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terça-feira, 11 de agosto de 2009

Água

A sede é mais mortal que a fome. Sem comida, se vive algumas semanas, mas sem bebida teríamos sorte se vivermos alguns dias. Só o ato de respirar é mais importante. Há milhares de anos, os primeiros homens tinham de ficar perto de rios ou algum suprimento de água fresca, já que não havia como transportá-la. Só nos últimos séculos a cerveja surgiu na Mesopotâmia e no Egito, quando o homem aprendeu a plantar a cevada e o trigo. Mais tarde, com os Gregos e Romanos, viria o apogeu do vinho. Platão via a bebida como uma maneira do homem testar a si mesmo, submetendo-se às paixões despertadas pela bebida: raiva, amor, orgulho, ignorância, ambição e covardia.

Depois vieram os destilados, quando os exploradores europeus estavam começando a abrir os caminhos marítimos do mundo. O Brasil se tornou produtor de aguardente de cana-de-açúcar e, a partir do melaço barato, os Estados Unidos iniciou a produção de rum que aos poucos foi cedendo lugar ao uísque, destilado de grãos de cereais fermentados.

Por ocasião da Revolução Científica, o café se tornaria a bebida do dia a dia. Era o tempo do saber e o homem trocou o poder entorpecente do álcool pelo efeito de despertar a atenção e manter a concentração nas discussões, para reforma do pensamento filosófico e lançar as bases do desenvolvimento da moderna ciência.

Com o avanço da ciência, sobretudo na Europa ocidental, e a riqueza obtida com a tecnologia resultante, começa a acontecer no mundo um processo de dominação empreendido pelas potências hegemônicas e a bebida tem um papel preponderante nisso. A Inglaterra, ao mesmo tempo que amplia seu domínio territorial, impõe o comercio do chá, que passa a ser a bebida de maior consumo no mundo.

No século XX, com a decadência das potências européias e a chegada da hegemonia norte-americana, o chá cede lugar a Coca-Cola, que se torna a marca do imperialismo americano no mundo pós-guerra.

Cerveja, vinho, destilados, café, chá, coca-cola, foram bebidas que dominaram os tempos e pelas quais se fizeram muitas guerras. No entanto, a velha e boa água, um tanto desprezada, voltaria a chamar a atenção do mundo e provocar preocupações, já que o aumento da população mundial, a devastação do meio ambiente, as mudanças climáticas por conta da poluição da atmosfera, a escassez de água no planeta, prevêem alguns, poderá ser a causa de um próximo conflito de alcance global. Por isso, apresentei no Senado Federal um projeto obrigando que os equipamentos e os produtos de limpeza e de higiene pessoal, bem como suas embalagens, sempre que destinados ao uso associado ao consumo de água, conterão mensagens de advertência sobre o risco de escassez e de incentivo ao consumo moderado de água. Um segundo projeto, obriga a construção de instalação de sistemas de coleta, armazenamento e utilização da água de chuva e de reutilização de águas servidas, nas construções públicas e privadas. O projeto ainda prevê que recursos do Sistema Financeiro da Habitação só poderão ser empregados nos projetos que contiverem previsão desses sistemas de coleta e armazenamento. Eu sei bem o valor da água. Na Fazenda Nova Canaã, que mantenho em Irecê, na Bahia, e onde chove muito pouco, implantei um projeto de irrigação, à base de gotejamento, para evitar desperdício e mau uso da água. De gota a gota, regamos doze mil pés de fruta-de-conde e ano passado colhemos mais de 500 mil frutas.

Com esse projeto trouxemos vida nova para centenas de famílias pobres do sertão. É isso aí. Nosso bem maior é a água. Sabendo usar, não vai faltar.

