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quarta-feira, 10 de junho de 2009

Secretaria vai recolher no Rio livro didático com figura imprópria para crianças...DEPOIS QUE ENTORNAM O CALDO!!!!!!



RIO - O livro didático de história da Coleção Projeto Pitanguá, da editora Moderna, será recolhido da rede municipal de ensino do Rio por ter uma gravura do pintor francês Theodor de Bry considerada inapropriada para os alunos do 4º ano do ensino fundamental. A figura feita em 1540 mostra um empalamento (ritual de tribos indígenas do século XVI, em que povos tupis executavam seus adversários e introduziam uma estaca pelo ânus que atravessava os órgãos até chegar à boca). Segundo a Secretaria Municipal de Educação (SME), o Ministério da Educação (MEC) já foi notificado sobre o caso.

Uma apostila será distribuída pela SME do Rio de Janeiro para não prejudicar os alunos do quarto ano do ensino fundamental. Porém, a data para a substituição ainda não foi divulgada. Como são os professores que escolhem os livros, a secretaria ainda não tem uma estimativa de quantos alunos estão usando o material.

" É inaceitável que falhas como essa ocorram. Consideramos esse tipo de imagem inadequada e já estamos recolhendo os livros (Claudia Costin) "

Em nota, a secretaria esclarece que os livros didáticos utilizados na rede de ensino do Rio são escolhidos pelo próprio professor, a partir de uma lista elaborada, avaliada e determinada pelo MEC, dentro do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). Todos os estados e municípios recebem livros didáticos a partir do mesmo sistema, com exceção do Estado de São Paulo.

- É inaceitável que falhas como essa ocorram. Consideramos esse tipo de imagem inadequada para alunos do 4º Ano e já estamos recolhendo os exemplares desse livro. Precisamos proteger os alunos e todo cuidado é pouco - afirmou a secretária municipal de Educação, Claudia Costin, ressaltando ainda que os pais podem devolver o livro às escolas.

Livro com conteúdo impróprio

Um levantamento junto às escolas está sendo feito para saber quantos exemplares do livro foram adotados. A SME vai tentar junto à Editora Moderna, responsável pela publicação, a substituição do livro por uma edição diferente, mas com o mesmo conteúdo didático do 4º Ano.

De acordo com a assessoria de comunicação do MEC, o orgão respeita a decisão da secretária Claudia Costin, mas não vê nenhum problema na gravuna, já que a mesma está exposta na Biblioteca Mario de Andrade em São Paulo.

A Editora Moderna informou, em nota, que todas as ilustrações da edição 2005 do livro Pitanguá - História 3 são reproduções de pinturas ou gravuras históricas presentes em museus, bibliotecas e acervos públicos cuja visita faz parte do currículo extracurricular dos estudantes dessa faixa etária. Por se tratarem de material histórico, inserido num livro de estudo de História, as ilustrações devem ser analisadas dentro de seu contexto de época e de cultura.

Secretaria vai recolher no Rio livro didático com figura imprópria para crianças...DEPOIS QUE ENTORNAM O CALDO!!!!!!



RIO - O livro didático de história da Coleção Projeto Pitanguá, da editora Moderna, será recolhido da rede municipal de ensino do Rio por ter uma gravura do pintor francês Theodor de Bry considerada inapropriada para os alunos do 4º ano do ensino fundamental. A figura feita em 1540 mostra um empalamento (ritual de tribos indígenas do século XVI, em que povos tupis executavam seus adversários e introduziam uma estaca pelo ânus que atravessava os órgãos até chegar à boca). Segundo a Secretaria Municipal de Educação (SME), o Ministério da Educação (MEC) já foi notificado sobre o caso.

Uma apostila será distribuída pela SME do Rio de Janeiro para não prejudicar os alunos do quarto ano do ensino fundamental. Porém, a data para a substituição ainda não foi divulgada. Como são os professores que escolhem os livros, a secretaria ainda não tem uma estimativa de quantos alunos estão usando o material.

