Por Luciano Martins Costa [Terça-Feira, 9 de Junho de 2009 às 09:39hs]
REVISTA FÓRUM
A imprensa parece ter comprado a guerra da bancada ruralista contra o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Tudo o que se noticia a respeito do ministro induz à imagem de que se trata de indivíduo de idéias erráticas e mais dado aos holofotes do que à ação. Mas existe aí muito mais em jogo do que o ego do antigo militante que foi transferido das praias cariocas para a Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
Minc é hoje o único representante dos ambientalistas no primeiro escalão de um governo obcecado pelo desenvolvimento e sua fragilização diante da opinião pública pode levar o Brasil a decisões desastrosas em relação ao seu patrimônio ambiental.
Nesse cenário, torna-se ainda mais relevante o esforço feito pelo jornal O Estado de S.Paulo nos últimos dias para iluminar um pouco o tema. No domingo (7/6), a entrevista da secretária executiva do Ministério do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, contribuiu para restabelecer certa racionalidade que andava ausente no debate (ver aqui). Na edição de segunda-feira (8), é a vez da líder da bancada ruralista, a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), expressar a opinião dos produtores rurais (ver aqui).
A partir dessas entrevistas, o leitor pode começar a formular uma idéia sobre o confronto que se trava no Congresso Nacional em torno da legislação de proteção ambiental e da proposta de legalização de terras na Amazônia.
Ir ao local
Mas falta muito para a imprensa dar uma contribuição efetiva ao debate, porque as frentes em disputa são muitas e complexas.
A bancada ruralista está apostando na municipalização do controle ambiental porque tem o poder em praticamente todos os municípios da fronteira agrícola amazônica. Seu poder foi composto pelo domínio da economia e dos meios de comunicação regionais, o que lhe permite eleger seguidamente os prefeitos nos municípios mais importantes.
Mas não se pode esquecer os assassinatos de líderes comunitários e militantes ambientalistas ocorridos nas últimas décadas como parte desse projeto de poder.
A intenção dos parlamentares que representam basicamente os criadores de gado e o agronegócio é usar essa influência para fazer um recorte por dentro da Amazônia e criar um fato consumado que deixaria Mato Grosso, Rondônia, Tocantins e parte do Pará isolados da floresta, para mais adiante pleitear a exclusão dessas áreas da Amazônia Legal. Esse propósito vem sendo perseguido claramente há cerca de dez anos, mas a imprensa parece ignorá-lo, ou concorda com ele.
Entrevistas são uma boa fonte de informação, mas a reportagem no local ainda é a melhor maneira de contar uma história. E a imprensa anda muito longe da Amazônia.
Publicado originalmente no Observatório de Imprensa.
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terça-feira, 9 de junho de 2009
A batalha da Amazônia
Por Luciano Martins Costa [Terça-Feira, 9 de Junho de 2009 às 09:39hs]
REVISTA FÓRUM
A imprensa parece ter comprado a guerra da bancada ruralista contra o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Tudo o que se noticia a respeito do ministro induz à imagem de que se trata de indivíduo de idéias erráticas e mais dado aos holofotes do que à ação. Mas existe aí muito mais em jogo do que o ego do antigo militante que foi transferido das praias cariocas para a Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
Minc é hoje o único representante dos ambientalistas no primeiro escalão de um governo obcecado pelo desenvolvimento e sua fragilização diante da opinião pública pode levar o Brasil a decisões desastrosas em relação ao seu patrimônio ambiental.
Nesse cenário, torna-se ainda mais relevante o esforço feito pelo jornal O Estado de S.Paulo nos últimos dias para iluminar um pouco o tema. No domingo (7/6), a entrevista da secretária executiva do Ministério do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, contribuiu para restabelecer certa racionalidade que andava ausente no debate (ver aqui). Na edição de segunda-feira (8), é a vez da líder da bancada ruralista, a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), expressar a opinião dos produtores rurais (ver aqui).
