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quarta-feira, 17 de junho de 2009

Aécio diz que Ciro tem condições de disputar o governo de SP ou a Presidência

O governador de Minas, Aécio Neves (PSDB-MG), disse hoje que a possível candidatura do deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) ao governo de São Paulo ainda é especulação. A provável candidatura de Ciro receberia o apoio do PT. No entanto, ele afirmou que Ciro tem condoções de disputar tanto o governo quanto a Presidência.

"É mais uma especulação que surge. Tenho como você sabe um enorme respeito e amizade pessoal pelo hoje deputado Ciro Gomes. Me orgulha essa amizade e ele tem todas condições de pleitear o governo de São Paulo ou a Presidência da República", disse Aécio.

"A minha avaliação é que apenas em janeiro do ano que vem teremos o quadro absolutamente definido de quem serão os candidatos e, mais próximo, de saber quais serão as alianças, com quais partidos ou com quais candidatos cada um dos principais partidos ficará. Não acho que teremos, daqui até lá, mais do que especulações, movimentos à direita ou à esquerda, mas acho que estamos fazendo o que temos que fazer."

Em mensagem postada em seu blog, o ex-ministro José Dirceu diz que o PT não deve descartar nenhuma alternativa para a eleição ao governo de São Paulo. "O momento é de buscar alianças e alternativas, seja uma candidatura única em coalizão com o PSB-PDT-PC do B, seja duas ou três candidaturas do nosso campo (oposicionista no Estado). Não devemos descartar nada. Nem a candidatura do deputado Ciro Gomes (PSB-CE), nem a do Dr. Helio, prefeito de Campinas (PDT)", diz ele em mensagem no blog.

Aécio minimizou a vantagem do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), na disputa pela cabeça de chapa tucana à Presidência. Na Bahia, o DEM e o PSDB fecharam um acordo para a eleição de governador e de presidente de 2010. Os dois partidos vão lançar um candidato único contra a reeleição do governador Jaques Wagner (PT).

"Ele [Serra] está fazendo muito bem. Todas essas alianças, obviamente, atendem aos interesses do PSDB. Uns parecem com uma paternidade maior sobre essa ou aquela ação e isso é o menos importante. Todos nós temos conversado intensamente sobre essas questões", disse Aécio.

"Não tenho preocupação com a paternidade de nenhuma aliança regional, tenho sim uma preocupação muito grande em fazermos essas alianças e elas estão sendo feito adequadamente até para desalento de alguns dos nossos adversários."

Fonte: Folha Online

Aécio diz que Ciro tem condições de disputar o governo de SP ou a Presidência

O governador de Minas, Aécio Neves (PSDB-MG), disse hoje que a possível candidatura do deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) ao governo de São Paulo ainda é especulação. A provável candidatura de Ciro receberia o apoio do PT. No entanto, ele afirmou que Ciro tem condoções de disputar tanto o governo quanto a Presidência.

"É mais uma especulação que surge. Tenho como você sabe um enorme respeito e amizade pessoal pelo hoje deputado Ciro Gomes. Me orgulha essa amizade e ele tem todas condições de pleitear o governo de São Paulo ou a Presidência da República", disse Aécio.

"A minha avaliação é que apenas em janeiro do ano que vem teremos o quadro absolutamente definido de quem serão os candidatos e, mais próximo, de saber quais serão as alianças, com quais partidos ou com quais candidatos cada um dos principais partidos ficará. Não acho que teremos, daqui até lá, mais do que especulações, movimentos à direita ou à esquerda, mas acho que estamos fazendo o que temos que fazer."

Em mensagem postada em seu blog, o ex-ministro José Dirceu diz que o PT não deve descartar nenhuma alternativa para a eleição ao governo de São Paulo. "O momento é de buscar alianças e alternativas, seja uma candidatura única em coalizão com o PSB-PDT-PC do B, seja duas ou três candidaturas do nosso campo (oposicionista no Estado). Não devemos descartar nada. Nem a candidatura do deputado Ciro Gomes (PSB-CE), nem a do Dr. Helio, prefeito de Campinas (PDT)", diz ele em mensagem no blog.

Aécio minimizou a vantagem do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), na disputa pela cabeça de chapa tucana à Presidência. Na Bahia, o DEM e o PSDB fecharam um acordo para a eleição de governador e de presidente de 2010. Os dois partidos vão lançar um candidato único contra a reeleição do governador Jaques Wagner (PT).

"Ele [Serra] está fazendo muito bem. Todas essas alianças, obviamente, atendem aos interesses do PSDB. Uns parecem com uma paternidade maior sobre essa ou aquela ação e isso é o menos importante. Todos nós temos conversado intensamente sobre essas questões", disse Aécio.

"Não tenho preocupação com a paternidade de nenhuma aliança regional, tenho sim uma preocupação muito grande em fazermos essas alianças e elas estão sendo feito adequadamente até para desalento de alguns dos nossos adversários."

