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domingo, 4 de outubro de 2009

É ser muito oportunista! Xô maias!!!!!!!!!!!!

Sem medo do ridículo

Mal saiu o resultado da cidade-sede das Olimpíadas de 2016 e já tem político cínico tentando pegar carona na urna eleitoral

O filho do demo Cesar Maia, o também demo Rodrigo Maia, disse no site do capeta, ops, desculpe, no site do DEM: “A vitória do Rio é resultado de muita luta, muita persistência, visão política e competência administrativa do Democratas.

Foi Cesar Maia, ex-prefeito do Rio, que enxergou, batalhou e viabilizou esta vitória maravilhosa para o povo fluminense, para o Brasil e, sobretudo, para nós, todos os Democratas”. É uma verdadeira aula de de cinismo.Vem de longe, muito longe mesmo, a malandragem da política dos Maias.Agora sabemos porque ele é tão idiota: é filho do alcaide-factóide-debilóide César Maia

É ser muito oportunista! Xô maias!!!!!!!!!!!!

Sem medo do ridículo

Mal saiu o resultado da cidade-sede das Olimpíadas de 2016 e já tem político cínico tentando pegar carona na urna eleitoral

O filho do demo Cesar Maia, o também demo Rodrigo Maia, disse no site do capeta, ops, desculpe, no site do DEM: “A vitória do Rio é resultado de muita luta, muita persistência, visão política e competência administrativa do Democratas.

Foi Cesar Maia, ex-prefeito do Rio, que enxergou, batalhou e viabilizou esta vitória maravilhosa para o povo fluminense, para o Brasil e, sobretudo, para nós, todos os Democratas”. É uma verdadeira aula de de cinismo.Vem de longe, muito longe mesmo, a malandragem da política dos Maias.Agora sabemos porque ele é tão idiota: é filho do alcaide-factóide-debilóide César Maia

sábado, 3 de outubro de 2009

Vamos ficar de olho!!!! A hora é de blefar... o pessoal está na escolinha do Cesar Maia!

jb

Ex-jurado de Silvio Santos no SBT nos anos 80 e início dos 90, Wagner Montes, calouro na política, aprendeu a fazer o seu show.

Hoje deputado estadual no Rio, Na quinta disse ao ministro do Trabalho, Carlos Lupi, presidente do PDT, que trocaria o partido pelo PT ou PRB. Surpresa geral. Lupi não concordou e o segurou.

Em troca, Montes, no último dia para filiação, nesta sexta, pressionou o PDT a lançá-lo candidato ao governo. E assim será. O apresentador de TV tem até 23% nas pesquisas, aparece em segundo na maioria dos cenários, e pode surgir como o fiel da balança se realmente for alçado a candidato.

Vamos ficar de olho!!!! A hora é de blefar... o pessoal está na escolinha do Cesar Maia!

jb

Ex-jurado de Silvio Santos no SBT nos anos 80 e início dos 90, Wagner Montes, calouro na política, aprendeu a fazer o seu show.

Hoje deputado estadual no Rio, Na quinta disse ao ministro do Trabalho, Carlos Lupi, presidente do PDT, que trocaria o partido pelo PT ou PRB. Surpresa geral. Lupi não concordou e o segurou.

Em troca, Montes, no último dia para filiação, nesta sexta, pressionou o PDT a lançá-lo candidato ao governo. E assim será. O apresentador de TV tem até 23% nas pesquisas, aparece em segundo na maioria dos cenários, e pode surgir como o fiel da balança se realmente for alçado a candidato.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Gabeira acerta com PSDB candidatura no Rio

RIO - Fenômeno nas eleições municipais no ano passado, neste momento a opção do deputado federal Fernando Gabeira (PV) é sair como candidato a governador do Estado do Rio em 2010 apoiado pelo PSDB. Na semana passada, Gabeira conversou com o governador de São Paulo, José Serra, e com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em São Paulo, dois entusiastas da candidatura do deputado ao governo do Estado do Rio no ano que vem.

Nas eleições de 2008, aliado ao PSDB, PPS e DEM, Gabeira perdeu por apenas 55,7 mil votos do atual prefeito, Eduardo Paes (PMDB). Na época, recebeu forte apoio financeiro dos tucanos, que tinha como representante na chapa o deputado estadual Luiz Paulo Corrêa da Rocha. O PSDB deu R$ 1 milhão à campanha de Gabeira a prefeito.

" Eles querem que a gente saia com candidatura ao governo " , disse. A opção pelo Senado foi deixada para trás, diz. " A situação lá está muito complicada. Precisaria entrar para mudar e teria que ter pelo menos dez senadores " , afirmou, sem esperanças de renovação na Casa em 2010.

