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quinta-feira, 25 de junho de 2009

Nós só temos 24 horas para salvar milhões de hectares da Amazônia do desmatamento e destruição


Amigos,

É incrível, em apenas um dia mais de 13.000 brasileiros enviaram mensagens para o Presidente Lula pedindo para ele vetar as partes da Medida Provisória que vai privatizar a Amazônia. O Lula vai assinar a MP HOJE. Todos nós precisamos participar, para que a pressão pública consiga influenciar a sua decisão. Clique abaixo para enviar uma mensagem para o Presidente. Vamos tentar conseguir 20.000 mensagens até o final do dia - por isso encaminhe este alerta para seus amigos e familiares!

http://www.avaaz.org/po/lula_prazo_final

---------------------------------------------

Amigos,
Em 24 horas mais de 13.000 pessoas enviaram mensagns para o Presidente Lula pedindo para ele vetar partes da MP que irá privatizar a Amazônia. A pressão popular é fundamental nestes momentos decisivos até a MP ser assinada. Clique abaixo para enviar uma mensagem para o Lula, vamos mostrar pra ele que os brasileiros se importam com a Amazônia!

Mande uma mensagem pro Lula agora!


Nós só temos 24 horas para salvar milhões de hectares da Amazônia do desmatamento e destruição: está quinta-feira é o prazo final para o Presidente Lula decidir se vai vetar alguns pontos da Medida Provisória que irá privatizar partes da Amazônia pertencentes à União.

Duas semanas atrás a Avaaz enviou um alerta sobre a Medida Provisória (MP) 458 e mais de 14.000 pessoas congestionaram as linhas telefônicas do Gabinete Presidencial pedindo o veto das partes mais perigosas da MP. Dentro de 48 horas o Presidente declarou publicamente que iria vetar os pontos criticados pela campanha. Porém, desde então o Presidente tem sofrido uma forte pressão da bancada ruralista do governo, fazendo declarações preocupantes sobre o desenvolvimento da região Amazônica.

Nós temos menos de dois dias para persuadir o Presidente a manter a sua palavra. Neste momento crítico em que o Lula está decidindo o que vetar, a pressão popular poderá ter um papel decisivo para a proteção da Amazônia. Clique abaixo para enviar uma mensagem para o Lula AGORA, leva só dois minutos para registrar a sua participação:

http://www.avaaz.org/po/lula_prazo_final

A Medida Provisória 458 não é toda ruim, ela foi concebida para proteger pequenos agricultores que precisam do título legal das terras que ocupam. Porém, a MP foi manipulada pelos interesses do agronegócio, muitos dos quais são responsáveis pela ocupação violenta e ilegal de terras amazônicas. Se a MP for assinada na sua forma atual, os que mais tem serão os maiores beneficiários do programa do governo.

Nossas apelo para o Lula é:

1. Vetar a ocupação e exploração “indireta”, para que apenas as pessoas que moram nas terras tenham suas propriedades regulamentadas
2. Vetar regularização para empresas privadas, somente pessoas físicas devem ter direito à regularização
3. Proibir a comercialização das terras regularizadas por 10 anos, ao invés dos propostos 3 anos, evitando assim a especulação comercial das terras

Se milhares de pessoas enviarem uma mensagem, poderemos garantir a preservação de uma vasta área da floresta. Clique aqui para enviar uma mensagem para o Presidente Lula, usando a ferramenta do nosso site:

http://www.avaaz.org/po/lula_prazo_final

O destino da Amazônia será definido dramaticamente até o final desta semana. Certamente está não será a nossa batalha final para defender a Amazônia, mas é uma batalha importante. Vamos manter a pressão e mostrar para o Lula que os brasileiros se importam com a Amazônia!

Com esperança e convicção,

Alice, Graziela, Ben, Ricken, Luis, Paula, Pascal, Iain, Paul, Brett, Ben, Raj e toda a equipe Avaaz

Leia mais sobre o assunto:

Lula ainda não decidiu sobre veto à MP da Amazônia:
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/06/18/lula-ainda-nao-decidiu-sobre-veto-mp-da-amazonia-756409274.asp

Lula adia prazo de decisão sobre polêmica lei de terras:
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1199964-5602,00-LULA+ADIA+PRAZO+DE+DECISAO+SOBRE+POLEMICA+LEI+DE+TERRAS.html

A MP 458 e o futuro da Amazônia:
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2009/06/10/a-mp-458-o-futuro-da-amazonia-194228.asp

Lula lança em MT programa para regularizar terras na Amazônia:
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,lula-lanca-em-mt-programa-para-regularizar-terras-na-amazonia,389988,0.htm

Lula defende medida que regulariza terras:
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2552106.xml&template=3898.dwt&edition=12561§ion=1007

Nós só temos 24 horas para salvar milhões de hectares da Amazônia do desmatamento e destruição


Amigos,

É incrível, em apenas um dia mais de 13.000 brasileiros enviaram mensagens para o Presidente Lula pedindo para ele vetar as partes da Medida Provisória que vai privatizar a Amazônia. O Lula vai assinar a MP HOJE. Todos nós precisamos participar, para que a pressão pública consiga influenciar a sua decisão. Clique abaixo para enviar uma mensagem para o Presidente. Vamos tentar conseguir 20.000 mensagens até o final do dia - por isso encaminhe este alerta para seus amigos e familiares!

http://www.avaaz.org/po/lula_prazo_final

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Amigos,
Em 24 horas mais de 13.000 pessoas enviaram mensagns para o Presidente Lula pedindo para ele vetar partes da MP que irá privatizar a Amazônia. A pressão popular é fundamental nestes momentos decisivos até a MP ser assinada. Clique abaixo para enviar uma mensagem para o Lula, vamos mostrar pra ele que os brasileiros se importam com a Amazônia!

Mande uma mensagem pro Lula agora!


