A mamona é, sim, viável para a produção de biodiesel. Do ponto de vista técnico, o óleo de mamona é adequado em misturas de até 30% com outros óleos, garantindo uma ótima qualidade do produto e agregando propriedades positivas, como a redução do ponto de congelamento e o percentual de iodo, e adequando-se às especificações européias. O uso de 30% de óleo de mamona na produção de biodiesel também atende integralmente à especificação da ANP. A mamona também tem grande rusticidade (capacidade de se adaptar ao semiarido brasileiro), boa qualidade do óleo, alto teor de óleo no grão (42%) e valor de sua torta (farelo, um subproduto da mamona), como fertilizante. Além disso, o seu manejo é amplamente conhecido pela agricultura familiar, o que agrega um importante componente social à busca de novas soluções energéticas.
A Petrobras não está utilizando o óleo de mamona, porque a produção dessa oleaginosa ainda não atingiu a escala necessária, o que se reflete no preço atual do produto – enquanto o litro do óleo da mamona custa R$ 3,00, o da soja é encontrado a R$ 1,90. Para obter escala e preço é essencial incentivar o aumento da produção. E a Petrobras trabalha justamente para desenvolver o mercado agrícola regional e expandir a lavoura da mamona no semiarido, ampliando, consequentemente, a oferta do grão e reduzindo preços. A Petrobras também investe em tecnologia para aumentar a produtividade dessa oleaginosa.
Por esse motivo, as usinas ainda operam apenas com óleo de soja e de algodão. Hoje, a mamona está estocada para concentrar o transporte e o processo de esmagamento dos grãos, obtendo, assim, uma eficiência logística maior para escoamento.
É importante destacar que, para estruturar a cadeia de negócios que envolve o mercado de biodiesel e contribuir para a manutenção do Selo Combustível Social, a Petrobras investe em diferentes ações. Na base dessas iniciativas, está o apoio ao agricultor, já que é necessário que 30% de suprimento de oleaginosas sejam oriundos da agricultura familiar. Nesse sentido, a meta da empresa é criar uma rede de cooperativas produzindo, beneficiando, transportando e comercializando matéria-prima para a produção de biodiesel nas usinas da Petrobras. Um exemplo é o projeto Cooperbio (Cooperativa de Produção da Agricultura Familiar e Biocombustíveis do Estado do Ceará), que promove geração de renda e capacitação dos agricultores familiares por meio do fomento à organização social e produtiva dos pequenos produtores e ao desenvolvimento de plantio de oleaginosas consorciadas com alimentos. O convênio foi firmado em 7/3/2008, com o objetivo de promover a inserção de cerca de 6 mil agricultores familiares no Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel – PNPB, através do cultivo sustentável de 5 mil ha mamona, 500 ha de girassol e 500 ha de algodão orgânico, garantindo a segurança alimentar e nutricional, como também a sua integração com outros projetos, programas e políticas públicas de apoio ao fortalecimento da Agricultura Familiar. Atualmente, já foram realizados o plantio das oleaginosas e alimentos previstos, bem como a capacitação dos agricultores familiares em técnicas de plantio consorciado.
Outra linha de ação é a prestação de serviços de assistência técnica agrícola aos agricultores familiares que fornecem para a Petrobras Biocombustível. Todos os contratos são feitos dentro da legislação, com instituições que preenchem todas as exigências técnicas e cujo pagamento é feito mediante comprovação de serviços prestados. O contrato prevê orientação do plantio da oleaginosa em todas as suas fases e acompanhamento da produção. Os exemplos mais recentes são os contratos de prestação de serviços de assistência técnica celebrados em 19/05/2009 com seis entidades, que atenderão 31.450 agricultores familiares do Ceará e do Piauí. Os contratos têm duração de dois anos e somam R$ 21,7 milhões, dos quais R$ 15,2 milhões serão destinados ao Instituto Agropólos do Ceará, que é vinculado a Secretaria de Desenvolvimento Agrário do Ceará; R$ 499 mil para Emater-PI e R$ 5,9 milhões, divididos entre a Cooperativa Cearense de Prestação de Serviços e Assistência Técnica Ltda. (Cocepat), a Cooperativa de Prestação de Serviços e Assistência Técnica Ltda. (Copasat), a Cooperativa de Trabalho das Áreas de Reforma Agrária do Ceará (Cooptrace) e a Cooperativa dos Engenheiros Agrônomos do Estado do Ceará (Uniagro).
Além de assistência técnica, a Petrobras também tem firmado contratos de cinco anos, com garantia de compra de produção com base no preço de mercado, ou um preço básico acrescido de 10%, conforme estipulado no Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF). Também fazem parte o fornecimento de sementes, o recolhimento e transporte da safra e o apoio à organização dos pequenos agricultores em cooperativas.
Com essas bases, a Petrobras se prepara para entrar na próxima fase, que é de esmagamento dos grãos e extração do óleo de mamona para a produção de biodiesel nas usinas, que já foram projetadas com unidades de pré-tratamento de óleos vegetais brutos e estão preparadas para processar este óleo.
FONTE: http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/2009/06/09/a-mamona-na-producao-do-biodiesel/
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terça-feira, 9 de junho de 2009
Sobre as matérias publicadas nos últimos dias pelo jornal O Globo a respeito do uso da mamona na produção de biodiesel.
A mamona é, sim, viável para a produção de biodiesel. Do ponto de vista técnico, o óleo de mamona é adequado em misturas de até 30% com outros óleos, garantindo uma ótima qualidade do produto e agregando propriedades positivas, como a redução do ponto de congelamento e o percentual de iodo, e adequando-se às especificações européias. O uso de 30% de óleo de mamona na produção de biodiesel também atende integralmente à especificação da ANP. A mamona também tem grande rusticidade (capacidade de se adaptar ao semiarido brasileiro), boa qualidade do óleo, alto teor de óleo no grão (42%) e valor de sua torta (farelo, um subproduto da mamona), como fertilizante. Além disso, o seu manejo é amplamente conhecido pela agricultura familiar, o que agrega um importante componente social à busca de novas soluções energéticas.
A Petrobras não está utilizando o óleo de mamona, porque a produção dessa oleaginosa ainda não atingiu a escala necessária, o que se reflete no preço atual do produto – enquanto o litro do óleo da mamona custa R$ 3,00, o da soja é encontrado a R$ 1,90. Para obter escala e preço é essencial incentivar o aumento da produção. E a Petrobras trabalha justamente para desenvolver o mercado agrícola regional e expandir a lavoura da mamona no semiarido, ampliando, consequentemente, a oferta do grão e reduzindo preços. A Petrobras também investe em tecnologia para aumentar a produtividade dessa oleaginosa.