Um dos desafios de sua candidatura será conjugar no primeiro turno a eventual candidatura da senadora Marina Silva pelo PV com a candidatura tucana à Presidência. " Não sei como será, mas gostaria de contar com o apoio do PSDB " , disse o deputado do PV ao Valor. Uma das possibilidades é Gabeira subir no palanque dos dois candidatos presidenciais. Para Serra, Gabeira seria o palanque ideal no Estado para fazer frente ao apoio que Cabral (PMDB), pré-candidato à reeleição, dará à virtual candidata do PT, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. " Essa é a opção, ter dois palanques " , diz o vereador Alfredo Sirkis (PV-RJ). Hoje Gabeira se reúne com Marina para tratar do assunto.

A pré-candidatura Gabeira deve complicar o quadro eleitoral para o governador Sérgio Cabral. Em pesquisa do Instituto Brasileiro de Pesquisa Social (IBPS) realizada entre 23 e 27 de julho com 2 mil eleitores no Estado, Cabral apareceu com 28% das intenções de voto, seguido por Gabeira, com 21%. O ex-governador do Rio Anthony Garotinho (PR) obteve 17%, enquanto o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias (PT), tinha 9%. Cabral luta para ter menos concorrentes e tenta tirar da disputa Lindberg Farias, do PT.

Aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governador do Rio tem tentado convencer Dilma a tirar Lindberg da corrida ao governo estadual. Uma das alternativas para Lindberg seria concorrer ao Senado .

No PV do Rio, existem ainda diferenças com o DEM, especialmente com o ex-prefeito da capital, Cesar Maia, que tem declarado apoio a Gabeira. A avaliação de políticos do PV é de que a eventual aliança com o ex-prefeito, que deve concorrer ao Senado, vai contra o discurso de renovação de Gabeira. Em 2008, Maia fechou com Gabeira no segundo turno, após a derrota da deputada federal Solange Amaral (DEM).

(Ana Paula Grabois | Valor Econômico)

Gabeira acerta com PSDB candidatura no Rio

RIO - Fenômeno nas eleições municipais no ano passado, neste momento a opção do deputado federal Fernando Gabeira (PV) é sair como candidato a governador do Estado do Rio em 2010 apoiado pelo PSDB. Na semana passada, Gabeira conversou com o governador de São Paulo, José Serra, e com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em São Paulo, dois entusiastas da candidatura do deputado ao governo do Estado do Rio no ano que vem.

Nas eleições de 2008, aliado ao PSDB, PPS e DEM, Gabeira perdeu por apenas 55,7 mil votos do atual prefeito, Eduardo Paes (PMDB). Na época, recebeu forte apoio financeiro dos tucanos, que tinha como representante na chapa o deputado estadual Luiz Paulo Corrêa da Rocha. O PSDB deu R$ 1 milhão à campanha de Gabeira a prefeito.

" Eles querem que a gente saia com candidatura ao governo " , disse. A opção pelo Senado foi deixada para trás, diz. " A situação lá está muito complicada. Precisaria entrar para mudar e teria que ter pelo menos dez senadores " , afirmou, sem esperanças de renovação na Casa em 2010.

Um dos desafios de sua candidatura será conjugar no primeiro turno a eventual candidatura da senadora Marina Silva pelo PV com a candidatura tucana à Presidência. " Não sei como será, mas gostaria de contar com o apoio do PSDB " , disse o deputado do PV ao Valor. Uma das possibilidades é Gabeira subir no palanque dos dois candidatos presidenciais. Para Serra, Gabeira seria o palanque ideal no Estado para fazer frente ao apoio que Cabral (PMDB), pré-candidato à reeleição, dará à virtual candidata do PT, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. " Essa é a opção, ter dois palanques " , diz o vereador Alfredo Sirkis (PV-RJ). Hoje Gabeira se reúne com Marina para tratar do assunto.

A pré-candidatura Gabeira deve complicar o quadro eleitoral para o governador Sérgio Cabral. Em pesquisa do Instituto Brasileiro de Pesquisa Social (IBPS) realizada entre 23 e 27 de julho com 2 mil eleitores no Estado, Cabral apareceu com 28% das intenções de voto, seguido por Gabeira, com 21%. O ex-governador do Rio Anthony Garotinho (PR) obteve 17%, enquanto o prefeito de Nova Iguaçu, Lindberg Farias (PT), tinha 9%. Cabral luta para ter menos concorrentes e tenta tirar da disputa Lindberg Farias, do PT.

Aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o governador do Rio tem tentado convencer Dilma a tirar Lindberg da corrida ao governo estadual. Uma das alternativas para Lindberg seria concorrer ao Senado .