Fonte: Folha Online

DILMA É PÓDIO EM 2010


O povo brasileiro vai decidir em 2010 o plesbecisto: quem governou melhor? Lula ou FHC? Quem achar que foi Lula vota em DILMA ROUSSEFF, e quem achar que foi FHC, vota em José Serra - o vampiro. O Brasil já escolheu LULA como o melhor presidente de todos os tempos. 83% de popularidade.
Banner criado pela articulista LILI ABREU - lili.abreu10@gmail.com

DILMA É PÓDIO EM 2010


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domingo, 14 de junho de 2009

Já são analisadas possibilidades para composição de chapa com Ciro em São Paulo

Informa a coluna Painel, da Folha:

“A partir do sinal verde dado pelo próprio Ciro Gomes (PSB) para a tentativa de colocar em pé sua candidatura ao governo de São Paulo no ano que vem, começam a sair do armário os partidários da ideia. Além do líder da bancada federal, Cândido Vaccarezza, José Genoino é um dos petistas mais simpáticos à ‘importação’ do hoje deputado pelo Ceará.

O ‘ok’ dado pelo presidenciável também animou os artífices da tese a rascunhar qual seria a chapa ideal para atender a todos os interesses dos partidos envolvidos. A mais falada hoje incluiria Eduardo Suplicy (PT) para vice, e Aloizio Mercadante (PT) e Aldo Rebelo (PC do B) como postulantes ao Senado.”

Este blogueiro entende que uma chapa estadual encabeçada por Ciro Gomes e contendo ainda Eduardo Suplicy como Vice e Aloizio Mercadante e Aldo Rebelo como candidatos ao Senado, seria a mais forte que o campo governista poderia montar. Me parece que, devido à total falta de nomes fortes de verdade dentro do PT, a “importação” de Ciro Gomes pode não ser tão tresloucada assim.

A questão é que o favoritismo de Geraldo Alckmin é muito grande. Caso ele seja o candidato tucano, e não Aloysio Nunes Ferreira, será dificílimo que qualquer candidato advindo do campo governista consiga vencê-lo. Até porque, por ser “importado”, Ciro terá um telhado de vidro.

Em resumo, a chapa que está sendo cogitada poderá representar bem o governo, porém, não chega a ser a favorita para vencer. Na minha modesta opinião, apenas um acontecimento muito inesperado, que transforme um pouco a opinião pública, poderá tirar o favoritismo de Alckmin, embora a chapa do campo governista que é tratada acima seja relativamente forte.

Já são analisadas possibilidades para composição de chapa com Ciro em São Paulo

Informa a coluna Painel, da Folha:

“A partir do sinal verde dado pelo próprio Ciro Gomes (PSB) para a tentativa de colocar em pé sua candidatura ao governo de São Paulo no ano que vem, começam a sair do armário os partidários da ideia. Além do líder da bancada federal, Cândido Vaccarezza, José Genoino é um dos petistas mais simpáticos à ‘importação’ do hoje deputado pelo Ceará.

O ‘ok’ dado pelo presidenciável também animou os artífices da tese a rascunhar qual seria a chapa ideal para atender a todos os interesses dos partidos envolvidos. A mais falada hoje incluiria Eduardo Suplicy (PT) para vice, e Aloizio Mercadante (PT) e Aldo Rebelo (PC do B) como postulantes ao Senado.”

Este blogueiro entende que uma chapa estadual encabeçada por Ciro Gomes e contendo ainda Eduardo Suplicy como Vice e Aloizio Mercadante e Aldo Rebelo como candidatos ao Senado, seria a mais forte que o campo governista poderia montar. Me parece que, devido à total falta de nomes fortes de verdade dentro do PT, a “importação” de Ciro Gomes pode não ser tão tresloucada assim.

A questão é que o favoritismo de Geraldo Alckmin é muito grande. Caso ele seja o candidato tucano, e não Aloysio Nunes Ferreira, será dificílimo que qualquer candidato advindo do campo governista consiga vencê-lo. Até porque, por ser “importado”, Ciro terá um telhado de vidro.

Em resumo, a chapa que está sendo cogitada poderá representar bem o governo, porém, não chega a ser a favorita para vencer. Na minha modesta opinião, apenas um acontecimento muito inesperado, que transforme um pouco a opinião pública, poderá tirar o favoritismo de Alckmin, embora a chapa do campo governista que é tratada acima seja relativamente forte.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

SP vai instalar presídios em 26 cidades até 2011; maioria dos prefeitos é contra

Sérgio Roxo, Diário de S.Paulo

SÃO PAULO - Vinte e seis cidades paulistas passarão a abrigar presídios até o fim de 2011. Elas estão no pacote de 49 novas unidades prisionais anunciado pelo governo do estado. Cinco delas já estão em obras nos municípios de Franca, Jundiaí, São José do Rio Preto, Tremembé e Tupi Paulista.