" É inaceitável que falhas como essa ocorram. Consideramos esse tipo de imagem inadequada e já estamos recolhendo os livros (Claudia Costin) "

Em nota, a secretaria esclarece que os livros didáticos utilizados na rede de ensino do Rio são escolhidos pelo próprio professor, a partir de uma lista elaborada, avaliada e determinada pelo MEC, dentro do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). Todos os estados e municípios recebem livros didáticos a partir do mesmo sistema, com exceção do Estado de São Paulo.

- É inaceitável que falhas como essa ocorram. Consideramos esse tipo de imagem inadequada para alunos do 4º Ano e já estamos recolhendo os exemplares desse livro. Precisamos proteger os alunos e todo cuidado é pouco - afirmou a secretária municipal de Educação, Claudia Costin, ressaltando ainda que os pais podem devolver o livro às escolas.

Livro com conteúdo impróprio

Um levantamento junto às escolas está sendo feito para saber quantos exemplares do livro foram adotados. A SME vai tentar junto à Editora Moderna, responsável pela publicação, a substituição do livro por uma edição diferente, mas com o mesmo conteúdo didático do 4º Ano.

De acordo com a assessoria de comunicação do MEC, o orgão respeita a decisão da secretária Claudia Costin, mas não vê nenhum problema na gravuna, já que a mesma está exposta na Biblioteca Mario de Andrade em São Paulo.

A Editora Moderna informou, em nota, que todas as ilustrações da edição 2005 do livro Pitanguá - História 3 são reproduções de pinturas ou gravuras históricas presentes em museus, bibliotecas e acervos públicos cuja visita faz parte do currículo extracurricular dos estudantes dessa faixa etária. Por se tratarem de material histórico, inserido num livro de estudo de História, as ilustrações devem ser analisadas dentro de seu contexto de época e de cultura.

domingo, 7 de junho de 2009

TCU investigará concessão de bolsas Prouni a falsos índios

BRASÍLIA - A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle decidiu, na última quinta-feira (28), enviar ao Tribunal de Contas da União (TCU) um pedido de investigação da oferta de bolsas do Programa Universidade para Todos (Prouni) a estudantes que se declararam indígenas. Uma representação sobre o tema (de número 33/08) foi apresentada à comissão pelo Instituto Americano das Culturas Indígenas do Brasil, que pediu a averiguação de fatos publicados no jornal Correio Braziliense em 3 de agosto de 2008.

De acordo com o jornal, há denúncias desde 2005, ano de implementação do Prouni, de pessoas que se declaram descendentes de indígenas só para obter bolsas de estudos. Recebido o benefício, muitos estudantes teriam negado qualquer parentesco com índios.

Para o relator da representação, deputado Felipe Bornier (PHS-RJ), a investigação é pertinente, pois as denúncias envolvem o uso de recursos públicos.
Fonte: http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=9&id_noticia=287221

TCU investigará concessão de bolsas Prouni a falsos índios

BRASÍLIA - A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle decidiu, na última quinta-feira (28), enviar ao Tribunal de Contas da União (TCU) um pedido de investigação da oferta de bolsas do Programa Universidade para Todos (Prouni) a estudantes que se declararam indígenas. Uma representação sobre o tema (de número 33/08) foi apresentada à comissão pelo Instituto Americano das Culturas Indígenas do Brasil, que pediu a averiguação de fatos publicados no jornal Correio Braziliense em 3 de agosto de 2008.

De acordo com o jornal, há denúncias desde 2005, ano de implementação do Prouni, de pessoas que se declaram descendentes de indígenas só para obter bolsas de estudos. Recebido o benefício, muitos estudantes teriam negado qualquer parentesco com índios.

Para o relator da representação, deputado Felipe Bornier (PHS-RJ), a investigação é pertinente, pois as denúncias envolvem o uso de recursos públicos.
Fonte: http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=9&id_noticia=287221

sexta-feira, 29 de maio de 2009

RORAIMA URGENTE!

A PRÓXIMA GUERRA

Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata-se de um Brasil que a gente não conhece.


As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.

Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.


Para começar o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense, pra falar a verdade, acho que a proporção é de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto falta uma identidade com a terra. Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro. Se não for funcionário público a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo. Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do=2 0Território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando-se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades. (Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.


Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.