A partir dessas entrevistas, o leitor pode começar a formular uma idéia sobre o confronto que se trava no Congresso Nacional em torno da legislação de proteção ambiental e da proposta de legalização de terras na Amazônia.
Ir ao local
Mas falta muito para a imprensa dar uma contribuição efetiva ao debate, porque as frentes em disputa são muitas e complexas.
A bancada ruralista está apostando na municipalização do controle ambiental porque tem o poder em praticamente todos os municípios da fronteira agrícola amazônica. Seu poder foi composto pelo domínio da economia e dos meios de comunicação regionais, o que lhe permite eleger seguidamente os prefeitos nos municípios mais importantes.
Mas não se pode esquecer os assassinatos de líderes comunitários e militantes ambientalistas ocorridos nas últimas décadas como parte desse projeto de poder.
A intenção dos parlamentares que representam basicamente os criadores de gado e o agronegócio é usar essa influência para fazer um recorte por dentro da Amazônia e criar um fato consumado que deixaria Mato Grosso, Rondônia, Tocantins e parte do Pará isolados da floresta, para mais adiante pleitear a exclusão dessas áreas da Amazônia Legal. Esse propósito vem sendo perseguido claramente há cerca de dez anos, mas a imprensa parece ignorá-lo, ou concorda com ele.
Entrevistas são uma boa fonte de informação, mas a reportagem no local ainda é a melhor maneira de contar uma história. E a imprensa anda muito longe da Amazônia.
Publicado originalmente no Observatório de Imprensa.
REVISTA FÓRUM
A imprensa parece ter comprado a guerra da bancada ruralista contra o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Tudo o que se noticia a respeito do ministro induz à imagem de que se trata de indivíduo de idéias erráticas e mais dado aos holofotes do que à ação. Mas existe aí muito mais em jogo do que o ego do antigo militante que foi transferido das praias cariocas para a Esplanada dos Ministérios, em Brasília.
Minc é hoje o único representante dos ambientalistas no primeiro escalão de um governo obcecado pelo desenvolvimento e sua fragilização diante da opinião pública pode levar o Brasil a decisões desastrosas em relação ao seu patrimônio ambiental.
Nesse cenário, torna-se ainda mais relevante o esforço feito pelo jornal O Estado de S.Paulo nos últimos dias para iluminar um pouco o tema. No domingo (7/6), a entrevista da secretária executiva do Ministério do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, contribuiu para restabelecer certa racionalidade que andava ausente no debate (ver aqui). Na edição de segunda-feira (8), é a vez da líder da bancada ruralista, a senadora Kátia Abreu (DEM-TO), expressar a opinião dos produtores rurais (ver aqui).
A partir dessas entrevistas, o leitor pode começar a formular uma idéia sobre o confronto que se trava no Congresso Nacional em torno da legislação de proteção ambiental e da proposta de legalização de terras na Amazônia.
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Mas falta muito para a imprensa dar uma contribuição efetiva ao debate, porque as frentes em disputa são muitas e complexas.
A bancada ruralista está apostando na municipalização do controle ambiental porque tem o poder em praticamente todos os municípios da fronteira agrícola amazônica. Seu poder foi composto pelo domínio da economia e dos meios de comunicação regionais, o que lhe permite eleger seguidamente os prefeitos nos municípios mais importantes.
Mas não se pode esquecer os assassinatos de líderes comunitários e militantes ambientalistas ocorridos nas últimas décadas como parte desse projeto de poder.
A intenção dos parlamentares que representam basicamente os criadores de gado e o agronegócio é usar essa influência para fazer um recorte por dentro da Amazônia e criar um fato consumado que deixaria Mato Grosso, Rondônia, Tocantins e parte do Pará isolados da floresta, para mais adiante pleitear a exclusão dessas áreas da Amazônia Legal. Esse propósito vem sendo perseguido claramente há cerca de dez anos, mas a imprensa parece ignorá-lo, ou concorda com ele.