Por esse motivo, as usinas ainda operam apenas com óleo de soja e de algodão. Hoje, a mamona está estocada para concentrar o transporte e o processo de esmagamento dos grãos, obtendo, assim, uma eficiência logística maior para escoamento.
É importante destacar que, para estruturar a cadeia de negócios que envolve o mercado de biodiesel e contribuir para a manutenção do Selo Combustível Social, a Petrobras investe em diferentes ações. Na base dessas iniciativas, está o apoio ao agricultor, já que é necessário que 30% de suprimento de oleaginosas sejam oriundos da agricultura familiar. Nesse sentido, a meta da empresa é criar uma rede de cooperativas produzindo, beneficiando, transportando e comercializando matéria-prima para a produção de biodiesel nas usinas da Petrobras. Um exemplo é o projeto Cooperbio (Cooperativa de Produção da Agricultura Familiar e Biocombustíveis do Estado do Ceará), que promove geração de renda e capacitação dos agricultores familiares por meio do fomento à organização social e produtiva dos pequenos produtores e ao desenvolvimento de plantio de oleaginosas consorciadas com alimentos. O convênio foi firmado em 7/3/2008, com o objetivo de promover a inserção de cerca de 6 mil agricultores familiares no Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel – PNPB, através do cultivo sustentável de 5 mil ha mamona, 500 ha de girassol e 500 ha de algodão orgânico, garantindo a segurança alimentar e nutricional, como também a sua integração com outros projetos, programas e políticas públicas de apoio ao fortalecimento da Agricultura Familiar. Atualmente, já foram realizados o plantio das oleaginosas e alimentos previstos, bem como a capacitação dos agricultores familiares em técnicas de plantio consorciado.
Outra linha de ação é a prestação de serviços de assistência técnica agrícola aos agricultores familiares que fornecem para a Petrobras Biocombustível. Todos os contratos são feitos dentro da legislação, com instituições que preenchem todas as exigências técnicas e cujo pagamento é feito mediante comprovação de serviços prestados. O contrato prevê orientação do plantio da oleaginosa em todas as suas fases e acompanhamento da produção. Os exemplos mais recentes são os contratos de prestação de serviços de assistência técnica celebrados em 19/05/2009 com seis entidades, que atenderão 31.450 agricultores familiares do Ceará e do Piauí. Os contratos têm duração de dois anos e somam R$ 21,7 milhões, dos quais R$ 15,2 milhões serão destinados ao Instituto Agropólos do Ceará, que é vinculado a Secretaria de Desenvolvimento Agrário do Ceará; R$ 499 mil para Emater-PI e R$ 5,9 milhões, divididos entre a Cooperativa Cearense de Prestação de Serviços e Assistência Técnica Ltda. (Cocepat), a Cooperativa de Prestação de Serviços e Assistência Técnica Ltda. (Copasat), a Cooperativa de Trabalho das Áreas de Reforma Agrária do Ceará (Cooptrace) e a Cooperativa dos Engenheiros Agrônomos do Estado do Ceará (Uniagro).
Além de assistência técnica, a Petrobras também tem firmado contratos de cinco anos, com garantia de compra de produção com base no preço de mercado, ou um preço básico acrescido de 10%, conforme estipulado no Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF). Também fazem parte o fornecimento de sementes, o recolhimento e transporte da safra e o apoio à organização dos pequenos agricultores em cooperativas.
Com essas bases, a Petrobras se prepara para entrar na próxima fase, que é de esmagamento dos grãos e extração do óleo de mamona para a produção de biodiesel nas usinas, que já foram projetadas com unidades de pré-tratamento de óleos vegetais brutos e estão preparadas para processar este óleo.
FONTE: http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/2009/06/09/a-mamona-na-producao-do-biodiesel/
A Petrobras não está utilizando o óleo de mamona, porque a produção dessa oleaginosa ainda não atingiu a escala necessária, o que se reflete no preço atual do produto – enquanto o litro do óleo da mamona custa R$ 3,00, o da soja é encontrado a R$ 1,90. Para obter escala e preço é essencial incentivar o aumento da produção. E a Petrobras trabalha justamente para desenvolver o mercado agrícola regional e expandir a lavoura da mamona no semiarido, ampliando, consequentemente, a oferta do grão e reduzindo preços. A Petrobras também investe em tecnologia para aumentar a produtividade dessa oleaginosa.
Por esse motivo, as usinas ainda operam apenas com óleo de soja e de algodão. Hoje, a mamona está estocada para concentrar o transporte e o processo de esmagamento dos grãos, obtendo, assim, uma eficiência logística maior para escoamento.
É importante destacar que, para estruturar a cadeia de negócios que envolve o mercado de biodiesel e contribuir para a manutenção do Selo Combustível Social, a Petrobras investe em diferentes ações. Na base dessas iniciativas, está o apoio ao agricultor, já que é necessário que 30% de suprimento de oleaginosas sejam oriundos da agricultura familiar. Nesse sentido, a meta da empresa é criar uma rede de cooperativas produzindo, beneficiando, transportando e comercializando matéria-prima para a produção de biodiesel nas usinas da Petrobras. Um exemplo é o projeto Cooperbio (Cooperativa de Produção da Agricultura Familiar e Biocombustíveis do Estado do Ceará), que promove geração de renda e capacitação dos agricultores familiares por meio do fomento à organização social e produtiva dos pequenos produtores e ao desenvolvimento de plantio de oleaginosas consorciadas com alimentos. O convênio foi firmado em 7/3/2008, com o objetivo de promover a inserção de cerca de 6 mil agricultores familiares no Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel – PNPB, através do cultivo sustentável de 5 mil ha mamona, 500 ha de girassol e 500 ha de algodão orgânico, garantindo a segurança alimentar e nutricional, como também a sua integração com outros projetos, programas e políticas públicas de apoio ao fortalecimento da Agricultura Familiar. Atualmente, já foram realizados o plantio das oleaginosas e alimentos previstos, bem como a capacitação dos agricultores familiares em técnicas de plantio consorciado.
Outra linha de ação é a prestação de serviços de assistência técnica agrícola aos agricultores familiares que fornecem para a Petrobras Biocombustível. Todos os contratos são feitos dentro da legislação, com instituições que preenchem todas as exigências técnicas e cujo pagamento é feito mediante comprovação de serviços prestados. O contrato prevê orientação do plantio da oleaginosa em todas as suas fases e acompanhamento da produção. Os exemplos mais recentes são os contratos de prestação de serviços de assistência técnica celebrados em 19/05/2009 com seis entidades, que atenderão 31.450 agricultores familiares do Ceará e do Piauí. Os contratos têm duração de dois anos e somam R$ 21,7 milhões, dos quais R$ 15,2 milhões serão destinados ao Instituto Agropólos do Ceará, que é vinculado a Secretaria de Desenvolvimento Agrário do Ceará; R$ 499 mil para Emater-PI e R$ 5,9 milhões, divididos entre a Cooperativa Cearense de Prestação de Serviços e Assistência Técnica Ltda. (Cocepat), a Cooperativa de Prestação de Serviços e Assistência Técnica Ltda. (Copasat), a Cooperativa de Trabalho das Áreas de Reforma Agrária do Ceará (Cooptrace) e a Cooperativa dos Engenheiros Agrônomos do Estado do Ceará (Uniagro).