Nós só temos 24 horas para salvar milhões de hectares da Amazônia do desmatamento e destruição: está quinta-feira é o prazo final para o Presidente Lula decidir se vai vetar alguns pontos da Medida Provisória que irá privatizar partes da Amazônia pertencentes à União.

Duas semanas atrás a Avaaz enviou um alerta sobre a Medida Provisória (MP) 458 e mais de 14.000 pessoas congestionaram as linhas telefônicas do Gabinete Presidencial pedindo o veto das partes mais perigosas da MP. Dentro de 48 horas o Presidente declarou publicamente que iria vetar os pontos criticados pela campanha. Porém, desde então o Presidente tem sofrido uma forte pressão da bancada ruralista do governo, fazendo declarações preocupantes sobre o desenvolvimento da região Amazônica.

Nós temos menos de dois dias para persuadir o Presidente a manter a sua palavra. Neste momento crítico em que o Lula está decidindo o que vetar, a pressão popular poderá ter um papel decisivo para a proteção da Amazônia. Clique abaixo para enviar uma mensagem para o Lula AGORA, leva só dois minutos para registrar a sua participação:

http://www.avaaz.org/po/lula_prazo_final

A Medida Provisória 458 não é toda ruim, ela foi concebida para proteger pequenos agricultores que precisam do título legal das terras que ocupam. Porém, a MP foi manipulada pelos interesses do agronegócio, muitos dos quais são responsáveis pela ocupação violenta e ilegal de terras amazônicas. Se a MP for assinada na sua forma atual, os que mais tem serão os maiores beneficiários do programa do governo.

Nossas apelo para o Lula é:

1. Vetar a ocupação e exploração “indireta”, para que apenas as pessoas que moram nas terras tenham suas propriedades regulamentadas
2. Vetar regularização para empresas privadas, somente pessoas físicas devem ter direito à regularização
3. Proibir a comercialização das terras regularizadas por 10 anos, ao invés dos propostos 3 anos, evitando assim a especulação comercial das terras

Se milhares de pessoas enviarem uma mensagem, poderemos garantir a preservação de uma vasta área da floresta. Clique aqui para enviar uma mensagem para o Presidente Lula, usando a ferramenta do nosso site:

http://www.avaaz.org/po/lula_prazo_final

O destino da Amazônia será definido dramaticamente até o final desta semana. Certamente está não será a nossa batalha final para defender a Amazônia, mas é uma batalha importante. Vamos manter a pressão e mostrar para o Lula que os brasileiros se importam com a Amazônia!

Com esperança e convicção,

Alice, Graziela, Ben, Ricken, Luis, Paula, Pascal, Iain, Paul, Brett, Ben, Raj e toda a equipe Avaaz

Leia mais sobre o assunto:

Lula ainda não decidiu sobre veto à MP da Amazônia:
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2009/06/18/lula-ainda-nao-decidiu-sobre-veto-mp-da-amazonia-756409274.asp

Lula adia prazo de decisão sobre polêmica lei de terras:
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1199964-5602,00-LULA+ADIA+PRAZO+DE+DECISAO+SOBRE+POLEMICA+LEI+DE+TERRAS.html

A MP 458 e o futuro da Amazônia:
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2009/06/10/a-mp-458-o-futuro-da-amazonia-194228.asp

Lula lança em MT programa para regularizar terras na Amazônia:
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,lula-lanca-em-mt-programa-para-regularizar-terras-na-amazonia,389988,0.htm

Lula defende medida que regulariza terras:
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2552106.xml&template=3898.dwt&edition=12561§ion=1007

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Ameaças Sobre a Internacionalização da Amazônia


(http://www.adesg.org.br/portal/noticias/73-ameacas-sobre-a-internacionalizacao-da-amazonia)
Foto: Representante da ADESG em Petrópolis, Hélio Moura Filho,General-de-Exéricito Luiz Gonzaga Schroeder Lessa, ex-Comandante Militar da Amazônia, Magnífico Reitor da UCP, Engº José Luiz Rangel Sampaio Fernandes.


Ameaças Sobre a Internacionalização da Amazônia
Prezados Senhores,

Aconteceu no dia 04/06 no Salão Nobre da Universidade Católica de Petrópolis (UCP) magistral palestra proferida pelo GENERAL-DE-EXÉRCITO LUIZ GONZAGA SCHROEDER LESSA, ex-Comandante Militar da Amazônia, sobre o tema " Ameaças de Internacionalização da Amazônia ".
A referida palestra fora um sucesso, contando com a presença do Representante da ADESG em Petrópolis, Hélio Moura Filho, Magnífico Reitor da UCP, Engº José Luiz Rangel Sampaio Fernandes, Adesguianos, Rotaryanos, Profissionais Liberais, Militares das Forças Armadas e Polícia Militar e o ex-Ministro das Comunicações o Comandante Euclides Quandt de Oliveira e diversas personalidades formadores de opinião e muitos universitários.
Após o evento, houve um rico debate, onde o Palestrante profundo conhecedor da área tirou muitas dúvidas, esclarecendo a platéia os acontecimentos atuais daquela região, hoje notícia na mídia global.
Saudações, Hélio Moura Filho Representante da ADESG em Petrópolis Tel: 24 2245.0303

Ameaças Sobre a Internacionalização da Amazônia


(http://www.adesg.org.br/portal/noticias/73-ameacas-sobre-a-internacionalizacao-da-amazonia)
Foto: Representante da ADESG em Petrópolis, Hélio Moura Filho,General-de-Exéricito Luiz Gonzaga Schroeder Lessa, ex-Comandante Militar da Amazônia, Magnífico Reitor da UCP, Engº José Luiz Rangel Sampaio Fernandes.