Entrevistas são uma boa fonte de informação, mas a reportagem no local ainda é a melhor maneira de contar uma história. E a imprensa anda muito longe da Amazônia.
Publicado originalmente no Observatório de Imprensa.
sábado, 6 de junho de 2009
PIAUÍ - Obras do Programa Aceleração do Crescimento estão emperradas pelo licenciamento ambiental
O vice-governador Wilson Martins disse que os recursos das obras do PAC que estiverem paradas, serão remanejadas para outras obras do programa. Ele informou que o Piauí será agraciado com o PAC 2.
Segundo ele, pelo menos mais R$ 550 milhões devem ser injetados em obras de infraestrutura no Estado. Wilson Martins relacionou obras das estradas federais como dois trechos da BR -235 e outro da BR-020, ao valor de R$ 300 milhões. Além da construção da barragem de Castelo do Piauí no valor de R$ 240 milhões. O licenciamento ambiental ainda impede que as obras sejam iniciadas.
Ele disse que as obras estão reavaliadas, porque algumas delas ainda tem problemas com a liberação ambiental. Seriam obras que não saíram ainda do papel, por isso, o dinheiro pode ser remanejado para outras obras, ainda não viabilizadas.
Wilson Martins destacou os projetos para a conclusão dos trechos de Gilbués a Santa Filomena, cerca de 130 Km, na BR-235, e o trecho de Bom Jesus passando por Guaribas até a Campo Alegre de Lourdes, na Bahia. A BR-020, de São Raimundo Nonato a Campo Alegre de Lourdes também será feito um trecho de 55 Km. Estas obras custarão R$ 300 milhões.
A barragem de Castelo do Piauí, uma obra de contenção do Rio Poti e ainda com aproveitamento para produção de energia elétrica e projetos produtivos de irrigação deve consumir outros R$ 240 milhões.
Wilson Martins revelou que o Piauí ainda tem dificuldades para iniciar as obras dos projetos das hidrelétricas. As restrições dizem respeito as licenças ambientais e foram impostas pelo Ibama. As barragens em Urucuí e Ribeiro Gonçalves ainda aguardam liberação.
"A saída é baixar a altura da parede da barragem. Reduz a dimensão, o custo e a produção de energia também, assim como o impacto e a agressão ao meio ambiente. Os projetos para construção das hidrelétricas previstas no PAC somam mais de R$ 1,050 bilhão. Mas agora estão refazendo os projetos ambientais", explicou Wilson Martins.
O vice-governador disse que existe um consórcio para refazer os projetos um deles é de R$ 5 milhões e o outro de R$ 6,5 milhões. "Há 50 técnicos da Universidade Federal de Pernambuco na região de Floriano, fazendo estudos . Ainda temos obras em andamento como o programa Luz para Todos, abastecimento d´água, saneamento básico", comentou.
Wilson Martins informou que está fechando o relatório do PAC ainda este mês e foram investidos quase R$ 900 milhões em obras do PAC no Piauí, no ano passado. Ele citou obras como a barragem do Poço do Marruá, que está com 95% dos recursos aplicados, de um total de R$ 70 milhões, com previsão de adutora. Citou aplicação de R$ 50 milhões no projeto irrigado do Tabuleiro Litorâneo.
Diario do Povo/PI
Segundo ele, pelo menos mais R$ 550 milhões devem ser injetados em obras de infraestrutura no Estado. Wilson Martins relacionou obras das estradas federais como dois trechos da BR -235 e outro da BR-020, ao valor de R$ 300 milhões. Além da construção da barragem de Castelo do Piauí no valor de R$ 240 milhões. O licenciamento ambiental ainda impede que as obras sejam iniciadas.
Ele disse que as obras estão reavaliadas, porque algumas delas ainda tem problemas com a liberação ambiental. Seriam obras que não saíram ainda do papel, por isso, o dinheiro pode ser remanejado para outras obras, ainda não viabilizadas.