Além de assistência técnica, a Petrobras também tem firmado contratos de cinco anos, com garantia de compra de produção com base no preço de mercado, ou um preço básico acrescido de 10%, conforme estipulado no Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF). Também fazem parte o fornecimento de sementes, o recolhimento e transporte da safra e o apoio à organização dos pequenos agricultores em cooperativas.
Com essas bases, a Petrobras se prepara para entrar na próxima fase, que é de esmagamento dos grãos e extração do óleo de mamona para a produção de biodiesel nas usinas, que já foram projetadas com unidades de pré-tratamento de óleos vegetais brutos e estão preparadas para processar este óleo.
FONTE: http://petrobrasfatosedados.wordpress.com/2009/06/09/a-mamona-na-producao-do-biodiesel/
sábado, 6 de junho de 2009
Mais do Blog da Petrobras
Abriram as portas das fábricas de salsichas
Obrigado ao meu leitor anônimo que deu a dica. A criação do blog da Petrobras é uma das melhores ações de comunicação recentes. No momento que a mídia parte orquestrada para cima da Petrobras, em mais uma tática demo-tucana, a resposta imediata da empresa a cada erro ou desvio de informação publicado é contraponto dos mais necessários e até aqui inexistente. É o que de melhor estamos conquistando com a blogosfera, o cidadão comum tendo acesso à informação sem intermediários. Tarefa que a grande mídia imaginava ser apenas sua. Não é. Ela é parcial e tem interesses específicos na apuração dos fatos, distantes do objetivo de dar aos seus leitores a chance de ouvir o outro lado.
A novidade já causa frisson nas redações, podemos perceber pelas perguntas que os jornais o Globo e o Estado de S.Paulo fizeram sobre a criação do blog. Este último, em nome do cartel, chega a tomar as dores da Folha de S.Paulo, com o patético argumento que o disclaimer no email enviado com as perguntas do “concorrente” proíbe reprodução. Não, não há reprodução de emails. O que o blog faz, para a grande dor de cabeça da mídia, é divulgar perguntas, respostas da empresa e matérias publicadas. O horror para os que até aqui podiam distorcer na edição cada apuração. Terão agora o contraponto da Petrobras e o acompanhamento das notícias por muitos.
Bola dentro. Já sou leitor diário.
Postado por Jurandir Paulo
Fonte: http://abundacanalha.blogspot.com/2009/06/abriram-as-portas-das-fabricas-de.html
Obrigado ao meu leitor anônimo que deu a dica. A criação do blog da Petrobras é uma das melhores ações de comunicação recentes. No momento que a mídia parte orquestrada para cima da Petrobras, em mais uma tática demo-tucana, a resposta imediata da empresa a cada erro ou desvio de informação publicado é contraponto dos mais necessários e até aqui inexistente. É o que de melhor estamos conquistando com a blogosfera, o cidadão comum tendo acesso à informação sem intermediários. Tarefa que a grande mídia imaginava ser apenas sua. Não é. Ela é parcial e tem interesses específicos na apuração dos fatos, distantes do objetivo de dar aos seus leitores a chance de ouvir o outro lado.
A novidade já causa frisson nas redações, podemos perceber pelas perguntas que os jornais o Globo e o Estado de S.Paulo fizeram sobre a criação do blog. Este último, em nome do cartel, chega a tomar as dores da Folha de S.Paulo, com o patético argumento que o disclaimer no email enviado com as perguntas do “concorrente” proíbe reprodução. Não, não há reprodução de emails. O que o blog faz, para a grande dor de cabeça da mídia, é divulgar perguntas, respostas da empresa e matérias publicadas. O horror para os que até aqui podiam distorcer na edição cada apuração. Terão agora o contraponto da Petrobras e o acompanhamento das notícias por muitos.
Bola dentro. Já sou leitor diário.
Postado por Jurandir Paulo
Fonte: http://abundacanalha.blogspot.com/2009/06/abriram-as-portas-das-fabricas-de.html
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Abriram as portas das fábricas de salsichas
Obrigado ao meu leitor anônimo que deu a dica. A criação do blog da Petrobras é uma das melhores ações de comunicação recentes. No momento que a mídia parte orquestrada para cima da Petrobras, em mais uma tática demo-tucana, a resposta imediata da empresa a cada erro ou desvio de informação publicado é contraponto dos mais necessários e até aqui inexistente. É o que de melhor estamos conquistando com a blogosfera, o cidadão comum tendo acesso à informação sem intermediários. Tarefa que a grande mídia imaginava ser apenas sua. Não é. Ela é parcial e tem interesses específicos na apuração dos fatos, distantes do objetivo de dar aos seus leitores a chance de ouvir o outro lado.
A novidade já causa frisson nas redações, podemos perceber pelas perguntas que os jornais o Globo e o Estado de S.Paulo fizeram sobre a criação do blog. Este último, em nome do cartel, chega a tomar as dores da Folha de S.Paulo, com o patético argumento que o disclaimer no email enviado com as perguntas do “concorrente” proíbe reprodução. Não, não há reprodução de emails. O que o blog faz, para a grande dor de cabeça da mídia, é divulgar perguntas, respostas da empresa e matérias publicadas. O horror para os que até aqui podiam distorcer na edição cada apuração. Terão agora o contraponto da Petrobras e o acompanhamento das notícias por muitos.
Bola dentro. Já sou leitor diário.
Postado por Jurandir Paulo
Fonte: http://abundacanalha.blogspot.com/2009/06/abriram-as-portas-das-fabricas-de.html
Obrigado ao meu leitor anônimo que deu a dica. A criação do blog da Petrobras é uma das melhores ações de comunicação recentes. No momento que a mídia parte orquestrada para cima da Petrobras, em mais uma tática demo-tucana, a resposta imediata da empresa a cada erro ou desvio de informação publicado é contraponto dos mais necessários e até aqui inexistente. É o que de melhor estamos conquistando com a blogosfera, o cidadão comum tendo acesso à informação sem intermediários. Tarefa que a grande mídia imaginava ser apenas sua. Não é. Ela é parcial e tem interesses específicos na apuração dos fatos, distantes do objetivo de dar aos seus leitores a chance de ouvir o outro lado.
