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terça-feira, 18 de agosto de 2009

Amazonas CNJ julga hoje sete magistrados citados na operação Vorax

MANAUS - O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deverá julgar julgar, na tarde de hoje (18), os sete magistrados do Amazonas no processo administrativo disciplinar que apura suspeitas de envolvimento dos juízes e desembargadores em uma organização criminosa instalada no município de Coari. O julgamento será transmitido ao vivo pela Rádio Justiça.

Os magistrados foram citados em conversas telefônicias entre integrantes do grupo, que foram grampeadas com autorização judicial pela Polícia Federal, durante a operação Vorax. As investigações apontaram o ex-prefeito do município Adail Pinheiro como o líder da organização criminosa.

Estão entre os magistrados a serem julgados pelo CNJ o presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas, desembargador Francisco Auzier, os desembargadores Yedo Simões e Domingos Jorge Chalub, e os juízes Elcy Simões, Airton Correa Gentil, Ana Paula de Medeiros Braga, Hugo Levy e Rômulo José Fernandes da Silva).

Também estão envolvidos no processo disciplinar os servidores da Justiça estadual Adriano Teixeira Salan, Rosely de Assis Fernandes e Marcelo Ricardo Raposo Câmara. Todos os acusados apresentaram defesa prévia à Corregedoria Nacional de Justiça e negaram as acusações.

De acordo com o CNJ, o processo administrativo disciplinar foi baseado em denúncia feita pelo então prefeito de Manaus Serafim Corrêa. Ele levantou suspeitas de que os juízes e desembargadores proferiram decisões favoráveis à Prefeitura de Coari na repartição de recursos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que retirou de Manaus, em caráter liminar, cerca de R$ 40 milhões. Posteriormente, o recurso foi devolvido à capital. (RC)

Amazonas CNJ julga hoje sete magistrados citados na operação Vorax

MANAUS - O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deverá julgar julgar, na tarde de hoje (18), os sete magistrados do Amazonas no processo administrativo disciplinar que apura suspeitas de envolvimento dos juízes e desembargadores em uma organização criminosa instalada no município de Coari. O julgamento será transmitido ao vivo pela Rádio Justiça.

Os magistrados foram citados em conversas telefônicias entre integrantes do grupo, que foram grampeadas com autorização judicial pela Polícia Federal, durante a operação Vorax. As investigações apontaram o ex-prefeito do município Adail Pinheiro como o líder da organização criminosa.

Estão entre os magistrados a serem julgados pelo CNJ o presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas, desembargador Francisco Auzier, os desembargadores Yedo Simões e Domingos Jorge Chalub, e os juízes Elcy Simões, Airton Correa Gentil, Ana Paula de Medeiros Braga, Hugo Levy e Rômulo José Fernandes da Silva).

Também estão envolvidos no processo disciplinar os servidores da Justiça estadual Adriano Teixeira Salan, Rosely de Assis Fernandes e Marcelo Ricardo Raposo Câmara. Todos os acusados apresentaram defesa prévia à Corregedoria Nacional de Justiça e negaram as acusações.

De acordo com o CNJ, o processo administrativo disciplinar foi baseado em denúncia feita pelo então prefeito de Manaus Serafim Corrêa. Ele levantou suspeitas de que os juízes e desembargadores proferiram decisões favoráveis à Prefeitura de Coari na repartição de recursos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que retirou de Manaus, em caráter liminar, cerca de R$ 40 milhões. Posteriormente, o recurso foi devolvido à capital. (RC)

Amazonas Confira entrevista de Wallace Souza à TV Amazonas

Fonte: Portal Amazônia



Foto: Reprodução/TV Amazonas

MANAUS- O deputado estadual Wallace Souza concedeu entrevistas a emissoras de televisão em Manaus, na tarde de sexta-feira (14), para tentar se defender das acusações de comandar uma organização criminosa em Manaus. Na última semana, o "Caso Wallace" foi destaque na mídia internacional com a publicação de matérias em vários jornais e emissoras da Argentina, França, Estados Unidos e Alemanha.

Saiba mais sobre as manchetes de jornais internacionais sobre o “Caso Wallace”

O parlamentar é acusado de ser o mandante de assassinatos para aumentar a audiência de seu programa de TV e se livrar de criminosos rivais.



Durante entrevista para o Jornal do Amazonas, da TV Amazonas, Wallace criticou o trabalho da força-tarefa do Ministério Público, composta pelos promotores Ronaldo Andrade, Fábio Monteiro e Alberto Nascimento. Durante a entrevista, o deputado também apresenta documentos que segundo ele, podem ajudar a comprovar sua inocência.

Confira, na íntegra, a entrevista da TV Amazonas:

TV Amazonas: De onde surgiu a idéia de que o senhor mandava matar e depois veiculava as mortes no seu programa?



Wallace Souza: Esse é um dos maiores absurdos que eu já ouvi na minha vida. Depois de ser deputado, que necessidade eu teria de matar pessoas para aumentar a audiência do meu programa? Eu tenho aqui o levantamento das denúncias que nós recebíamos no site do programa. Em seis meses, nós recebemos mais de 900 mil visitas com informações. Aqui eu tenho apuração sobre supostos crimes envolvendo policiais militares. Como que alguém que entrevistou todos os xerifes para saber como entrava droga, como saia droga, como facilitavam fulgas, a participação de alguns policiais com esses presos da cadeia. Como é que alguém que sempre combateu o crime estaria associado a ele?