Wilson Martins destacou os projetos para a conclusão dos trechos de Gilbués a Santa Filomena, cerca de 130 Km, na BR-235, e o trecho de Bom Jesus passando por Guaribas até a Campo Alegre de Lourdes, na Bahia. A BR-020, de São Raimundo Nonato a Campo Alegre de Lourdes também será feito um trecho de 55 Km. Estas obras custarão R$ 300 milhões.
A barragem de Castelo do Piauí, uma obra de contenção do Rio Poti e ainda com aproveitamento para produção de energia elétrica e projetos produtivos de irrigação deve consumir outros R$ 240 milhões.
Wilson Martins revelou que o Piauí ainda tem dificuldades para iniciar as obras dos projetos das hidrelétricas. As restrições dizem respeito as licenças ambientais e foram impostas pelo Ibama. As barragens em Urucuí e Ribeiro Gonçalves ainda aguardam liberação.
"A saída é baixar a altura da parede da barragem. Reduz a dimensão, o custo e a produção de energia também, assim como o impacto e a agressão ao meio ambiente. Os projetos para construção das hidrelétricas previstas no PAC somam mais de R$ 1,050 bilhão. Mas agora estão refazendo os projetos ambientais", explicou Wilson Martins.
O vice-governador disse que existe um consórcio para refazer os projetos um deles é de R$ 5 milhões e o outro de R$ 6,5 milhões. "Há 50 técnicos da Universidade Federal de Pernambuco na região de Floriano, fazendo estudos . Ainda temos obras em andamento como o programa Luz para Todos, abastecimento d´água, saneamento básico", comentou.
Wilson Martins informou que está fechando o relatório do PAC ainda este mês e foram investidos quase R$ 900 milhões em obras do PAC no Piauí, no ano passado. Ele citou obras como a barragem do Poço do Marruá, que está com 95% dos recursos aplicados, de um total de R$ 70 milhões, com previsão de adutora. Citou aplicação de R$ 50 milhões no projeto irrigado do Tabuleiro Litorâneo.
Diario do Povo/PI
PIAUÍ - Obras do Programa Aceleração do Crescimento estão emperradas pelo licenciamento ambiental
O vice-governador Wilson Martins disse que os recursos das obras do PAC que estiverem paradas, serão remanejadas para outras obras do programa. Ele informou que o Piauí será agraciado com o PAC 2.
Segundo ele, pelo menos mais R$ 550 milhões devem ser injetados em obras de infraestrutura no Estado. Wilson Martins relacionou obras das estradas federais como dois trechos da BR -235 e outro da BR-020, ao valor de R$ 300 milhões. Além da construção da barragem de Castelo do Piauí no valor de R$ 240 milhões. O licenciamento ambiental ainda impede que as obras sejam iniciadas.
Ele disse que as obras estão reavaliadas, porque algumas delas ainda tem problemas com a liberação ambiental. Seriam obras que não saíram ainda do papel, por isso, o dinheiro pode ser remanejado para outras obras, ainda não viabilizadas.
Wilson Martins destacou os projetos para a conclusão dos trechos de Gilbués a Santa Filomena, cerca de 130 Km, na BR-235, e o trecho de Bom Jesus passando por Guaribas até a Campo Alegre de Lourdes, na Bahia. A BR-020, de São Raimundo Nonato a Campo Alegre de Lourdes também será feito um trecho de 55 Km. Estas obras custarão R$ 300 milhões.
A barragem de Castelo do Piauí, uma obra de contenção do Rio Poti e ainda com aproveitamento para produção de energia elétrica e projetos produtivos de irrigação deve consumir outros R$ 240 milhões.
Wilson Martins revelou que o Piauí ainda tem dificuldades para iniciar as obras dos projetos das hidrelétricas. As restrições dizem respeito as licenças ambientais e foram impostas pelo Ibama. As barragens em Urucuí e Ribeiro Gonçalves ainda aguardam liberação.