A novidade já causa frisson nas redações, podemos perceber pelas perguntas que os jornais o Globo e o Estado de S.Paulo fizeram sobre a criação do blog. Este último, em nome do cartel, chega a tomar as dores da Folha de S.Paulo, com o patético argumento que o disclaimer no email enviado com as perguntas do “concorrente” proíbe reprodução. Não, não há reprodução de emails. O que o blog faz, para a grande dor de cabeça da mídia, é divulgar perguntas, respostas da empresa e matérias publicadas. O horror para os que até aqui podiam distorcer na edição cada apuração. Terão agora o contraponto da Petrobras e o acompanhamento das notícias por muitos.
Bola dentro. Já sou leitor diário.
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Fonte: http://abundacanalha.blogspot.com/2009/06/abriram-as-portas-das-fabricas-de.html
NÃO ACESSE O LINK DA FOLHA... LEIA AQUI!
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Brasileiros nós queremos é que todas as empresas no Brasil tenham um blog para "vazar" suas reportagens.
Será que determinados jornais e meios de comunicação é que podem usar seus "poderes" para vazar reportagens que não acrescentam e criam bagunça social.
NUNCA BASEIEM-SE EM UM CANAL DE NOTÍCIAS.
LEMBREM-SE QUE ESTAMOS VIVENDO EM UMA DEMOCRACIA E TEMOS O DIREITO E DEVER DE PESQUISAR E BLOGAR
Petrobras usa blog para vazar reportagens
Alvo de CPI, estatal divulga e-mails com pedidos de informações para reportagens não concluídas; empresa diz que "não é ilegal"
Estatal criou site na internet para responder textos da imprensa e críticas feitas pela oposição após a criação de comissão no Senado
Alvo de uma CPI no Congresso, a Petrobras decidiu tornar públicos, em um blog que criou na internet, os e-mails enviados por jornalistas que procuram a assessoria de comunicação da empresa, no Rio, para obter informações e esclarecimentos para reportagens que ainda estão em andamento.
A empresa colocou o blog no ar no último dia 2, como parte da estratégia da comunicação lançada pela estatal após a abertura da CPI (http://petrobrasfatosedados.wordpress.com).
Na noite de ontem, o objeto de reportagens que a Folha ainda apura - com questões endereçadas à empresa, para que possa oferecer a sua versão dos fatos- foi publicado no blog pela Petrobras.
A Folha fez perguntas a respeito da contratação de advogados sem licitação, sobre os custos de um gasoduto no Amazonas e, por último, acerca de gastos com patrocínios de festas no Nordeste.
Questionado pela Folha, o gerente de imprensa da estatal, Lúcio Pimentel, disse que a Petrobras vai manter a decisão de divulgar e-mails de reportagens ainda em andamento. Disse que se trata de uma "política de transparência" adotada pela direção da empresa.
A atitude da Petrobras motivou os jornais "O Estado de S. Paulo" e "O Globo" a indagar se a empresa havia pedido autorização à Folha para divulgar seus e-mails. A Petrobras respondeu: "Não houve divulgação do e-mail, e sim das perguntas e respostas dadas ao jornal [Folha]. No entendimento da Petrobras não há ilegalidade, pois o conteúdo divulgado é público".
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Será que determinados jornais e meios de comunicação é que podem usar seus "poderes" para vazar reportagens que não acrescentam e criam bagunça social.
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A empresa colocou o blog no ar no último dia 2, como parte da estratégia da comunicação lançada pela estatal após a abertura da CPI (http://petrobrasfatosedados.wordpress.com).
Na noite de ontem, o objeto de reportagens que a Folha ainda apura - com questões endereçadas à empresa, para que possa oferecer a sua versão dos fatos- foi publicado no blog pela Petrobras.
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Petrobras usa blog para vazar reportagens
Alvo de CPI, estatal divulga e-mails com pedidos de informações para reportagens não concluídas; empresa diz que "não é ilegal"
Estatal criou site na internet para responder textos da imprensa e críticas feitas pela oposição após a criação de comissão no Senado
Alvo de uma CPI no Congresso, a Petrobras decidiu tornar públicos, em um blog que criou na internet, os e-mails enviados por jornalistas que procuram a assessoria de comunicação da empresa, no Rio, para obter informações e esclarecimentos para reportagens que ainda estão em andamento.
A empresa colocou o blog no ar no último dia 2, como parte da estratégia da comunicação lançada pela estatal após a abertura da CPI (http://petrobrasfatosedados.wordpress.com).
Na noite de ontem, o objeto de reportagens que a Folha ainda apura - com questões endereçadas à empresa, para que possa oferecer a sua versão dos fatos- foi publicado no blog pela Petrobras.
A Folha fez perguntas a respeito da contratação de advogados sem licitação, sobre os custos de um gasoduto no Amazonas e, por último, acerca de gastos com patrocínios de festas no Nordeste.
Questionado pela Folha, o gerente de imprensa da estatal, Lúcio Pimentel, disse que a Petrobras vai manter a decisão de divulgar e-mails de reportagens ainda em andamento. Disse que se trata de uma "política de transparência" adotada pela direção da empresa.
A atitude da Petrobras motivou os jornais "O Estado de S. Paulo" e "O Globo" a indagar se a empresa havia pedido autorização à Folha para divulgar seus e-mails. A Petrobras respondeu: "Não houve divulgação do e-mail, e sim das perguntas e respostas dadas ao jornal [Folha]. No entendimento da Petrobras não há ilegalidade, pois o conteúdo divulgado é público".
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Será que determinados jornais e meios de comunicação é que podem usar seus "poderes" para vazar reportagens que não acrescentam e criam bagunça social.
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Alvo de uma CPI no Congresso, a Petrobras decidiu tornar públicos, em um blog que criou na internet, os e-mails enviados por jornalistas que procuram a assessoria de comunicação da empresa, no Rio, para obter informações e esclarecimentos para reportagens que ainda estão em andamento.
A empresa colocou o blog no ar no último dia 2, como parte da estratégia da comunicação lançada pela estatal após a abertura da CPI (http://petrobrasfatosedados.wordpress.com).
Na noite de ontem, o objeto de reportagens que a Folha ainda apura - com questões endereçadas à empresa, para que possa oferecer a sua versão dos fatos- foi publicado no blog pela Petrobras.
A Folha fez perguntas a respeito da contratação de advogados sem licitação, sobre os custos de um gasoduto no Amazonas e, por último, acerca de gastos com patrocínios de festas no Nordeste.