Ameaças Sobre a Internacionalização da Amazônia
Prezados Senhores,

Aconteceu no dia 04/06 no Salão Nobre da Universidade Católica de Petrópolis (UCP) magistral palestra proferida pelo GENERAL-DE-EXÉRCITO LUIZ GONZAGA SCHROEDER LESSA, ex-Comandante Militar da Amazônia, sobre o tema " Ameaças de Internacionalização da Amazônia ".
A referida palestra fora um sucesso, contando com a presença do Representante da ADESG em Petrópolis, Hélio Moura Filho, Magnífico Reitor da UCP, Engº José Luiz Rangel Sampaio Fernandes, Adesguianos, Rotaryanos, Profissionais Liberais, Militares das Forças Armadas e Polícia Militar e o ex-Ministro das Comunicações o Comandante Euclides Quandt de Oliveira e diversas personalidades formadores de opinião e muitos universitários.
Após o evento, houve um rico debate, onde o Palestrante profundo conhecedor da área tirou muitas dúvidas, esclarecendo a platéia os acontecimentos atuais daquela região, hoje notícia na mídia global.
Saudações, Hélio Moura Filho Representante da ADESG em Petrópolis Tel: 24 2245.0303

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Saudosos La Fontaine e Monteiro Lobato!

As Raposas e o Sol
*Raymundo Araujo Filho

Quando eu era criança (bons tempos aqueles) me deliciava com as fábulas de La Fontaine, o maior fabulista de todos os tempos, a nós oferecidas e traduzidas pelo maior escritor infanto juvenil do mundo, Monteiro Lobato.
Duas das que eu mais gostava eram a Raposa e as Uvas e aquela em que o Corvo, de tanto ouvir elogios ao seu “belo canto” foi fazer um solo vocal e deixou cair o pedaço de queijo tão almejado por aquele que o elogiava tão insistente e mentirosamente.
Não me cansava, primeiro de ouvir e depois de ler em livros com belíssimas ilustrações, a fábula da raposa que, sem poder alcançar as uvas que muito lhe apeteciam, vivia a desdenhá-las dizendo-as ainda verdes, gerando o famoso ditado “quem desdenha quer comprar”.
Hoje, os tempos e as fábulas são outras e, infelizmente, não sou mais aquela criança criada no Leblon e no Méier com extrema liberdade de ação, em uma cidade ainda não deteriorada, suja, injusta e ameaçadora como é, hoje, o nosso Rio.
As fábulas de nossos modernos tempos e que não posso fugir de tomar conhecimento são outras. Não mais envolvem simples postulados morais e éticos como as de outrora. Envolvem sim, interesses (bi)milionários e questões que dizem respeito à própria segurança nacional e defesa de nossas riquezas e soberania.
Refiro-me ao episódio da recente demarcação de forma contínua das terras dos índios Yanomãnis, a reserva Raposa do Sol, lá no extremo norte brasileiro, na ainda fronteira entre o Brasil e a Venezuela, no Amapá.
De um lado, a etnia Yanomãni, depositários legítimos de nossa memória ancestral e credores incontestáveis de terras para a sobrevivência dos seus filhos e desenvolvimento de sua cultura nômade, que necessita de vasto território para afirmação cultural e bem estar de seus membros.
Do outro, a “civilização” que, sob a cumplicidade dos poderosos de nosso país, foram invadindo, corrompendo, irrompendo em território alheio, estabelecendo suas culturas agropecuárias e sociais predatórias, exterminando sem piedade um elo poderoso, porém desprotegido, que são os Yanomãni.
Muitos destes novos colonizadores do Eldorado Brasileiro, lá estão hoje em
posição de franca alienação frente ao mal que produziram e produzem a um povo que é patrimônio da humanidade e ao santuário ambiental, quais sejam os índios Yanomãnis e a Savana Brasileira. Agem como se fossem Inocentes Assassinos.
E, como a raposa da fábula, sempre desdenhando do local dizendo “ali só dá para plantar arroz e criar gado”. Sobre as riquezas minerais da região, nem um pio.
Ao contrário desta ignomínia de facínoras, o cenário é de intensas riquezas naturais. Dentro do arco de personagens envolvidos na questão temos aqueles diretamente interessados e aqueles cujos interesses são inconfessáveis, por estarem a serviço da exploração irracional da natureza e do homem pelo homem.
Índios, colonos, testas de ferro, paus mandados, paus de arara, poder político, poder econômico, governos e ongs. Tênues fronteiras entre a vida proba e a corrupção. Entre desenvolvimento sustentado e destruição. Entre interesses legítimos e ilegítimos. Entre os fortes e os fracos.
Assim, como produto de uma discussão desfocada e de pouca profundidade, como os falsos elogios aos acordes vocais do corvo da fábula, consolidaram-se como as únicas duas opções possíveis para o conflito, a calça de veludo ou a bunda de fora, ou melhor, a completa demarcação das terras indígenas de forma contínua com a Venezuela ou o retalhamento das áreas indígenas e a morte da etnia ancestral, em pouco tempo.
A primeira opção foi engendrada por um acordo bilateral supervisionado pelo Tio Sam, que reuniu dois ex-presidentes, um do Brasil e outro da Venezuela, os dois com direitos políticos suspensos atualmente e protagonistas de espetáculos de corrupção explícita. A segunda é defendida pelos que lá se estabeleceram como plantadores de arroz e criadores de gado. As duas opções apenas servem, entretanto, aos donos do poder econômico, de olho nas riquezas minerais e genéticas imensuráveis da região e que apostam na polarização destas duas propostas, como se nada melhor pudesse ser imaginado.
Ora, se as duas propostas servem ao mesmo grupo, é óbvio que deve haver uma outra proposição que preserve a etnia Yanomãni e, ao mesmo tempo, impeça uma possível futura constituição de uma nação indígena autônoma entre os dois países, nova proprietária e com os direitos de negociação de todas aquelas riquezas. E a ONU está aí mesmo para legalizar tal absurdo. E não há inocentes neste jogo. A não ser alguns bobos alegres urbanos que, há milhares de quilômetros de distância, fingem poder resolver tão complicado problema, sempre municiados com verbas e pela mídia comprometida com os piores interesses.
A terceira opção existe, porém propositadamente não foi discutida. Esta consiste, primeiramente, na realocação em outras áreas de todos aqueles que para lá foram conquistar um novo Eldorado, às custas da degradação ambiental e da etnia Yanomãni. Depois a demarcação da área entre os dois países como uma reserva indígena única, porém com uma faixa de 50 Km de largura em toda a fronteira para que fique a cargo da fiscalização do Exército Brasileiro, incumbido de apenas permitir a presença segura dos membros da etnia Yanomãni, com livre trânsito fronteiriço, desde que nada carreguem das riquezas minerais do subsolo e de matrizes genéticas animais ou vegetais, para lá ou para cá, de forma comercial unilateral com a sociedade brasileira. Esta atividade continuaria como prerrogativa soberana do Governo Brasileiro e com justa remuneração percentual para os Yanomãnis, como reparo histórico.
Mas, lamentavelmente, o Governo do Presidente Lula, com a sua tsunâmica falta de percepção do óbvio, optou pela demarcação contínua, sem salvaguardas, talvez para premiar a fartamente derrotada Ministra Marina Silva, que a defendia dentro de sua visão essencialmente de falsa ingênua e não racional, que lhe é peculiar.
E fica o Sen. Sibá Machado (PT-AC) a fazer discursos no Senado, dizendo que nada temos a temer, pois o subsolo da região pertence à nação brasileira, como reza a Constituição. Como se bandidos ou interesses internacionais poderosos respeitassem a Constituição de países, principalmente daqueles com dirigentes políticos frouxos e aliados a corruptos de longa data e execração pública. Vide a entrega do Petróleo brasileiro para estrangeiros, com o apoio do STF, ao arrepio da Lei.
Portanto, sem me alinhar com os predadores e representants de interesses internacionais, julgo que as duas medidas que mencionei acima, poderia apaziguar o confronto. A Demarcação com Faixa de Fronteira, e a Não Comercialização Unilateral das Riquezas Naturais.
Saudosos La Fontaine e Monteiro Lobato!