TV Amazonas: Entre essas pessoas que o senhor denunciou no passado, algumas delas hoje estão neste caso contra o senhor?



Wallace Souza: Tentaram coagir e pressionar um dos xerifes, e eu prefiro nem dizer o nome dele, porque talvez esse rapaz até morra na cadeia e seja pressionado ainda mais. Fizeram um absurdo com ele, queriam forçar que esse rapaz dissesse que era meu pistoleiro ou que tivesse algum envolvimento comigo ou com meu filho. Ele negou veementemente, e lá no futuro eu vou mostrar documentos e gravações para provar que, no fundo, isso é uma "vendeta". Hoje eu até começo a acreditar, por terem alguns comissários trabalhando na inteligência da Secretaria de Segurança estejam promovendo essa situação contra mim. São as pessoas mais interessadas, hoje, em tentar me destruir politicamente por causa da Adim que eu promovi contra elas. Eles ainda estão propondo a delação premiada. Qual o bandido que não vai querer usufruir de uma delação premiada para sair da cadeia e falar alguma coisa contra mim? É isso que quero avisar as pessoas, avisar aos desembargadores, aos deputados da Assembleia, o absurdo que eles estão fazendo para tentar me incriminar nessa suposta organização criminosa. Eles ainda fizeram 64 mandados de busca e apreensão na casa de pessoas que trabalhavam comigo e não pegaram um centavo de dinheiro, não pegaram um grama de droga. Eles apreenderam no meu cofre o que eu vinha guardando há onze anos. Eram R$243 mil, guardados há onze anos de trabalho suado porque eu tenho um lastro anual de salário na Assembleia acima de 500 mil reais e eu poderia, portanto, guardar um pouco desse dinheiro para cuidar da minha saúde.



TV Amazonas: O que ficou comprovado no exame de balística do “Caçula”?



Wallace Souza: A força-tarefa diz que foi o meu filho e o “pequeno’, os autores da morte do caçula e que a arma usada seria uma 380 . O “Moa” no depoimento dele, diz que a 380 é dele e a ponto 40 é do Rafael . O exame de balística diz que não há nenhuma ligação do projétil encontrado no cadáver com relação a arma apreendida. Esses projéteis não partiram da arma 380 que eles diziam ser do Rafael, mas que o próprio Moacir disse que era dele. Então é mais uma mentira. A população vai entender que isso não passa de um complô para destruir minha carreira política.



TV Amazonas: Para o senhor, o que é a força-tarefa? O que existe por trás dessa força-tarefa?



Wallace Souza: Apesar de conhecer e saber de alguns interesses, eu não quero ir pra mesma lama que algumas pessoas estão tentando me colocar, já que isso seria leviano, citar nomes, mas eu combati muito o salário vitalício do secretário de inteligência. Eu sou policial civil de carreira e não fui expulso da Polícia como. Eu estou absolvido pela Justiça em 1º Grau. Esse recurso vai partir para 2º Grau e se Deus quiser, vai ser mantido a sentença, vou ganhar e vou retornar. Eu como policial ia muito pra rua, me expondo, correndo risco(...)Por que somente o secretário de inteligência tem um salário vitalício ? Será que é só ele que corre risco em combater bandido? Qualquer policial corre risco e muito mais do que ele, porque ele é apenas secretário de inteligência. O policial deveria ter um seguro de vida apropriado. Isso talvez tenha gerado uma insatisfação em relação ao próprio secretário de segurança, que disse na entrevista dada ao “Fantástico”que eu simplesmente queria tomar o poder. E eu vou fazer um requerimento aqui na Assembleia para que ele compareça para explicar que poder esse que eu estou querendo tomar. Eu sou da base do governador, sempre apoiei as atividades do governador. Nunca tive pretensão nenhuma de ser governador do estado, de ser prefeito, agora nunca escondi a minha vontade de um dia assumir a segurança pública da minha cidade. Aí ele diz que eu queria tomar o poder e por isso existiria essa organização criminosa. Isso é um pensamento tão pequeno que demonstra a questão pessoal do secretário contra mim.



TV Amazonas: O senhor disse que não gostaria de citar alguns nomes. O senhor se considera um arquivo vivo? O senhor não cita esses nomes por ter medo de algo?