Questionado pela Folha, o gerente de imprensa da estatal, Lúcio Pimentel, disse que a Petrobras vai manter a decisão de divulgar e-mails de reportagens ainda em andamento. Disse que se trata de uma "política de transparência" adotada pela direção da empresa.
A atitude da Petrobras motivou os jornais "O Estado de S. Paulo" e "O Globo" a indagar se a empresa havia pedido autorização à Folha para divulgar seus e-mails. A Petrobras respondeu: "Não houve divulgação do e-mail, e sim das perguntas e respostas dadas ao jornal [Folha]. No entendimento da Petrobras não há ilegalidade, pois o conteúdo divulgado é público".
sexta-feira, 5 de junho de 2009
O RETORNO
Amigos,
estou de volta depois de algumas semanas distante de notícias, ainda com malas por abrir. Há muito para comentar, pelo ainda pouco que estou tomando conhecimento em meu retorno.
A oposição sem rumo apostou em uma tática do velho FH, que ouviu passarinho cantar sem entender direito o som. Resultado: a coisa ficou torta para o lado deles nesta CPI da Petrobras, com o risco de tiro pela culatra, o próprio ex-governo tucano pode sair ainda mais chamuscado ao final. Arrisco um nome para ela: a “CPI da barata voa”.
O cúmplice O Globo, tentando fazer seu papel de agência tucana, tomou uma piaba de anúncio de Petrobras publicado no próprio jornal. Desnudaram ponto a ponto reporcagem de um dia antes. A resposta do jornal foi pífia, em discreta nota. Devem ter gostado do feito. Afinal, me conta uma fonte do mercado publicitário, o espaço custou quase meio milhão. É esse o nó dos donos da mídia em papel. Ganham em um dia essa grana e não tem como cobrar o mesmo na internet em meses. O ralo está ficando perto.
E tem tucano empurrando Lula para o terceiro mandato. Que coisa... E ainda falam mal do bolsa-família mas querem ser o pai da criança. No desespero, enlouqueceram!
Vejo boas discussões sobre a imprensa, seu papel.
E no triste acidente aéreo, a imprensa demonstra que seu negócio é mesmo showrnalismo. Tragédia e mistério e tudo que desejam. No meio, vão tentar arrumar um jeito de envolver o governo no acidente. Esse pessoal de propaganda vende qualquer idéia.
Aos poucos volto com melhores observações. Uma dúvida, pergunto a vocês, qual o canalha que está melhor merecendo subir ao pódio, ali no logo do blog?
Blog http://abundacanalha.blogspot.com/
estou de volta depois de algumas semanas distante de notícias, ainda com malas por abrir. Há muito para comentar, pelo ainda pouco que estou tomando conhecimento em meu retorno.
A oposição sem rumo apostou em uma tática do velho FH, que ouviu passarinho cantar sem entender direito o som. Resultado: a coisa ficou torta para o lado deles nesta CPI da Petrobras, com o risco de tiro pela culatra, o próprio ex-governo tucano pode sair ainda mais chamuscado ao final. Arrisco um nome para ela: a “CPI da barata voa”.
O cúmplice O Globo, tentando fazer seu papel de agência tucana, tomou uma piaba de anúncio de Petrobras publicado no próprio jornal. Desnudaram ponto a ponto reporcagem de um dia antes. A resposta do jornal foi pífia, em discreta nota. Devem ter gostado do feito. Afinal, me conta uma fonte do mercado publicitário, o espaço custou quase meio milhão. É esse o nó dos donos da mídia em papel. Ganham em um dia essa grana e não tem como cobrar o mesmo na internet em meses. O ralo está ficando perto.
E tem tucano empurrando Lula para o terceiro mandato. Que coisa... E ainda falam mal do bolsa-família mas querem ser o pai da criança. No desespero, enlouqueceram!
Vejo boas discussões sobre a imprensa, seu papel.
E no triste acidente aéreo, a imprensa demonstra que seu negócio é mesmo showrnalismo. Tragédia e mistério e tudo que desejam. No meio, vão tentar arrumar um jeito de envolver o governo no acidente. Esse pessoal de propaganda vende qualquer idéia.
Aos poucos volto com melhores observações. Uma dúvida, pergunto a vocês, qual o canalha que está melhor merecendo subir ao pódio, ali no logo do blog?
Blog http://abundacanalha.blogspot.com/
O RETORNO
Amigos,
estou de volta depois de algumas semanas distante de notícias, ainda com malas por abrir. Há muito para comentar, pelo ainda pouco que estou tomando conhecimento em meu retorno.
A oposição sem rumo apostou em uma tática do velho FH, que ouviu passarinho cantar sem entender direito o som. Resultado: a coisa ficou torta para o lado deles nesta CPI da Petrobras, com o risco de tiro pela culatra, o próprio ex-governo tucano pode sair ainda mais chamuscado ao final. Arrisco um nome para ela: a “CPI da barata voa”.
O cúmplice O Globo, tentando fazer seu papel de agência tucana, tomou uma piaba de anúncio de Petrobras publicado no próprio jornal. Desnudaram ponto a ponto reporcagem de um dia antes. A resposta do jornal foi pífia, em discreta nota. Devem ter gostado do feito. Afinal, me conta uma fonte do mercado publicitário, o espaço custou quase meio milhão. É esse o nó dos donos da mídia em papel. Ganham em um dia essa grana e não tem como cobrar o mesmo na internet em meses. O ralo está ficando perto.
E tem tucano empurrando Lula para o terceiro mandato. Que coisa... E ainda falam mal do bolsa-família mas querem ser o pai da criança. No desespero, enlouqueceram!
Vejo boas discussões sobre a imprensa, seu papel.
E no triste acidente aéreo, a imprensa demonstra que seu negócio é mesmo showrnalismo. Tragédia e mistério e tudo que desejam. No meio, vão tentar arrumar um jeito de envolver o governo no acidente. Esse pessoal de propaganda vende qualquer idéia.
Aos poucos volto com melhores observações. Uma dúvida, pergunto a vocês, qual o canalha que está melhor merecendo subir ao pódio, ali no logo do blog?
Blog http://abundacanalha.blogspot.com/
estou de volta depois de algumas semanas distante de notícias, ainda com malas por abrir. Há muito para comentar, pelo ainda pouco que estou tomando conhecimento em meu retorno.
A oposição sem rumo apostou em uma tática do velho FH, que ouviu passarinho cantar sem entender direito o som. Resultado: a coisa ficou torta para o lado deles nesta CPI da Petrobras, com o risco de tiro pela culatra, o próprio ex-governo tucano pode sair ainda mais chamuscado ao final. Arrisco um nome para ela: a “CPI da barata voa”.