O medo de ver a rotina das suas cidades alterada une 20 prefeitos do estado na luta contra a instalação de presídios. Os temores variam da possibilidade de desvalorização dos imóveis ao risco de colapso no atendimento da saúde. O jornal "Diário de S.Paulo" consultou os prefeitos dessas 26 cidades e apenas quatro afirmaram apoiar a instalação das cadeias. Mais de 75% deles rejeitam os presídios. O prefeito de Cerqueira César, José Rossetto (PDT), disse ter uma posição neutra, apesar de ter tentado convencer o governo a não instalar a unidade. Já o prefeito de Mairinque, Dennys Veneri (PTB), não respondeu.

No grupo dos 20 descontentes, muitos já sabem que a batalha contra os novos presídios é perdida e tentam agora minimizar os impactos.

- Estou correndo para obter algumas contrapartidas. Até na coleta de lixo, deve haver um aumento de 10%. As cidades vizinhas vão sentir também. Vai ocorrer aumento da demanda na área social e da saúde - afirma Moacir Aparecido Beneti (PTB), prefeito de Bernardino de Campos, cidade de 11.319 habitantes a 355 quilômetros da capital, que receberá uma penitenciária masculina com 768 vagas.

Entre as quatro que apoiam a construção dos presídios, os prefeitos de Pirajuí e Votorantim acreditam que haverá benefício, pois têm a garantia de que cadeias públicas existentes nas áreas centrais dos municípios serão desativadas. As cadeias públicas são carceragens menores com estrutura precária. Nas duas cidades, serão construídas penitenciárias femininas.

Já Piracicaba e Santos, municípios grandes, com mais 350 mil habitantes, são favoráveis ao projeto porque acham que devem colaborar com o sistema prisional do estado.

Faixas contra penitenciária

A população de Santa Cruz da Conceição, a 197 quilômetros da capital, se mobiliza contra a construção de uma penitenciária masculina com 768 vagas no município. Faixas contra a cadeia foram instaladas na cidade, de apenas 3.992 habitantes.

- Caminho de madrugada pela rua. É tranquilo. Com o presídio, não sei como vai ficar a segurança. Os imóveis vão se desvalorizar - diz o aposentado João Benedito Heiffg, de 60 anos, que, na tarde de quarta-feira, pescava no lago, o principal ponto turístico da cidade.

O presídio ficará no lugar em que hoje existe um canavial, às margens da Rodovia Anhanguera. "Ninguém vai querer fazer novos loteamentos com o presídio", afirma o prefeito Oswaldo Marchiori (PSDB).

A cidade de Leme, vizinha de Santa Cruz, também teme os efeitos.

- Os presos vão ser trazidos para a nossa Santa Casa. Vai complicar - diz o prefeito Wagner Antunes Filho (DEM).

A Secretaria Estadual da Administração Penitenciária informou que a escolha das cidades que receberão os novos presídios foi baseada em "estudos técnicos". O objetivo é permitir que os presos sejam da própria região para evitar os deslocamentos de detentos e de familiares.

O jornal pediu uma entrevista com o secretário da Administração Penitenciária, Lourival Gomes, mas não foi atendido.

Perguntada se os presídios não teriam impacto negativo nas cidades pequenas, a Secretaria informou que, em locais onde cadeias foram instaladas, o comércio ficou mais movimentado. Sobre contrapartidas, a resposta é que o governo investe em toda cidade, independentemente de ter ou não presídio. Serão construídos penitenciárias masculinas e femininas, para presos condenados; centros de detenção provisória, para os que esperam julgamento, e centros de progressão penitenciária, do semi-aberto.

SP vai instalar presídios em 26 cidades até 2011; maioria dos prefeitos é contra

Sérgio Roxo, Diário de S.Paulo

SÃO PAULO - Vinte e seis cidades paulistas passarão a abrigar presídios até o fim de 2011. Elas estão no pacote de 49 novas unidades prisionais anunciado pelo governo do estado. Cinco delas já estão em obras nos municípios de Franca, Jundiaí, São José do Rio Preto, Tremembé e Tupi Paulista.

O medo de ver a rotina das suas cidades alterada une 20 prefeitos do estado na luta contra a instalação de presídios. Os temores variam da possibilidade de desvalorização dos imóveis ao risco de colapso no atendimento da saúde. O jornal "Diário de S.Paulo" consultou os prefeitos dessas 26 cidades e apenas quatro afirmaram apoiar a instalação das cadeias. Mais de 75% deles rejeitam os presídios. O prefeito de Cerqueira César, José Rossetto (PDT), disse ter uma posição neutra, apesar de ter tentado convencer o governo a não instalar a unidade. Já o prefeito de Mairinque, Dennys Veneri (PTB), não respondeu.

No grupo dos 20 descontentes, muitos já sabem que a batalha contra os novos presídios é perdida e tentam agora minimizar os impactos.

- Estou correndo para obter algumas contrapartidas. Até na coleta de lixo, deve haver um aumento de 10%. As cidades vizinhas vão sentir também. Vai ocorrer aumento da demanda na área social e da saúde - afirma Moacir Aparecido Beneti (PTB), prefeito de Bernardino de Campos, cidade de 11.319 habitantes a 355 quilômetros da capital, que receberá uma penitenciária masculina com 768 vagas.