No PV do Rio, existem ainda diferenças com o DEM, especialmente com o ex-prefeito da capital, Cesar Maia, que tem declarado apoio a Gabeira. A avaliação de políticos do PV é de que a eventual aliança com o ex-prefeito, que deve concorrer ao Senado, vai contra o discurso de renovação de Gabeira. Em 2008, Maia fechou com Gabeira no segundo turno, após a derrota da deputada federal Solange Amaral (DEM).

(Ana Paula Grabois | Valor Econômico)

sábado, 18 de julho de 2009

Mandato do vereador Eider Dantas é cassado

O vereador Eider Ribeiro Dantas Filho (DEM) teve o mandato cassado nesta sexta-feira pelo juiz da 228ª Zona Eleitoral, Eduardo Perez Ogberg. Segundo a sentença, Eider foi beneficiado pela pavimentação da Rua Orlando Carneiro, em Campo Grande (Zona Oeste) com o uso promocional de dinheiro público. Há cerca de um mês, o mesmo juiz afastou Carminha Jerominho da Câmara dos Vereadores. O secretário de Obras na época, Rodrigo Carvalho Ribeiro Dantas, filho do vereador cassado, foi quem determinou a obra. Pai e filho também receberam uma multa de 100 mil Ufir (cerca de R$ 100 mil) cada um. A execução é imediata.

O Ministério Público Eleitoral moveu a representação quando Eider Dantas ainda era candidato a vereador, a partir de procedimento aberto pela fiscalização da Propaganda Eleitoral do TRE-RJ. Os fiscais visitaram a obra levados por uma denúncia anônima. O trabalho de asfaltamento estava sendo realizado por servidores municipais da secretaria de Obras, com apoio de um caminhão com o símbolo da prefeitura do Rio.

Dantas teria prometido recapear a rua durante sua campanha. No local, foi encontrado muito material de campanha no carro do cabo eleitoral Marcelo de Almeida Assis, presidente da Associação de Moradores do lugar. Ele admitiu que trabalhava para Eider Dantas.

Improbidade administrativa

O Ministério Público do Rio de Janeiro entrou, em maio deste ano, com uma ação civil pública contra Eider Dantas, ex-secretário de obras do prefeito Cesar Maia, por improbidade administrativa. A ação se refere a irregularidades na construção da Cidade da Música, um complexo cultural, na Barra da Tijuca, que custou R$ 490 milhões.

Fonte: JB Online

Mandato do vereador Eider Dantas é cassado

O vereador Eider Ribeiro Dantas Filho (DEM) teve o mandato cassado nesta sexta-feira pelo juiz da 228ª Zona Eleitoral, Eduardo Perez Ogberg. Segundo a sentença, Eider foi beneficiado pela pavimentação da Rua Orlando Carneiro, em Campo Grande (Zona Oeste) com o uso promocional de dinheiro público. Há cerca de um mês, o mesmo juiz afastou Carminha Jerominho da Câmara dos Vereadores. O secretário de Obras na época, Rodrigo Carvalho Ribeiro Dantas, filho do vereador cassado, foi quem determinou a obra. Pai e filho também receberam uma multa de 100 mil Ufir (cerca de R$ 100 mil) cada um. A execução é imediata.

O Ministério Público Eleitoral moveu a representação quando Eider Dantas ainda era candidato a vereador, a partir de procedimento aberto pela fiscalização da Propaganda Eleitoral do TRE-RJ. Os fiscais visitaram a obra levados por uma denúncia anônima. O trabalho de asfaltamento estava sendo realizado por servidores municipais da secretaria de Obras, com apoio de um caminhão com o símbolo da prefeitura do Rio.

Dantas teria prometido recapear a rua durante sua campanha. No local, foi encontrado muito material de campanha no carro do cabo eleitoral Marcelo de Almeida Assis, presidente da Associação de Moradores do lugar. Ele admitiu que trabalhava para Eider Dantas.

Improbidade administrativa

O Ministério Público do Rio de Janeiro entrou, em maio deste ano, com uma ação civil pública contra Eider Dantas, ex-secretário de obras do prefeito Cesar Maia, por improbidade administrativa. A ação se refere a irregularidades na construção da Cidade da Música, um complexo cultural, na Barra da Tijuca, que custou R$ 490 milhões.

Fonte: JB Online

sábado, 13 de junho de 2009

OAB condena política de extermínio

Reunião na OAB-RJ que tratou da política de segurança do governo Sérgio Cabral.

O presidente da OAB diz que a política é de extermínio. Já Tim Cahill, da Anistia Internacional, se confessa chocado.