O cúmplice O Globo, tentando fazer seu papel de agência tucana, tomou uma piaba de anúncio de Petrobras publicado no próprio jornal. Desnudaram ponto a ponto reporcagem de um dia antes. A resposta do jornal foi pífia, em discreta nota. Devem ter gostado do feito. Afinal, me conta uma fonte do mercado publicitário, o espaço custou quase meio milhão. É esse o nó dos donos da mídia em papel. Ganham em um dia essa grana e não tem como cobrar o mesmo na internet em meses. O ralo está ficando perto.
E tem tucano empurrando Lula para o terceiro mandato. Que coisa... E ainda falam mal do bolsa-família mas querem ser o pai da criança. No desespero, enlouqueceram!
Vejo boas discussões sobre a imprensa, seu papel.
E no triste acidente aéreo, a imprensa demonstra que seu negócio é mesmo showrnalismo. Tragédia e mistério e tudo que desejam. No meio, vão tentar arrumar um jeito de envolver o governo no acidente. Esse pessoal de propaganda vende qualquer idéia.
Aos poucos volto com melhores observações. Uma dúvida, pergunto a vocês, qual o canalha que está melhor merecendo subir ao pódio, ali no logo do blog?
Blog http://abundacanalha.blogspot.com/
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Designados os nomes para a CPI da Amazônia

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB), leu, nesta quinta-feira (28), a lista dos senadores que integrarão a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Amazônia. A finalidade da CPI é investigar, no prazo de 180 dias, fatos como o conflito gerado pela demarcação da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol; as denúncias de falta de assistência à saúde indígena e de serviços deficientes prestados pela Fundação Nacional do Índio (Funai) e pela Fundação Nacional da Saúde (Funasa); e o tamanho das áreas indígenas.
Os onze integrantes são, como titulares, os senadores Jayme Campos (DEM-MT), Gilberto Goellner (DEM-MT), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Aloizio Mercadante (PT-SP), João Ribeiro (PR-TO), Renato Casagrande (PSB-ES), Renan Calheiros (PMDB-AL), Francisco Dornelles (PP-RJ), Gilvam Borges (PMDB-AP), Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) e Osmar Dias (PDT-PR).
Como suplentes, integrarão a CPI os senadores Adelmir Santana (DEM-DF), Arthur Virgílio (PSDB-AM), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Flávio Arns (PT-PR), Valter Pereira (PMDB-MS), Wellington Salgado (PMDB-MG) e João Vicente Claudino (PTB-PI).
A CPI foi criada por requerimento do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR).
Nelson Oliveira / Agência Senado
Designados os nomes para a CPI da Amazônia

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB), leu, nesta quinta-feira (28), a lista dos senadores que integrarão a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Amazônia. A finalidade da CPI é investigar, no prazo de 180 dias, fatos como o conflito gerado pela demarcação da Reserva Indígena Raposa Serra do Sol; as denúncias de falta de assistência à saúde indígena e de serviços deficientes prestados pela Fundação Nacional do Índio (Funai) e pela Fundação Nacional da Saúde (Funasa); e o tamanho das áreas indígenas.
Os onze integrantes são, como titulares, os senadores Jayme Campos (DEM-MT), Gilberto Goellner (DEM-MT), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Aloizio Mercadante (PT-SP), João Ribeiro (PR-TO), Renato Casagrande (PSB-ES), Renan Calheiros (PMDB-AL), Francisco Dornelles (PP-RJ), Gilvam Borges (PMDB-AP), Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) e Osmar Dias (PDT-PR).
Como suplentes, integrarão a CPI os senadores Adelmir Santana (DEM-DF), Arthur Virgílio (PSDB-AM), Marcelo Crivella (PRB-RJ), Flávio Arns (PT-PR), Valter Pereira (PMDB-MS), Wellington Salgado (PMDB-MG) e João Vicente Claudino (PTB-PI).
A CPI foi criada por requerimento do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR).
Nelson Oliveira / Agência Senado
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Sarney: CPI será instalada na próxima terça-feira

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), anunciou nesta quarta-feira (27) no Plenário que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras será instalada na próxima terça-feira (2) às 14h. Quem presidirá a sessão de instalação será o senador Paulo Duque (PMDB-RJ), o mais idoso do colegiado. Na ocasião deverão ser eleitos o presidente e o vice-presidente da comissão, o relator será indicado pelo presidente da CPI.
Desde a noite de terça-feira (26) até a manhã desta quarta os líderes partidários oficializaram junto à Secretaria-Geral da Mesa as indicações dos 11 membros titulares e sete suplentes da CPI, cujos nomes foram lidos por Sarney na tarde desta quarta. São eles:
Pelo Bloco de Apoio ao Governo serão titulares Ideli Salvatti (PT-SC), Inácio Arruda (PCdoB-CE) e João Pedro (PT-AM). Marcelo Crivella (PRB-RJ) e Delcídio Amaral (PT-MS) atuarão como suplentes.
Pelo Bloco da Maioria foram indicados como titulares Paulo Duque, Leomar Quintanilha (PMDB-TO) e Romero Jucá (PMDB-RR). Para suplentes Valdir Raupp (PMDB-RO) e Almeida Lima (PMDB-SE). O PTB indicou o senador Fernando Collor (PTB-AL) para titular e Gim Argello (PTB-DF) para suplente. O PDT, que só tem direito a um titular, indicou Jefferson Praia (PDT-AM).
O PSDB e o DEM, que integram o Bloco Parlamentar da Minoria, indicaram em conjunto os senadores Sérgio Guerra (PSDB-PE), Álvaro Dias (PSDB-PR) e Antonio Carlos Junior (DEM-BA). Os suplentes serão Heráclito Fortes (DEM-PI), Tasso Jereissati (PSDB-CE).
Da Redação / Agência Senado
Sarney: CPI será instalada na próxima terça-feira

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), anunciou nesta quarta-feira (27) no Plenário que a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras será instalada na próxima terça-feira (2) às 14h. Quem presidirá a sessão de instalação será o senador Paulo Duque (PMDB-RJ), o mais idoso do colegiado. Na ocasião deverão ser eleitos o presidente e o vice-presidente da comissão, o relator será indicado pelo presidente da CPI.
Desde a noite de terça-feira (26) até a manhã desta quarta os líderes partidários oficializaram junto à Secretaria-Geral da Mesa as indicações dos 11 membros titulares e sete suplentes da CPI, cujos nomes foram lidos por Sarney na tarde desta quarta. São eles:
Pelo Bloco de Apoio ao Governo serão titulares Ideli Salvatti (PT-SC), Inácio Arruda (PCdoB-CE) e João Pedro (PT-AM). Marcelo Crivella (PRB-RJ) e Delcídio Amaral (PT-MS) atuarão como suplentes.
