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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Depoimento enviado por e-mail - Denúncia

Quando chove, temos enchentes; trânsito berando o caos; atropelamentos quase que rotineiros…

De onde estamos falando?

Avenida das Américas na altura do Recreio dos Bandeirantes, logo após o supermercado Mundial.

A região que tem um IPTU alto, habitando pela classe média e classe média alta carioca tem sido alvo de assaltos, trânsito desmedidos, atropelamentos por falta de sinais e/ou passarelas e agora devido a falta de obras estruturais nas vias públicas temos mais uma vítima.

Só que dessa vez é um assessor do nosso digníssimo prefeito Eduardo Paes, o mesmo que vem se empenhando num choque de ordem desmedido na zona oeste.

O tempo e o dinheiro que tem sido empregado em derrubar moradias que foram construídas de forma irregular e com os olhos da prefeitura deixando crescer desordenadamente poderia e deveria ser empregado na melhoria da pista do Recreio como o alargamento e melhoras no meio fio.
Dia desses na altura do posto texaco quase capotei pela falta de sinalização do retorno.

Até quando vamos viver esse esquecimento da necessidade do BÁSICO?

Esse crescimento desmedido do Recreio dos Bandeirantes, liberação de novas construções, e as calçadas ainda de areia?

Isso é ultrajante!

Vamos ver se agora que o Sr. Prefeito sentirá no seu gabinete o mesmo fará algo em favor da localidade, ou será esse assessor só mais uma vítima do descaso?

Depoimento enviado por e-mail - Denúncia

Quando chove, temos enchentes; trânsito berando o caos; atropelamentos quase que rotineiros…

De onde estamos falando?

Avenida das Américas na altura do Recreio dos Bandeirantes, logo após o supermercado Mundial.

A região que tem um IPTU alto, habitando pela classe média e classe média alta carioca tem sido alvo de assaltos, trânsito desmedidos, atropelamentos por falta de sinais e/ou passarelas e agora devido a falta de obras estruturais nas vias públicas temos mais uma vítima.

Só que dessa vez é um assessor do nosso digníssimo prefeito Eduardo Paes, o mesmo que vem se empenhando num choque de ordem desmedido na zona oeste.

O tempo e o dinheiro que tem sido empregado em derrubar moradias que foram construídas de forma irregular e com os olhos da prefeitura deixando crescer desordenadamente poderia e deveria ser empregado na melhoria da pista do Recreio como o alargamento e melhoras no meio fio.
Dia desses na altura do posto texaco quase capotei pela falta de sinalização do retorno.

Até quando vamos viver esse esquecimento da necessidade do BÁSICO?

Esse crescimento desmedido do Recreio dos Bandeirantes, liberação de novas construções, e as calçadas ainda de areia?

Isso é ultrajante!

Vamos ver se agora que o Sr. Prefeito sentirá no seu gabinete o mesmo fará algo em favor da localidade, ou será esse assessor só mais uma vítima do descaso?

sábado, 18 de julho de 2009

Crivella entrega 3 casas no Morro da Providência

O estigma de morar em uma lugar feio que acompanha muitos dos moradorores das comunidades carentes do Rio, pode ser quebrado com um projeto que teve início nesta sexta-feira com a entrega de três casas à três mães que perderam os filhos barbaramente, no caso do Morro da Providência, Centro do Rio, ano passado.

O “Cimento Social” de autoria do Senador Marcelo Crivella tem o objetivo de contruir ou mesmo reformar completamente as casas da comunidade.

– O projeto prevê três casos: o que as casas que podem ser reformadas, as que tiveram de ser derrubadas e essas que estão sendo entregues que foram erguidas do chão – explicou o senador.

As primeiras casas foram entregues nesta sexta e foram erguidas em apenas 3 dias. De acordo com o senador, os trabalhadores que ergueram as construções tem idade entre 16 e 30 anos. Os homens foram divididos em três equipes que disputaram para ver qual dos grupos terminava primeiro.

O responsável pelo empreendimento, Wander Dantas, diz que todos os 102 funcionários empregados no “Cimento Social” são da comunidade da Providência.

­ – É muito gratificante para mim, quando cheguei aqui no morro, vi muitos homens desempregados, ex-presidiários e ligados ao tráfico de drogas. O projeto mudou a vida deles. Na próxima entrega do “Cimento Social” nós prometemos erguer as casas em apenas 2 dias – garantiu Dantas.

O conjunto com as três casas foi batizado pelo senador de “Vila José de Alencar e Dona Marisa” em homenagem ao vice-presidente da república, José de Alencar e a primeira-dama, Marisa Letícia.