Wallace Souza: Com certeza, não tenho mais seguranças, apesar de ser vítima de muitas ameaças. Esse é o motivo mesmo. Se eu disser nomes agora eu tenho certeza que pretendam fazer alguma coisa contra mim. Então eu prefiro aguardar. Não é nem uma resposta fora do alcance do inquérito. Eu vou responder essas maldades que estão fazendo contra mim no inquérito. Eu tinha a maior segurança na força-tarefa, mas já aconteceram fatos a arrepio da lei que o Ministério Público deveria de imediato coibir. A própria esposa do “Moa” denunciou que ele havia sido torturado para confessar o que ele disse contra mim. Lá no Ipat, na presença do promotor Ronaldo Andrade, do promotor Alberto Nascimento e de deputados, ele disse que havia sido torturado. Não foi aberto um ato administrativo para apurar se era mentira ou verdade. Cadê a presunção da inocência? Vale o que o Moa diz, que eu sou bandido? Mas não vale apurar o que ele denunciou sobre a tortura? Não vale apurar o que eu disse? Há umas incoerências que deverão ser criteriosamente investigadas e acima de tudo analisadas pelos deputados e pela própria sociedade. De agora em diante eu vou começar a falar. Eles não têm nenhuma prova técnica e material contra mim nem contra meu filho. Portanto, é preciso que eles apresentem isso para denunciar que eu sou bandido. Se existe um homicídio, é preciso ter a materialidade: um projétil, uma testemunha visual, o laudo de balística e se não saiu nada disso, cadê a prova?



TV Amazonas: Sobre a lista de funcionários exibidas na TV, o senhor disse que já havia demitido aquelas pessoas e que não havia necessidade de mostrar como se elas tivessem sido admitidas?



Wallace Souza: Quando surgiu a súmula do STF contra o nepotismo, imediatamente eu demiti todos. Quando a matéria com as informações da lista surgiu, todos eles já estavam demitidos. Me senti um pouco magoado em relação a ausência de uma investigação mais precisa. Por que não procurar a relação de funcionários lotados atualmente no meu gabinete?



TV Amazonas: O que o senhor espera a respeito do andamento das investigações e o que o senhor ainda pretende falar sobre esse caso?



Wallace Souza: Todas as testemunhas que estão contra mim, ou elas têm algo que desabone a conduta delas a respeito da vida pregressa: passagem em Polícia, crimes dolosos, ou outras simplesmente foram beneficiadas pela delação premiada. Eu quero alertar a população que ninguém se transforma bandido de um dia para o outro. Eu nunca fui corrupto, nunca estive envolvido em crimes. De repente, somente na administração desse secretário de segurança, ele começa a me transformar em um marginal. Isso não vai acontecer porque eu sou um cidadão de bem. Não acreditem somente no que a força-tarefa e o que a Polícia dizem. Acreditem naquilo que vocês já viram, no meu passado. O que eles estão fazendo é assinar minha sentença de morte. Eles estão querendo forçar a Assembleia Legislativa a me cassar, querem inverter os valores, mexendo com a opinião pública nacional e até internacional. Ir para o sistema penitenciário, seria assinar minha sentença de morte.

Amazonas Confira entrevista de Wallace Souza à TV Amazonas

Fonte: Portal Amazônia



Foto: Reprodução/TV Amazonas

MANAUS- O deputado estadual Wallace Souza concedeu entrevistas a emissoras de televisão em Manaus, na tarde de sexta-feira (14), para tentar se defender das acusações de comandar uma organização criminosa em Manaus. Na última semana, o "Caso Wallace" foi destaque na mídia internacional com a publicação de matérias em vários jornais e emissoras da Argentina, França, Estados Unidos e Alemanha.

Saiba mais sobre as manchetes de jornais internacionais sobre o “Caso Wallace”

O parlamentar é acusado de ser o mandante de assassinatos para aumentar a audiência de seu programa de TV e se livrar de criminosos rivais.



Durante entrevista para o Jornal do Amazonas, da TV Amazonas, Wallace criticou o trabalho da força-tarefa do Ministério Público, composta pelos promotores Ronaldo Andrade, Fábio Monteiro e Alberto Nascimento. Durante a entrevista, o deputado também apresenta documentos que segundo ele, podem ajudar a comprovar sua inocência.

Confira, na íntegra, a entrevista da TV Amazonas:

TV Amazonas: De onde surgiu a idéia de que o senhor mandava matar e depois veiculava as mortes no seu programa?



Wallace Souza: Esse é um dos maiores absurdos que eu já ouvi na minha vida. Depois de ser deputado, que necessidade eu teria de matar pessoas para aumentar a audiência do meu programa? Eu tenho aqui o levantamento das denúncias que nós recebíamos no site do programa. Em seis meses, nós recebemos mais de 900 mil visitas com informações. Aqui eu tenho apuração sobre supostos crimes envolvendo policiais militares. Como que alguém que entrevistou todos os xerifes para saber como entrava droga, como saia droga, como facilitavam fulgas, a participação de alguns policiais com esses presos da cadeia. Como é que alguém que sempre combateu o crime estaria associado a ele?



TV Amazonas: Entre essas pessoas que o senhor denunciou no passado, algumas delas hoje estão neste caso contra o senhor?