Pelo Bloco da Maioria foram indicados como titulares Paulo Duque, Leomar Quintanilha (PMDB-TO) e Romero Jucá (PMDB-RR). Para suplentes Valdir Raupp (PMDB-RO) e Almeida Lima (PMDB-SE). O PTB indicou o senador Fernando Collor (PTB-AL) para titular e Gim Argello (PTB-DF) para suplente. O PDT, que só tem direito a um titular, indicou Jefferson Praia (PDT-AM).
O PSDB e o DEM, que integram o Bloco Parlamentar da Minoria, indicaram em conjunto os senadores Sérgio Guerra (PSDB-PE), Álvaro Dias (PSDB-PR) e Antonio Carlos Junior (DEM-BA). Os suplentes serão Heráclito Fortes (DEM-PI), Tasso Jereissati (PSDB-CE).
Da Redação / Agência Senado
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Senadores que integrarão CPI da Petrobras devem ser indicados nesta terça
CPIS / Petrobras
25/05/2009 - 19h16
Senadores que integrarão CPI da Petrobras devem ser indicados nesta terça.
Termina nesta terça-feira (26) o prazo regimental de cinco sessões deliberativas para que os líderes dos partidos indiquem os 11 parlamentares que integrarão a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras. O líder do Bloco de Apoio ao Governo, senador Aloizio Mercadante (PT-SP), afirmou que divulgará neste prazo os nomes dos parlamentares do bloco que farão parte da CPI.
De acordo com o senador João Pedro (PT-AM), os partidos que fazem parte do Bloco de Apoio ao Governo reúnem-se pela manhã para escolher os nomes; o PT fará reunião às 13h com o mesmo objetivo. O Bloco de Apoio ao Governo têm três vagas na comissão.
A expectativa é de que o PMDB também divulgue na mesma data os nomes dos três senadores da agremiação que integrarão a CPI. Caso algum líder partidário não indique os representantes do seu partido na comissão, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), terá o prazo de três sessões deliberativas para fazer as indicações.
Mas se a tendência é de que os nomes dos componentes da CPI sejam definidos nesta terça-feira, o mesmo não deve ocorrer com a presidência e a relatoria da comissão. A oposição reivindica a presidência da CPI e o governo reluta em ceder o cargo. Para o senador João Pedro (PT-AM), os governistas devem ficar com a presidência e com a relatoria da CPI.
- A maior preocupação é evitar a politização da CPI. Temos que defender a Petrobras, um patrimônio da sociedade brasileira - argumentou João Pedro em entrevista à imprensa na tarde desta segunda-feira (25).
O senador Alvaro Dias (PSDB-PR), um dos indicados pelos partidos de oposição para a presidência da comissão, reconhece que um acordo será difícil. O senador entende que, por direito, a presidência deveria caber a ele próprio, autor do requerimento que criou a comissão.
- Acho difícil o acordo. O governo até admite que a oposição indique a presidência, mas quer monitorar a indicação. Dizem que pode até ser alguém da oposição, mas não pode ser fulano de tal. A oposição não pode dar aval a vetos do governo, não pode aceitar interferências indevidas - afirmou o senador Alvaro Dias, também em entrevista à imprensa.
O líder do DEM, senador José Agripino (RN), disse ter conversado na quinta-feira passada com o líder do PMDB, senador Renan Calheiros (AL), e com o líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR) sobre o assunto. De acordo com Agripino, ambos consideravam conveniente dividir a direção da CPI com a oposição. Para o senador, uma CPI em que o governo ocupasse a presidência e a relatoria seria "uma comissão de um lado só".
- Fazemos questão de participar do comando da CPI para dar credibilidade às investigações. Denúncias sobre irregularidades na Petrobras têm sido publicadas na imprensa e isso precisa ser investigado em uma CPI sem política, sem emoção, de modo que a Petrobras ganhe com a CPI e saia mais limpa da investigação - defendeu Agripino.
Completam a CPI um senador do PDT e um do PTB. Este último indicou para compor o colegiado o senador Fernando Collor (AL).
Silvia Gomide / Agência Senado
25/05/2009 - 19h16
Senadores que integrarão CPI da Petrobras devem ser indicados nesta terça.
Termina nesta terça-feira (26) o prazo regimental de cinco sessões deliberativas para que os líderes dos partidos indiquem os 11 parlamentares que integrarão a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras. O líder do Bloco de Apoio ao Governo, senador Aloizio Mercadante (PT-SP), afirmou que divulgará neste prazo os nomes dos parlamentares do bloco que farão parte da CPI.
De acordo com o senador João Pedro (PT-AM), os partidos que fazem parte do Bloco de Apoio ao Governo reúnem-se pela manhã para escolher os nomes; o PT fará reunião às 13h com o mesmo objetivo. O Bloco de Apoio ao Governo têm três vagas na comissão.
A expectativa é de que o PMDB também divulgue na mesma data os nomes dos três senadores da agremiação que integrarão a CPI. Caso algum líder partidário não indique os representantes do seu partido na comissão, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), terá o prazo de três sessões deliberativas para fazer as indicações.
Mas se a tendência é de que os nomes dos componentes da CPI sejam definidos nesta terça-feira, o mesmo não deve ocorrer com a presidência e a relatoria da comissão. A oposição reivindica a presidência da CPI e o governo reluta em ceder o cargo. Para o senador João Pedro (PT-AM), os governistas devem ficar com a presidência e com a relatoria da CPI.
- A maior preocupação é evitar a politização da CPI. Temos que defender a Petrobras, um patrimônio da sociedade brasileira - argumentou João Pedro em entrevista à imprensa na tarde desta segunda-feira (25).
O senador Alvaro Dias (PSDB-PR), um dos indicados pelos partidos de oposição para a presidência da comissão, reconhece que um acordo será difícil. O senador entende que, por direito, a presidência deveria caber a ele próprio, autor do requerimento que criou a comissão.
- Acho difícil o acordo. O governo até admite que a oposição indique a presidência, mas quer monitorar a indicação. Dizem que pode até ser alguém da oposição, mas não pode ser fulano de tal. A oposição não pode dar aval a vetos do governo, não pode aceitar interferências indevidas - afirmou o senador Alvaro Dias, também em entrevista à imprensa.
O líder do DEM, senador José Agripino (RN), disse ter conversado na quinta-feira passada com o líder do PMDB, senador Renan Calheiros (AL), e com o líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR) sobre o assunto. De acordo com Agripino, ambos consideravam conveniente dividir a direção da CPI com a oposição. Para o senador, uma CPI em que o governo ocupasse a presidência e a relatoria seria "uma comissão de um lado só".