As residências são funcionais, de segundo andar e três cômodos. De acordo com o coordenador do projeto, até oito pessoas podem morar em uma casa do “Cimento Social”. O senador Marcelo Crivella defende que tudo o que um projeto como o do Morro da Providência necessita, está no Brasil.

- Não precisa trazer chinês, japonês e nem americano é só dar oportunidade para a rapaziada, como dizia aquela música “eu acredito é na rapaziada…” Tudo o que nós precisamos, o Brasil tem. A paz é fruto da justiça e o povo do Morro da Providência merece justiça.

Nova chance

Um dos operários Alexandro de Medeiros, de 23 anos, estava exultante com o resultado conseguido pelas equipes do “Cimento Social”. Alexandro contou que além de ex-presidiário, também foi soldado do tráfico na própria comunidade.

- Eu estava desempregado porque fui preso, acertei minhas contas com a justiça, mas antes daqui, já estava novamente na boca de fumo. Foi quando me chamaram para trabalhar.

Embora não compense a dor da perda de um filho, as casas entregues tiveram um destino especial: as beneficiadas foram as mães dos três rapazes mortos ano passado ao serem sequestrados e levados por militares do exército a traficantes de uma facção rival do morro da Mineira, no Catumbi.

Os rapazes Deivão Wilson, Marcos Paulo da Silva,e Wellington Gonzaga Costa foram sequestrados pelos militares quando voltavam de uma baile funk no morro da Mangueira.

Ainda segundo Marcelo Crivella, o projeto deve se estender por todo o Morro da Providência.

Fonte: JB Online

Crivella entrega 3 casas no Morro da Providência

O estigma de morar em uma lugar feio que acompanha muitos dos moradorores das comunidades carentes do Rio, pode ser quebrado com um projeto que teve início nesta sexta-feira com a entrega de três casas à três mães que perderam os filhos barbaramente, no caso do Morro da Providência, Centro do Rio, ano passado.

O “Cimento Social” de autoria do Senador Marcelo Crivella tem o objetivo de contruir ou mesmo reformar completamente as casas da comunidade.

– O projeto prevê três casos: o que as casas que podem ser reformadas, as que tiveram de ser derrubadas e essas que estão sendo entregues que foram erguidas do chão – explicou o senador.

As primeiras casas foram entregues nesta sexta e foram erguidas em apenas 3 dias. De acordo com o senador, os trabalhadores que ergueram as construções tem idade entre 16 e 30 anos. Os homens foram divididos em três equipes que disputaram para ver qual dos grupos terminava primeiro.

O responsável pelo empreendimento, Wander Dantas, diz que todos os 102 funcionários empregados no “Cimento Social” são da comunidade da Providência.

­ – É muito gratificante para mim, quando cheguei aqui no morro, vi muitos homens desempregados, ex-presidiários e ligados ao tráfico de drogas. O projeto mudou a vida deles. Na próxima entrega do “Cimento Social” nós prometemos erguer as casas em apenas 2 dias – garantiu Dantas.

O conjunto com as três casas foi batizado pelo senador de “Vila José de Alencar e Dona Marisa” em homenagem ao vice-presidente da república, José de Alencar e a primeira-dama, Marisa Letícia.

As residências são funcionais, de segundo andar e três cômodos. De acordo com o coordenador do projeto, até oito pessoas podem morar em uma casa do “Cimento Social”. O senador Marcelo Crivella defende que tudo o que um projeto como o do Morro da Providência necessita, está no Brasil.

- Não precisa trazer chinês, japonês e nem americano é só dar oportunidade para a rapaziada, como dizia aquela música “eu acredito é na rapaziada…” Tudo o que nós precisamos, o Brasil tem. A paz é fruto da justiça e o povo do Morro da Providência merece justiça.

Nova chance

Um dos operários Alexandro de Medeiros, de 23 anos, estava exultante com o resultado conseguido pelas equipes do “Cimento Social”. Alexandro contou que além de ex-presidiário, também foi soldado do tráfico na própria comunidade.

- Eu estava desempregado porque fui preso, acertei minhas contas com a justiça, mas antes daqui, já estava novamente na boca de fumo. Foi quando me chamaram para trabalhar.

Embora não compense a dor da perda de um filho, as casas entregues tiveram um destino especial: as beneficiadas foram as mães dos três rapazes mortos ano passado ao serem sequestrados e levados por militares do exército a traficantes de uma facção rival do morro da Mineira, no Catumbi.

Os rapazes Deivão Wilson, Marcos Paulo da Silva,e Wellington Gonzaga Costa foram sequestrados pelos militares quando voltavam de uma baile funk no morro da Mangueira.

Ainda segundo Marcelo Crivella, o projeto deve se estender por todo o Morro da Providência.

Fonte: JB Online