Saudosos La Fontaine e Monteiro Lobato!

As Raposas e o Sol
*Raymundo Araujo Filho

Quando eu era criança (bons tempos aqueles) me deliciava com as fábulas de La Fontaine, o maior fabulista de todos os tempos, a nós oferecidas e traduzidas pelo maior escritor infanto juvenil do mundo, Monteiro Lobato.
Duas das que eu mais gostava eram a Raposa e as Uvas e aquela em que o Corvo, de tanto ouvir elogios ao seu “belo canto” foi fazer um solo vocal e deixou cair o pedaço de queijo tão almejado por aquele que o elogiava tão insistente e mentirosamente.
Não me cansava, primeiro de ouvir e depois de ler em livros com belíssimas ilustrações, a fábula da raposa que, sem poder alcançar as uvas que muito lhe apeteciam, vivia a desdenhá-las dizendo-as ainda verdes, gerando o famoso ditado “quem desdenha quer comprar”.
Hoje, os tempos e as fábulas são outras e, infelizmente, não sou mais aquela criança criada no Leblon e no Méier com extrema liberdade de ação, em uma cidade ainda não deteriorada, suja, injusta e ameaçadora como é, hoje, o nosso Rio.
As fábulas de nossos modernos tempos e que não posso fugir de tomar conhecimento são outras. Não mais envolvem simples postulados morais e éticos como as de outrora. Envolvem sim, interesses (bi)milionários e questões que dizem respeito à própria segurança nacional e defesa de nossas riquezas e soberania.
Refiro-me ao episódio da recente demarcação de forma contínua das terras dos índios Yanomãnis, a reserva Raposa do Sol, lá no extremo norte brasileiro, na ainda fronteira entre o Brasil e a Venezuela, no Amapá.
De um lado, a etnia Yanomãni, depositários legítimos de nossa memória ancestral e credores incontestáveis de terras para a sobrevivência dos seus filhos e desenvolvimento de sua cultura nômade, que necessita de vasto território para afirmação cultural e bem estar de seus membros.
Do outro, a “civilização” que, sob a cumplicidade dos poderosos de nosso país, foram invadindo, corrompendo, irrompendo em território alheio, estabelecendo suas culturas agropecuárias e sociais predatórias, exterminando sem piedade um elo poderoso, porém desprotegido, que são os Yanomãni.
Muitos destes novos colonizadores do Eldorado Brasileiro, lá estão hoje em
posição de franca alienação frente ao mal que produziram e produzem a um povo que é patrimônio da humanidade e ao santuário ambiental, quais sejam os índios Yanomãnis e a Savana Brasileira. Agem como se fossem Inocentes Assassinos.
E, como a raposa da fábula, sempre desdenhando do local dizendo “ali só dá para plantar arroz e criar gado”. Sobre as riquezas minerais da região, nem um pio.
Ao contrário desta ignomínia de facínoras, o cenário é de intensas riquezas naturais. Dentro do arco de personagens envolvidos na questão temos aqueles diretamente interessados e aqueles cujos interesses são inconfessáveis, por estarem a serviço da exploração irracional da natureza e do homem pelo homem.
Índios, colonos, testas de ferro, paus mandados, paus de arara, poder político, poder econômico, governos e ongs. Tênues fronteiras entre a vida proba e a corrupção. Entre desenvolvimento sustentado e destruição. Entre interesses legítimos e ilegítimos. Entre os fortes e os fracos.
Assim, como produto de uma discussão desfocada e de pouca profundidade, como os falsos elogios aos acordes vocais do corvo da fábula, consolidaram-se como as únicas duas opções possíveis para o conflito, a calça de veludo ou a bunda de fora, ou melhor, a completa demarcação das terras indígenas de forma contínua com a Venezuela ou o retalhamento das áreas indígenas e a morte da etnia ancestral, em pouco tempo.
A primeira opção foi engendrada por um acordo bilateral supervisionado pelo Tio Sam, que reuniu dois ex-presidentes, um do Brasil e outro da Venezuela, os dois com direitos políticos suspensos atualmente e protagonistas de espetáculos de corrupção explícita. A segunda é defendida pelos que lá se estabeleceram como plantadores de arroz e criadores de gado. As duas opções apenas servem, entretanto, aos donos do poder econômico, de olho nas riquezas minerais e genéticas imensuráveis da região e que apostam na polarização destas duas propostas, como se nada melhor pudesse ser imaginado.
Ora, se as duas propostas servem ao mesmo grupo, é óbvio que deve haver uma outra proposição que preserve a etnia Yanomãni e, ao mesmo tempo, impeça uma possível futura constituição de uma nação indígena autônoma entre os dois países, nova proprietária e com os direitos de negociação de todas aquelas riquezas. E a ONU está aí mesmo para legalizar tal absurdo. E não há inocentes neste jogo. A não ser alguns bobos alegres urbanos que, há milhares de quilômetros de distância, fingem poder resolver tão complicado problema, sempre municiados com verbas e pela mídia comprometida com os piores interesses.
A terceira opção existe, porém propositadamente não foi discutida. Esta consiste, primeiramente, na realocação em outras áreas de todos aqueles que para lá foram conquistar um novo Eldorado, às custas da degradação ambiental e da etnia Yanomãni. Depois a demarcação da área entre os dois países como uma reserva indígena única, porém com uma faixa de 50 Km de largura em toda a fronteira para que fique a cargo da fiscalização do Exército Brasileiro, incumbido de apenas permitir a presença segura dos membros da etnia Yanomãni, com livre trânsito fronteiriço, desde que nada carreguem das riquezas minerais do subsolo e de matrizes genéticas animais ou vegetais, para lá ou para cá, de forma comercial unilateral com a sociedade brasileira. Esta atividade continuaria como prerrogativa soberana do Governo Brasileiro e com justa remuneração percentual para os Yanomãnis, como reparo histórico.
Mas, lamentavelmente, o Governo do Presidente Lula, com a sua tsunâmica falta de percepção do óbvio, optou pela demarcação contínua, sem salvaguardas, talvez para premiar a fartamente derrotada Ministra Marina Silva, que a defendia dentro de sua visão essencialmente de falsa ingênua e não racional, que lhe é peculiar.
E fica o Sen. Sibá Machado (PT-AC) a fazer discursos no Senado, dizendo que nada temos a temer, pois o subsolo da região pertence à nação brasileira, como reza a Constituição. Como se bandidos ou interesses internacionais poderosos respeitassem a Constituição de países, principalmente daqueles com dirigentes políticos frouxos e aliados a corruptos de longa data e execração pública. Vide a entrega do Petróleo brasileiro para estrangeiros, com o apoio do STF, ao arrepio da Lei.
Portanto, sem me alinhar com os predadores e representants de interesses internacionais, julgo que as duas medidas que mencionei acima, poderia apaziguar o confronto. A Demarcação com Faixa de Fronteira, e a Não Comercialização Unilateral das Riquezas Naturais.
Saudosos La Fontaine e Monteiro Lobato!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