- Fazemos questão de participar do comando da CPI para dar credibilidade às investigações. Denúncias sobre irregularidades na Petrobras têm sido publicadas na imprensa e isso precisa ser investigado em uma CPI sem política, sem emoção, de modo que a Petrobras ganhe com a CPI e saia mais limpa da investigação - defendeu Agripino.
Completam a CPI um senador do PDT e um do PTB. Este último indicou para compor o colegiado o senador Fernando Collor (AL).
Silvia Gomide / Agência Senado
Senadores que integrarão CPI da Petrobras devem ser indicados nesta terça
CPIS / Petrobras
25/05/2009 - 19h16
Senadores que integrarão CPI da Petrobras devem ser indicados nesta terça.
Termina nesta terça-feira (26) o prazo regimental de cinco sessões deliberativas para que os líderes dos partidos indiquem os 11 parlamentares que integrarão a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras. O líder do Bloco de Apoio ao Governo, senador Aloizio Mercadante (PT-SP), afirmou que divulgará neste prazo os nomes dos parlamentares do bloco que farão parte da CPI.
De acordo com o senador João Pedro (PT-AM), os partidos que fazem parte do Bloco de Apoio ao Governo reúnem-se pela manhã para escolher os nomes; o PT fará reunião às 13h com o mesmo objetivo. O Bloco de Apoio ao Governo têm três vagas na comissão.
A expectativa é de que o PMDB também divulgue na mesma data os nomes dos três senadores da agremiação que integrarão a CPI. Caso algum líder partidário não indique os representantes do seu partido na comissão, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), terá o prazo de três sessões deliberativas para fazer as indicações.
Mas se a tendência é de que os nomes dos componentes da CPI sejam definidos nesta terça-feira, o mesmo não deve ocorrer com a presidência e a relatoria da comissão. A oposição reivindica a presidência da CPI e o governo reluta em ceder o cargo. Para o senador João Pedro (PT-AM), os governistas devem ficar com a presidência e com a relatoria da CPI.
- A maior preocupação é evitar a politização da CPI. Temos que defender a Petrobras, um patrimônio da sociedade brasileira - argumentou João Pedro em entrevista à imprensa na tarde desta segunda-feira (25).
O senador Alvaro Dias (PSDB-PR), um dos indicados pelos partidos de oposição para a presidência da comissão, reconhece que um acordo será difícil. O senador entende que, por direito, a presidência deveria caber a ele próprio, autor do requerimento que criou a comissão.
- Acho difícil o acordo. O governo até admite que a oposição indique a presidência, mas quer monitorar a indicação. Dizem que pode até ser alguém da oposição, mas não pode ser fulano de tal. A oposição não pode dar aval a vetos do governo, não pode aceitar interferências indevidas - afirmou o senador Alvaro Dias, também em entrevista à imprensa.
O líder do DEM, senador José Agripino (RN), disse ter conversado na quinta-feira passada com o líder do PMDB, senador Renan Calheiros (AL), e com o líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR) sobre o assunto. De acordo com Agripino, ambos consideravam conveniente dividir a direção da CPI com a oposição. Para o senador, uma CPI em que o governo ocupasse a presidência e a relatoria seria "uma comissão de um lado só".
- Fazemos questão de participar do comando da CPI para dar credibilidade às investigações. Denúncias sobre irregularidades na Petrobras têm sido publicadas na imprensa e isso precisa ser investigado em uma CPI sem política, sem emoção, de modo que a Petrobras ganhe com a CPI e saia mais limpa da investigação - defendeu Agripino.
Completam a CPI um senador do PDT e um do PTB. Este último indicou para compor o colegiado o senador Fernando Collor (AL).
Silvia Gomide / Agência Senado
25/05/2009 - 19h16
Senadores que integrarão CPI da Petrobras devem ser indicados nesta terça.
Termina nesta terça-feira (26) o prazo regimental de cinco sessões deliberativas para que os líderes dos partidos indiquem os 11 parlamentares que integrarão a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras. O líder do Bloco de Apoio ao Governo, senador Aloizio Mercadante (PT-SP), afirmou que divulgará neste prazo os nomes dos parlamentares do bloco que farão parte da CPI.
De acordo com o senador João Pedro (PT-AM), os partidos que fazem parte do Bloco de Apoio ao Governo reúnem-se pela manhã para escolher os nomes; o PT fará reunião às 13h com o mesmo objetivo. O Bloco de Apoio ao Governo têm três vagas na comissão.
A expectativa é de que o PMDB também divulgue na mesma data os nomes dos três senadores da agremiação que integrarão a CPI. Caso algum líder partidário não indique os representantes do seu partido na comissão, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), terá o prazo de três sessões deliberativas para fazer as indicações.
Mas se a tendência é de que os nomes dos componentes da CPI sejam definidos nesta terça-feira, o mesmo não deve ocorrer com a presidência e a relatoria da comissão. A oposição reivindica a presidência da CPI e o governo reluta em ceder o cargo. Para o senador João Pedro (PT-AM), os governistas devem ficar com a presidência e com a relatoria da CPI.
- A maior preocupação é evitar a politização da CPI. Temos que defender a Petrobras, um patrimônio da sociedade brasileira - argumentou João Pedro em entrevista à imprensa na tarde desta segunda-feira (25).
O senador Alvaro Dias (PSDB-PR), um dos indicados pelos partidos de oposição para a presidência da comissão, reconhece que um acordo será difícil. O senador entende que, por direito, a presidência deveria caber a ele próprio, autor do requerimento que criou a comissão.
- Acho difícil o acordo. O governo até admite que a oposição indique a presidência, mas quer monitorar a indicação. Dizem que pode até ser alguém da oposição, mas não pode ser fulano de tal. A oposição não pode dar aval a vetos do governo, não pode aceitar interferências indevidas - afirmou o senador Alvaro Dias, também em entrevista à imprensa.
O líder do DEM, senador José Agripino (RN), disse ter conversado na quinta-feira passada com o líder do PMDB, senador Renan Calheiros (AL), e com o líder do governo, senador Romero Jucá (PMDB-RR) sobre o assunto. De acordo com Agripino, ambos consideravam conveniente dividir a direção da CPI com a oposição. Para o senador, uma CPI em que o governo ocupasse a presidência e a relatoria seria "uma comissão de um lado só".
- Fazemos questão de participar do comando da CPI para dar credibilidade às investigações. Denúncias sobre irregularidades na Petrobras têm sido publicadas na imprensa e isso precisa ser investigado em uma CPI sem política, sem emoção, de modo que a Petrobras ganhe com a CPI e saia mais limpa da investigação - defendeu Agripino.
Completam a CPI um senador do PDT e um do PTB. Este último indicou para compor o colegiado o senador Fernando Collor (AL).
Silvia Gomide / Agência Senado
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