Senador Marcelo Crivella

Água

A sede é mais mortal que a fome. Sem comida, se vive algumas semanas, mas sem bebida teríamos sorte se vivermos alguns dias. Só o ato de respirar é mais importante. Há milhares de anos, os primeiros homens tinham de ficar perto de rios ou algum suprimento de água fresca, já que não havia como transportá-la. Só nos últimos séculos a cerveja surgiu na Mesopotâmia e no Egito, quando o homem aprendeu a plantar a cevada e o trigo. Mais tarde, com os Gregos e Romanos, viria o apogeu do vinho. Platão via a bebida como uma maneira do homem testar a si mesmo, submetendo-se às paixões despertadas pela bebida: raiva, amor, orgulho, ignorância, ambição e covardia.

Depois vieram os destilados, quando os exploradores europeus estavam começando a abrir os caminhos marítimos do mundo. O Brasil se tornou produtor de aguardente de cana-de-açúcar e, a partir do melaço barato, os Estados Unidos iniciou a produção de rum que aos poucos foi cedendo lugar ao uísque, destilado de grãos de cereais fermentados.

Por ocasião da Revolução Científica, o café se tornaria a bebida do dia a dia. Era o tempo do saber e o homem trocou o poder entorpecente do álcool pelo efeito de despertar a atenção e manter a concentração nas discussões, para reforma do pensamento filosófico e lançar as bases do desenvolvimento da moderna ciência.

Com o avanço da ciência, sobretudo na Europa ocidental, e a riqueza obtida com a tecnologia resultante, começa a acontecer no mundo um processo de dominação empreendido pelas potências hegemônicas e a bebida tem um papel preponderante nisso. A Inglaterra, ao mesmo tempo que amplia seu domínio territorial, impõe o comercio do chá, que passa a ser a bebida de maior consumo no mundo.

No século XX, com a decadência das potências européias e a chegada da hegemonia norte-americana, o chá cede lugar a Coca-Cola, que se torna a marca do imperialismo americano no mundo pós-guerra.

Cerveja, vinho, destilados, café, chá, coca-cola, foram bebidas que dominaram os tempos e pelas quais se fizeram muitas guerras. No entanto, a velha e boa água, um tanto desprezada, voltaria a chamar a atenção do mundo e provocar preocupações, já que o aumento da população mundial, a devastação do meio ambiente, as mudanças climáticas por conta da poluição da atmosfera, a escassez de água no planeta, prevêem alguns, poderá ser a causa de um próximo conflito de alcance global. Por isso, apresentei no Senado Federal um projeto obrigando que os equipamentos e os produtos de limpeza e de higiene pessoal, bem como suas embalagens, sempre que destinados ao uso associado ao consumo de água, conterão mensagens de advertência sobre o risco de escassez e de incentivo ao consumo moderado de água. Um segundo projeto, obriga a construção de instalação de sistemas de coleta, armazenamento e utilização da água de chuva e de reutilização de águas servidas, nas construções públicas e privadas. O projeto ainda prevê que recursos do Sistema Financeiro da Habitação só poderão ser empregados nos projetos que contiverem previsão desses sistemas de coleta e armazenamento. Eu sei bem o valor da água. Na Fazenda Nova Canaã, que mantenho em Irecê, na Bahia, e onde chove muito pouco, implantei um projeto de irrigação, à base de gotejamento, para evitar desperdício e mau uso da água. De gota a gota, regamos doze mil pés de fruta-de-conde e ano passado colhemos mais de 500 mil frutas.

Com esse projeto trouxemos vida nova para centenas de famílias pobres do sertão. É isso aí. Nosso bem maior é a água. Sabendo usar, não vai faltar.

Senador Marcelo Crivella

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Heróis e traidores da pátria

