137 anos e, ao invés de termos urbanizado o Morro da Providência, por um processo de desenvolvimento extremamente injusto, criamos outras centenas de comunidades carentes no Rio de Janeiro.
As pessoas continuam indo à guerra da sobrevivência, não como soldados, mas como pedreiros, mecânicos, carpinteiros, empregados domésticos, sucessivas gerações de negros, brancos pobres e mestiços que lutam muito, mas o salário que recebem é só o suficiente para viver e a moradia continua sendo casas improvisadas nos morros da cidade.
Foi por isso que elaborei o Projeto Cimento Social, cujo objetivo é ajudar as famílias a terminarem suas casas nas comunidades carentes. O Presidente Lula, atento a esta questão, destinou 12,6 milhões de reais para a obra, e, na primeira fase, 782 casas receberão argamassa, pintura, portas e janelas, reforço estrutural e telhado para evitar a proliferação do mosquito da dengue nas comunidades carentes. O Exército será encarregado de realizar a obra por razões históricas. Será uma clarinada de fé e de esperança, uma alvorada redentora para centenas de famílias carentes, que, finalmente, poderão concluir suas casas.
E o sangue de brancos e negros derramado coloriu o verde das águas dos rios pela glória do Brasil da Guerra do Paraguai. Hoje, com o Cimento Social, se presta a eles a mais solene, justa e merecida recompensa.

Publicado no Jonal Povo do Rio, em 18 de dezembro de 2007.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Projeto Rondon - Campi Avançados




CAMPIS AVANÇADOS
Luiz Mendonça
Jornalista e Conselheiro Nacional do Projeto Rondon
Artigo publicado no Jornal ADESGUIANO – Março de 2009 páginas 4

Atentem para o que lerão:
Autoridades brasileiras afirmaram, no Congresso Nacional, sobre as ONGs na Amazônia sem o controle pelo Governo, sobre as quais “muito pouco” se pode faze; considerando as limitações
Jurídicas. “Não podemos sequer saber o conteúdo dos interesses dessas organizações porque a Lei não permite”. Que absurdo! Que fragilidade!
Para encaminhar a solução deste problema é possível usar a experiência de 40 anos de Projeto Rondon, que mobilizou mais de 400 mil universitários e professores na luta pela integração e ocupação da Amazônia, com o programa Campi Avançados. Em 1989 havia, na Amazônia, 23 Campi, operados por 55 instituições de ensino de todo o país, sendo 35 universidades e 20 escolas de ensino superior!
Durante 22 anos os Campi existiram, equipados e funcionando, com alojamentos e demais instalações de apoio administrativo, salas de aula, laboratórios, ambulatórios, veículos, lanchas, barcos, proporcionando a mais de 120 mil participantes a oportunidade de conviver com realidades assimétricas e dispares.
Era o Projeto Rondon! Perguntem aos seus amigos: “Vocês já ouviram falar do Projeto Rondon¿” Registrem a resposta.
Mais do que prestarem serviços dos órgãos públicos municipais e estaduais, com levantamentos estatísticos, estudos de desenvolvimento; mais do que a assistência médico-social, odontológica, oftalmológica, preventiva, vacinação; mais do que toda a sorte de assistência social que os rondonistas propiciam às populações carentes ações que por si só justificam a existência do PROJETO RONDON.
Os Campi Avançados significaram a integração dos brasileiros com o país. E ainda mais: promoveram a troca de culturas, hábitos, religião e saberes dos múltiplos segmentos que compõe a Nação. Com eles criou-se o Programa de Interiorização, voltado para profissionais recém formados. Esse programa era o que modernamente pretende o governo para o aproveitamento dos jovens do serviço militar, não incorporados às Forças Armadas.

NOTA DOS EDITORES DA FOLHA REPUBLICANA:
A AMAZÔNIA É NOSSA!

Projeto Rondon - Campi Avançados




CAMPIS AVANÇADOS
Luiz Mendonça
Jornalista e Conselheiro Nacional do Projeto Rondon
Artigo publicado no Jornal ADESGUIANO – Março de 2009 páginas 4

Atentem para o que lerão:
Autoridades brasileiras afirmaram, no Congresso Nacional, sobre as ONGs na Amazônia sem o controle pelo Governo, sobre as quais “muito pouco” se pode faze; considerando as limitações
Jurídicas. “Não podemos sequer saber o conteúdo dos interesses dessas organizações porque a Lei não permite”. Que absurdo! Que fragilidade!
Para encaminhar a solução deste problema é possível usar a experiência de 40 anos de Projeto Rondon, que mobilizou mais de 400 mil universitários e professores na luta pela integração e ocupação da Amazônia, com o programa Campi Avançados. Em 1989 havia, na Amazônia, 23 Campi, operados por 55 instituições de ensino de todo o país, sendo 35 universidades e 20 escolas de ensino superior!
Durante 22 anos os Campi existiram, equipados e funcionando, com alojamentos e demais instalações de apoio administrativo, salas de aula, laboratórios, ambulatórios, veículos, lanchas, barcos, proporcionando a mais de 120 mil participantes a oportunidade de conviver com realidades assimétricas e dispares.
Era o Projeto Rondon! Perguntem aos seus amigos: “Vocês já ouviram falar do Projeto Rondon¿” Registrem a resposta.
Mais do que prestarem serviços dos órgãos públicos municipais e estaduais, com levantamentos estatísticos, estudos de desenvolvimento; mais do que a assistência médico-social, odontológica, oftalmológica, preventiva, vacinação; mais do que toda a sorte de assistência social que os rondonistas propiciam às populações carentes ações que por si só justificam a existência do PROJETO RONDON.
Os Campi Avançados significaram a integração dos brasileiros com o país. E ainda mais: promoveram a troca de culturas, hábitos, religião e saberes dos múltiplos segmentos que compõe a Nação. Com eles criou-se o Programa de Interiorização, voltado para profissionais recém formados. Esse programa era o que modernamente pretende o governo para o aproveitamento dos jovens do serviço militar, não incorporados às Forças Armadas.

NOTA DOS EDITORES DA FOLHA REPUBLICANA:
A AMAZÔNIA É NOSSA!