Detalhe: Americanos entram na hora que quiserem, se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerds com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas pasme, se vo cê quiser montar um empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí camu-camu etc., medicinais, ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar 'royalties' para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia...


Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: É os americanos vão acabar tomando a Amazônia e em todas elas ouvi a mesma resposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de uma senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí:


'Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam. Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa'.


A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa parceria com o20governo colombiano com o pseudo objetivos de combater o narcotráfico. Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem Estrada para as Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente diplomático)... Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares.

Pergunto inocentemente às pessoas; porque os americanos querem tanto proteger os índios. A resposta é absolutamente a mesma, porque as terras indígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância de água são extremamente ricas em ouro (encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO.

Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de Socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou a alguma utoridade do sul que vá fazer alguma coisa. É pessoal, saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho. Um grande abraço a todos. Será que podemos fazer alguma coisa???

Acho que sim.

Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fique sabendo desses absurdos.

Mara Silvia Alexandre Costa Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag.
Patog. FMRP - USP

Opinião pessoal:


Gostaria que você, especialmente que recebeu este e-mail, o repasse para o maior número possível de pessoas. Do meu ponto de vista seria interessante que o país inteiro ficasse sabendo desta situação através dos telejornais antes que isso venha a acontecer.


Afinal foi um momento de fraqueza dos Estados Unidos que os europeus lançaram o Euro, assim poderá se aproveitar esta situação de fraqueza norte-americana (perdas na guerra do Iraque) para revelar isto ao mundo a fim de antecipar a próxima guerra. Conto com sua participação, no envio deste e-mail..


Celso Luiz Borges de Oliveira Doutorando em Água e Solo FEAGRI/UNICAMP

Tel: (19) 3233-1840 Celular: (19) 9136-6472 e-mail´s:

Celso@ufba.br;
celso@agr.unicamp.br
celsoborges@gmail.com

RORAIMA URGENTE!

A PRÓXIMA GUERRA

Segue abaixo o relato de uma pessoa conhecida e séria, que passou recentemente em um concurso público federal e foi trabalhar em Roraima. Trata-se de um Brasil que a gente não conhece.


As duas semanas em Manaus foram interessantes para conhecer um Brasil um pouco diferente, mas chegando em Boa Vista (RR) não pude resistir a fazer um relato das coisas que tenho visto e escutado por aqui.

Conversei com algumas pessoas nesses três dias, desde engenheiros até pessoas com um mínimo de instrução.


Para começar o mais difícil de encontrar por aqui é roraimense, pra falar a verdade, acho que a proporção é de um roraimense para cada 10 pessoas é bem razoável, tem gaúcho, carioca, cearense, amazonense, piauiense, maranhense e por aí vai. Portanto falta uma identidade com a terra. Aqui não existem muitos meios de sobrevivência, ou a pessoa é funcionária pública, e aqui quase todo mundo é, pois em Boa Vista se concentram todos os órgãos federais e estaduais de Roraima, além da prefeitura é claro. Se não for funcionário público a pessoa trabalha no comércio local ou recebe ajuda de Programas do governo. Não existe indústria de qualquer tipo. Pouco mais de 70% do=2 0Território roraimense é demarcado como reserva indígena, portanto restam apenas 30%, descontando-se os rios e as terras improdutivas que são muitas, para se cultivar a terra ou para a localização das próprias cidades. (Na única rodovia que existe em direção ao Brasil (liga Boa Vista a Manaus, cerca de 800 km) existe um trecho de aproximadamente 200 km reserva indígena Waimiri Atroari) por onde você só passa entre 6:00 da manhã e 6:00 da tarde, nas outras 12 horas a rodovia é fechada pelos índios (com autorização da FUNAI e dos americanos) para que os mesmos não sejam incomodados.


Detalhe: Você não passa se for brasileiro, o acesso é livre aos americanos, europeus e japoneses. Desses 70% de território indígena, diria que em 90% dele ninguém entra sem uma grande burocracia e autorização da FUNAI.