Entre as quatro que apoiam a construção dos presídios, os prefeitos de Pirajuí e Votorantim acreditam que haverá benefício, pois têm a garantia de que cadeias públicas existentes nas áreas centrais dos municípios serão desativadas. As cadeias públicas são carceragens menores com estrutura precária. Nas duas cidades, serão construídas penitenciárias femininas.

Já Piracicaba e Santos, municípios grandes, com mais 350 mil habitantes, são favoráveis ao projeto porque acham que devem colaborar com o sistema prisional do estado.

Faixas contra penitenciária

A população de Santa Cruz da Conceição, a 197 quilômetros da capital, se mobiliza contra a construção de uma penitenciária masculina com 768 vagas no município. Faixas contra a cadeia foram instaladas na cidade, de apenas 3.992 habitantes.

- Caminho de madrugada pela rua. É tranquilo. Com o presídio, não sei como vai ficar a segurança. Os imóveis vão se desvalorizar - diz o aposentado João Benedito Heiffg, de 60 anos, que, na tarde de quarta-feira, pescava no lago, o principal ponto turístico da cidade.

O presídio ficará no lugar em que hoje existe um canavial, às margens da Rodovia Anhanguera. "Ninguém vai querer fazer novos loteamentos com o presídio", afirma o prefeito Oswaldo Marchiori (PSDB).

A cidade de Leme, vizinha de Santa Cruz, também teme os efeitos.

- Os presos vão ser trazidos para a nossa Santa Casa. Vai complicar - diz o prefeito Wagner Antunes Filho (DEM).

A Secretaria Estadual da Administração Penitenciária informou que a escolha das cidades que receberão os novos presídios foi baseada em "estudos técnicos". O objetivo é permitir que os presos sejam da própria região para evitar os deslocamentos de detentos e de familiares.

O jornal pediu uma entrevista com o secretário da Administração Penitenciária, Lourival Gomes, mas não foi atendido.

Perguntada se os presídios não teriam impacto negativo nas cidades pequenas, a Secretaria informou que, em locais onde cadeias foram instaladas, o comércio ficou mais movimentado. Sobre contrapartidas, a resposta é que o governo investe em toda cidade, independentemente de ter ou não presídio. Serão construídos penitenciárias masculinas e femininas, para presos condenados; centros de detenção provisória, para os que esperam julgamento, e centros de progressão penitenciária, do semi-aberto.

sábado, 6 de junho de 2009

NÃO ACESSE O LINK DA FOLHA... LEIA AQUI!

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Brasileiros nós queremos é que todas as empresas no Brasil tenham um blog para "vazar" suas reportagens.
Será que determinados jornais e meios de comunicação é que podem usar seus "poderes" para vazar reportagens que não acrescentam e criam bagunça social.
NUNCA BASEIEM-SE EM UM CANAL DE NOTÍCIAS.
LEMBREM-SE QUE ESTAMOS VIVENDO EM UMA DEMOCRACIA E TEMOS O DIREITO E DEVER DE PESQUISAR E BLOGAR


Petrobras usa blog para vazar reportagens

Alvo de CPI, estatal divulga e-mails com pedidos de informações para reportagens não concluídas; empresa diz que "não é ilegal"

Estatal criou site na internet para responder textos da imprensa e críticas feitas pela oposição após a criação de comissão no Senado

Alvo de uma CPI no Congresso, a Petrobras decidiu tornar públicos, em um blog que criou na internet, os e-mails enviados por jornalistas que procuram a assessoria de comunicação da empresa, no Rio, para obter informações e esclarecimentos para reportagens que ainda estão em andamento.

A empresa colocou o blog no ar no último dia 2, como parte da estratégia da comunicação lançada pela estatal após a abertura da CPI (http://petrobrasfatosedados.wordpress.com).

Na noite de ontem, o objeto de reportagens que a Folha ainda apura - com questões endereçadas à empresa, para que possa oferecer a sua versão dos fatos- foi publicado no blog pela Petrobras.

A Folha fez perguntas a respeito da contratação de advogados sem licitação, sobre os custos de um gasoduto no Amazonas e, por último, acerca de gastos com patrocínios de festas no Nordeste.

Questionado pela Folha, o gerente de imprensa da estatal, Lúcio Pimentel, disse que a Petrobras vai manter a decisão de divulgar e-mails de reportagens ainda em andamento. Disse que se trata de uma "política de transparência" adotada pela direção da empresa.

A atitude da Petrobras motivou os jornais "O Estado de S. Paulo" e "O Globo" a indagar se a empresa havia pedido autorização à Folha para divulgar seus e-mails. A Petrobras respondeu: "Não houve divulgação do e-mail, e sim das perguntas e respostas dadas ao jornal [Folha]. No entendimento da Petrobras não há ilegalidade, pois o conteúdo divulgado é público".

NÃO ACESSE O LINK DA FOLHA... LEIA AQUI!