Wallace Souza: Tentaram coagir e pressionar um dos xerifes, e eu prefiro nem dizer o nome dele, porque talvez esse rapaz até morra na cadeia e seja pressionado ainda mais. Fizeram um absurdo com ele, queriam forçar que esse rapaz dissesse que era meu pistoleiro ou que tivesse algum envolvimento comigo ou com meu filho. Ele negou veementemente, e lá no futuro eu vou mostrar documentos e gravações para provar que, no fundo, isso é uma "vendeta". Hoje eu até começo a acreditar, por terem alguns comissários trabalhando na inteligência da Secretaria de Segurança estejam promovendo essa situação contra mim. São as pessoas mais interessadas, hoje, em tentar me destruir politicamente por causa da Adim que eu promovi contra elas. Eles ainda estão propondo a delação premiada. Qual o bandido que não vai querer usufruir de uma delação premiada para sair da cadeia e falar alguma coisa contra mim? É isso que quero avisar as pessoas, avisar aos desembargadores, aos deputados da Assembleia, o absurdo que eles estão fazendo para tentar me incriminar nessa suposta organização criminosa. Eles ainda fizeram 64 mandados de busca e apreensão na casa de pessoas que trabalhavam comigo e não pegaram um centavo de dinheiro, não pegaram um grama de droga. Eles apreenderam no meu cofre o que eu vinha guardando há onze anos. Eram R$243 mil, guardados há onze anos de trabalho suado porque eu tenho um lastro anual de salário na Assembleia acima de 500 mil reais e eu poderia, portanto, guardar um pouco desse dinheiro para cuidar da minha saúde.



TV Amazonas: O que ficou comprovado no exame de balística do “Caçula”?



Wallace Souza: A força-tarefa diz que foi o meu filho e o “pequeno’, os autores da morte do caçula e que a arma usada seria uma 380 . O “Moa” no depoimento dele, diz que a 380 é dele e a ponto 40 é do Rafael . O exame de balística diz que não há nenhuma ligação do projétil encontrado no cadáver com relação a arma apreendida. Esses projéteis não partiram da arma 380 que eles diziam ser do Rafael, mas que o próprio Moacir disse que era dele. Então é mais uma mentira. A população vai entender que isso não passa de um complô para destruir minha carreira política.



TV Amazonas: Para o senhor, o que é a força-tarefa? O que existe por trás dessa força-tarefa?



Wallace Souza: Apesar de conhecer e saber de alguns interesses, eu não quero ir pra mesma lama que algumas pessoas estão tentando me colocar, já que isso seria leviano, citar nomes, mas eu combati muito o salário vitalício do secretário de inteligência. Eu sou policial civil de carreira e não fui expulso da Polícia como. Eu estou absolvido pela Justiça em 1º Grau. Esse recurso vai partir para 2º Grau e se Deus quiser, vai ser mantido a sentença, vou ganhar e vou retornar. Eu como policial ia muito pra rua, me expondo, correndo risco(...)Por que somente o secretário de inteligência tem um salário vitalício ? Será que é só ele que corre risco em combater bandido? Qualquer policial corre risco e muito mais do que ele, porque ele é apenas secretário de inteligência. O policial deveria ter um seguro de vida apropriado. Isso talvez tenha gerado uma insatisfação em relação ao próprio secretário de segurança, que disse na entrevista dada ao “Fantástico”que eu simplesmente queria tomar o poder. E eu vou fazer um requerimento aqui na Assembleia para que ele compareça para explicar que poder esse que eu estou querendo tomar. Eu sou da base do governador, sempre apoiei as atividades do governador. Nunca tive pretensão nenhuma de ser governador do estado, de ser prefeito, agora nunca escondi a minha vontade de um dia assumir a segurança pública da minha cidade. Aí ele diz que eu queria tomar o poder e por isso existiria essa organização criminosa. Isso é um pensamento tão pequeno que demonstra a questão pessoal do secretário contra mim.



TV Amazonas: O senhor disse que não gostaria de citar alguns nomes. O senhor se considera um arquivo vivo? O senhor não cita esses nomes por ter medo de algo?



Wallace Souza: Com certeza, não tenho mais seguranças, apesar de ser vítima de muitas ameaças. Esse é o motivo mesmo. Se eu disser nomes agora eu tenho certeza que pretendam fazer alguma coisa contra mim. Então eu prefiro aguardar. Não é nem uma resposta fora do alcance do inquérito. Eu vou responder essas maldades que estão fazendo contra mim no inquérito. Eu tinha a maior segurança na força-tarefa, mas já aconteceram fatos a arrepio da lei que o Ministério Público deveria de imediato coibir. A própria esposa do “Moa” denunciou que ele havia sido torturado para confessar o que ele disse contra mim. Lá no Ipat, na presença do promotor Ronaldo Andrade, do promotor Alberto Nascimento e de deputados, ele disse que havia sido torturado. Não foi aberto um ato administrativo para apurar se era mentira ou verdade. Cadê a presunção da inocência? Vale o que o Moa diz, que eu sou bandido? Mas não vale apurar o que ele denunciou sobre a tortura? Não vale apurar o que eu disse? Há umas incoerências que deverão ser criteriosamente investigadas e acima de tudo analisadas pelos deputados e pela própria sociedade. De agora em diante eu vou começar a falar. Eles não têm nenhuma prova técnica e material contra mim nem contra meu filho. Portanto, é preciso que eles apresentem isso para denunciar que eu sou bandido. Se existe um homicídio, é preciso ter a materialidade: um projétil, uma testemunha visual, o laudo de balística e se não saiu nada disso, cadê a prova?



TV Amazonas: Sobre a lista de funcionários exibidas na TV, o senhor disse que já havia demitido aquelas pessoas e que não havia necessidade de mostrar como se elas tivessem sido admitidas?