CPI da PETROBRAS



FONTE:http://www.tribunapetista.com/2009/05/mobilizacao-nacionalvamos-divulgar.html
O DEMO-PSDB nos deu um presente.

Creio que devamos aproveitar todas as oportunidades que a vida nos dá.

Essa CPI da Petrobrás, pode e deve se transformar no maior movimento social do país contra a privatização do nosso petróleo e pela estatização da Vale do Rio Doce, doada pelo Governo FHC à iniciativa privada.

Se todos os cidadãos de bem e comprometido com a nossa nação, levantar uma bandeira de “NÃO À PRIVATIZAÇÃO - O PETRÓLEO É NOSSO”, colocando um adesivo em seu carro, uma estampa numa camisa, uma faixa na sua rua, no seu bairro, conscientizando a população menos informada para a grande trama do PSDB, essa CPI pode e deve ser um tiro no coração da candidatura tucano-pefelista para 2010. Os sindicatos, os movimentos sociais, os empresários sérios, os estudantes e todos os brasileiros que amam o Brasil deve empunhar essa bandeira.

Coloquem uma assinatura digital em seus emails, para disseminar a atenção do povo com as falcatruas desses “LESA-PÁTRIA”.

Com um tiro nos pés, a oposição nos deu 2010.

Conto com sua colaboração em divulgar .

Obrigado

Frederico - Via email

CPI da PETROBRAS



FONTE:http://www.tribunapetista.com/2009/05/mobilizacao-nacionalvamos-divulgar.html
O DEMO-PSDB nos deu um presente.

Creio que devamos aproveitar todas as oportunidades que a vida nos dá.

Essa CPI da Petrobrás, pode e deve se transformar no maior movimento social do país contra a privatização do nosso petróleo e pela estatização da Vale do Rio Doce, doada pelo Governo FHC à iniciativa privada.

Se todos os cidadãos de bem e comprometido com a nossa nação, levantar uma bandeira de “NÃO À PRIVATIZAÇÃO - O PETRÓLEO É NOSSO”, colocando um adesivo em seu carro, uma estampa numa camisa, uma faixa na sua rua, no seu bairro, conscientizando a população menos informada para a grande trama do PSDB, essa CPI pode e deve ser um tiro no coração da candidatura tucano-pefelista para 2010. Os sindicatos, os movimentos sociais, os empresários sérios, os estudantes e todos os brasileiros que amam o Brasil deve empunhar essa bandeira.

Coloquem uma assinatura digital em seus emails, para disseminar a atenção do povo com as falcatruas desses “LESA-PÁTRIA”.

Com um tiro nos pés, a oposição nos deu 2010.

Conto com sua colaboração em divulgar .