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Brasileiros nós queremos é que todas as empresas no Brasil tenham um blog para "vazar" suas reportagens.
Será que determinados jornais e meios de comunicação é que podem usar seus "poderes" para vazar reportagens que não acrescentam e criam bagunça social.
NUNCA BASEIEM-SE EM UM CANAL DE NOTÍCIAS.
LEMBREM-SE QUE ESTAMOS VIVENDO EM UMA DEMOCRACIA E TEMOS O DIREITO E DEVER DE PESQUISAR E BLOGAR


Petrobras usa blog para vazar reportagens

Alvo de CPI, estatal divulga e-mails com pedidos de informações para reportagens não concluídas; empresa diz que "não é ilegal"

Estatal criou site na internet para responder textos da imprensa e críticas feitas pela oposição após a criação de comissão no Senado

Alvo de uma CPI no Congresso, a Petrobras decidiu tornar públicos, em um blog que criou na internet, os e-mails enviados por jornalistas que procuram a assessoria de comunicação da empresa, no Rio, para obter informações e esclarecimentos para reportagens que ainda estão em andamento.

A empresa colocou o blog no ar no último dia 2, como parte da estratégia da comunicação lançada pela estatal após a abertura da CPI (http://petrobrasfatosedados.wordpress.com).

Na noite de ontem, o objeto de reportagens que a Folha ainda apura - com questões endereçadas à empresa, para que possa oferecer a sua versão dos fatos- foi publicado no blog pela Petrobras.

A Folha fez perguntas a respeito da contratação de advogados sem licitação, sobre os custos de um gasoduto no Amazonas e, por último, acerca de gastos com patrocínios de festas no Nordeste.

Questionado pela Folha, o gerente de imprensa da estatal, Lúcio Pimentel, disse que a Petrobras vai manter a decisão de divulgar e-mails de reportagens ainda em andamento. Disse que se trata de uma "política de transparência" adotada pela direção da empresa.

A atitude da Petrobras motivou os jornais "O Estado de S. Paulo" e "O Globo" a indagar se a empresa havia pedido autorização à Folha para divulgar seus e-mails. A Petrobras respondeu: "Não houve divulgação do e-mail, e sim das perguntas e respostas dadas ao jornal [Folha]. No entendimento da Petrobras não há ilegalidade, pois o conteúdo divulgado é público".

terça-feira, 2 de junho de 2009

MPF/SP denuncia mulher de Paulinho e ex-prefeito de Praia Grande

Em aditamento à denúncia, Procuradoria da República também fez novas acusações contra o advogado Ricardo Tosto e outros três réus do processo, além de denunciar mais duas pessoas

O Ministério Público Federal em São Paulo (MPF/SP) aditou ontem, 1º de junho, a denúncia oferecida em maio de 2008 sobre a Operação Santa Tereza, que investigou desvios na aplicação de recursos financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), lavagem de dinheiro, prostituição e tráfico de pessoas. O adimento incluiu mais quatro pessoas, entre elas o ex-prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão, e a mulher do deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, Elza Pereira, no processo.

Além de acusar mais quatro pessoas de envolvimento no caso, o MPF fez novas acusações contra quatro réus no processo, que tramita na 2ª Vara Federal Criminal Especializada em Crimes Financeiros e Lavagem de Dinheiro de São Paulo, entre elas o advogado Ricardo Tosto, agora acusado também pelo crime de lavagem de dinheiro.

A procuradora da República Adriana Scordamaglia, responsável pelo caso, optou por aditar a denúncia para evitar que seja perdida a memória dos fatos. “O aditamento é propício e foi oferecido em tempo oportuno e aconselhável para o desfecho da ação penal, pois reforça as acusações, que se entrelaçam”, afirmou.

O aditamento ao processo ocorre cinco meses após o investigado Mourão, cujo inquérito tramitava no Tribunal Regional Federal da 3ª Região, perder o foro privilegiado depois do término de seu segundo mandato na prefeitura de Praia Grande, na Baixada Santista. Em virtude da investigação sobre o então prefeito ter sido aberta no TRF-3 ano passado, a Polícia Federal continuou investigando o caso, o que permitiu ao MPF chegar às novas conclusões.

Meu Guri - Segundo as investigações do MPF e da PF, a mulher do deputado federal Paulo Pereira da Silva, Elza Pereira, permitiu a utilização da conta-corrente do Centro de Atendimento Biopsicossocial Meu Guri, ONG que ela preside, para ocultar uma parcela dos valores desviados de contratos do BNDES firmados com a prefeitura de Praia Grande e Lojas Marisa.

João Pedro de Moura, um dos beneficiários dos recursos desviados, assessor de Paulinho, teria depositado na conta de Elza, com sua permissão, R$ 37,5 mil, para ocultar a real origem do dinheiro desviado. Por conta disso, Elza e Moura foram denunciados por lavagem de dinheiro. Esta é a segunda acusação de lavagem contra Moura no processo, que já responde por ter adquirido uma farmácia em São Sebastião da Grama, no interior de São Paulo, com sua parte do desvio.