Wallace Souza: Quando surgiu a súmula do STF contra o nepotismo, imediatamente eu demiti todos. Quando a matéria com as informações da lista surgiu, todos eles já estavam demitidos. Me senti um pouco magoado em relação a ausência de uma investigação mais precisa. Por que não procurar a relação de funcionários lotados atualmente no meu gabinete?



TV Amazonas: O que o senhor espera a respeito do andamento das investigações e o que o senhor ainda pretende falar sobre esse caso?



Wallace Souza: Todas as testemunhas que estão contra mim, ou elas têm algo que desabone a conduta delas a respeito da vida pregressa: passagem em Polícia, crimes dolosos, ou outras simplesmente foram beneficiadas pela delação premiada. Eu quero alertar a população que ninguém se transforma bandido de um dia para o outro. Eu nunca fui corrupto, nunca estive envolvido em crimes. De repente, somente na administração desse secretário de segurança, ele começa a me transformar em um marginal. Isso não vai acontecer porque eu sou um cidadão de bem. Não acreditem somente no que a força-tarefa e o que a Polícia dizem. Acreditem naquilo que vocês já viram, no meu passado. O que eles estão fazendo é assinar minha sentença de morte. Eles estão querendo forçar a Assembleia Legislativa a me cassar, querem inverter os valores, mexendo com a opinião pública nacional e até internacional. Ir para o sistema penitenciário, seria assinar minha sentença de morte.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Começa hoje a 1ª bienal da 'floresta' no Acre

Livros com temática amazônica e nordestina são os destaques.
Cerca de 45 mil pessoas são esperadas até 7 de junho em Rio Branco.
Glauco Araújo
Do G1, em São Paulo

Começa nesta sexta-feira (29) a 1ª Bienal da 'Floresta', no Acre. O evento, cujo nome oficial é Bienal do Livro e da Leitura, será realizado na Praça da Revolução Plácido de Castro, em Rio Branco, até o primeiro domingo (7) de junho. A entrada é gratuita.

A bienal é considerada pelos organizadores como o maior evento literário do Acre, cuja capital tem pouco mais de 300 mil habitantes, o que representa a metade da população do estado, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Praça da Revolução será palco da 1ª Bienal da 'Floresta' no Acre (Foto: Gleison Miranda/Secom)
Durante os nove dias da bienal, a organização espera a presença de aproximadamente 45 mil pessoas, cerca de 5,5 mil visitantes por dia. "Queremos incentivar a leitura no estado e formar uma nova geração de leitores", disse Rose Farias, da Fundação de Cultura Elias Mansour.

Segundo Daniel Zen, presidente da fundação, o principal foco do evento é mostrar as literaturas amazônica e nordestina. "Durante muito tempo a imigração nordestina no Acre se fez presente. Por isso queremos fazer uma homenagem ao povo nordestino. Um exemplo disso são os trabalhos de autores de cordel que serão apresentados na bienal."

A organização espera reunir alunos das escolas públicas da capital acriana e de outras cidades do estado e de Rondônia. "Também esperamos que cidades fronteiriças como Assis Brasil (AC) e Brasiléia (AC) tragam pessoas de Cubija (Bolívia) e Inhanpari (Peru)", disse Zen.


Cinema e música
Além das barracas de livros, palestras, oficinas e debates com os escritores convidados, a Bienal da Floresta traz uma ampla programação musical e uma mostra de filmes nacionais no anfiteatro da Praça da Revolução Plácido de Castro.

Entre os filmes a serem apresentados estão "O Homem que Desafiou o Diabo", "Vidas Secas", "Menino de Engenho", "Macunaíma", "O Pagador de Promessas" e "Dona Flor e Seus Dois Maridos".

Começa hoje a 1ª bienal da 'floresta' no Acre

Livros com temática amazônica e nordestina são os destaques.
Cerca de 45 mil pessoas são esperadas até 7 de junho em Rio Branco.
Glauco Araújo
Do G1, em São Paulo

Começa nesta sexta-feira (29) a 1ª Bienal da 'Floresta', no Acre. O evento, cujo nome oficial é Bienal do Livro e da Leitura, será realizado na Praça da Revolução Plácido de Castro, em Rio Branco, até o primeiro domingo (7) de junho. A entrada é gratuita.

A bienal é considerada pelos organizadores como o maior evento literário do Acre, cuja capital tem pouco mais de 300 mil habitantes, o que representa a metade da população do estado, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


Praça da Revolução será palco da 1ª Bienal da 'Floresta' no Acre (Foto: Gleison Miranda/Secom)
Durante os nove dias da bienal, a organização espera a presença de aproximadamente 45 mil pessoas, cerca de 5,5 mil visitantes por dia. "Queremos incentivar a leitura no estado e formar uma nova geração de leitores", disse Rose Farias, da Fundação de Cultura Elias Mansour.

Segundo Daniel Zen, presidente da fundação, o principal foco do evento é mostrar as literaturas amazônica e nordestina. "Durante muito tempo a imigração nordestina no Acre se fez presente. Por isso queremos fazer uma homenagem ao povo nordestino. Um exemplo disso são os trabalhos de autores de cordel que serão apresentados na bienal."

