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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Dilma deve fazer mais uma sessão de tratamento em SP

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, passa o dia de hoje em São Paulo.
De acordo com sua assessoria, Dilma deve fazer, no Hospital Sírio-Libanês, mais uma sessão de radioterapia do tratamento contra um câncer no sistema linfático, detectado em abril. A agenda da ministra prevê participação, hoje à noite, na cerimônia de entrega dos prêmios "As Melhores da Dinheiro 2009", da revista ISTOÉ Dinheiro.

A doença da ministra-chefe da Casa Civil foi diagnosticada em março em exames de rotina e, na época, um gânglio foi extirpado durante uma cirurgia que durou 45 minutos.
Em abril Dilma concedeu uma entrevista coletiva para dizer que tinha a doença e estava fazendo tratamento.

Dilma deve fazer mais uma sessão de tratamento em SP

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, passa o dia de hoje em São Paulo.
De acordo com sua assessoria, Dilma deve fazer, no Hospital Sírio-Libanês, mais uma sessão de radioterapia do tratamento contra um câncer no sistema linfático, detectado em abril. A agenda da ministra prevê participação, hoje à noite, na cerimônia de entrega dos prêmios "As Melhores da Dinheiro 2009", da revista ISTOÉ Dinheiro.

A doença da ministra-chefe da Casa Civil foi diagnosticada em março em exames de rotina e, na época, um gânglio foi extirpado durante uma cirurgia que durou 45 minutos.
Em abril Dilma concedeu uma entrevista coletiva para dizer que tinha a doença e estava fazendo tratamento.

Pesquisa dá Dilma atrás de Marina em dois cenários

O tamanho do estrago feito pela senadora Marina Silva (PT-AC) na candidatura da ministra Dilma Rousseff (PT) finalmente vem a público, em números precisos, em 4 das 81 páginas da pesquisa que o PV encomendou em julho e só anteontem foi entregue, inteiramente tabulada, pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe). No confronto direto entre Marina e Dilma, em quatro cenários, a senadora perde em um, empata em outro e ganha em dois.

A primeira dessas tabelas mostra José Serra (PSDB) com 28% das preferências e Ciro Gomes (PSB) com 16%, seguidos de Dilma (14%), Heloísa Helena (PSOL) com 13% e Marina em quinto, com 10%. Na segunda, sem Heloísa, Marina sobe e empata com Dilma em 14% (Serra lidera com 30% e Ciro fica com 22%). A virada da ex-ministra do Meio Ambiente aparece quando Ciro também é tirado da disputa. Nessa hipótese, Serra sobe para 37% e Marina vence Dilma por 24% a 16%. E na última hipótese, em que Aécio entra no lugar de Serra e Ciro continua de fora, Marina aparece em primeiro lugar com 27% das intenções de voto, contra 25% do governador mineiro e 19% de Dilma.

A pesquisa, coordenada por Antonio Lavareda, foi feita por telefone entre 22 e 23 de julho - há 20 dias, portanto - e ouviu 2 mil eleitores de todo o País. A "margem de erro máxima para os totais", como define o pesquisador, é de 2,2%. Ele recorre a essa expressão porque, segundo explicou, essa margem "pode ser maior em universos menores dentro da pesquisa". O próprio Lavareda se diz surpreso com esses resultados. "Eu e a torcida do Flamengo", afirma. O fato de ser feita por telefone, garante, não torna a consulta inferior às realizadas por outros métodos. "Veja que, nas pesquisas em domicílios, muitos moradores de apartamento ficam de fora porque o zelador não deixa entrar". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Pesquisa dá Dilma atrás de Marina em dois cenários

O tamanho do estrago feito pela senadora Marina Silva (PT-AC) na candidatura da ministra Dilma Rousseff (PT) finalmente vem a público, em números precisos, em 4 das 81 páginas da pesquisa que o PV encomendou em julho e só anteontem foi entregue, inteiramente tabulada, pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe). No confronto direto entre Marina e Dilma, em quatro cenários, a senadora perde em um, empata em outro e ganha em dois.

A primeira dessas tabelas mostra José Serra (PSDB) com 28% das preferências e Ciro Gomes (PSB) com 16%, seguidos de Dilma (14%), Heloísa Helena (PSOL) com 13% e Marina em quinto, com 10%. Na segunda, sem Heloísa, Marina sobe e empata com Dilma em 14% (Serra lidera com 30% e Ciro fica com 22%). A virada da ex-ministra do Meio Ambiente aparece quando Ciro também é tirado da disputa. Nessa hipótese, Serra sobe para 37% e Marina vence Dilma por 24% a 16%. E na última hipótese, em que Aécio entra no lugar de Serra e Ciro continua de fora, Marina aparece em primeiro lugar com 27% das intenções de voto, contra 25% do governador mineiro e 19% de Dilma.

A pesquisa, coordenada por Antonio Lavareda, foi feita por telefone entre 22 e 23 de julho - há 20 dias, portanto - e ouviu 2 mil eleitores de todo o País. A "margem de erro máxima para os totais", como define o pesquisador, é de 2,2%. Ele recorre a essa expressão porque, segundo explicou, essa margem "pode ser maior em universos menores dentro da pesquisa". O próprio Lavareda se diz surpreso com esses resultados. "Eu e a torcida do Flamengo", afirma. O fato de ser feita por telefone, garante, não torna a consulta inferior às realizadas por outros métodos. "Veja que, nas pesquisas em domicílios, muitos moradores de apartamento ficam de fora porque o zelador não deixa entrar". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Economist: CPI terá efeito 'insignificante' na Petrobras

AE - Agencia Estado - SÃO PAULO - As investigações da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras devem ter efeito "insignificante" sobre a reputação da estatal, já que o governo tem maioria na CPI, afirmou a revista britânica "The Economist" na edição desta semana, que traz reportagem sobre possíveis problemas da empresa brasileira. "As conexões políticas são essenciais para a Petrobras", afirma a revista, lembrando que o governo federal é o acionista controlador e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, faz parte do conselho de administração. De acordo com a "The Economist", o fato de o ex-presidente Fernando Collor (PTB-AL) e o bispo Marcelo Crivella (PRB-RJ) fazerem parte da CPI "aumenta o espetáculo" da comissão. José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, afirma que a investigação é bem-vinda, pois representa uma chance de escrutínio público da maior empresa do País. Porém, de acordo com a publicação, ele se preocupa com a possibilidade de a CPI se transformar "em um circo político, como normalmente ocorre com as comissões do Congresso".

Economist: CPI terá efeito 'insignificante' na Petrobras

AE - Agencia Estado - SÃO PAULO - As investigações da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras devem ter efeito "insignificante" sobre a reputação da estatal, já que o governo tem maioria na CPI, afirmou a revista britânica "The Economist" na edição desta semana, que traz reportagem sobre possíveis problemas da empresa brasileira. "As conexões políticas são essenciais para a Petrobras", afirma a revista, lembrando que o governo federal é o acionista controlador e a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, faz parte do conselho de administração. De acordo com a "The Economist", o fato de o ex-presidente Fernando Collor (PTB-AL) e o bispo Marcelo Crivella (PRB-RJ) fazerem parte da CPI "aumenta o espetáculo" da comissão. José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, afirma que a investigação é bem-vinda, pois representa uma chance de escrutínio público da maior empresa do País. Porém, de acordo com a publicação, ele se preocupa com a possibilidade de a CPI se transformar "em um circo político, como normalmente ocorre com as comissões do Congresso".