"A saída é baixar a altura da parede da barragem. Reduz a dimensão, o custo e a produção de energia também, assim como o impacto e a agressão ao meio ambiente. Os projetos para construção das hidrelétricas previstas no PAC somam mais de R$ 1,050 bilhão. Mas agora estão refazendo os projetos ambientais", explicou Wilson Martins.
O vice-governador disse que existe um consórcio para refazer os projetos um deles é de R$ 5 milhões e o outro de R$ 6,5 milhões. "Há 50 técnicos da Universidade Federal de Pernambuco na região de Floriano, fazendo estudos . Ainda temos obras em andamento como o programa Luz para Todos, abastecimento d´água, saneamento básico", comentou.
Wilson Martins informou que está fechando o relatório do PAC ainda este mês e foram investidos quase R$ 900 milhões em obras do PAC no Piauí, no ano passado. Ele citou obras como a barragem do Poço do Marruá, que está com 95% dos recursos aplicados, de um total de R$ 70 milhões, com previsão de adutora. Citou aplicação de R$ 50 milhões no projeto irrigado do Tabuleiro Litorâneo.
Diario do Povo/PI
Segundo ele, pelo menos mais R$ 550 milhões devem ser injetados em obras de infraestrutura no Estado. Wilson Martins relacionou obras das estradas federais como dois trechos da BR -235 e outro da BR-020, ao valor de R$ 300 milhões. Além da construção da barragem de Castelo do Piauí no valor de R$ 240 milhões. O licenciamento ambiental ainda impede que as obras sejam iniciadas.
Ele disse que as obras estão reavaliadas, porque algumas delas ainda tem problemas com a liberação ambiental. Seriam obras que não saíram ainda do papel, por isso, o dinheiro pode ser remanejado para outras obras, ainda não viabilizadas.
Wilson Martins destacou os projetos para a conclusão dos trechos de Gilbués a Santa Filomena, cerca de 130 Km, na BR-235, e o trecho de Bom Jesus passando por Guaribas até a Campo Alegre de Lourdes, na Bahia. A BR-020, de São Raimundo Nonato a Campo Alegre de Lourdes também será feito um trecho de 55 Km. Estas obras custarão R$ 300 milhões.
A barragem de Castelo do Piauí, uma obra de contenção do Rio Poti e ainda com aproveitamento para produção de energia elétrica e projetos produtivos de irrigação deve consumir outros R$ 240 milhões.
Wilson Martins revelou que o Piauí ainda tem dificuldades para iniciar as obras dos projetos das hidrelétricas. As restrições dizem respeito as licenças ambientais e foram impostas pelo Ibama. As barragens em Urucuí e Ribeiro Gonçalves ainda aguardam liberação.
"A saída é baixar a altura da parede da barragem. Reduz a dimensão, o custo e a produção de energia também, assim como o impacto e a agressão ao meio ambiente. Os projetos para construção das hidrelétricas previstas no PAC somam mais de R$ 1,050 bilhão. Mas agora estão refazendo os projetos ambientais", explicou Wilson Martins.
O vice-governador disse que existe um consórcio para refazer os projetos um deles é de R$ 5 milhões e o outro de R$ 6,5 milhões. "Há 50 técnicos da Universidade Federal de Pernambuco na região de Floriano, fazendo estudos . Ainda temos obras em andamento como o programa Luz para Todos, abastecimento d´água, saneamento básico", comentou.
Wilson Martins informou que está fechando o relatório do PAC ainda este mês e foram investidos quase R$ 900 milhões em obras do PAC no Piauí, no ano passado. Ele citou obras como a barragem do Poço do Marruá, que está com 95% dos recursos aplicados, de um total de R$ 70 milhões, com previsão de adutora. Citou aplicação de R$ 50 milhões no projeto irrigado do Tabuleiro Litorâneo.
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NÃO ACESSE O LINK DA FOLHA... LEIA AQUI!
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Brasileiros nós queremos é que todas as empresas no Brasil tenham um blog para "vazar" suas reportagens.