Leia o que Cesar Maia publicou em seu blog:
(ex-blog do Cesar Maia em 10 de junho de 2009)

1. Presidente da OAB-RJ, Waldir Damous: - “Essa política de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro é excludente, de extermínio e de criminalização da pobreza”. Foi passado um filme de 6 minutos mostrando pessoas mortas, em sua maioria jovens. Lembrou-se a declaração feita pelo Cabral: “as mulheres pobres deveriam fazer aborto porque são fábricas de marginais”. Termina o filme com a foto de uma mulher negra, segurando uma criancinha e ambos seguram uma placa que diz: Nossa dor é comemorada como indicador de eficiência policial. O relatório entregue mostra o acirramento do processo de criminalização da pobreza e, consequentemente, da violação dos direitos. É um apanhado de denúncias que se deteve em casos concretos e recentes de violação dos Direitos Humanos.

2. OS MUROS. Presidente da Associação de Moradores da Rocinha disse: “Não mostramos apenas ser contrários ao MURO através de teoria, mas com plebiscito que gerou documento com a assinatura e RG dos moradores da Rocinha. Nós não queremos o muro!!”…

3. Leonardo Chaves, subprocurador de Direitos Humanos do Ministério Público Estadual, chamou a atenção para o fato da mesma empreiteira construir os dois muros – Rocinha e Dona Marta, justo onde não há crescimento horizontal…

4. Tim Cahill: – “Estou há 9 anos fazendo esse trabalho na Anistia Internacional, vindo ao Rio de Janeiro… O que acontece aqui é chocante, é uma decepção tremenda. Antigamente, se vinha até o Rio e se via o caso individual. Agora estamos vendo que isso é uma política de Estado, uma política discriminatória que tem reforçado o extermínio de uma classe, uma raça, jovens”.

5. Ainda Cahill: - “Dois exemplos nítidos que reforçam a adoção dessa política de exclusão que a cidade sofre são: a construção dos muros (um conceito de que essas comunidades não fazem parte da cidade). O outro exemplo é a criação das milícias que é o resultado de décadas de descaso, de impunidade, que ameaçando a democracia do RJ, em função da milícia ter entrando na política do Estado”.

OAB condena política de extermínio

Reunião na OAB-RJ que tratou da política de segurança do governo Sérgio Cabral.

O presidente da OAB diz que a política é de extermínio. Já Tim Cahill, da Anistia Internacional, se confessa chocado.

Leia o que Cesar Maia publicou em seu blog:
(ex-blog do Cesar Maia em 10 de junho de 2009)

1. Presidente da OAB-RJ, Waldir Damous: - “Essa política de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro é excludente, de extermínio e de criminalização da pobreza”. Foi passado um filme de 6 minutos mostrando pessoas mortas, em sua maioria jovens. Lembrou-se a declaração feita pelo Cabral: “as mulheres pobres deveriam fazer aborto porque são fábricas de marginais”. Termina o filme com a foto de uma mulher negra, segurando uma criancinha e ambos seguram uma placa que diz: Nossa dor é comemorada como indicador de eficiência policial. O relatório entregue mostra o acirramento do processo de criminalização da pobreza e, consequentemente, da violação dos direitos. É um apanhado de denúncias que se deteve em casos concretos e recentes de violação dos Direitos Humanos.

2. OS MUROS. Presidente da Associação de Moradores da Rocinha disse: “Não mostramos apenas ser contrários ao MURO através de teoria, mas com plebiscito que gerou documento com a assinatura e RG dos moradores da Rocinha. Nós não queremos o muro!!”…

3. Leonardo Chaves, subprocurador de Direitos Humanos do Ministério Público Estadual, chamou a atenção para o fato da mesma empreiteira construir os dois muros – Rocinha e Dona Marta, justo onde não há crescimento horizontal…

4. Tim Cahill: – “Estou há 9 anos fazendo esse trabalho na Anistia Internacional, vindo ao Rio de Janeiro… O que acontece aqui é chocante, é uma decepção tremenda. Antigamente, se vinha até o Rio e se via o caso individual. Agora estamos vendo que isso é uma política de Estado, uma política discriminatória que tem reforçado o extermínio de uma classe, uma raça, jovens”.

5. Ainda Cahill: - “Dois exemplos nítidos que reforçam a adoção dessa política de exclusão que a cidade sofre são: a construção dos muros (um conceito de que essas comunidades não fazem parte da cidade). O outro exemplo é a criação das milícias que é o resultado de décadas de descaso, de impunidade, que ameaçando a democracia do RJ, em função da milícia ter entrando na política do Estado”.