Obrigado

Frederico - Via email

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Folha Republicana


O Blog Folha Republicana informa aos seus leitores que o foco de nossas publicações abrangem todo o território nacional.
Caso você deseje participar envie-nos notícias de sua região, estado e município.
Observe o mapa do Brasil dividido em regiões, como é grande o nosso país e quantas informações precisamos publicar.
Aqui na Folha Republicana a sua voz é escrita!

Folha Republicana


O Blog Folha Republicana informa aos seus leitores que o foco de nossas publicações abrangem todo o território nacional.
Caso você deseje participar envie-nos notícias de sua região, estado e município.
Observe o mapa do Brasil dividido em regiões, como é grande o nosso país e quantas informações precisamos publicar.
Aqui na Folha Republicana a sua voz é escrita!

sexta-feira, 29 de maio de 2009

RORAIMA URGENTE!

A PRÓXIMA GUERRA

Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata-se de um Brasil que a gente não conhece.


As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.

Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.


Para começar o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense, pra falar a verdade, acho que a proporção é de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto falta uma identidade com a terra. Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro. Se não for funcionário público a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo. Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do=2 0Território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando-se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades. (Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.


Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.


Detalhe: Americanos entram na hora que quiserem, se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerds com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas pasme, se vo cê quiser montar um empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí camu-camu etc., medicinais, ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar 'royalties' para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia...


Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: É os americanos vão acabar tomando a Amazônia e em todas elas ouvi a mesma resposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de uma senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí:


'Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam. Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa'.


A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa parceria com o20governo colombiano com o pseudo objetivos de combater o narcotráfico. Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem Estrada para as Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente diplomático)... Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares.

Pergunto inocentemente às pessoas; porque os americanos querem tanto proteger os índios. A resposta é absolutamente a mesma, porque as terras indígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância de água são extremamente ricas em ouro (encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO.

Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de Socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou a alguma utoridade do sul que vá fazer alguma coisa. É pessoal, saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho. Um grande abraço a todos. Será que podemos fazer alguma coisa???

Acho que sim.

Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fique sabendo desses absurdos.

Mara Silvia Alexandre Costa Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag.
Patog. FMRP - USP

Opinião pessoal:


Gostaria que você, especialmente que recebeu este e-mail, o repasse para o maior número possível de pessoas. Do meu ponto de vista seria interessante que o país inteiro ficasse sabendo desta situação através dos telejornais antes que isso venha a acontecer.


Afinal foi um momento de fraqueza dos Estados Unidos que os europeus lançaram o Euro, assim poderá se aproveitar esta situação de fraqueza norte-americana (perdas na guerra do Iraque) para revelar isto ao mundo a fim de antecipar a próxima guerra. Conto com sua participação, no envio deste e-mail..


Celso Luiz Borges de Oliveira Doutorando em Água e Solo FEAGRI/UNICAMP

Tel: (19) 3233-1840 Celular: (19) 9136-6472 e-mail´s:

Celso@ufba.br;
celso@agr.unicamp.br
celsoborges@gmail.com

RORAIMA URGENTE!

A PRÓXIMA GUERRA

Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata-se de um Brasil que a gente não conhece.


As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.

Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.


Para começar o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense, pra falar a verdade, acho que a proporção é de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto falta uma identidade com a terra. Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro. Se não for funcionário público a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo. Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do=2 0Território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando-se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades. (Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.


Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.


Detalhe: Americanos entram na hora que quiserem, se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerds com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas pasme, se vo cê quiser montar um empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí camu-camu etc., medicinais, ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar 'royalties' para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia...


Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: É os americanos vão acabar tomando a Amazônia e em todas elas ouvi a mesma resposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de uma senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí:


'Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam. Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa'.


A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa parceria com o20governo colombiano com o pseudo objetivos de combater o narcotráfico. Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem Estrada para as Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente diplomático)... Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares.

Pergunto inocentemente às pessoas; porque os americanos querem tanto proteger os índios. A resposta é absolutamente a mesma, porque as terras indígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância de água são extremamente ricas em ouro (encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO.

Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de Socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou a alguma utoridade do sul que vá fazer alguma coisa. É pessoal, saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho. Um grande abraço a todos. Será que podemos fazer alguma coisa???

Acho que sim.

Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fique sabendo desses absurdos.

Mara Silvia Alexandre Costa Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag.
Patog. FMRP - USP

Opinião pessoal:


Gostaria que você, especialmente que recebeu este e-mail, o repasse para o maior número possível de pessoas. Do meu ponto de vista seria interessante que o país inteiro ficasse sabendo desta situação através dos telejornais antes que isso venha a acontecer.


Afinal foi um momento de fraqueza dos Estados Unidos que os europeus lançaram o Euro, assim poderá se aproveitar esta situação de fraqueza norte-americana (perdas na guerra do Iraque) para revelar isto ao mundo a fim de antecipar a próxima guerra. Conto com sua participação, no envio deste e-mail..


Celso Luiz Borges de Oliveira Doutorando em Água e Solo FEAGRI/UNICAMP

Tel: (19) 3233-1840 Celular: (19) 9136-6472 e-mail´s:

Celso@ufba.br;
celso@agr.unicamp.br
celsoborges@gmail.com

Designados os nomes para a CPI da Amazônia


O presidente do Senado, José Sarney (PMDB), leu, nesta quinta-feira (28), a lista dos senadores que integrarão a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Amazônia. A finalidade da CPI é investigar, no prazo de 180 dias, fatos como o conflito gerado pela demarcação da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol; as denúncias de falta de assistência à saúde indígena e de serviços deficientes prestados pela Fundação Nacional do Índio (Funai) e pela Fundação Nacional da Saúde (Funasa); e o tamanho das áreas indígenas.