Ex-prefeito - Diálogos interceptados, com autorização da Justiça, apontaram que o ex-prefeito de Praia Grande Alberto Mourão participou de reuniões com João Pedro de Moura e outros integrantes do esquema, nas quais autorizou o desvio de 2% da verba de um financiamento de R$ 130 milhões do BNDES destinado à prefeitura.

Além disso, Mourão teve quatro passagens aéreas para o Rio de Janeiro, duas de ida e duas de volta, pagas por Manuel Fernandes de Bastos Filho, o Maneco, dono da casa de prostituição WE e principal articulador da quadrilha que desviava recursos do BNDES. Apesar de as passagens terem sido pagas com dinheiro de Bastos, a viagem era oficial, pois numa delas Mourão assinou o contrato de financiamento com o BNDES, o que configura o crime de corrupção passiva.

Jamil Issa Filho, ex-assessor do ex-prefeito, providenciou as passagens aéreas necessárias para a viagem dele e Mourão. Ambos, dispensaram a empresa responsável pelo fornecimento de passagens à prefeitura. Se aceito o aditamento da denúncia pela Justiça, Mourão responderá criminalmente por corrupção passiva e peculato (subtração de verba pública em proveito próprio) e Jamil por corrupção ativa, uma vez que intermediou a compra das passagens. Ambos admitiram o uso das passagens em depoimento à polícia.

Maneco e Issa, em virtude do caso das passagens, foram acusados pelo MPF, no aditamento, pelo crime de corrupção ativa, pois o primeiro ofereceu e o segundo o auxiliou para que o então prefeito de Praia Grande viajasse às custas do dono da WE.

Aluguel – Além de novas acusações contra os réus Issa, João Pedro de Moura e Maneco, o MPF faz novas acusações, no aditamento, ao advogado Ricardo Tosto de Oliveira Carvalho, ex-conselheiro do BNDES, nomeado pela Força Sindical.

Tosto passa a ser denunciado também pelo crime de lavagem de dinheiro oriundo de crimes financeiros. Foi apurado que o advogado recebeu quatro cheques da Progus. Dois deles, nos valores de R$ 82.162,93 e R$ 18.397,50, foram depositados na conta corrente de seu escritório, para posterior retirada, como se fossem “pagamentos de honorários advocatícios”.

Os outros dois cheques, nos valores de R$ 42 mil e R$ 40 mil, foram depositados em favor da empresa Millenium de Investimentos Imobiliários e utilizados para o pagamento do aluguel do imóvel do escritório de Tosto, impedindo, assim, que o dinheiro integrasse diretamente seu patrimônio, ocultando sua real origem. O dinheiro recebido por Tosto é oriundo também de financiamentos concedidos pelo BNDES à prefeitura de Praia Grande e às Lojas Marisa.

Mais dois acusados – Além de Mourão e Elza, o presidente da ONG Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Pesquisa Política, Social e Cultural do Trabalhador, Wilson Carvalho de Oliveira, também foi denunciado no aditamento ao processo, pelo crime de lavagem de dinheiro.

Segundo apurado nas investigações, Oliveira recebeu três cheques nos valores de R$ 82.162,93, R$ 82 mil e R$ 18.397,50, de Marcos Mantovani, correntista da Progus, empresa responsável por emitir notas fiscais frias para a quadrilha. Os valores depositados na conta de Oliveira também foram desviados dos recursos financiados pelo BNDES à prefeitura de Praia Grande e às lojas Marisa.

O quarto novo acusado é Felício Makhoul, dono do prédio onde funcionava o Flat Imperial. O prédio, contíguo à WE, era o local onde morava boa parte das garotas de programa exploradas ali. Ele recebia R$ 30 mil mensais pelo aluguel do prédio e admitiu em depoimento à polícia que sabia que o local era um prostíbulo. Por isso, o MPF o acusou dos crimes de casa de prostituição e rufianismo (tirar proveito da prostituição alheia).

Origem - A Operação Santa Tereza começou com uma investigação, iniciada em 2007, sobre a casa de prostituição WE, no bairro da Bela Vista, em São Paulo, para apurar denúncias de que os responsáveis pelo estabelecimento, além de explorar a prostituição, estariam também envolvidos com o tráfico de pessoas interno e externo.

No curso das interceptações autorizadas judicialmente surgiram entre os investigados conversas sobre financiamentos públicos, reuniões com políticos e pagamentos de comissões. Com isso, a investigação passou a se focar em uma quadrilha que atuava em duas diferentes modalidades de crime: o financeiro e o tráfico de mulheres para prostituição.

A investigação comprovou fraude em dois financiamentos feitos pelo BNDES, um de R$ 130 milhões para obras da Prefeitura de Praia Grande (município localizado na região metropolitana da Baixada Santista), e dois para a expansão e melhorias na rede de lojas Marisa, totalizando R$ 220 milhões. Apenas nesses três contratos foi apurado o desvio de mais de R$ 3 milhões.