A organização espera reunir alunos das escolas públicas da capital acriana e de outras cidades do estado e de Rondônia. "Também esperamos que cidades fronteiriças como Assis Brasil (AC) e Brasiléia (AC) tragam pessoas de Cubija (Bolívia) e Inhanpari (Peru)", disse Zen.


Cinema e música
Além das barracas de livros, palestras, oficinas e debates com os escritores convidados, a Bienal da Floresta traz uma ampla programação musical e uma mostra de filmes nacionais no anfiteatro da Praça da Revolução Plácido de Castro.

Entre os filmes a serem apresentados estão "O Homem que Desafiou o Diabo", "Vidas Secas", "Menino de Engenho", "Macunaíma", "O Pagador de Promessas" e "Dona Flor e Seus Dois Maridos".

terça-feira, 9 de junho de 2009

A batalha da Amazônia

Por Luciano Martins Costa [Terça-Feira, 9 de Junho de 2009 às 09:39hs]
REVISTA FÓRUM

A imprensa parece ter comprado a guerra da bancada ruralista contra o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Tudo o que se noticia a respeito do ministro induz à imagem de que se trata de indivíduo de idéias erráticas e mais dado aos holofotes do que à ação. Mas existe aí muito mais em jogo do que o ego do antigo militante que foi transferido das praias cariocas para a Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

Minc é hoje o único representante dos ambientalistas no primeiro escalão de um governo obcecado pelo desenvolvimento e sua fragilização diante da opinião pública pode levar o Brasil a decisões desastrosas em relação ao seu patrimônio ambiental.

Nesse cenário, torna-se ainda mais relevante o esforço feito pelo jornal O Estado de S.Paulo nos últimos dias para iluminar um pouco o tema. No domingo (7/6), a entrevista da secretária executiva do Ministério do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, contribuiu para restabelecer certa racionalidade que andava ausente no debate (ver aqui). Na edição de segunda-feira (8), é a vez da líder da bancada ruralista, a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), expressar a opinião dos produtores rurais (ver aqui).

A partir dessas entrevistas, o leitor pode começar a formular uma idéia sobre o confronto que se trava no Congresso Nacional em torno da legislação de proteção ambiental e da proposta de legalização de terras na Amazônia.

Ir ao local
Mas falta muito para a imprensa dar uma contribuição efetiva ao debate, porque as frentes em disputa são muitas e complexas.

A bancada ruralista está apostando na municipalização do controle ambiental porque tem o poder em praticamente todos os municípios da fronteira agrícola amazônica. Seu poder foi composto pelo domínio da economia e dos meios de comunicação regionais, o que lhe permite eleger seguidamente os prefeitos nos municípios mais importantes.

Mas não se pode esquecer os assassinatos de líderes comunitários e militantes ambientalistas ocorridos nas últimas décadas como parte desse projeto de poder.

A intenção dos parlamentares que representam basicamente os criadores de gado e o agronegócio é usar essa influência para fazer um recorte por dentro da Amazônia e criar um fato consumado que deixaria Mato Grosso, Rondônia, Tocantins e parte do Pará isolados da floresta, para mais adiante pleitear a exclusão dessas áreas da Amazônia Legal. Esse propósito vem sendo perseguido claramente há cerca de dez anos, mas a imprensa parece ignorá-lo, ou concorda com ele.

Entrevistas são uma boa fonte de informação, mas a reportagem no local ainda é a melhor maneira de contar uma história. E a imprensa anda muito longe da Amazônia.


Publicado originalmente no Observatório de Imprensa.

A batalha da Amazônia

Por Luciano Martins Costa [Terça-Feira, 9 de Junho de 2009 às 09:39hs]
REVISTA FÓRUM

A imprensa parece ter comprado a guerra da bancada ruralista contra o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Tudo o que se noticia a respeito do ministro induz à imagem de que se trata de indivíduo de idéias erráticas e mais dado aos holofotes do que à ação. Mas existe aí muito mais em jogo do que o ego do antigo militante que foi transferido das praias cariocas para a Esplanada dos Ministérios, em Brasília.

Minc é hoje o único representante dos ambientalistas no primeiro escalão de um governo obcecado pelo desenvolvimento e sua fragilização diante da opinião pública pode levar o Brasil a decisões desastrosas em relação ao seu patrimônio ambiental.

Nesse cenário, torna-se ainda mais relevante o esforço feito pelo jornal O Estado de S.Paulo nos últimos dias para iluminar um pouco o tema. No domingo (7/6), a entrevista da secretária executiva do Ministério do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, contribuiu para restabelecer certa racionalidade que andava ausente no debate (ver aqui). Na edição de segunda-feira (8), é a vez da líder da bancada ruralista, a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), expressar a opinião dos produtores rurais (ver aqui).

A partir dessas entrevistas, o leitor pode começar a formular uma idéia sobre o confronto que se trava no Congresso Nacional em torno da legislação de proteção ambiental e da proposta de legalização de terras na Amazônia.

Ir ao local
Mas falta muito para a imprensa dar uma contribuição efetiva ao debate, porque as frentes em disputa são muitas e complexas.