Os onze integrantes são, como titulares, os senadores Jayme Campos (DEM-MT), Gilberto Goellner (DEM-MT), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Aloizio Mercadante (PT-SP), João Ribeiro (PR-TO), Renato Casagrande (PSB-ES), Renan Calheiros (PMDB-AL), Francisco Dornelles (PP-RJ), Gilvam Borges (PMDB-AP), Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) e Osmar Dias (PDT-PR).

Como suplentes, integrarão a CPI os senadores Adelmir Santana (DEM-DF), Arthur Virgílio (PSDB-AM), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Flávio Arns (PT-PR), Valter Pereira (PMDB-MS), Wellington Salgado (PMDB-MG) e João Vicente Claudino (PTB-PI).


A CPI foi criada por requerimento do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR).
Nelson Oliveira / Agência Senado

Designados os nomes para a CPI da Amazônia


O presidente do Senado, José Sarney (PMDB), leu, nesta quinta-feira (28), a lista dos senadores que integrarão a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Amazônia. A finalidade da CPI é investigar, no prazo de 180 dias, fatos como o conflito gerado pela demarcação da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol; as denúncias de falta de assistência à saúde indígena e de serviços deficientes prestados pela Fundação Nacional do Índio (Funai) e pela Fundação Nacional da Saúde (Funasa); e o tamanho das áreas indígenas.

Os onze integrantes são, como titulares, os senadores Jayme Campos (DEM-MT), Gilberto Goellner (DEM-MT), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Aloizio Mercadante (PT-SP), João Ribeiro (PR-TO), Renato Casagrande (PSB-ES), Renan Calheiros (PMDB-AL), Francisco Dornelles (PP-RJ), Gilvam Borges (PMDB-AP), Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) e Osmar Dias (PDT-PR).

Como suplentes, integrarão a CPI os senadores Adelmir Santana (DEM-DF), Arthur Virgílio (PSDB-AM), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Flávio Arns (PT-PR), Valter Pereira (PMDB-MS), Wellington Salgado (PMDB-MG) e João Vicente Claudino (PTB-PI).


A CPI foi criada por requerimento do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR).
Nelson Oliveira / Agência Senado

Esquema pode ter facilitado exportação de 4 mil caminhões de madeira ilegal


Ministério Público Federal investiga fraudes no governo do Pará.
Secretaria de Meio Ambiente abriu processo contra funcionário.


Do Globo Amazônia, com informações do Bom Dia Brasil
Um levantamento preliminar do Ministério Público Federal (MPF) indica que as empresas envolvidas em um esquema de fraudes de documentos no governo do Pará mandaram para o exterior 100 mil metros cúbicos de madeira ilegal, o suficiente para carregar cerca de 4 mil caminhões. O valor da madeira chega a aproximadamente R$ 30 milhões.

Visite o site do Bom Dia Brasil

Funcionários da Secretaria de Meio Ambiente são acusados de colaborar com o crime. O servidor Marcelo Silva Auzier, que controlava e emissão de licenças para transporte de madeira, está sendo processado administrativamente pelo governo.

Entenda como é possível ‘esquentar’ madeira ilegal .

Segundo a secretaria, ele foi um dos funcionários que participaram de um esquema para adulterar documentos e aumentar a quantidade de árvores que poderiam ser extraídas da floresta. Por telefone, Marcelo negou envolvimento e não quis gravar entrevista. As investigações revelaram que o esquema funcionava dentro da secretaria.
O MPF informou que a corrupção na secretaria de meio ambiente do Pará é ainda maior. Os procuradores identificaram 30 empresas que teriam se beneficiado de documentação fraudulenta para exportar madeira retirada ilegalmente da Floresta Amazônica.

Segundo o procurador Daniel Cézar Avelino, funcionários da secretaria receberam propina para inserir créditos falsos no sistema de comercialização de madeira do estado. Os créditos dão direito a uma documentação que serve para esquentar madeira ilegal.

“As grandes exportadoras estão se beneficiando desses créditos, ou seja, madeira destinada para fora do país”, diz o procurador da República Daniel Cézar Avelino. Como a documentação é original, não levantava suspeitas nos portos do Pará.

“A origem da madeira não é competência da Receita Federal, quando a mercadoria chega no porto de Belém, a receita já entende que todos os órgãos já realizaram a fiscalização necessária”, explica Plínio Matos Vieira, da Receita Federal/PA.

Se você vive ou viajou para a Amazônia e tem denúncias ou ideias para melhorar a proteção da floresta, entre em contato com o Globo Amazônia pelo e-mail globoamazonia@globo.com. Não se esqueça de colocar seu nome, e-mail, telefone e, se possível fotos ou vídeos.

Esquema pode ter facilitado exportação de 4 mil caminhões de madeira ilegal


Ministério Público Federal investiga fraudes no governo do Pará.
Secretaria de Meio Ambiente abriu processo contra funcionário.


Do Globo Amazônia, com informações do Bom Dia Brasil
Um levantamento preliminar do Ministério Público Federal (MPF) indica que as empresas envolvidas em um esquema de fraudes de documentos no governo do Pará mandaram para o exterior 100 mil metros cúbicos de madeira ilegal, o suficiente para carregar cerca de 4 mil caminhões. O valor da madeira chega a aproximadamente R$ 30 milhões.

Visite o site do Bom Dia Brasil

Funcionários da Secretaria de Meio Ambiente são acusados de colaborar com o crime. O servidor Marcelo Silva Auzier, que controlava e emissão de licenças para transporte de madeira, está sendo processado administrativamente pelo governo.

Entenda como é possível ‘esquentar’ madeira ilegal .

Segundo a secretaria, ele foi um dos funcionários que participaram de um esquema para adulterar documentos e aumentar a quantidade de árvores que poderiam ser extraídas da floresta. Por telefone, Marcelo negou envolvimento e não quis gravar entrevista. As investigações revelaram que o esquema funcionava dentro da secretaria.
O MPF informou que a corrupção na secretaria de meio ambiente do Pará é ainda maior. Os procuradores identificaram 30 empresas que teriam se beneficiado de documentação fraudulenta para exportar madeira retirada ilegalmente da Floresta Amazônica.