Assessoria de Comunicação
Procuradoria da República em São Paulo
11-3269-5068/5368
ascom@prsp.mpf.gov.br

MPF/SP denuncia mulher de Paulinho e ex-prefeito de Praia Grande

Em aditamento à denúncia, Procuradoria da República também fez novas acusações contra o advogado Ricardo Tosto e outros três réus do processo, além de denunciar mais duas pessoas

O Ministério Público Federal em São Paulo (MPF/SP) aditou ontem, 1º de junho, a denúncia oferecida em maio de 2008 sobre a Operação Santa Tereza, que investigou desvios na aplicação de recursos financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), lavagem de dinheiro, prostituição e tráfico de pessoas. O adimento incluiu mais quatro pessoas, entre elas o ex-prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão, e a mulher do deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, Elza Pereira, no processo.

Além de acusar mais quatro pessoas de envolvimento no caso, o MPF fez novas acusações contra quatro réus no processo, que tramita na 2ª Vara Federal Criminal Especializada em Crimes Financeiros e Lavagem de Dinheiro de São Paulo, entre elas o advogado Ricardo Tosto, agora acusado também pelo crime de lavagem de dinheiro.

A procuradora da República Adriana Scordamaglia, responsável pelo caso, optou por aditar a denúncia para evitar que seja perdida a memória dos fatos. “O aditamento é propício e foi oferecido em tempo oportuno e aconselhável para o desfecho da ação penal, pois reforça as acusações, que se entrelaçam”, afirmou.

O aditamento ao processo ocorre cinco meses após o investigado Mourão, cujo inquérito tramitava no Tribunal Regional Federal da 3ª Região, perder o foro privilegiado depois do término de seu segundo mandato na prefeitura de Praia Grande, na Baixada Santista. Em virtude da investigação sobre o então prefeito ter sido aberta no TRF-3 ano passado, a Polícia Federal continuou investigando o caso, o que permitiu ao MPF chegar às novas conclusões.

Meu Guri - Segundo as investigações do MPF e da PF, a mulher do deputado federal Paulo Pereira da Silva, Elza Pereira, permitiu a utilização da conta-corrente do Centro de Atendimento Biopsicossocial Meu Guri, ONG que ela preside, para ocultar uma parcela dos valores desviados de contratos do BNDES firmados com a prefeitura de Praia Grande e Lojas Marisa.

João Pedro de Moura, um dos beneficiários dos recursos desviados, assessor de Paulinho, teria depositado na conta de Elza, com sua permissão, R$ 37,5 mil, para ocultar a real origem do dinheiro desviado. Por conta disso, Elza e Moura foram denunciados por lavagem de dinheiro. Esta é a segunda acusação de lavagem contra Moura no processo, que já responde por ter adquirido uma farmácia em São Sebastião da Grama, no interior de São Paulo, com sua parte do desvio.

Ex-prefeito - Diálogos interceptados, com autorização da Justiça, apontaram que o ex-prefeito de Praia Grande Alberto Mourão participou de reuniões com João Pedro de Moura e outros integrantes do esquema, nas quais autorizou o desvio de 2% da verba de um financiamento de R$ 130 milhões do BNDES destinado à prefeitura.

Além disso, Mourão teve quatro passagens aéreas para o Rio de Janeiro, duas de ida e duas de volta, pagas por Manuel Fernandes de Bastos Filho, o Maneco, dono da casa de prostituição WE e principal articulador da quadrilha que desviava recursos do BNDES. Apesar de as passagens terem sido pagas com dinheiro de Bastos, a viagem era oficial, pois numa delas Mourão assinou o contrato de financiamento com o BNDES, o que configura o crime de corrupção passiva.

Jamil Issa Filho, ex-assessor do ex-prefeito, providenciou as passagens aéreas necessárias para a viagem dele e Mourão. Ambos, dispensaram a empresa responsável pelo fornecimento de passagens à prefeitura. Se aceito o aditamento da denúncia pela Justiça, Mourão responderá criminalmente por corrupção passiva e peculato (subtração de verba pública em proveito próprio) e Jamil por corrupção ativa, uma vez que intermediou a compra das passagens. Ambos admitiram o uso das passagens em depoimento à polícia.

Maneco e Issa, em virtude do caso das passagens, foram acusados pelo MPF, no aditamento, pelo crime de corrupção ativa, pois o primeiro ofereceu e o segundo o auxiliou para que o então prefeito de Praia Grande viajasse às custas do dono da WE.

Aluguel – Além de novas acusações contra os réus Issa, João Pedro de Moura e Maneco, o MPF faz novas acusações, no aditamento, ao advogado Ricardo Tosto de Oliveira Carvalho, ex-conselheiro do BNDES, nomeado pela Força Sindical.

Tosto passa a ser denunciado também pelo crime de lavagem de dinheiro oriundo de crimes financeiros. Foi apurado que o advogado recebeu quatro cheques da Progus. Dois deles, nos valores de R$ 82.162,93 e R$ 18.397,50, foram depositados na conta corrente de seu escritório, para posterior retirada, como se fossem “pagamentos de honorários advocatícios”.