Será que determinados jornais e meios de comunicação é que podem usar seus "poderes" para vazar reportagens que não acrescentam e criam bagunça social.
NUNCA BASEIEM-SE EM UM CANAL DE NOTÍCIAS.
LEMBREM-SE QUE ESTAMOS VIVENDO EM UMA DEMOCRACIA E TEMOS O DIREITO E DEVER DE PESQUISAR E BLOGAR
Petrobras usa blog para vazar reportagens
Alvo de CPI, estatal divulga e-mails com pedidos de informações para reportagens não concluídas; empresa diz que "não é ilegal"
Estatal criou site na internet para responder textos da imprensa e críticas feitas pela oposição após a criação de comissão no Senado
Alvo de uma CPI no Congresso, a Petrobras decidiu tornar públicos, em um blog que criou na internet, os e-mails enviados por jornalistas que procuram a assessoria de comunicação da empresa, no Rio, para obter informações e esclarecimentos para reportagens que ainda estão em andamento.
A empresa colocou o blog no ar no último dia 2, como parte da estratégia da comunicação lançada pela estatal após a abertura da CPI (http://petrobrasfatosedados.wordpress.com).
Na noite de ontem, o objeto de reportagens que a Folha ainda apura - com questões endereçadas à empresa, para que possa oferecer a sua versão dos fatos- foi publicado no blog pela Petrobras.
A Folha fez perguntas a respeito da contratação de advogados sem licitação, sobre os custos de um gasoduto no Amazonas e, por último, acerca de gastos com patrocínios de festas no Nordeste.
Questionado pela Folha, o gerente de imprensa da estatal, Lúcio Pimentel, disse que a Petrobras vai manter a decisão de divulgar e-mails de reportagens ainda em andamento. Disse que se trata de uma "política de transparência" adotada pela direção da empresa.
A atitude da Petrobras motivou os jornais "O Estado de S. Paulo" e "O Globo" a indagar se a empresa havia pedido autorização à Folha para divulgar seus e-mails. A Petrobras respondeu: "Não houve divulgação do e-mail, e sim das perguntas e respostas dadas ao jornal [Folha]. No entendimento da Petrobras não há ilegalidade, pois o conteúdo divulgado é público".
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Será que determinados jornais e meios de comunicação é que podem usar seus "poderes" para vazar reportagens que não acrescentam e criam bagunça social.
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Alvo de CPI, estatal divulga e-mails com pedidos de informações para reportagens não concluídas; empresa diz que "não é ilegal"
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Alvo de uma CPI no Congresso, a Petrobras decidiu tornar públicos, em um blog que criou na internet, os e-mails enviados por jornalistas que procuram a assessoria de comunicação da empresa, no Rio, para obter informações e esclarecimentos para reportagens que ainda estão em andamento.
A empresa colocou o blog no ar no último dia 2, como parte da estratégia da comunicação lançada pela estatal após a abertura da CPI (http://petrobrasfatosedados.wordpress.com).
Na noite de ontem, o objeto de reportagens que a Folha ainda apura - com questões endereçadas à empresa, para que possa oferecer a sua versão dos fatos- foi publicado no blog pela Petrobras.
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NÃO ACESSE O LINK DA FOLHA... LEIA AQUI!
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Brasileiros nós queremos é que todas as empresas no Brasil tenham um blog para "vazar" suas reportagens.
Será que determinados jornais e meios de comunicação é que podem usar seus "poderes" para vazar reportagens que não acrescentam e criam bagunça social.
NUNCA BASEIEM-SE EM UM CANAL DE NOTÍCIAS.