Marcos Coimbra

Em recente reunião, debatendo sobre a grave questão da demarcação de áreas indígenas, em especial sobre a denominada região Raposa/Serra do Sol, e seus desdobramentos sobre o futuro do país, enquanto Nação soberana, independente e autônoma, surgiu em paralelo uma lúcida discussão sobre quem figura e quem figuraria na História do Brasil, como herói e como traidor da Pátria. Houve unanimidade quanto aos heróis. Afinal, não há como negar o exemplo de coragem, brasilidade e desprendimento de vultos como Tiradentes, Duque de Caixas, Barão do Rio Branco, Tamandaré, Brigadeiro Eduardo Gomes, Santos Dumont, André Vidal de Negreiros, Henrique Dias, o índio Felipe Camarão, do anônimo soldado da FEB que lutou na Itália e outros.
Porém, no relativo aos traidores da Pátria houve dissenso. O ilustre brasileiro Jornalista Barbosa Lima Sobrinho já definia, com muita clareza, que no Brasil só existiam dois partidos políticos. O dos heróis, representados por Tiradentes e o dos seguidores do traidor Joaquim Silvério dos Reis. Mas, um participante argumentou, com propriedade, que Silvério teria sido um traidor sob a ótica de nós, brasileiros, mas não para os portugueses, a quem servia, sendo natural da nossa então matriz. Também foi lembrado o eterno Calabar, quase com unanimidade, mas apenas houve consenso em Judas, como traidor universal.
Analisando friamente, se isto é possível, a iminente perda de mais da metade do território nacional, representada, de início, pela demarcação irresponsável de vastas áreas do Brasil para indígenas (agora já criaram também os “quilombolas”), por “coincidência” justamente onde já estão mapeadas e conhecidas vastas riquezas e recursos naturais, que, no decorrer do tempo serão arrancadas do nosso país, sob qualquer pretexto, algumas reflexões se fazem necessárias.
Qual o país do mundo que, por “vontade própria”, sem o disparo de um tiro sequer, abre mão de um milímetro do seu território sem resistência armada? Em que lugar se escondem as autoridades (ir)responsáveis, por omissão, covardia, cumplicidade, leniência ou por outro motivo qualquer, que não reagem contra o crime de lesa-pátria a ser perpetrado? Onde está o povo brasileiro que assiste passivamente, anestesiado, amorfo, sem protesto à perda de recursos naturais que podem transformar o país em uma das maiores potências do mundo, propiciando uma elevada qualidade de vida aos seus cidadãos? Imaginem isto acontecendo na Argentina, por exemplo. Os bravos “hermanos” já estariam nas ruas, protestando em greve geral e com um feroz “panelaço”. Será que o Brasil não fabrica mais Homens como no passado, quando tivemos Plácido de Castro, Marcílio Dias e tantos outros?
A maioria de nosso povo não sabe o que está acontecendo de fato. Pensa apenas em sobreviver, com as “bolsas-esmolas” ou com os empregos de baixa remuneração existentes, ou talvez ocupados com o samba, o futebol e o carnaval. Porém, existe uma parcela do povo conhecedora do que está em jogo. E é justamente esta que decide. Ela está principalmente nos três Poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. A disputa não é entre “arrozeiros” e índios desprotegidos da época de José de Alencar. Se o leitor quiser apurar o que está sendo escrito aqui, pode entrar nas páginas do Greenpeace, do WWF-Brasil, da FUNAI e outros menos votados. Vai encontrar uma perfeita sintonia, uma ação orquestrada entre eles, com o mesmo objetivo.
Não é por acaso que dirigentes de órgãos governamentais que decidem, ignorando o Congresso, os locais que devem ser ocupados nas demarcações foram, são ou serão integrantes das ONGs e assemelhados. Inclusive, alguns financiados por governos estrangeiros. O G-7 e até potências emergentes estão carentes de nióbio, petróleo, bauxita, urânio e outras riquezas encontradas em abundância exatamente nas áreas que estão sendo entregues. Por isto, eles querem a Serra da região Raposa/Serra do Sol. O argumento falacioso de que a propriedade da terra (solo e subsolo) é da União, possuindo os indígenas apenas o usufruto não se sustenta, quando observamos a prática nas regiões já demarcadas.
Não existem coincidências. Há planejamento e ação decorrente. Por que autoridades brasileiras assinaram na ONU a famigerada declaração universal dos direitos indígenas, ao contrário de EUA, Austrália, Nova Zelândia, etc.? Por que as Forças Armadas brasileiras estão sendo deliberadamente sucateadas, ao longo do tempo, retirando-lhes a capacidade de cumprir com sua destinação histórica e constitucional? Por que o cidadão brasileiro está sendo desarmado, através de campanhas financiadas do exterior, executadas por sicários estrategicamente posicionados, com ampla cobertura da mídia? Por que os órgãos de comunicação, com raras exceções, não divulgam a verdade sobre o assunto, ao invés de praticar o reducionismo de tentar iludir a opinião pública, desinformando por intermédio da falsa assertiva de que a luta é entre o fazendeiro branco mau e o índio desprotegido e nômade? Por que não esclarecem que estes índios falam inglês, usam celulares e PCs?
Por que a pressão externa intimidatória de organismos internacionais e governos estrangeiros que chegaram ao acinte de mandar um representante da ONU ao país, na véspera da decisão do STF? Por que permitir a “palhaçada” de índios com o diploma de advogado, de toga, pintados de guerra a exercer pressão psicológica dominante no plenário do STF? Por que se ater a tecnicidades jurídicas e figuras poéticas para tentar esconder a verdade? Por que ignorar que a maioria dos índios que defendem a posição do G-7 são orientados por órgãos estrangeiros, sendo movimentados de lugar, por ordem externa, de acordo com a existência de riquezas ou não nos territórios a serem ocupados? Por que ignorar os indígenas que são contra? Por que nossas autoridades não aprenderam com a dura lição da Iugoslávia, do Iraque, do Kosovo, da Ossétia do Sul, etc.? Por que atribuir a onze pessoas, nomeadas por indicação política, a incomensurável responsabilidade de decidir sobre o futuro do país?
Nossos descendentes reverenciarão quais novos heróis e desprezarão que novos traidores da Pátria?
Fonte: http://www.adesg.org.br/portal/canal-livre/leituras-selecionadas/70-herois-e-traidores-da-patria