Detalhe: Americanos entram na hora que quiserem, se você não tem uma autorização da FUNAI mas tem dos americanos então você pode entrar. A maioria dos índios fala a língua nativa além do inglês ou francês, mas a maioria não sabe falar português. Dizem que é comum na entrada de algumas reservas encontrarem-se hasteadas bandeiras americanas ou inglesas. É comum se encontrar por aqui americano tipo nerds com cara de quem não quer nada, que veio caçar borboleta e joaninha e catalogá-las, mas no final das contas pasme, se vo cê quiser montar um empresa para exportar plantas e frutas típicas como cupuaçu, açaí camu-camu etc., medicinais, ou componentes naturais para fabricação de remédios, pode se preparar para pagar 'royalties' para empresas japonesas e americanas que já patentearam a maioria dos produtos típicos da Amazônia...


Por três vezes repeti a seguinte frase após ouvir tais relatos: É os americanos vão acabar tomando a Amazônia e em todas elas ouvi a mesma resposta em palavras diferentes. Vou reproduzir a resposta de uma senhora simples que vendia suco e água na rodovia próximo de Mucajaí:


'Irão não minha filha, tu não sabe, mas tudo aqui já é deles, eles comandam tudo, você não entra em lugar nenhum porque eles não deixam. Quando acabar essa guerra aí eles virão pra cá, e vão fazer o que fizeram no Iraque quando determinaram uma faixa para os curdos onde iraquiano não entra, aqui vai ser a mesma coisa'.


A dona é bem informada não? O pior é que segundo a ONU o conceito de nação é um conceito de soberania e as áreas demarcadas têm o nome de nação indígena. O que pode levar os americanos a alegarem que estarão libertando os povos indígenas. Fiquei sabendo que os americanos já estão construindo uma grande base militar na Colômbia, bem próximo da fronteira com o Brasil numa parceria com o20governo colombiano com o pseudo objetivos de combater o narcotráfico. Por falar em narcotráfico, aqui é rota de distribuição, pois essa mãe chamada Brasil mantém suas fronteiras abertas e aqui tem Estrada para as Guianas e Venezuela. Nenhuma bagagem de estrangeiro é fiscalizada, principalmente se for americano, europeu ou japonês, (isso pode causar um incidente diplomático)... Dizem que tem muito colombiano traficante virando venezuelano, pois na Venezuela é muito fácil comprar a cidadania venezuelana por cerca de 200 dólares.

Pergunto inocentemente às pessoas; porque os americanos querem tanto proteger os índios. A resposta é absolutamente a mesma, porque as terras indígenas além das riquezas animais e vegetais, da abundância de água são extremamente ricas em ouro (encontram-se pepitas que chegam a ser pesadas em quilos), diamante, outras pedras preciosas, minério e nas reservas norte de Roraima e Amazonas, ricas em PETRÓLEO.

Parece que as pessoas contam essas coisas como que num grito de Socorro a alguém que é do sul, como se eu pudesse dizer isso ao presidente ou a alguma utoridade do sul que vá fazer alguma coisa. É pessoal, saio daqui com a quase certeza de que em breve o Brasil irá diminuir de tamanho. Um grande abraço a todos. Será que podemos fazer alguma coisa???

Acho que sim.

Repasse esse e-mail para que um maior número de brasileiros fique sabendo desses absurdos.

Mara Silvia Alexandre Costa Depto de Biologia Cel. Mol. Bioag.
Patog. FMRP - USP

Opinião pessoal:


Gostaria que você, especialmente que recebeu este e-mail, o repasse para o maior número possível de pessoas. Do meu ponto de vista seria interessante que o país inteiro ficasse sabendo desta situação através dos telejornais antes que isso venha a acontecer.


Afinal foi um momento de fraqueza dos Estados Unidos que os europeus lançaram o Euro, assim poderá se aproveitar esta situação de fraqueza norte-americana (perdas na guerra do Iraque) para revelar isto ao mundo a fim de antecipar a próxima guerra. Conto com sua participação, no envio deste e-mail..


Celso Luiz Borges de Oliveira Doutorando em Água e Solo FEAGRI/UNICAMP

Tel: (19) 3233-1840 Celular: (19) 9136-6472 e-mail´s:

Celso@ufba.br;
celso@agr.unicamp.br
celsoborges@gmail.com