Os outros dois cheques, nos valores de R$ 42 mil e R$ 40 mil, foram depositados em favor da empresa Millenium de Investimentos Imobiliários e utilizados para o pagamento do aluguel do imóvel do escritório de Tosto, impedindo, assim, que o dinheiro integrasse diretamente seu patrimônio, ocultando sua real origem. O dinheiro recebido por Tosto é oriundo também de financiamentos concedidos pelo BNDES à prefeitura de Praia Grande e às Lojas Marisa.

Mais dois acusados – Além de Mourão e Elza, o presidente da ONG Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Pesquisa Política, Social e Cultural do Trabalhador, Wilson Carvalho de Oliveira, também foi denunciado no aditamento ao processo, pelo crime de lavagem de dinheiro.

Segundo apurado nas investigações, Oliveira recebeu três cheques nos valores de R$ 82.162,93, R$ 82 mil e R$ 18.397,50, de Marcos Mantovani, correntista da Progus, empresa responsável por emitir notas fiscais frias para a quadrilha. Os valores depositados na conta de Oliveira também foram desviados dos recursos financiados pelo BNDES à prefeitura de Praia Grande e às lojas Marisa.

O quarto novo acusado é Felício Makhoul, dono do prédio onde funcionava o Flat Imperial. O prédio, contíguo à WE, era o local onde morava boa parte das garotas de programa exploradas ali. Ele recebia R$ 30 mil mensais pelo aluguel do prédio e admitiu em depoimento à polícia que sabia que o local era um prostíbulo. Por isso, o MPF o acusou dos crimes de casa de prostituição e rufianismo (tirar proveito da prostituição alheia).

Origem - A Operação Santa Tereza começou com uma investigação, iniciada em 2007, sobre a casa de prostituição WE, no bairro da Bela Vista, em São Paulo, para apurar denúncias de que os responsáveis pelo estabelecimento, além de explorar a prostituição, estariam também envolvidos com o tráfico de pessoas interno e externo.

No curso das interceptações autorizadas judicialmente surgiram entre os investigados conversas sobre financiamentos públicos, reuniões com políticos e pagamentos de comissões. Com isso, a investigação passou a se focar em uma quadrilha que atuava em duas diferentes modalidades de crime: o financeiro e o tráfico de mulheres para prostituição.

A investigação comprovou fraude em dois financiamentos feitos pelo BNDES, um de R$ 130 milhões para obras da Prefeitura de Praia Grande (município localizado na região metropolitana da Baixada Santista), e dois para a expansão e melhorias na rede de lojas Marisa, totalizando R$ 220 milhões. Apenas nesses três contratos foi apurado o desvio de mais de R$ 3 milhões.


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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Falece em São Paulo Zé Rodrix aos 61 anos

O publicitário, cantor, autor e compositor Zé Rodrix (José Rodrigues Trindade, carioca, nascido no dia 25 de novembro de 1947) morreu na madrugada desta sexta-feira (22), em São Paulo, aos 61 anos. A causa da morte ainda não foi divulgada.

O fundador do Sá, Rodrix & Guarabyra, trio musical formado ao lado de Luís Carlos Sá e Guttemberg Guarabyra, estava em casa com a família quando passou mal e foi levado ao Hospital das Clínicas, na capital paulista.

Sá, Rodrix & Guarabyra surgiu no início da década de 1970 e se notabilizou pela criação do chamado rock rural, em que se mesclam diversas influências musicais, do rock à música sertaneja (ou caipira).

Rodrix, que foi sócio da produtora A Voz do Brasil por muitos anos, ao lado de Tico Terpins (também já falecido), ultimamente havia voltado a dedicar parte do seu tempo à produção de jingles.

Deixa mulher, seis filhos e dois netos.

O corpo do artista ainda está no IML. Local do velório ainda está sendo definido.

Falece em São Paulo Zé Rodrix aos 61 anos

O publicitário, cantor, autor e compositor Zé Rodrix (José Rodrigues Trindade, carioca, nascido no dia 25 de novembro de 1947) morreu na madrugada desta sexta-feira (22), em São Paulo, aos 61 anos. A causa da morte ainda não foi divulgada.

O fundador do Sá, Rodrix & Guarabyra, trio musical formado ao lado de Luís Carlos Sá e Guttemberg Guarabyra, estava em casa com a família quando passou mal e foi levado ao Hospital das Clínicas, na capital paulista.

Sá, Rodrix & Guarabyra surgiu no início da década de 1970 e se notabilizou pela criação do chamado rock rural, em que se mesclam diversas influências musicais, do rock à música sertaneja (ou caipira).

Rodrix, que foi sócio da produtora A Voz do Brasil por muitos anos, ao lado de Tico Terpins (também já falecido), ultimamente havia voltado a dedicar parte do seu tempo à produção de jingles.

Deixa mulher, seis filhos e dois netos.

O corpo do artista ainda está no IML. Local do velório ainda está sendo definido.