Heróis e traidores da pátria

Marcos Coimbra

Em recente reunião, debatendo sobre a grave questão da demarcação de áreas indígenas, em especial sobre a denominada região Raposa/Serra do Sol, e seus desdobramentos sobre o futuro do país, enquanto Nação soberana, independente e autônoma, surgiu em paralelo uma lúcida discussão sobre quem figura e quem figuraria na História do Brasil, como herói e como traidor da Pátria. Houve unanimidade quanto aos heróis. Afinal, não há como negar o exemplo de coragem, brasilidade e desprendimento de vultos como Tiradentes, Duque de Caixas, Barão do Rio Branco, Tamandaré, Brigadeiro Eduardo Gomes, Santos Dumont, André Vidal de Negreiros, Henrique Dias, o índio Felipe Camarão, do anônimo soldado da FEB que lutou na Itália e outros.
Porém, no relativo aos traidores da Pátria houve dissenso. O ilustre brasileiro Jornalista Barbosa Lima Sobrinho já definia, com muita clareza, que no Brasil só existiam dois partidos políticos. O dos heróis, representados por Tiradentes e o dos seguidores do traidor Joaquim Silvério dos Reis. Mas, um participante argumentou, com propriedade, que Silvério teria sido um traidor sob a ótica de nós, brasileiros, mas não para os portugueses, a quem servia, sendo natural da nossa então matriz. Também foi lembrado o eterno Calabar, quase com unanimidade, mas apenas houve consenso em Judas, como traidor universal.
Analisando friamente, se isto é possível, a iminente perda de mais da metade do território nacional, representada, de início, pela demarcação irresponsável de vastas áreas do Brasil para indígenas (agora já criaram também os “quilombolas”), por “coincidência” justamente onde já estão mapeadas e conhecidas vastas riquezas e recursos naturais, que, no decorrer do tempo serão arrancadas do nosso país, sob qualquer pretexto, algumas reflexões se fazem necessárias.
Qual o país do mundo que, por “vontade própria”, sem o disparo de um tiro sequer, abre mão de um milímetro do seu território sem resistência armada? Em que lugar se escondem as autoridades (ir)responsáveis, por omissão, covardia, cumplicidade, leniência ou por outro motivo qualquer, que não reagem contra o crime de lesa-pátria a ser perpetrado? Onde está o povo brasileiro que assiste passivamente, anestesiado, amorfo, sem protesto à perda de recursos naturais que podem transformar o país em uma das maiores potências do mundo, propiciando uma elevada qualidade de vida aos seus cidadãos? Imaginem isto acontecendo na Argentina, por exemplo. Os bravos “hermanos” já estariam nas ruas, protestando em greve geral e com um feroz “panelaço”. Será que o Brasil não fabrica mais Homens como no passado, quando tivemos Plácido de Castro, Marcílio Dias e tantos outros?
A maioria de nosso povo não sabe o que está acontecendo de fato. Pensa apenas em sobreviver, com as “bolsas-esmolas” ou com os empregos de baixa remuneração existentes, ou talvez ocupados com o samba, o futebol e o carnaval. Porém, existe uma parcela do povo conhecedora do que está em jogo. E é justamente esta que decide. Ela está principalmente nos três Poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. A disputa não é entre “arrozeiros” e índios desprotegidos da época de José de Alencar. Se o leitor quiser apurar o que está sendo escrito aqui, pode entrar nas páginas do Greenpeace, do WWF-Brasil, da FUNAI e outros menos votados. Vai encontrar uma perfeita sintonia, uma ação orquestrada entre eles, com o mesmo objetivo.