LEMBREM-SE QUE ESTAMOS VIVENDO EM UMA DEMOCRACIA E TEMOS O DIREITO E DEVER DE PESQUISAR E BLOGAR
Petrobras usa blog para vazar reportagens
Alvo de CPI, estatal divulga e-mails com pedidos de informações para reportagens não concluídas; empresa diz que "não é ilegal"
Estatal criou site na internet para responder textos da imprensa e críticas feitas pela oposição após a criação de comissão no Senado
Alvo de uma CPI no Congresso, a Petrobras decidiu tornar públicos, em um blog que criou na internet, os e-mails enviados por jornalistas que procuram a assessoria de comunicação da empresa, no Rio, para obter informações e esclarecimentos para reportagens que ainda estão em andamento.
A empresa colocou o blog no ar no último dia 2, como parte da estratégia da comunicação lançada pela estatal após a abertura da CPI (http://petrobrasfatosedados.wordpress.com).
Na noite de ontem, o objeto de reportagens que a Folha ainda apura - com questões endereçadas à empresa, para que possa oferecer a sua versão dos fatos- foi publicado no blog pela Petrobras.
A Folha fez perguntas a respeito da contratação de advogados sem licitação, sobre os custos de um gasoduto no Amazonas e, por último, acerca de gastos com patrocínios de festas no Nordeste.
Questionado pela Folha, o gerente de imprensa da estatal, Lúcio Pimentel, disse que a Petrobras vai manter a decisão de divulgar e-mails de reportagens ainda em andamento. Disse que se trata de uma "política de transparência" adotada pela direção da empresa.
A atitude da Petrobras motivou os jornais "O Estado de S. Paulo" e "O Globo" a indagar se a empresa havia pedido autorização à Folha para divulgar seus e-mails. A Petrobras respondeu: "Não houve divulgação do e-mail, e sim das perguntas e respostas dadas ao jornal [Folha]. No entendimento da Petrobras não há ilegalidade, pois o conteúdo divulgado é público".
Brasileiros nós queremos é que todas as empresas no Brasil tenham um blog para "vazar" suas reportagens.
Será que determinados jornais e meios de comunicação é que podem usar seus "poderes" para vazar reportagens que não acrescentam e criam bagunça social.
NUNCA BASEIEM-SE EM UM CANAL DE NOTÍCIAS.
LEMBREM-SE QUE ESTAMOS VIVENDO EM UMA DEMOCRACIA E TEMOS O DIREITO E DEVER DE PESQUISAR E BLOGAR
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Alvo de CPI, estatal divulga e-mails com pedidos de informações para reportagens não concluídas; empresa diz que "não é ilegal"
Estatal criou site na internet para responder textos da imprensa e críticas feitas pela oposição após a criação de comissão no Senado
Alvo de uma CPI no Congresso, a Petrobras decidiu tornar públicos, em um blog que criou na internet, os e-mails enviados por jornalistas que procuram a assessoria de comunicação da empresa, no Rio, para obter informações e esclarecimentos para reportagens que ainda estão em andamento.
A empresa colocou o blog no ar no último dia 2, como parte da estratégia da comunicação lançada pela estatal após a abertura da CPI (http://petrobrasfatosedados.wordpress.com).
Na noite de ontem, o objeto de reportagens que a Folha ainda apura - com questões endereçadas à empresa, para que possa oferecer a sua versão dos fatos- foi publicado no blog pela Petrobras.
A Folha fez perguntas a respeito da contratação de advogados sem licitação, sobre os custos de um gasoduto no Amazonas e, por último, acerca de gastos com patrocínios de festas no Nordeste.
Questionado pela Folha, o gerente de imprensa da estatal, Lúcio Pimentel, disse que a Petrobras vai manter a decisão de divulgar e-mails de reportagens ainda em andamento. Disse que se trata de uma "política de transparência" adotada pela direção da empresa.
A atitude da Petrobras motivou os jornais "O Estado de S. Paulo" e "O Globo" a indagar se a empresa havia pedido autorização à Folha para divulgar seus e-mails. A Petrobras respondeu: "Não houve divulgação do e-mail, e sim das perguntas e respostas dadas ao jornal [Folha]. No entendimento da Petrobras não há ilegalidade, pois o conteúdo divulgado é público".
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