Segundo o procurador Daniel Cézar Avelino, funcionários da secretaria receberam propina para inserir créditos falsos no sistema de comercialização de madeira do estado. Os créditos dão direito a uma documentação que serve para esquentar madeira ilegal.

“As grandes exportadoras estão se beneficiando desses créditos, ou seja, madeira destinada para fora do país”, diz o procurador da República Daniel Cézar Avelino. Como a documentação é original, não levantava suspeitas nos portos do Pará.

“A origem da madeira não é competência da Receita Federal, quando a mercadoria chega no porto de Belém, a receita já entende que todos os órgãos já realizaram a fiscalização necessária”, explica Plínio Matos Vieira, da Receita Federal/PA.

Se você vive ou viajou para a Amazônia e tem denúncias ou ideias para melhorar a proteção da floresta, entre em contato com o Globo Amazônia pelo e-mail globoamazonia@globo.com. Não se esqueça de colocar seu nome, e-mail, telefone e, se possível fotos ou vídeos.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Projeto Rondon - Campi Avançados




CAMPIS AVANÇADOS
Luiz Mendonça
Jornalista e Conselheiro Nacional do Projeto Rondon
Artigo publicado no Jornal ADESGUIANO – Março de 2009 páginas 4

Atentem para o que lerão:
Autoridades brasileiras afirmaram, no Congresso Nacional, sobre as ONGs na Amazônia sem o controle pelo Governo, sobre as quais “muito pouco” se pode faze; considerando as limitações
Jurídicas. “Não podemos sequer saber o conteúdo dos interesses dessas organizações porque a Lei não permite”. Que absurdo! Que fragilidade!
Para encaminhar a solução deste problema é possível usar a experiência de 40 anos de Projeto Rondon, que mobilizou mais de 400 mil universitários e professores na luta pela integração e ocupação da Amazônia, com o programa Campi Avançados. Em 1989 havia, na Amazônia, 23 Campi, operados por 55 instituições de ensino de todo o país, sendo 35 universidades e 20 escolas de ensino superior!
Durante 22 anos os Campi existiram, equipados e funcionando, com alojamentos e demais instalações de apoio administrativo, salas de aula, laboratórios, ambulatórios, veículos, lanchas, barcos, proporcionando a mais de 120 mil participantes a oportunidade de conviver com realidades assimétricas e dispares.
Era o Projeto Rondon! Perguntem aos seus amigos: “Vocês já ouviram falar do Projeto Rondon¿” Registrem a resposta.
Mais do que prestarem serviços dos órgãos públicos municipais e estaduais, com levantamentos estatísticos, estudos de desenvolvimento; mais do que a assistência médico-social, odontológica, oftalmológica, preventiva, vacinação; mais do que toda a sorte de assistência social que os rondonistas propiciam às populações carentes ações que por si só justificam a existência do PROJETO RONDON.
Os Campi Avançados significaram a integração dos brasileiros com o país. E ainda mais: promoveram a troca de culturas, hábitos, religião e saberes dos múltiplos segmentos que compõe a Nação. Com eles criou-se o Programa de Interiorização, voltado para profissionais recém formados. Esse programa era o que modernamente pretende o governo para o aproveitamento dos jovens do serviço militar, não incorporados às Forças Armadas.

NOTA DOS EDITORES DA FOLHA REPUBLICANA:
A AMAZÔNIA É NOSSA!

Projeto Rondon - Campi Avançados




CAMPIS AVANÇADOS
Luiz Mendonça
Jornalista e Conselheiro Nacional do Projeto Rondon
Artigo publicado no Jornal ADESGUIANO – Março de 2009 páginas 4

Atentem para o que lerão:
Autoridades brasileiras afirmaram, no Congresso Nacional, sobre as ONGs na Amazônia sem o controle pelo Governo, sobre as quais “muito pouco” se pode faze; considerando as limitações
Jurídicas. “Não podemos sequer saber o conteúdo dos interesses dessas organizações porque a Lei não permite”. Que absurdo! Que fragilidade!
Para encaminhar a solução deste problema é possível usar a experiência de 40 anos de Projeto Rondon, que mobilizou mais de 400 mil universitários e professores na luta pela integração e ocupação da Amazônia, com o programa Campi Avançados. Em 1989 havia, na Amazônia, 23 Campi, operados por 55 instituições de ensino de todo o país, sendo 35 universidades e 20 escolas de ensino superior!
Durante 22 anos os Campi existiram, equipados e funcionando, com alojamentos e demais instalações de apoio administrativo, salas de aula, laboratórios, ambulatórios, veículos, lanchas, barcos, proporcionando a mais de 120 mil participantes a oportunidade de conviver com realidades assimétricas e dispares.
Era o Projeto Rondon! Perguntem aos seus amigos: “Vocês já ouviram falar do Projeto Rondon¿” Registrem a resposta.
Mais do que prestarem serviços dos órgãos públicos municipais e estaduais, com levantamentos estatísticos, estudos de desenvolvimento; mais do que a assistência médico-social, odontológica, oftalmológica, preventiva, vacinação; mais do que toda a sorte de assistência social que os rondonistas propiciam às populações carentes ações que por si só justificam a existência do PROJETO RONDON.
Os Campi Avançados significaram a integração dos brasileiros com o país. E ainda mais: promoveram a troca de culturas, hábitos, religião e saberes dos múltiplos segmentos que compõe a Nação. Com eles criou-se o Programa de Interiorização, voltado para profissionais recém formados. Esse programa era o que modernamente pretende o governo para o aproveitamento dos jovens do serviço militar, não incorporados às Forças Armadas.

NOTA DOS EDITORES DA FOLHA REPUBLICANA:
A AMAZÔNIA É NOSSA!