A bancada ruralista está apostando na municipalização do controle ambiental porque tem o poder em praticamente todos os municípios da fronteira agrícola amazônica. Seu poder foi composto pelo domínio da economia e dos meios de comunicação regionais, o que lhe permite eleger seguidamente os prefeitos nos municípios mais importantes.

Mas não se pode esquecer os assassinatos de líderes comunitários e militantes ambientalistas ocorridos nas últimas décadas como parte desse projeto de poder.

A intenção dos parlamentares que representam basicamente os criadores de gado e o agronegócio é usar essa influência para fazer um recorte por dentro da Amazônia e criar um fato consumado que deixaria Mato Grosso, Rondônia, Tocantins e parte do Pará isolados da floresta, para mais adiante pleitear a exclusão dessas áreas da Amazônia Legal. Esse propósito vem sendo perseguido claramente há cerca de dez anos, mas a imprensa parece ignorá-lo, ou concorda com ele.

Entrevistas são uma boa fonte de informação, mas a reportagem no local ainda é a melhor maneira de contar uma história. E a imprensa anda muito longe da Amazônia.


Publicado originalmente no Observatório de Imprensa.

sábado, 6 de junho de 2009

NÃO ACESSE O LINK DA FOLHA... LEIA AQUI!

NÃO ACESSE O LINK DA FOLHA... LEIA AQUI!

Brasileiros nós queremos é que todas as empresas no Brasil tenham um blog para "vazar" suas reportagens.
Será que determinados jornais e meios de comunicação é que podem usar seus "poderes" para vazar reportagens que não acrescentam e criam bagunça social.
NUNCA BASEIEM-SE EM UM CANAL DE NOTÍCIAS.
LEMBREM-SE QUE ESTAMOS VIVENDO EM UMA DEMOCRACIA E TEMOS O DIREITO E DEVER DE PESQUISAR E BLOGAR


Petrobras usa blog para vazar reportagens

Alvo de CPI, estatal divulga e-mails com pedidos de informações para reportagens não concluídas; empresa diz que "não é ilegal"

Estatal criou site na internet para responder textos da imprensa e críticas feitas pela oposição após a criação de comissão no Senado

Alvo de uma CPI no Congresso, a Petrobras decidiu tornar públicos, em um blog que criou na internet, os e-mails enviados por jornalistas que procuram a assessoria de comunicação da empresa, no Rio, para obter informações e esclarecimentos para reportagens que ainda estão em andamento.

A empresa colocou o blog no ar no último dia 2, como parte da estratégia da comunicação lançada pela estatal após a abertura da CPI (http://petrobrasfatosedados.wordpress.com).

Na noite de ontem, o objeto de reportagens que a Folha ainda apura - com questões endereçadas à empresa, para que possa oferecer a sua versão dos fatos- foi publicado no blog pela Petrobras.

A Folha fez perguntas a respeito da contratação de advogados sem licitação, sobre os custos de um gasoduto no Amazonas e, por último, acerca de gastos com patrocínios de festas no Nordeste.

Questionado pela Folha, o gerente de imprensa da estatal, Lúcio Pimentel, disse que a Petrobras vai manter a decisão de divulgar e-mails de reportagens ainda em andamento. Disse que se trata de uma "política de transparência" adotada pela direção da empresa.

A atitude da Petrobras motivou os jornais "O Estado de S. Paulo" e "O Globo" a indagar se a empresa havia pedido autorização à Folha para divulgar seus e-mails. A Petrobras respondeu: "Não houve divulgação do e-mail, e sim das perguntas e respostas dadas ao jornal [Folha]. No entendimento da Petrobras não há ilegalidade, pois o conteúdo divulgado é público".

NÃO ACESSE O LINK DA FOLHA... LEIA AQUI!

NÃO ACESSE O LINK DA FOLHA... LEIA AQUI!

Brasileiros nós queremos é que todas as empresas no Brasil tenham um blog para "vazar" suas reportagens.
Será que determinados jornais e meios de comunicação é que podem usar seus "poderes" para vazar reportagens que não acrescentam e criam bagunça social.
NUNCA BASEIEM-SE EM UM CANAL DE NOTÍCIAS.
LEMBREM-SE QUE ESTAMOS VIVENDO EM UMA DEMOCRACIA E TEMOS O DIREITO E DEVER DE PESQUISAR E BLOGAR


Petrobras usa blog para vazar reportagens

Alvo de CPI, estatal divulga e-mails com pedidos de informações para reportagens não concluídas; empresa diz que "não é ilegal"

Estatal criou site na internet para responder textos da imprensa e críticas feitas pela oposição após a criação de comissão no Senado

Alvo de uma CPI no Congresso, a Petrobras decidiu tornar públicos, em um blog que criou na internet, os e-mails enviados por jornalistas que procuram a assessoria de comunicação da empresa, no Rio, para obter informações e esclarecimentos para reportagens que ainda estão em andamento.

A empresa colocou o blog no ar no último dia 2, como parte da estratégia da comunicação lançada pela estatal após a abertura da CPI (http://petrobrasfatosedados.wordpress.com).

Na noite de ontem, o objeto de reportagens que a Folha ainda apura - com questões endereçadas à empresa, para que possa oferecer a sua versão dos fatos- foi publicado no blog pela Petrobras.