Não é por acaso que dirigentes de órgãos governamentais que decidem, ignorando o Congresso, os locais que devem ser ocupados nas demarcações foram, são ou serão integrantes das ONGs e assemelhados. Inclusive, alguns financiados por governos estrangeiros. O G-7 e até potências emergentes estão carentes de nióbio, petróleo, bauxita, urânio e outras riquezas encontradas em abundância exatamente nas áreas que estão sendo entregues. Por isto, eles querem a Serra da região Raposa/Serra do Sol. O argumento falacioso de que a propriedade da terra (solo e subsolo) é da União, possuindo os indígenas apenas o usufruto não se sustenta, quando observamos a prática nas regiões já demarcadas.
Não existem coincidências. Há planejamento e ação decorrente. Por que autoridades brasileiras assinaram na ONU a famigerada declaração universal dos direitos indígenas, ao contrário de EUA, Austrália, Nova Zelândia, etc.? Por que as Forças Armadas brasileiras estão sendo deliberadamente sucateadas, ao longo do tempo, retirando-lhes a capacidade de cumprir com sua destinação histórica e constitucional? Por que o cidadão brasileiro está sendo desarmado, através de campanhas financiadas do exterior, executadas por sicários estrategicamente posicionados, com ampla cobertura da mídia? Por que os órgãos de comunicação, com raras exceções, não divulgam a verdade sobre o assunto, ao invés de praticar o reducionismo de tentar iludir a opinião pública, desinformando por intermédio da falsa assertiva de que a luta é entre o fazendeiro branco mau e o índio desprotegido e nômade? Por que não esclarecem que estes índios falam inglês, usam celulares e PCs?
Por que a pressão externa intimidatória de organismos internacionais e governos estrangeiros que chegaram ao acinte de mandar um representante da ONU ao país, na véspera da decisão do STF? Por que permitir a “palhaçada” de índios com o diploma de advogado, de toga, pintados de guerra a exercer pressão psicológica dominante no plenário do STF? Por que se ater a tecnicidades jurídicas e figuras poéticas para tentar esconder a verdade? Por que ignorar que a maioria dos índios que defendem a posição do G-7 são orientados por órgãos estrangeiros, sendo movimentados de lugar, por ordem externa, de acordo com a existência de riquezas ou não nos territórios a serem ocupados? Por que ignorar os indígenas que são contra? Por que nossas autoridades não aprenderam com a dura lição da Iugoslávia, do Iraque, do Kosovo, da Ossétia do Sul, etc.? Por que atribuir a onze pessoas, nomeadas por indicação política, a incomensurável responsabilidade de decidir sobre o futuro do país?
Nossos descendentes reverenciarão quais novos heróis e desprezarão que novos traidores da Pátria?
Fonte: http://www.adesg.org.br/portal/canal-livre/leituras-selecionadas/70-herois-e-traidores-da-patria