A Folha fez perguntas a respeito da contratação de advogados sem licitação, sobre os custos de um gasoduto no Amazonas e, por último, acerca de gastos com patrocínios de festas no Nordeste.

Questionado pela Folha, o gerente de imprensa da estatal, Lúcio Pimentel, disse que a Petrobras vai manter a decisão de divulgar e-mails de reportagens ainda em andamento. Disse que se trata de uma "política de transparência" adotada pela direção da empresa.

A atitude da Petrobras motivou os jornais "O Estado de S. Paulo" e "O Globo" a indagar se a empresa havia pedido autorização à Folha para divulgar seus e-mails. A Petrobras respondeu: "Não houve divulgação do e-mail, e sim das perguntas e respostas dadas ao jornal [Folha]. No entendimento da Petrobras não há ilegalidade, pois o conteúdo divulgado é público".

quinta-feira, 4 de junho de 2009

LIGA DA DEFESA NACIONAL


FUNDADA POR OLAVO BILAC EM 1916
AGRACIADA COM AS ORDENS DO MÉRITO MILITAR, NAVAL E CRUZ MÉRITO
EDUCAÇÃO CÍVICA E MEDALHAS TAMANDARÉ E IMPERADOR DOM PEDRO II
RECONHECIDA DE UTILIDADE PÚBLICA PELO GOVERNO FEDERAL
Diretorias Estaduais e Representações

DIRETORIAS ESTADUAIS

DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
BRIG-DO-AR PAULO R. DE CARVALO FERRO-Presidente
AVENIDA JOÃO PESSOA 567 CENTRO
90040—000 PORTO ALEGRE RIO GRANDE DO SUL


DO ESTADO DE SANTA CATARINA
SRA.MARIA EDUVIGES BERTONCINI GOULART-Presidenta
RUA JOSÉ DE ABREU 158 BAIRRO ESTREITO
88070-810 – FLORIANÓPOLIS SANTA CATARINA

DO ESTADO DO PARANÁ
CEL JOSÉ EVANE DUTRA-Presidente
Rua Itupava, Alto da Rua XV – 631 – Apt 302
80040 – 000 – CURITIBA - PARANÁ


DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO
DR JOARRY BAPTISTA DOS SANTOS-Presidente
AVENIDA AUGUSTO SEVERO Nº 8 – SALA 304 LAPA
20021 -040 – RIO DE JANEIRO - RJ


DO ESTADO DO CEARÁ
DRA. MARGARIDA M. BORGES DE CARVALHO - Presidenta
RUA SILVA PAULET – 1521 - APT 201
60120 – 020 - ALDEOTA FORTALEZA CEARÁ

DO ESTADO DO PIAUÍ
CEL EURICO CABRAL MAGGI
RUA DESEMBARGADOR MANOEL CASTELO BRANCO, 697
JOQUEI CLUBE
64049-270 – TERESINA - PIAUÍ

DO ESTADO DO MARANHÃO
DR JOSEMAR BEZERRA RAPOSO-Presidente
PALÁCIO HENRIQUE DE LA ROQUE
AVENIDA JERONIMO DE ALBUQUERQUE S/N
65070-901- SÃO LUIS - MARANHÃO

REPRESENTAÇÕES

DO ESTADO DE SÃO PAULO
SRA. ANA ELIZABETH NOLL PRUDENTE
Rua Duarte Monis Barreto – 240 Jardim dos Estados
04641 – 050 – SÃO PAULO SP

DO ESTADO DA PARAÍBA
DR. JOÃO LOPES DE ARAÚJO JÚNIOR
Avenida Geraldo Costa, 420 – Apt 1202 – B
58038-130-Manaíra
JOÃO PESSOA – PARAÍBA

DO ESTADO DO PARÁ
DR JOSÉ MARIA DE SOUZA MARTINS
Rua dos Munducurus-822, Apt 1001
JURUNAS
66025-650-BELÉM - PARÁ

DO ESTADO DE RONDÔNIA
DOUTOR EUCLIDES SAMPAIO FROES
Rua José Ribeiro, nº 1373
Jardim América
78904-190-PORTO VELHO – RONDÔNIA

DO ESTADO DO AMAZONAS
DOUTOR ANTONIO JOSÉ SOUTO LOUREIRO
Rua Monsenhor Coutinho, 513 - CENTRO
CAIXA POSTAL 746
9011-970 - MANAUS – AMAZONAS

DO ESTADO DE RORAIMA
DOUTOR JOÃO BATISTA CARVALHO DE AGUIAR
RUA BACABEIRA, Nº 462 – CAÇARI
69300-000 – BOA VISTA - RORAIMA



QUE DEUS NOS APONTE COMO MELHOR SERVIR À PÁTRIA
EDIFÍCIO BRASÍLIA RÁDIO CENTER - SALAS 3063 e 3064 -W3 NORTE - QUADRA 701 - BLOCO "P"
TEL: 3326-8944 e 3326-6769(F) - BRASÍLIA, DISTRITO FEDERAL - e-mail: ldndn@uol.com.br Site: ligadadefesanacional.org.br

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